Ato final forma parcerias com instituições voltadas ao combate ao Feminicídio

Ato final forma parcerias com instituições voltadas ao combate ao Feminicídio

 DOCUMENTÁRIO “ATO FINAL” FIRMA PARCERIAS COM INSTITUIÇÕES VOLTADAS AO COMBATE AO FEMINICÍDIO
 

Filme traz histórias reais de violência doméstica contra mulheres com depoimentos de sobreviventes
 

Cartaz de “Ato Final” | Distribuição: Elo Studios
 

São Paulo, 14 de novembro de 2023 – No dia 16 de novembro, chega aos cinemas o documentário “Ato Final”, distribuído pela Elo Studios. Com a temática que aborda a violência doméstica contra mulheres, o filme mescla entrevistas com sobreviventes reais e cenas com três atrizes, que interpretam personagens vítimas do feminicídio.

Para elevar a discussão diante do tema, a Elo Studios, em parceria com as produtoras de impacto Mel Oyá e Nina Novaes, se juntaram a grandes instituições voltadas ao combate da violência doméstica contra mulheres e feminicídio.

No Espírito Santo, estado natal de Roberta Fernandes, diretora de “Ato Final”, as instituições Grupo Mulheres Guerreiras, Quadro de Esperança, Núcleos Margaridas e Fórum de Mulheres do ES estarão envolvidas na divulgação do filme e debate.

Já em São Paulo, as associações envolvidas são: Associação Fala Mulher e Ong Recomeçar. Em Palmas, no Tocantins, alia-se ao projeto a Casa 8 de Março. Em Belo Horizonte, em Minas Gerais, a Casa Tina e a Bia Gomes. E por fim, em Salvador, a parceria foi com a Tamo Juntas.

“As instituições lidam direto com essas mulheres que estão sofrendo a violência doméstica e nesse momento é muito importante que o filme alcance essas mulheres. Além disso, também sabemos da capacidade de distribuição para um circuito alternativo, periférico, que as salas comerciais não conseguem alcançar. Partindo do ponto de que a gente quer que esse filme seja visto pelo maior número de pessoas é fundamental contarmos com as instuições”, diz Roberta Fernandes, diretora de Ato Final.
 

Produzido pela Andaluz Filmes, com direção de Roberta Fernandes, direção de elenco de Rejane Arruda, roteiro de Marcella Rocha e Roberta Fernandes e produção executiva de Rodrigo Cerqueira, o longa-metragem participou do Selo Elas, em 2021, iniciativa da Elo Studios que fomenta longa-metragens dirigidos por mulheres como forma de colaborar com a equidade de gênero no setor.
 

A comercialização de “Ato Final” tem patrocínio da ES Gás, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC). O roteiro deste longa documentário foi realizado com recursos do edital FUNCULTURA – “Desenvolvimento de projetos de audiovisual no Espírito Santo nº 031/2017”. A produção deste filme foi realizada com recursos do edital FUNCULTURA – Arranjos Regionais “Produção de Longa-metragem documentário nº 009/2019” – Chamada pública ANCINE/FSA nº 01/2018.
 

Trailer: Link 
 

Sinopse
As personagens principais deste documentário estão ausentes. Mortas. No esforço de dar vida às suas histórias, a diretora desafia três atrizes a viverem, no palco, as sensações e dúvidas de mulheres que vivem intimamente o risco de morte. Passo a passo, o processo artístico revela uma realidade que as abordagens convencionais do tema não alcançam, até se depararem com a última performance, Ato Final. Enquanto isso, o filme segue um grupo de vítimas de violência doméstica e de sobreviventes de tentativas de feminicídio. Em uma comunidade na periferia, elas trabalham para auxiliar outras mulheres e lutar por proteção e liberdade. Em ambos os casos, a sociedade se revela como um juiz que culpa as vítimas e faz com que se calem. Mas este é um filme sobre ouvi-las. É sobre gritar junto com elas. Suas histórias apontam na mesma direção: o feminicídio é a última violência que sofrem, não a primeira. Em quase todos os casos, elas enfrentam repetidas agressões e humilhações domésticas até a trágica consequência. Então, que papel você desempenha neste filme: vítima, agressor ou testemunha?
 

NOTA: Se você ou alguém que você conhece está enfrentando violência doméstica ou corre o risco de feminicídio, denuncie imediatamente ligando para o Disque Denúncia da sua cidade, um serviço vital que oferece ajuda e proteção. Sua ligação pode salvar vidas. Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher.

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