Pré-estreia do filme Yog Atak: Meu pai, Kaiowá será no dia 3 de julho com abertura de exposição

Pré-estreia do filme Yog Atak: Meu pai, Kaiowá será no dia 3 de julho com abertura de exposição

RIO DE JANEIRO RECEBE NO DIA 03 DE JULHO PRÉ-ESTREIA DO FILME ‘YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ’ E ABERTURA DE EXPOSIÇÃO

O evento será realizado no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) e contará com a presença dos diretores do filme Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, da Ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara, do pesquisador Eduardo Viveiros de Castro e dos pajés Manuel Damásio Maxakali e Arnaldo Maxakali

No dia 03 de julho, o Rio de Janeiro celebrará a cultura Maxakali com a inauguração da exposição Hãmxop tut xop – as mães das nossas coisas: artesanato em fibra de embaúba e a pré-estreia do filme YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ dos diretores Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna.

O evento começa às 17h, no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) na Sala do Artista Popular (SAP) e contará com a presença da Ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara.

Em seguida, às 18h30, haverá a pré-estreia do filme YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ na área externa do CNFCP, seguida de debate com os diretores Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, a Ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara e o pesquisador Eduardo Viveiros de Castro.

YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ


Trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=mV1tJMZ1YK4

SOBRE A EXPOSIÇÃO PANORAMA DA ETNIA MAXAKALI:


A exposição realiza um panorama documental sobre a etnia indígena Maxakali, do Vale do Mucuri, a única a manter-se falando a própria língua em todo o estado de Minas Gerais. O público poderá conhecer como os Maxakali mantêm viva a ritualística com a embaúba, árvore natural da Mata Atlântica, hoje quase extinta nos territórios em que eles habitam no nordeste mineiro.

Hãmxop tut xop – as mães das nossas coisas: artesanato em fibra de embaúba enfatiza o protagonismo da embaúba na cultura e nas tradições. A fibra retirada da embaúba é a base para a tecelagem de bolsas, colares e braceletes, únicos e repletos de significados. A embaúba é considerada instrumento de cura.

Responsável pela pesquisa e texto da exposição, o antropólogo Roberto Romero é codiretor do filme. Há 15 anos convive com os Tikmũ’ũn, autodenominação do povo também conhecido como Maxakali. O povo é tema tanto de seu mestrado, como de seu doutorado. “Esta é a primeira vez que ocorre uma exposição da arte das mulheres Tikmũ’ũn, na SAP. É uma oportunidade importante para dar a conhecer a admirável tecelagem da fibra natural da embaúba, um patrimônio cultural deste povo”, diz.

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