Dicas de filmes/Anna Barros

Dicas de filmes/Anna Barros

1- Meu Ano em Oxford 

O filma conta a história de uma jovem americana, Anna, que realiza o sonho de estudar em Oxford na Inglaterra. Lá ela acaba se apaixonando pelo charmoso professor Jamie, mas ele esconde um segredo que pode abalar o relacionamento. 

Com Sofia Carson de Contingência ao Amor. 

A trama se desenrola no cenário da renomada universidade, onde Anna, inicialmente focada em sua carreira política nos Estados Unidos, se vê dividida entre seus objetivos e os sentimentos por Jamie. O filme aborda a complexidade de um relacionamento que começa como algo casual, mas logo se torna mais profundo, com a revelação do segredo de Jamie. “Meu Ano em Oxford” é descrito como uma comédia romântica com toques de drama, explorando as escolhas que os jovens adultos precisam fazer, especialmente entre seguir um caminho pré-definido ou abraçar o inesperado. 

Deu para matar as saudades da linda cidade universitária. 

Fazia tempo que não chorava tanto num filme. Lindo, porém triste. E com o ator charmoso de Rainha Charlotte: Corey Mylchreest. Aliás se não viu Rainha Charlotte, veja. A série é melhor que Bridgerton, apesar de ser spin off. 

Na Netflix. 

2- O Rei da Escócia 

Robert Bruce é coroado Rei da Escócia, mas os ingleses tentam lhe tirar o trono. Mas ele luta tanto e tem como inspiração William Wallace e consegue valer os seus direitos. Foi um dos raros momentos que a Escócia, católica, deixou de pertencer ao Reino Unido, capitaneada pela Inglaterra, protestante. 

O rei James VI em 1606 reivindicou o reinado da Escócia e o unificou à Inglaterra formando o Reino Unido. Virou James I e foi sucedido por Charles I.  

Na Prime Vídeo. 

3- Jojo Rabit

Jojo é um garoto alemão solitário que descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia no sótão. Ajudado apenas por seu amigo imaginário, Adolf Hitler, Jojo deve enfrentar seu nacionalismo cego enquanto a Segunda Guerra Mundial prossegue. 

Filme concorreu a seis Oscar em 2020 e ganhou um de Melhor Roteiro Adaptado. 

Com Scarlett Johnson que concorreu ao Oscar de Melhor Atriz. 

No Disney plus. 

Top 10 Melhores Filmes do Século XXI

Top 10 Melhores Filmes do Século XXI

Salve galera.

Recentemente, o New York Times publicou uma lista com os 100 Melhores Filmes do século XXI.

E você poderá ver a lista completa do jornal americano clicando aqui.

Alguns eu acho realmente merecem estar na lista. Talvez em uma ordem diferente.

Outros filmes admito que não estariam na minha lista.

Então baseado nessa ideia, resolvi fazer um Top 10. Não vou fazer um Top 100, porque seria uma lista longa.

Lembrando que aqui valem apenas 2 regras:

– o filme tem que ter sido lançado no Século XXI;

– eu ter gostado dele.

Dito isso, vamos com meu Top 10 Melhores Filmes do Século XXI.

10 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain, 2001 / dir. Jean-Pierre Jeunet)

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Talvez uma das comédias mais inteligentes já feitas no cinema francês.

Além de um roteiro apaixonante e um fotografia linda, Audrey Tautou entrega uma interpretação primorosa.

Amélie Poulain (Tautou) decide entrar em uma cruzada para tornar a vida das pessoas melhores, com pequenos gestos.

Lindo.

9 – Cidade de Deus (2003 / dir. Fernando Meirelles)

O filme conta a história de Buscapé (Alexandre Rodrigues), que cresceu em uma das maiores favelas do Rio de Janeiro: a Cidade de Deus.

Além de um roteiro bem brasileiro, o filme traz interpretações memoráveis, principalmente de pessoas da própria favela, que ainda não eram atores na época das filmagens.

8 – Mad Max: Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road, 2015 / dir. George Miller)

O último capítulo da história de Max (Tom Hardy), na luta pela sobrevivência no mundo devastado do futuro.

Pode parecer simplório resumir este filme desta maneira, até porque Estrada da Fúria traz diversas camadas, onde vemos diversos personagens enfrentando suas lutas particulares.

Sem contar que ele é extremamente bem-feito. Um dos poucos filmes feitos com efeitos práticos, o que tornam as imagens mais lindas ainda.

7 – Tropa de Elite (2007 / dir. José Padilha)

Talvez um dos filmes mais influentes na cultura brasileira no século XXI, o filme conta a história do Capitão do BOPE Roberto Nascimento (Wagner Moura), na busca de encontrar uma pessoa que possa assumir seu batalhão, para que ele possa se dedicar a sua família.

Além de enfrentar a guerra que a polícia do Rio de Janeiro enfrenta diariamente contra o tráfico de drogas.

É tapa na orelha.

6 – Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind, 2004 / dir. Michel Gondry)

Uma das melhores interpretações dramáticas de Jim Carrey.

O filme mostra um futuro próximo, onde as pessoas conseguem apagar apenas uma parte das suas memórias, esquecendo assim pessoas que magoaram suas vidas.

Joel Barrish (Carrey) descobre que sua ex-namorada Clementine Kruczynski (Kate Winslet) fez este processo e ele decide também realizá-lo.

Mas durante o procedimento, ele se arrepende e decide lutar para manter a memória de Clementine, mesmo que ela não esteja mais ao seu lado.

5 – Whiplash – Em Busca da Perfeição (Whiplash, 2014 / dir. Damien Chazelle)

Um filme simples, sem grandes efeitos ou locações. Mas ele entrega apenas uma história perfeita e atuações gigantescas.

A relação professor – aluno entre J.K. Simmons (que ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante) e Miles Teller é fantástica.

Ambos estão perfeitos neste filme. Sem contar a trilha sonora impecável.

4 – O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street, 2013 / dir. Martin Scorsese)

Baseado na história real de uma das lendas da época mais insana do mercado financeiro americano, este filme é estrelado por Leonardo DiCaprio, Matthew McConaughey, Jonah Hill, Margot Robbie, Jon Bernthal e Jon Favreau.

A direção de Scorsese está perfeita, conseguindo extrair o melhor do elenco.

3 – Batman: O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, 2008 / dir. Christopher Nolan)

Talvez um dos melhores filmes feitos baseados em um personagem de histórias em quadrinho. Não somente por trazer uma direção primorosa e por ter um roteiro que extrai o melhor do Batman, mas também pela interpretação magistral de Heath Ledger como Coringa.

2 – Encontros e Desencontros (Lost in Translation, 2003 / dir. Sofia Coppola)

Novamente um filme simples, mas que diz muito sobre a relação entre as pessoas.

Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson) se encontram em um hotel de Tóquio. Ambos estão sozinhos: Bob é um ator que tem que esperar longas horas para participar de sessões fotográficas publicitárias; já Charlotte tem que esperar enquanto o marido trabalha em outras cidades japoneses.

E essa amizade e companheirismo cria uma relação onde os dois se vem e se encontram um no outro.

1 – Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009 / dir. Quentin Tarantino)

Talvez o melhor filme de Tarantino. Não somente pela direção e pelo excelente elenco.

Mas a história é sensacional. O fato de Tarantino ter criado sua versão para o fim da Segunda Guerra Mundial é maravilhoso, tornando o filme uma experiencia única.

MENÇÕES HONROSAS:

Homem de Ferro (Iron Man, 2008 / dir. Jon Favreau)

Este talvez seja a escolha mais afetiva que fiz nesta lista.

Isso porque eu sou fã de Homem de Ferro. E Robert Downey Jr. entregou um personagem em que você acredita que é real.

E ele foi o alicerce de uma das maiores e mais rentáveis franquias do cinema na atualidade: o MCU.

Coringa (Joker, 2019 / dir. Todd Phillips)

O filme estrelado por Joaquin Phoenix entrega um personagem que poderia existir em qualquer uma das grandes cidades do planeta.

A realidade desumana que leva o Coringa à loucura pode acontecer com qualquer pessoa.

DIRIGIDO POR MARCELO GOMES E MARIA CLARA ESCOBAR, DOLORES TEM ESTREIA MUNDIAL NO FESTIVAL DE SAN SEBASTIAN 

DIRIGIDO POR MARCELO GOMES E MARIA CLARA ESCOBAR, DOLORES TEM ESTREIA MUNDIAL NO FESTIVAL DE SAN SEBASTIAN 

DOLORES, dirigido por Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar, fará sua estreia mundial na 73a edição do San Sebastian Festival, que acontece na cidade espanhola entre 19 e 27 de setembro. A produção é assinada por Sara Silveira, Eliane Bandeira, Maria Ionescu. O longa é uma produção da Dezenove Som e Imagens, com produção associada da Misti Filmes e coprodução da GT Produções, e será distribuído pela California Filmes.

DOLORES parte de um roteiro deixado pelo cineasta Chico Teixeira, falecido em 2019, que tinha no longa a conclusão de sua Trilogia dos Afetos, também, composta por A Casa de Alice (2007) e Ausência (2014).

Dolores, interpretada por Carla Ribas (protagonista de A Casa de Alice), é uma mulher que acaba de completar 65 anos e teve um sonho premonitório: abrir um cassino. O problema é que ela já foi viciada em jogos e tem uma relação tensa com a única filha, Deborah (Naruna Costa), mas é próxima da neta, Duda (Ariane Aparecida), que trabalha numa loja de armas, e sonha em se mudar para os EUA.

Marcelo e Maria Clara, dois cineastas experientes, uniram forças para materializar essa obra e realizar o sonho de Chico. “Ao longo dos anos construímos uma amizade e uma parceria que nasceu antes de mais nada da vontade de fazer cinema. De falar de pessoas, imaginar sentimentos, inventar outras saídas. Me parece que quando as duas pessoas que estão ali querem muito fazer um filme, o trabalho vira um espaço de criação, de alimento – mesmo nas diferenças -, de aprendizado. Acho que antes de mais nada nós temos muito respeito um pelo outro, pelo nosso trabalho, pelo trabalho do Chico, pelo cinema”, aponta Maria Clara.

Os diretores, que assinam o roteiro final, contam que Chico, para o filme, partiu de uma profunda pesquisa da realidade para a construção das personagens. “Dolores é uma mulher que transborda encantos e contradições, que enfrenta os desafios da velhice e aposta no tudo ou nada. Apesar da dura rotina na periferia de São Paulo, Dolores se recusa a deixar de sonhar com uma vida melhor. Esse é seu ato de rebeldia”, explica Marcelo.

A direção de fotografia é assinada por Joana Luz, cujo trabalho dá o tom do longa no qual a narrativa transita entre o real e o onírico. “São dois mundos sem barreiras no inconsciente de Dolores. A periferia vira palco de vitórias magnânimas e transformações de realidades. As três gerações, no entanto, terão que ajustar seus sonhos para transformarem juntas o mundo. Não há transformação solitária. Para a gente isso era muito importante – a questão da dialética, no filme,” dizem os diretores.

O elenco também é uma homenagem a Chico, trazendo além de Carla, também Gilda Nomacce (como melhor amiga de Dolores) e Matheus Fagundes (como namorado de Duda), ambos protagonistas de Ausência. Maria Clara e Marcelo comentam que o Chico ainda não tinha pensado no elenco. “Ainda estávamos no processo de construção do projeto. Tanto em termos do roteiro quanto em termos de perfil das personagens. As atenções estavam voltadas para isso. Quando o roteiro ficou pronto decidimos pela homenagem. E foi uma decisão muito feliz.”

Uma das questões mais interessantes em DOLORES, é como o filme está diretamente ligado ao nosso presente, tratando de questões como o vício em apostas, a venda de armas de fogo e sonho da imigração para os EUA.

“Queríamos muito também pensar nessa diferença geracional, os imaginários distintos entre de uma mulher de 65, uma de 45 e outra de 20 e poucos. Assim, naturalmente fomos buscar os imaginários de cada época. E, desejando que nossas mulheres fossem singulares, trouxemos aquilo que achamos que daria emoção para elas. Os universos de cada uma, de acordo com o que a própria vida entrega como possibilidade de imaginação”, concluem os diretores.


Sinopse

Às vésperas de completar 65 anos, Dolores tem uma premonição: sua vida vai mudar. Ela será dona de um cassino de sucesso. Mas seu passado de vício em jogo pode jogar contra ela. Deborah, sua única filha, espera a saída do namorado da prisão para começar uma nova vida, enquanto Duda, neta de Dolores, se agarra a uma oportunidade de trabalhar nos Estados Unidos. As três mulheres tentam transformar seus sonhos de uma vida melhor em realidade, apostando tudo ou nada.

Ficha Técnica

Brasil, 2025, 84 min

Direção: Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes

Elenco: Carla Ribas, Naruna Costa, Ariane Aparecida, Gilda Nomacce, Zezé Motta

Roteiro Original: Chico Teixeira, Sabina Anzuategui

Roteiro: Maria Clara Escobar, Marcelo Gomes

Produção: Sara Silveira, Eliane Bandeira, Maria Ionescu

Coprodução: GT Produções

Produção Associada: Misti Filmes

Financiamento: BRDE, FSA, Ancine

Apoio: Spcine

Apoio: Projeto Paradiso

Realização: Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal

Direção de Fotografia: Joana Luz

Direção de Arte: Juliana Lobo

Montagem: Isabela Monteiro de Castro Araujo

Música Original: Felipe Botelho

Distribuição no Brasil: California Filmes

Sobre o diretor | MARCELO GOMES

O primeiro longa-metragem de Marcelo Gomes, Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), estreou na seção Un Certain Regard do Festival de Cannes, onde foi premiado com o Prêmio do Ministério da Educação da França. Desde então, seu trabalho tem sido exibido em importantes festivais internacionais, incluindo Veneza, Toronto, San Sebastián e Berlim. Reconhecido por sua narrativa intimista e estilo visual distinto, Gomes explora as paisagens sociais e culturais do Brasil com profundidade e originalidade. Seu último filme, Retrato de um certo Oriente (2024), teve sua estreia mundial na Competição Big Screen do Festival Internacional de Cinema de Roterdã (IFFR).

Sobre a diretora | MARIA CLARA ESCOBAR

Maria Clara Escobar é diretora, roteirista e poeta. Realizou e escreveu o filme Desterro (2020), que teve sua estreia na Tiger Competition do Festival Internacional de Rotterdam em 2020. Quando entrou na Netflix, o longa foi indicado pelo NY Times como um dos seis filmes a serem vistos. Maria Clara também realizou e escreveu o documentário Os Dias Com Ele (2014), premiado como melhor filme no Doc.Lisboa entre outros; e o híbrido Explode São Paulo, Gil (2025), vencedor do prémio de melhor direção e melhor atuação no Olhar de Cinema, Brasil.

Além dos longas, realizou os curtas: Onde Habito, do Sesc ConVida, Passeio de Família, prêmio Porta Curtas, e Domingo, selecionado para o ciclo de escolas do Festival de San Sebastián; e é roteirista de filmes como Serra das Almas, de Lírio Ferreira (2024), Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu (2020) e Histórias que Só Existem Quando Lembradas (2005), de Julia Murat, entre outros.

Sobre a atriz | CARLA RIBAS

Nascida no Rio de Janeiro, é formada em Desenho Industrial e começou sua carreira de atriz aos 35 anos de idade. Dedicou-se aos estudos da arte dramática fazendo oficinas de ator com Fátima Toledo, Walter Rippel, Eduardo Milewicz, Eduardo Wotzik, Camila Amado, Marcio Libar, Christiane Jatahy, André Paes Leme, Domingos Oliveira, Yoshi Oida, Gerald Thomas, Josie Antello, Moacir Chaves, Juliana Carneiro da Cunha, Cláudia Câmara, Luis Mello, Daniel Herz e Suzana Kruguer, Antunes Filho, Denise Courtouké, Moacyr Góes, Leon Góes, David Herman, José Possi Neto, Paulo Betti, Luis de Lima e Elias Andreato.

A respeito de seu trabalho em A Casa de Alice, Luiz Carlos Merten, crítico de cinema do jornal O Estado de S. Paulo, escreveu: “Em sua estreia no cinema, a atriz de teatro Carla Ribas sobe imediatamente ao pódio das maiores interpretações femininas da história do cinema no País.

Sobre a atriz | NARUNA COSTA

Sua atuação se caracteriza pela valorização poética das periferias paulistanas e da presença negra no cenário cultural. Ao longo de duas décadas, Naruna se firma no mundo artístico brasileiro graças ao impacto político e estético de seus trabalhos em teatro, televisão, cinema e música. Seus trabalhos ilustram a resistência à opressão social e os abismos econômicos do país.

Formada na EAD – Escola de Arte Dramática ECA/USP/2009, Naruna é Co-fundadora do Espaço Clariô Taboão da Serra e do premiado Grupo Clariô de Teatro, referência da militância negra de cultura periférica de SP. Também lidera o grupo de pesquisa de música urbana de raiz popular, Clarianas, e tem três discos gravados. No audiovisual, Naruna esteve em Beleza Fatal (HBO MAX) e na série Irmandade (NETFLIX). Ela foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor direção teatral, pelo espetáculo Parto Pavilhão e recebeu o Prêmio Shell pela direção musical do espetáculo Boi Mansinho E a Santa Cruz do Deserto, do Grupo Clariô, em 2025. Se destacou com o Prêmio APCA/2018, na categoria Melhor Direção, pela montagem do espetáculo BURAQUINHOS – ou – O Vento é inimigo do Picuma, de Jonny Sallaberg, se tornando a primeira diretora negra a receber o prêmio, desde sua criação em 1956. Naruna também foi premiada na categoria Melhor Atriz, em 2020 por sua atuação no filme Toro, de Eduardo Felistoque, no VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Itinerante.

Sobre a atriz | ARIANE APARECIDA

Ariane Aparecida é atriz, dançarina e aerelista, formada pela cena teatral paulistana e graduanda em Arte-Teatro pela UNESP. Iniciou no teatro aos 12 anos, na Fábrica de Cultura da Brasilândia, e integrou companhias como a Cia. Satyros e a ColetivA Ocupação, com a qual se apresentou em festivais no Brasil, Portugal, França e Reino Unido. No audiovisual, protagonizou o clipe Baila Conmigo, de Selena Gomez, e integrou elencos de filmes como Baby (Marcelo Caetano), e Aqueles Dias (Hélio Goldsztejn), exibidos em festivais como a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e o Festival do Rio, além de Dolores (Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar).

Sobre a atriz | GILDA NOMACCE

Gilda Nomacce está no teatro, cinema, streaming, moda, artes plásticas e ópera.

Considera sua maior formação os oito anos de pesquisa no CPT, trabalhando com o diretor Antunes Filho.

Destaca também a residência artística em Watermill Center, instituto do diretor Bob Wilson. No seu IMDB são 108 títulos. Está em filmes, como Trabalhar CansaAusênciaQuando Eu Era VivoCasa de AntiguidadesTrês Tigres TristesHumores Artificiais, entre outros que foram exibidos e premiados nos festivais de Cannes, Berlim, Brasília, Tiradentes, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros. Em outubro, estará novamente nas telas dos cinemas com a estreia do longa Enterre seus Mortos, do diretor Marco Dutra. No streaming, está em obras como Cidade Invisível, da Netflix, em Desejos S.A. e Tarã da Disney, além de muitas outras.

Narradora na Ópera O olhar de Judith (double bill) dirigida pelo Belga Wolter Van Looy, no Theatro Municipal, que ganhou prêmio APCA este ano. Foi seu segundo trabalho em Ópera após ter atuado em Os sete pecados capitais, dirigida por Alexande Dal Farra, no Theatro São Pedro.

Sobre a produtora | DEZENOVE SOM E IMAGENS

A Dezenove Som e Imagens foi fundada pelo cineasta Carlos Reichenbach e a produtora Sara Silveira em 1991. Em parceria com a produtora Maria Ionescu, tem o objetivo de produzir curtas e longas-metragens independentes para o mercado nacional e internacional. Desde então, a empresa tem produzido alguns dos mais memoráveis filmes brasileiros. Tanto como produtora ou coprodutora, com parceiros brasileiros ou estrangeiros, a Dezenove tem constantemente apresentado seus filmes ao redor do mundo, em festivais de cinema internacionais por mais de trinta anos.

Sobre a distribuidora | CALIFORNIA FILMES

A California Filmes é uma empresa independente de distribuição de filmes que atua nos mercados de cinema, vídeo on demand e televisão. No mercado desde 1991, a Califórnia Filmes tem como principal objetivo distribuir filmes com qualidade e força comercial. O diversificado catálogo da California Filmes é o reflexo de uma busca incessante por novidades nacionais e estrangeiras. Sempre presente em festivais internacionais, como Cannes e Berlim, a distribuidora reafirma sua proposta de trazer às telas brasileiras títulos de caráter reflexivo, produções de vanguarda e sucessos premiados, que têm garantido uma excelente receptividade do público e o reconhecimento da crítica, posicionando-se hoje como uma das empresas mais importantes do mercado.


Disney Studios | Tron: Ares – Relembre os filmes da franquia

Disney Studios | Tron: Ares – Relembre os filmes da franquia

Se prepare para o novo filme com uma recapitulação dos longas e da animação da saga

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=w_oz_FXxHNM

Tron: Ares marca o retorno de uma das grandes franquias de ficção científica aos cinemas. Protagonizada por Jared Leto, a nova produção da Disney mostrará, pela primeira vez, os icônicos guerreiros virtuais, invadindo o mundo real com suas motos e naves neon. Porém, antes de chegar à nova aventura, vale a pena recapitular a trajetória de Tron, saga que começou em um filme que revolucionou Hollywood.

O início de tudo

Lançado em 1982, Tron: Uma Odisseia Eletrônica apresentou Kevin Flynn (Jeff Bridges), programador de games que teve a carreira arruinada após o roubo de seus projetos pelo então colega, Ed Dillinger (David Warner). Para o azar do nosso herói, os jogos surrupiados se tornaram sucessos que catapultaram a carreira do vilão, que ganhou poder dentro da empresa ENCOM e demitiu Flynn.

Após o desligamento, o jovem se tornou dono de um fliperama, mas nunca deixou a história para trás. Anos depois, com a ajuda de ex-colegas, Flynn decide invadir o sistema da companhia em busca de provas do golpe de Dillinger. O que ele não sabia, é que o inimigo agora estava nas mãos do Programa Master Control (MCP), uma Inteligência Artificial que se tornou avançada ao ponto de tomar conta da companhia e decidir usar seus recursos para dominar o mundo.

Enquanto tentava hackear, Flynn acaba transportado pelo MCP para dentro da Grade, espaço cibernético controlado com mãos de ferro pela IA maligna. Nesse universo virtual, o programador precisa sobreviver a versões mortais de jogos que ele mesmo criou para derrubar o tirano e voltar para casa. Para isso, ele se une a programas – cujos avatares têm aparência humana – como o guerreiro digital Tron (Bruce Boxleitner). Após uma longa jornada, o programador consegue derrotar o Master Control, voltar ao mundo real, provar a autoria dos próprios projetos e se tornar chefão da ENCOM.

Para dar vida à Grade, Tron: Uma Odisseia Eletrônica fez uso revolucionário da combinação entre live action, animação e computação gráfica. O filme foi o primeiro a apresentar cenas construídas inteiramente por meio de computadores, em um trabalho inovador que chacoalhou Hollywood e marcou o primeiro passo para o uso acentuado dessa tecnologia, que se tornou cada vez mais presente em grandes produções desde então.

O triunfo técnico deu uma camada extra à temática do longa, que abordou conceitos como realidade virtual, inteligência artificial, ciberespaço e até dispositivos smart, antes mesmo de existirem no mundo real. Uma revolução que não tornou a produção um enorme sucesso de bilheteria, mas que a alçou ao posto de um dos títulos mais influentes da ficção científica, inspirando histórias na cultura pop e avanços tecnológicos fora dela.

O retorno de Tron em O Legado

Após o primeiro filme, a franquia se manteve ativa por quase três décadas em outras mídias, em especial nos videogames. A saga só voltou aos cinemas em 2010 com Tron: O Legado, uma continuação direta dirigida por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), que apresentou uma aventura protagonizada por Sam Flynn (Garrett Hedlund), filho de Kevin, protagonista do longa original.

A nova história conta que o herói do primeiro Tron desapareceu misteriosamente poucos anos após salvar a Grade, deixando para trás o filho pequeno e a empresa ENCOM. Décadas depois, Sam recebe um chamado ao antigo escritório do pai e acaba transportado para o mundo virtual do qual sempre ouviu falar e descobre a razão para Kevin nunca ter voltado para casa.

Quando desapareceu, Kevin Flynn trabalhava em uma nova versão da Grade junto a Clu, um programa que ele criou à própria imagem com o objetivo de deixar esse ciberespaço “perfeito”, e Tron, o guerreiro que o ajudou na década de 1980. Enquanto trabalhavam, eles testemunharam o nascimento de Algoritmos Isomórficos, ou ISOs, programas milagrosamente nascidos espontaneamente pela Grade – ou seja, sem envolvimento de programadores.

Enquanto o humano se maravilhou com esse “milagre”, Clu os viu como uma imperfeição que o inspirou a trair seu criador, tomar controle da Grade e matar todos os Algoritmos Isomórficos. No processo, ele hackeou Tron, transformando-o em um lacaio maligno chamado “Rinzler” e obrigou Flynn a se esconder fora das cidades junto a Quorra (Olivia Wilde), a última ISO sobrevivente.

O exílio da dupla é encerrado com a chegada de Sam, que acredita que a situação toda pode ser resolvida caso ele e o pai voltem ao mundo real e apaguem Clu da programação da Grade. Por outro lado, Kevin acha que isso tudo é uma armadilha para que o vilão roube seu disco de identidade, objeto que condensa todas as informações sobre os seres no mundo virtual, e assuma o controle do local.

Para a tristeza de pai e filho, Kevin estava certo e o plano de Clu dá certo, com direito a um desdobramento sinistro: não contente em “aperfeiçoar” a Grade, ele quer também invadir o mundo real para dominá-lo. Porém, os mocinhos conseguem reaver o disco de identidade do programador e partem para o portal que pode tirá-los do mundo virtual.

Dois anos após o lançamento de Tron: O Legado, a franquia ganhou uma animação. Chamada Tron: A Revolta, a série animada serviu como ponte entre os filmes de 1982 e 2010, mostrando o guerreiro Tron treinando um programa novato, chamado Beck, para combater a tirania de Clu e liderar uma revolução. Exibida originalmente pela emissora Disney XD, a animação foi encerrada após a primeira temporada, que teve 19 episódios.

A volta aos cinemas com Tron: Ares

Em 2025, a franquia retornará às telonas com Tron: Ares. Com direção de Joachim Rønning (Malévola: Dona do Mal), o novo longa vai acompanhar Ares (Jared Leto), programa da Grade que é transportado ao mundo real para cumprir uma missão perigosa. Além do retorno de Jeff Bridges, intérprete de Kevin Flynn e Clu nos filmes anteriores, o longa contará com Gillian Anderson (Arquivo X), Evan Peters (X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), Greta Lee (Vidas Passadas) e mais, no elenco. A estreia, nos cinemas do Brasil, está marcada para 9 de outubro.



Galeria

Festival do Rio 2025 anuncia os filmes selecionados para a Première Brasil, maior vitrine para o audiovisual brasileiro

Première Brasil anuncia 75 longas nacionais em sua seleção, a maior da história do Festival. Além de filmes, apresenta 4 séries brasileiras, numa oportunidade única de assistir a essas produções em tela grande

Chegou a hora de conhecer os filmes que farão parte da Première Brasil, maior e mais importante vitrine para o cinema brasileiro, parte integrante do 27° Festival do Rio. Esta será a Première com o maior número de longa-metragens da história do festival. Somando longas, médias e curtas, são 124 títulos. A cinematografia do país estará representada em sua diversidade, reunindo obras inéditas em circuito comercial, de diretores consagrados a novos expoentes. A seleção está dividida nas mostras competitivas Competição Principal e Competição Novos Rumos – que concorrem ao Troféu Redentor -; e nas seleções especiais Hors-Concours, Clássicos Restaurados, Retratos, Programa Geração, À Meia Noite, Especial Séries Brasileiras e O Estado das Coisas. Esta última, recebe ainda uma edição especial com uma curadoria de filmes com temas relacionados à COP-30.  

Números da Première Brasil 2025 / Festival do Rio:

320 longas inscritos

1000 curtas  inscritos

124 filmes selecionados

48 filmes concorrendo ao Troféu Redentor

76 filmes hors-concours 

54 estreias mundiais

4 séries brasileiras

Séries na tela grande

Além dos longas e curtas, o Festival do Rio valoriza a presença do talento nacional também em outras telas, abrindo sua programação para receber, em noites de gala, 4 séries brasileiras. É uma oportunidade única de assistir na tela grande aos primeiros episódios de produções aguardadas pelo público de diferentes plataformas de streaming.

Formação de público

Première Brasil promove a formação de público com a realização de sessões e debates abertos ao público com elenco e equipe dos filmes, com ingressos a preços populares, além de sessões de gala para convidados e público. As sessões populares com debates são realizadas no clássico Cine Odeon – CCLSR, localizado na Cinelândia, região Central da Cidade e proporcionam uma troca com o público, para além das telas dos cinemas. 

Coproduções e clássicos

A seleção também compreende filmes internacionais em coprodução com o Brasil e clássicos restaurados.

Cinema por toda a cidade

Em sua 27ª edição, o Festival do Rio ocupará diversos espaços na cidade, além do tradicional circuito de cinemas comerciais. Os cinemas do circuito Carioca da Prefeitura e alguns Parques Municipais receberão uma programação especial do Festival, que promete agradar aos mais variados gostos. 

A sede do festival segue no Armazém da Utopia, no Cais do Porto do Rio de Janeiro, um espaço de cinco mil metros quadrados, onde será oferecida uma programação especial de encontros e debates para o público mediante inscrição prévia on-line, sempre divulgada no site do festival e em suas redes sociais

A sede do Festival também abrigará o RioMarket – área de mercado e negócios do Festival – e receberá centenas de profissionais do audiovisual brasileiro e internacional. 

O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.

“Somos parceiros do Festival do Rio há quatro anos, e para nós é uma honra contribuir novamente para esse que é um dos mais importantes eventos do audiovisual brasileiro. Na Shell, acreditamos na cultura como poderosa ferramenta para transformação e desenvolvimento. A parceria com o Festival do Rio é um reflexo da nossa agenda de patrocínios culturais que reitera nosso compromisso com a sociedade brasileira”, comenta Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Marca da Shell Brasil.

“O Festival do Rio reafirma a nossa cidade como capital do audiovisual na América Latina. É uma vitrine da diversidade e da potência do cinema brasileiro, que aproxima grandes obras e novos talentos do público, formando plateias e fortalecendo a nossa identidade cultural. Ao mesmo tempo, movimenta a economia, gera empregos e projeta o Rio para o mundo. Por isso, apoiar o Festival é para nós investir em cultura, em inclusão e no futuro da cidade.”, diz Leonardo Edde, Presidente da RioFilme. 

PREMIERE BRASIL FICÇÃO

A Vida de Cada Um, de Murilo Salles 

Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher 

Coração das Trevas, de Rogério Nunes 

Cyclone, de Flavia Castro 

Dolores, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes 

Love Kills, de Luiza Shelling Tubaldini

Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães 

Ruas da Glória, de Felipe Sholl 

Quase Deserto, de José Eduardo Belmonte 

Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar 

#SalveRosa, de Susanna Lira 

PREMIERE BRASIL DOCUMENTÁRIO

Amuleto, de Igor Barradas e Heraldo HB 

Apolo, de Tainá Müller e Isis Broken 

Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins 

Honestino, de Aurélio Michiles 

Massa Funkeira, de Ana Rieper 

Meu Coração Neste Pedacinho Aqui – Dona Onete, de Mini Kerti 

PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS 

Cartas Para…, de Vânia Lima 

Criadas, de Carol Rodrigues

Espelho Cigano, de João Borges 

Eu Não Te Ouço, de Caco Ciocler 

Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias 

Nada a Fazer, de Leandra Leal 

Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa 

Uma em Mil, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert 

Uma Baleia Pode Ser Destroçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança (HORS CONCOURS)

PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS 

A Conspiração Condor, de André Sturm 

Anos 90: a Explosão do Pagode, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha 

As Vitrines, de Flavia Castro 

(Des)controle, de Rosane Svartman 

O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho 

O Homem de Ouro, de Mauro Lima 

Para Vigo me Voy, de Karen Harley e Lírio Ferreira

Perrengue Fashion, de Flávia Lacerda 

Perto do Sol é Mais Claro, de Régis Faria 

Por Nossa Causa, de Sergio Rezende 

Querido Mundo, de Miguel Falabella e Hsu Chien 

Sexa, de Gloria Pires 

90 Decibéis, de Fellipe Barbosa 

PREMIERE BRASIL RETRATOS 

Ary, de André Weller 

As Dores do mundo: Hyldon, de Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues 

Fernanda Abreu – Da Lata, 30 anos, o documentário, de Paulo Severo 

Fôlego – Até Depois do Fim, de Candé Salles 

Gláucio Gill – Um Teatro em Construção, de Lea Van Steen e Rafael Cardoso

Meu Tempo É Agora, de Sandra Werneck

Milton Gonçalves, Além do Espetáculo, de Luís Antônio Pillar 

Não Sei Viver Sem Palavras, de André Brandão 

Ninguém Pode Provar Nada: a Inacreditável História de Ezequiel Neves, de Rodrigo Pinto 

O Brasil Que Não Houve – As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas, de Renato Terra e Arnaldo Branco 

Rei da Noite, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans 

Vou Tirar Você Desse Lugar, de Dandara Ferreira 

PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS 

Cadernos Negros, de Joel Zito Araújo 

Com Causa, de Belisário Franca 

Do Outro Lado do Pavilhão, de Emilia Silveira 

Invencíveis, de Vitor Leite e Clarice Saliby 

Itacoatiaras, de Sergio Andrade e Patrícia Gouvêa 

Minha Terra Estrangeira, de João Moreira Salles, Louise Botkay e Coletivo Lakapoy 

Na Onda da Maré, de Lucia Murat 

O Pai e o Pajé, de Felipe Tomazelli, Luis Villaça e Iwarete Kaiabi 

Pau d’Arco, de Ana Aranha 

Reconhecidos, de Fernanda Amim e Micael Hocherman

Rua do Pescador nº.6, de Bárbara Paz

PREMIERE BRASIL MIDNIGHT MOVIES

A Própria Carne, de Ian SBF 

Copacabana, 4 de Maio, de Allan Ribeiro 

Futuro Futuro, de Davi Pretto 

Nosferatu, de Cristiano Burlan

Quarto do Pânico, de Gabriela Amaral Almeida 

PREMIERE BRASIL CLÁSSICOS 

A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla 

Gêmeas, de Andrucha Waddington

Hermeto Campeão, de Thomas Farkas

Nossa Escola de Samba, de Manuel Horácio Gimenez

PREMIERE BRASIL GERAÇÃO 

Aventuras de Makunáima – Histórias Encantadas da Amazônia, de Chico Faganello 

Criaturas – Uma Aventura entre Dois Mundos, de Juarez Precioso 

Papaya, de Priscilla Kellen 

Quatro Meninas, de Karen Suzane

Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, de Alê Camargo e Jordan Nugem

Trago seu amor, de Claudia Castro 

PREMIERE BRASIL SÉRIES

Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, de Andrucha Waddington

Ayô, de Yasmin Thayná  

De Menor, de Caru Alves de Souza

Tremembé, de Vera Egito

COPRODUÇÕES BRASILEIRAS

La Quinta, de Silvina Schnicer (Argentina, Brasil, Chile, Espanha)

O Riso e a Faca, de Pedro Pinho (Portugal, Brasil, França, Romênia)

The Black Snake, de Aurélien Vernhes-Lermusiaux (França, Colômbia, Brasil)

PREMIERE BRASIL CURTAS

Alice, de Gabriel Novis

DIU, de Camila Schincaglia

Final 99, de Frederico Ruas

Habitar o Tempo, de Cristiana Grumbach

Jacaré, de Victor Quintanilha

Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini

Meu Amigo Satanás, de Aristeu Araújo e Carlos Segundo

Miranha, de Zahy Tentehar e Luis Bolognesi

O Faz-Tudo, de Fabio Leal

Os Quatro Exílios de Herbert Daniel, de Daniel Favaretto

Peixe Morto, de João Fontenele

Quando Eu For Grande?, de Mano Cappu

Replika, de Piratá Waurá e Heloisa Passos

Safo, de Rosana Urbes

Sebastiana, de Pedro de Alencar

PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS CURTAS

Brasa, de Diane Maia 

João-de-Barro, de Daniel Jaber e Lu Damasceno 

Klaustrofobia, de João Londres 

Os Arcos Dourados de Olinda, de Douglas Henrique

Ponto Cego, de Luciana Vieira e Marcel Beltrán 

Presépio, de Felipe Bibian

Sandra, de Camila Márdila 

Sobre Ruínas, de Carol Benjamin 

PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS CURTAS

A Tragédia da Lobo Guará, de Kimberly Palermo

Entre nós, vive o rio, de Day Rodrigues

Réquiem para Moïse, de Susanna Lira e Caio Barretto Briso

São as Regras, de Flávia Vieira

Tia Morgana, de Athena Sofia

Vípuxovuko – Aldeia, de Dannon Lacerda

PREMIERE BRASIL PANORAMA CARIOCA DE CURTAS

Crônicas Marginais, de Marcos Braz da Cruz Eleoterio 

Memória das Águas, de Catu Rizo

O Menino e as Borboletas Zumbis, de Pê Moreira e Thomas Argos

Teia, de Claudia Castro

PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS CURTAS

Coração Bandeja, de Jonas Araújo 

Memórias com Vista pro Mar, de Marton Olympio 

Samba Infinito, de Leonardo Martinelli

Transferências, de Gabriel Edel

PREMIERE BRASIL RETRATOS – CURTAS

Eunice Gutman Tem Histórias, de Lucas Vasconcelos

Marina Colasanti, Entre a Sístole e a Diástole, de Alessandra Colasanti

Sem a Mida Não Dá, de Pedro Carvana e Raoni Seixas 

Sobre o Festival do Rio

O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.

Sobre a Shell Brasil

Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.