Maratona Oscar: Guerreiras do K-Pop/Cesar Augusto Mota

Maratona Oscar: Guerreiras do K-Pop/Cesar Augusto Mota

A cultura do espetáculo já se fazia presente em décadas anteriores nos filmes e nas séries, principalmente no tocante a objetivos e desejos das pessoas. No atual contexto, da internet e dos serviços de streaming, não há só a espetacularização, como também o foco na emoção e na construção de arquétipos dos protagonistas. A animação “Guerreiras do K-Pop”, da Netflix, ilustra tudo isso, bem como destaca a importância da música no cotidiano.

O núcleo é composto pelo trio Huntr/x — Rumi, Mira e Zoey — superestrelas do K-pop que dividem o dia a dia entre shows e lutas contra forças demoníacas. As protagonistas têm a missão de manter o Honmoon, uma barreira mística que protege a humanidade de uma ameaça ancestral, Gwi-Ma, líder de um exército de criaturas das sombras. Os demônios irão tentar sabotar um show, mas as personagens-centrais não podem perder a coreografia e o ritmo da apresentação, o que não será fácil.

A inovação em filme que consiste em caçar demônios, não com armas, mas com som de K-Pop, é uma grande atração da animação, que conta também com bela representação visual com cenas multicoloridas e o carisma das protagonistas. Quadrinhos e animes andam lado a lado e as personalidades dos personagens são bem construídas.  E sem esquecer do roteiro, que explora pontos como pertencimento, identidade, aceitação e superação de dificuldades.

O paralelo entre imagem e música funciona, e mostra que ambos estão interligados, pois criam boas narrativas, intensificam emoções e alteram comportamentos. Imagem e som ganham novos contornos, e quem goza dessa experiência passa a ter novas perspectivas e visões de mundo, e tudo isso ocorre nessa produção, que mostra que a música pode ser uma arma contra a opressão.

Imersivo, emocionante e reflexivo, “Guerreiras do K-Pop” não é só sobre a cultura sul-coreana, como também sobre o comportamento humano, e essa obra vem como forte candidata na atual temporada de premiações na categoria animação. Uma interessante experiência para os fãs do audiovisual e apreciadores de boas histórias.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Disney+ | Dear Killer Nannies – Criado por Assassinos – Teaser Oficial

Disney+ | Dear Killer Nannies – Criado por Assassinos – Teaser Oficial

Inspirada na infância e na adolescência de Juan Pablo Escobar, a obra acompanha sua relação com seu pai, seu círculo mais próximo e os pistoleiros contratados para protegê-lo, que acabaram se tornando suas “babás” improvisadas

A próxima série estreará em breve exclusivamente no Disney+

Teaser https://youtu.be/iytm4daq58c

O Disney+ revela um primeiro olhar inédito de Dear Killer Nannies – Criado por Assassinos, uma nova série dramática exclusiva inspirada na infância e na adolescência de Juan Pablo Escobar, filho do narcoterrorista colombiano Pablo Escobar Gaviria. Com um elenco de destaque, liderado por John Leguizamo como Pablo Escobar Gaviria, a nova produção narra a história sob a perspectiva do filho de Escobar ainda criança, explorando sua relação com o pai, o ambiente em que cresceu e os assassinos de aluguel contratados para protegê-lo, que acabaram se tornando suas “babás” improvisadas. A série estreará no Disney+ na América Latina e no Hulu nos Estados Unidos.

Produzida pela Telemundo Studios, Underground Producciones e TIS Studios, com o apoio de incentive CINA na Colômbia, Dear Killer Nannies – Criado por Assassinos tem Sebastián Ortega como showrunner e é inspirada nos relatos de Juan Pablo Escobar, que compartilha abertamente suas experiências de infância para a série e a criou em parceria com Ortega e Pablo Farina.

O elenco principal conta com Janer Villareal (Juan Pablo na adolescência), Miguel Tamayo (Juan Pablo na infância), Miguel Ángel García (jovem Juan Pablo), Laura Rodríguez (Victoria Henao), Juanita Molina (Angie), Julián Zuluaga (Rodri), Rafael Zea (El Dorado), Danharry Colorado (Tina), Julián Bustamante (Yerry), Julián Díaz (Lagaña), Melanie Dell’ Olmo (Andrea Ochoa), com participação especial de Andrés Delgado (Kiss), Carmen Electra (Margarete) e John Leguizamo como Pablo Escobar Gaviria.

A Produção recebeu o incentivo CINA (Certificado de Investimento Audiovisual), concedido pelo governo colombiano e administrado pela Proimágenes, que oferece um benefício fiscal equivalente a 35% dos gastos com serviços audiovisuais realizados no país.

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Os controles parentais do Disney+ garantem que a plataforma continue sendo uma experiência de streaming adequada para todos os integrantes da família. Os assinantes podem criar perfis protegidos por PIN e definir limites de acesso para determinados perfis com base na classificação de conteúdo.

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SOBRE O DISNEY+ NA AMÉRICA LATINA

Na América Latina, o Disney+ é o serviço de streaming que oferece acesso à oferta de entretenimento mais completa para todas as idades, incluindo filmes, séries, eventos ao vivo e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, ESPN e Hulu. O Disney+ oferece um acervo de conteúdos originais exclusivos, incluindo longas-metragens, documentários, séries live-action e de animação, e curtas-metragens, além de transmissões ao vivo de eventos culturais e esportivos da ESPN, marca de esportes mais respeitada da região. Para mais informações, acesse disneyplus.com ou encontre o aplicativo Disney+ na maioria dos dispositivos móveis e Smart TVs.

Sirat ganha seis estatuetas no prêmio Goya

Sirat ganha seis estatuetas no prêmio Goya

‘Sirât’ ganha seis estatuetas no Prêmio Goya, incluindo Melhor Som

Dirigido por Oliver Laxe e produzido pelos irmãos Almodóvar, “Sirât” foi o vencedor de seis categorias desta edição do Prêmio Goya, que aconteceu sábado, dia 28 de fevereiro, na Espanha. O longa dominou as categorias técnicas: Melhor Som, Música Original, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Direção de Produção.

A vitória em Melhor Som estabeleceu um marco na história da premiação: é a primeira vez que o troféu da categoria é entregue a uma equipe formada exclusivamente por mulheres, composta por Laia Casanovas, Yasmina Praderas e Amanda Villavieja.

Premiado anteriormente no Festival de Cannes, o filme segue em destaque na temporada internacional e disputa o Oscar 2026 nas categorias de Melhor Som e Melhor Filme Internacional.

Distribuído no Brasil pela Retrato Filmes, “Sirât” já está em cartaz nos cinemas de todo o país. O  longa acompanha um pai e um filho que chegam a uma rave nas montanhas do Marrocos. Eles estão em busca de Mar — filha e irmã — que desapareceu meses antes em uma dessas festas intermináveis. Cercados por música eletrônica e por uma sensação crua e desconhecida de liberdade, eles saem distribuindo a foto da jovem. A esperança vai se apagando, mas os dois persistem e seguem um grupo de frequentadores rumo a uma última festa no deserto. À medida que avançam por um cenário escaldante, a jornada os obriga a confrontar os próprios limites.

Estreias de Março do Prime Vídeo

Estreias de Março do Prime Vídeo

Prime Video | Estreias de Março

Elo Studios adquire os direitos de distribuição de As Quengaceiras, de Júlia Barreto

Elo Studios adquire os direitos de distribuição de As Quengaceiras, de Júlia Barreto

 

ELO STUDIOS adquire os direitos de distribuição do longa-metragem “As Quengaceiras”, de Júlia Barreto

Filme será uma produção da LC Barreto

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Júlia Barreto. Crédito: Ma Villareal

São Paulo, 24 de fevereiro de 2026 – A ELO STUDIOS acaba de adquirir os direitos  de distribuição de “As Quengaceiras”, primeiro longa-metragem de ficção da diretora Júlia Barreto. Ganhador do edital da Rio Filmes para desenvolvimento de roteiro, o filme será produzido pela LC Barreto. 

Neste faroeste contemporâneo, o público é levado a um sertão perdido no Brasil profundo, onde um grupo de mulheres, exiladas de si mesmas, se une para resgatar uma adolescente levada como mercadoria pelo pior matador de aluguel da região. Misturando humor ácido e fúria poética, “As Quengaceiras” é uma história sobre vingança, dignidade e a busca pela liberdade de mulheres que já perderam tudo – menos a coragem de lutar.

O projeto nasce de uma inquietação pessoal de Júlia Barreto, mãe de uma adolescente de 15 anos, em um contexto de crescimento da violência de gênero no Brasil. Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, 2025 foi o ano mais letal para as mulheres desde a criação da Lei do Feminicídio (2015), com 1.518 assassinatos registrados, superando o recorde anterior de 2024.

“Além de uma homenagem pessoal ao meu falecido pai Fábio Barreto e ao Sertão de meu avô e ao povo batalhador no nosso nordeste profundo, esse filme é também um grito. Uma fantasia justiceira forjada a partir do pesadelo cotidiano de tantas mulheres que vivem sob a ameaça constante do abuso, da humilhação, do silêncio imposto. As Quengaceiras transformam o medo em fábula, e a dor em furacão. A ARTE TEM PODER TRANSFORMADOR, TRANSGRESSOR E PRINCIPALMENTE CURATIVO!

Mais que uma história de vingança, o filme é um desejo e uma preocupação verdadeira de todos nós em proteger nossas filhas, mães, irmãs, amigas. Se no mundo real poucas têm a chance de reagir, nas Quengaceiras elas têm. E não perdoam! 

É uma mistura de Kill Bill, Thelma e Louise com estilo de Sérgio Leoni do Sertão profundo brasileiro”, comenta Júlia Barreto. 

O longa marca a inédita parceria entre a ELO STUDIOS, uma das produtoras e distribuidoras mais dinâmicas do mercado audiovisual brasileiro, e a LC Barreto, produtora responsável por marcos históricos do  cinema nacional e única a levar o Brasil ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em dois anos, com “O Quatrilho” (1995) e “O Que é Isso, Companheiro?” (1997).

“Este filme resume o que mais nos impulsiona na ELO STUDIOS: histórias fortes, transformadoras e bem contadas. É uma grande honra distribuir uma obra tão importante e urgente. Essa parceria com a LC Barreto reforça nosso compromisso com filmes de impacto e grandes audiências, e estamos prontos para levar ‘As Quengaceiras’ ao maior número de pessoas possível”, comenta Sabrina Nudeliman Wagon, CEO da ELO STUDIOS. 

“As Quengaceiras moderniza o faroeste clássico ao situá-lo no sertão profundo, invertendo a lógica de protagonistas masculinos típicos do gênero dando o protagonismo para as mulheres destacando temas de dignidade, libertação e a construção de coragem coletiva em um ambiente hostil. O uso do sertão reforça a identidade nacional, conectando o projeto à tradição de filmes que abordam a desigualdade, o poder e a violência, mas agora sob uma perspectiva de resistência feminina“, diz Paula Barreto, Sócia proprietária da Produções Cinematográficas LC Barreto, Produtora do filme.

O filme ainda não tem previsão de início das filmagens.