A quarta temporada da série épica de viagem do tempo, Outlander,perde um pouco seu brilho.
Focaliza na perseguição ao grande vilão, Stephen Bonnet, que estuprou Brianna, a filha de Jamie e Claire e à fixação do casal protagonista na Carolina do Norte no local que eles deram o nome de Frasers Ridge.
Há episódios que falam da escravidão, abominava por Claire, na propriedade da tia de Jamie, Jocasta. E também vilanizam um pouco os índios Cherokee ao mostrar o convivio deles com o jovem Ian.
Roger é vendido aos Cherokees e acaba em uma aldeia Mohawk, localizada onde hoje é Nova York. Ao chegar lá, os índios formam um corredor onde ele precisaria chegar até o líder e no percurso seria agredido. A série mostra o corredor como um ritual de passagem para provar que se é digno, mas isso só fica claro em um segundo momento. Portanto, quando Roger tem que ser “aprovado” pela tribo, tudo o que se vê é como os índios são brutais e agressivos.
Essa temporada mostra também a relação de Brianna e Roger onde predomina o machismo de Roger. Aliás Brianna e Roger são chatíssimo nessa temporada e se redimem totalmente mais para a frente, na temporada 7. Brianna também é hostil com seu pai biológico, Jamie, o que aumenta a antipatia com a personagem.
São treze episódios sendo que o último culmina com o nascimento de Jeremias, o filho de Brianna e Roger no qual paira a verdadeira paternidade dele: se é filho do vilão Bonnet ou de Roger. Essa dúvida perdura por muito tempo.
Essa temporada de Outlander é fraca, mas vale a pena persistir e perseverar nas aventuras e agruras de Jamie e Claire.
3/5 poltronas
Outlander pode ser vista na Netflix e na Starplus.
Por Anna Barros
