Artistas assinam carta contra silêncio do Festival de Berlim sobre conflitos em Gaza

Artistas assinam carta contra silêncio do Festival de Berlim sobre conflitos em Gaza

Wim Wenders na abertura da 76ª Berlinale — Foto: Ronny HARTMANN / AFP

Wim Wenders na abertura da 76ª Berlinale — Foto: Ronny HARTMANN / AFP

Mais de 80 personalidades do cinema, incluindo atores como Javier Bardem, Fernando Meirelles e Tilda Swinton, assinaram uma declaração de condenação contra o Festival de Cinema de Berlim para denunciar seu “silêncio” sobre Gaza e o “genocídio dos palestinos”.

Os signatários da carta aberta, à qual a AFP teve acesso nesta terça-feira (17), afirmam estar “consternados com o silêncio institucional da Berlinale” sobre o tema, depois que o presidente do júri, o cineasta Wim Wenders, respondeu a uma pergunta sobre Gaza na semana passada conclamando a “manter-se à margem da política”.

A carta, assinada por diretores como o brasileiro Fernando Meirelles, o britânico Mike Leigh e o americano Adam McKay, declara firme discordância em relação aos comentários de Wenders, argumentando que cinema e política não podem ser separados.

“Da mesma forma que o festival se pronunciou claramente no passado sobre as atrocidades cometidas contra a população do Irã e da Ucrânia, pedimos à Berlinale que cumpra seu dever moral e se oponha claramente ao genocídio de Israel”, acrescenta a declaração.

Além disso, os signatários afirmam que vão além da posição da Berlinale de não se manifestar sobre a atuação de Israel em Gaza e querem destacar “o papel-chave do Estado alemão em permiti-la”.

“Temos que nos manter fora da política, porque, se fizermos filmes que sejam dedicadamente políticos, entramos no campo da política; mas nós somos o contrapeso da política”, declarou Wenders na quinta-feira, em resposta a um jornalista que o questionou sobre o júri manifestar sua solidariedade à Ucrânia ao mesmo tempo em que trabalhava para o governo da Alemanha, patrocinador do evento, e apoiador do “genocídio em Gaza”, nas palavras do jornalista responsável pela pergunta.

‘De cair o queixo’

Arundhati Roy — Foto: Prakash SINGH / AFP
Arundhati Roy — Foto: Prakash SINGH / AFP

A fala de Wenders gerou desconforto e fez até com que a cultuada escritora indiana Arundhati Roy cancelasse sua presença no evento. “Ouvir alguém dizer que a arte não deve ser política é de cair o queixo”, afirmou a autora em nota oficial publicada no site indiano The Wire. “É uma forma de silenciar uma conversa sobre um crime contra a humanidade enquanto ele se desenrola diante de nós em tempo real — quando artistas, escritores e cineastas deveriam estar fazendo tudo ao seu alcance para impedi-lo”, continuou.

No sábado (14), a diretora da 76ª Berlinale, Tricia Tuttle, divulgou nota em defesa dos jurados que participam do evento. Segundo Tuttle, cineastas se posicionam “através de seus filmes, sobre seus filmes – e às vezes também sobre temas geopolíticos que podem estar associados ao seu trabalho ou não”. A diretora frisou a importância da diversidade da programação do festival, que tem produções que tocam em temas como o genocídio, por exemplo, mas argumentou que “cineastas não têm o dever de se posicionar sobre tudo”.

Fonte: O Globo

20th Century Studios | SOCORRO! – Marca inconfundível de Sam Raimi

20th Century Studios | SOCORRO! – Marca inconfundível de Sam Raimi

O novo thriller psicológico com humor ácido dirigido pelo renomado diretor e estrelado por Rachel McAdams e Dylan o’Brien já está em cartaz nos cinemas


SOCORRO!, o novo thriller psicológico com humor ácido, já pode ser visto nos cinemas. Dirigido por Sam Raimi, o filme do 20th Century Studios tem o DNA do renomado diretor impresso em cada cena. A produção apresenta elementos de ironia e intriga que são uma marca registrada de Raimi, juntamente com a combinação única de terror e comédia que definiu sua aclamada carreira. A nova história não apenas faz jus a seu estilo, como vai além.

ROTEIRISTAS E FÃS

O projeto de SOCORRO! chegou a Raimi pelas mãos da dupla de roteiristas Damian Shannon e Mark Swift, fãs declarados do cineasta.

Shannon afirma:

Um dos motivos pelos quais desenvolvemos nossas preferências é porque assistimos a muitos filmes do Sam nos nossos anos de formação. Você sabe que é um filme do Sam Raimi quando o assiste”

Quando os roteiristas souberam que o admirado diretor estava em busca de um novo thriller de terror, não hesitaram em apresentar a ele a história de Linda Liddle (Rachel McAdams) e Bradley Preston (Dylan O’Brien), dois colegas de trabalho que ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, a dinâmica de poder entre os dois se inverte completamente quando a ignorada e subestimada Linda mostra todo o seu conhecimento de sobrevivência e Bradley, seu desdenhoso e arrogante chefe, fica totalmente desarmado.

A ideia conquistou Raimi imediatamente, e os roteiristas realizaram um sonho profissional que os acompanhava desde o início de suas carreiras.

O PRIVILÉGIO (E A DIVERSÃO) DE ATUAR PARA SAM RAIMI

Para McAdams, o novo filme marca a segunda colaboração com Raimi, após trabalharem juntos em DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA, da Marvel Studios. A atriz estava entusiasmada para voltar a unir forças com um de seus diretores favoritos.

McAdams diz:

Sam é um grande apaixonado pela realização de filmes. É um verdadeiro mestre. Ele se envolve por completo com a história e os personagens, e é muito colaborativo. Você pode apresentar as ideias mais malucas, e ele te diz: ‘Adorei, vamos testar’. Este filme tinha muito espaço para esse tipo de experimentação, então foi realmente empolgante”.

O’Brien também é um grande admirador de Raimi e se mostrou animado com a possibilidade de trabalhar com o renomado diretor. “Adorei a ideia dessa reviravolta absolutamente ousada e original. É uma combinação que desafia os gêneros; e o terceiro ato sai completamente do controle de uma forma que é perfeitamente sustentada pela sensibilidade e pelo estilo de Sam”, afirma o ator, ao mesmo tempo em que concorda com McAdams sobre a disposição de Raimi para “brincar” com os atores e permitir que eles experimentem. “Sam é um palhaço de um jeito que eu adoro, e acho que isso liberta as pessoas ao seu redor. Essas coisas têm um impacto enorme na atmosfera e no conforto no set”, observa.

30 ANOS DE UMA COLABORAÇÃO CRIATIVA EXCEPCIONAL

Nos bastidores, outro artista que vibra com a maestria de Raimi é Danny Elfman, o compositor indicado ao Oscar® responsável pela trilha sonora do novo filme. Elfman e Raimi colaboram há mais de 30 anos em títulos como HOMEM-ARANHA, Darkman – Vingança sem RostoUm Plano Simples e DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA.

“Sam é uma daquelas pessoas que, quanto te liga para perguntar se estou disponível, eu automaticamente digo que sim”, afirma o compositor.

Em SOCORRO!,Elfman se apoiou fortemente nesse vínculo construído ao longo doa anos, e Raimi não hesita em retribuir os elogios. “Foi maravilhoso, absolutamente maravilhoso, colaborar com Danny Elfman, como sempre. Ele sabe exatamente onde colocar sua música e qual é o tom preciso para elevar uma cena”, conclui o diretor.

SOCORRO! já está em cartaz nos cinemas.

Sobre SOCORRO!

Em SOCORRO!, dois colegas ficam presos em uma ilha deserta após serem os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles precisam superar antigos ressentimentos e trabalhar juntos para sobreviver, mas, no fim, trata-se de uma inquietante batalha de vontades e perspicácia, marcada por humor ácido, para sair com vida. SOCORRO! tem direção do visionário cineasta Sam Raimi, que desafia os limites do gênero, e é estrelado pela atriz indicada ao Oscar® Rachel McAdams e Dylan O’Brien. O filme é produzido por Raimi e Zainab Azizi, com produção executiva de JJ Hook, roteiro de Damian Shannon & Mark Swift, e música original de Danny Elfman. O thriller psicológico original com humor ácido do 20th Century Studios estreia somente nos cinemas em 29 de janeiro de 2026.

Sobre 20th Century Studios

20th Century Studios é um estúdio ganhador do Oscar® produtor de longa-metragens tanto para cinema quanto para o streaming. É o lar de franquias icônicas como “Avatar”, “Alien”, “Planeta dos Macacos”, “Predador”, “Duro de Matar” e “Kingsman”, produziu também filmes de sucesso, incluindo “Bohemian Rhapsody”, “O Rei do Show”, “Perdido em Marte” e “Ford v Ferrari”. Também lançou as famosas franquias “Deadpool” e “X-Men”. Entre as atuais e futuras produções do estúdio estão “The King’s Man – A Origem”, “Morte no Nilo”, “Free Guy – Assumindo o Controle”, “Amor, Sublime Amor” e as sequências de “Avatar”. Anteriormente conhecido como 20th Century Fox, antes de se tornar parte da The Walt Disney Company, a 20th Century Studios é reconhecida por seu incrível legado de 80 anos. É o estúdio que trouxe os primeiros seis filmes de “Star Wars”, além dos grandes clássicos de sucesso como “Milagre na Rua 34”, “A Malvada”, “O Rei e Eu”, “A Noviça Rebelde”, “Butch Cassidy”, “Princesa Prometida”, “O Segredo do Abismo”, “Edward Mãos de Tesoura”, “Esqueceram de Mim”, “Meu Primo Vinny”, “Velocidade Máxima”, “Náufrago”, “Moulin Rouge!”, “Minority Report”, “Garota Exemplar” e “O Regresso”.

Ethan Hawke brilha e Juliette Binoche emociona no Festival de Berlim 2026

Ethan Hawke brilha e Juliette Binoche emociona no Festival de Berlim 2026

Ethan Hawke na Berlinale 2026Etha

Desde 12 até o dia 22 de fevereiro, a 76ª edição da Berlinale apresenta 22 filmes em competição pelo Urso de Ouro e quase 200 títulos em sua programação total. Já na segunda metade do evento, nos dias 5 e 6 da cobertura, a competição se mostra mais fraca em comparação aos últimos cinco anos, com nenhuma obra impressionante e muitas medianas ou ruins.

Em 16 de fevereiro, o tapete vermelho do Berlinale Palast recebeu o drama At the Sea, dirigido pelo húngaro Kornél Mundruczó e estrelado por Amy Adams. Este era um dos mais aguardados da competição. Apesar do nome de peso, o filme acabou se tornando um dos mais rejeitados do festival até agora e Amy Adams coleciona mais um papel ruim e atuação desconfortável em sua carreira. A prometida carga emocional não se sustenta ao longo da narrativa, resultando em uma obra irregular e distante.

Em contraste, The Weight, do diretor irlandês Padraic McKinley, trouxe um cinema mais clássico e estruturado. Protagonizado por Ethan Hawke, o longa aposta na jornada do herói tradicional, com uma construção dramática sólida e uma atuação segura de Hawke. O filme, entretanto, está apenas em Especial Gala. Esta é a primeira vez de Ethan em Berlim sem o seu amigo e parceiro de longos anos, Richard Linklater. Ambos estiveram na mostra competitiva no ano passado com Blue Moon, indicado a dois Oscars neste ano.

Entre os títulos europeus, My Wife Cries, da alemã Angela Schanelec, mantém o minimalismo radical e uma abordagem austera. A linguagem é difícil de digerir por adotar uma abordagem experimental que a torna excessivamente maçante. Já Nina Roza, da canadense Geneviève Dulude-De Celles, oferece um olhar delicado sobre identidade e pertencimento, enquanto o australiano Wolfram, de Warwick Thornton, leva o público ao deserto para refletir sobre colonização e preconceito contra comunidades aborígenes.

O filme, no entanto, é maniqueísta e apresenta montagem e roteiro confusos, além de atores medianos. Ainda assim, o título chega ao festival por transmitir uma reflexão política sobre colonização e genocídio de povos nativos.

No campo mais íntimo, Queen at Sea, estrelado por Juliette Binoche, emociona ao abordar o envelhecimento e a demência, além dos conflitos familiares e a reflexão sobre cuidadores. 

Tema que também aparece em Take Me Home, da diretora coreano-americana Liz Sargent, exibido na mostra Perspectives. Protagonizado por Anna Sargent, irmã da diretora e que está dentro do espectro autista, este é um dos filmes mais delicados do festival até agora, ao tratar o autismo com humanidade e respeito.

Com poucos dias restantes até o encerramento em 22 de fevereiro, a Berlinale 2026 aponta alguns favoritos a prêmios, como Rose — apresenta no primeiro resumo — e Queen at Sea. A cobertura completa da reta final continua aqui no CinePOP

Fonte: CinePop

Disney+ | The Testaments – Estreia em 08 de abril

Disney+ | The Testaments – Estreia em 08 de abril

Do showrunner e produtor executivo de The Handmaid’s Tale, a nova série é estrelada por Ann Dowd e Chase Infiniti


Primeiras imagens: aqui

O Disney+ anunciou que a nova série dramática original The Testaments estreia com seus três primeiros episódios em 8 de janeiro, exclusivamente na plataforma de streaming. Em seguida, um novo episódio será lançado todas as quartas-feiras. A produção conta com o mesmo showrunner e produtor executivo de The Handmaid’s Tale.

Baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, The Testaments dá continuidade ao universo de The Handmaid’s Tale em um drama de amadurecimento ambientado em Gilead. A série acompanha Agnes, uma adolescente obediente e devota, e Daisy, uma jovem recém-chegada e convertida vinda de fora das fronteiras de Gilead. Enquanto percorrem os corredores luxuosos da exclusiva escola preparatória da Tia Lydia para futuras esposas — um lugar onde a obediência é imposta com brutalidade, sempre sob justificativa divina —, o vínculo entre elas se torna o gatilho que abalará seu passado, seu presente e seu futuro.

The Testaments é estrelada por Ann Dowd, Chase Infiniti, Lucy Halliday, Mabel Li, Amy Seimetz, Brad Alexander, Rowan Blanchard, Mattea Conforti, Zarrin Darnell-Martin, Eva Foote, Isolde Ardies, Shechinah Mpumlwana, Birva Pandya Kira Guloien.

A série foi criada pelo showrunner e produtor executivo Bruce Miller e conta com a produção executiva de Warren Littlefield, Elisabeth Moss, Steve Stark, Shana Stein, Maya Goldsmith, John Weber, Sheila Hockin, Daniel Wilson, Fran Sears e Mike Barker, que também dirige os três primeiros episódios. The Testaments é produzida pela MGM Television.

Os controles parentais do Disney+ garantem que a plataforma continue sendo uma experiência de streaming adequada para todos os integrantes da família. Os assinantes podem criar perfis protegidos por PIN e definir limites de acesso para determinados perfis com base na classificação de conteúdo.

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O ano em que o frevo não foi pra rua lança trailer inédito

O ano em que o frevo não foi pra rua lança trailer inédito

Dirigido pelo paulistano Bruno Mazzoco e pela pernambucana Mariana Soares, O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA lança trailer inédito

Documentário que aborda a resistência do carnaval de rua de Recife e Olinda durante a covid-19 estreia nos cinemas do país em 23 de abril com o patrocínio do BNDES

TRAILER OFICIAL


Maior festa popular brasileira, o Carnaval, também, sofreu as consequências da covid-19. O documentário O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA A RUA, de Bruno Mazzoco e Mariana Soares, observa de forma próxima como os foliões de Recife e Olinda, por dois anos consecutivos, ficaram sem poder sair às ruas para viver a tradicional explosão de alegria típica desse momento. O filme acaba de divulgar seu trailer, e data de estreia nos cinemas é 23 de abril, com distribuição da Lira Filmes e patrocínio do BNDES.

As filmagens começaram em 2021, registrando o vazio das ruas e a melancolia dos foliões, e, mais tarde, em 2023, acompanha a preparação para o carnaval daquele ano, com o sentimento de euforia e resiliência, ao se retomar a festa. O olhar para o passado recente permite compreender o presente e a vitória de voltar às ruas celebrando a vida e a alegria.

Com depoimentos de foliões famosos e anônimos, é possível compreender como foi necessária a parada naqueles dois anos, que deixou as ruas e praças do Recife e nas ladeiras centenárias de Olinda sem os sons, cores e festejos típicos da festa.

No filme, Nena Queiroga, cantora e compositora, que há mais de 30 anos comanda multidões em cima dos trios elétricos do Galo da Madrugada, confessa que chorou muito por não poder comemorar o carnaval durante a pandemia. “Quando percebi que não ia ter carnaval, fiquei dois dias de cama. Já sonhei cantando sozinha, fui fazer show e não tinha ninguém, não tinha nada de pandemia, e, mesmo assim, não tinha público. É engraçada a pressão emocional. A gente já se imaginou não estando no carnaval, mas sem o carnaval, a gente nunca imaginou”.

Entrevistados e entrevistadas meditam sobre a importância da festa, mas também da necessidade de ausentar naqueles dois anos, afinal, carnaval é uma celebração da vida, e foi preciso a proteger para que a festa pudesse retornar em 2023.

Além de Nena, estão no longa figuras conhecidas, como Fernando Zacarias, o seu Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada, considerado o maior bloco carnavalesco do mundo; Lúcio Vieira da Silva, maestro da Orquestra Henrique Dias, que anima dezenas de blocos e troças carnavalescas de Olinda; Carlos da Burra, responsável por carregar o mais importante de todos os bonecos de carnaval, o místico Homem da Meia Noite; e Spok, maestro que se intitula como “último folião” por ser o responsável a pela apresentação de encerramento dos festejos no Marco Zero de Recife.
 

Combinando lembranças e expectativas, O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA A RUA é um filme emocionante que celebra a cultura brasileira e sua resistência diante das adversidades.

“Meu pai foi o homenageado do Carnaval de Olinda de 2023, e a gente saiu com um desfile potente, tocando Luiz Gonzaga, Dominguinhos, músicas do interior de Pernambuco. É a lembrança do meu pai o tempo todo, mas de forma feliz porque foi isso que ele construiu”, conta, no filme, Rudá Rocha, filho Zé da Macuca, fundador do Boi da Macuca, e falecido em maio de 2021.

O documentário foi exibido no Cine PE, no qual ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora, assinada por Diogo Felipe, e no In-Edit Brasil.


O ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA

Brasil, 2024, 71 min

Direção: Bruno Mazzoco, Mariana Soares

Roteiro: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Renata Pimentel

Fotografia: Camilo Soares e Edver Hazin

Montagem: Ari Arauto

Som direto: Xisto Ramos, Mayra Coelho e Mateo Bravo

Desenho de Som: Diogo Felipe

Produção: Alba Azevedo, Milena Andrade e Amanda Nascimento

Produção Executiva: Juliana Lira, Roberto Gonçalves de Lima e Alba Azevedo

Pesquisa: Bruno Mazzoco, Mariana Soares e Amanda Nascimento

Distribuição: Lira Filmes

Sinopse: ANO EM QUE O FREVO NÃO FOI PRA RUA acompanha a preparação de alguns dos principais personagens do carnaval pernambucano – e também de alguns foliões anônimos – para a apoteose do carnaval de 2023. Os dois anos do cancelamento da festa por conta da pandemia de Covid-19 produziram momentos incolores de saudade, tristeza e expectativa. Mas também causaram arrebatamento no retorno da tão esperada festa. Seu enredo sintetiza, de certa forma, um pouco da jornada de dificuldades e sofrimento que os brasileiros, em alguma medida, passaram durante o período mais agudo da pandemia e traz a catarse que foi a volta da festa de rua no que para muitos foi o maior carnaval do século.