Marvel Studios lança novo trailer e pôster de ‘Thor: Amor e Trovão’

Marvel Studios lança novo trailer e pôster de ‘Thor: Amor e Trovão’

A produção estreia dia 7 de julho nos cinemas

Marvel Studios acaba de lançar um novo trailer e pôster de Thor: Amor e Trovão, revelando novos detalhes sobre a mais nova aventura do Deus do Trovão – incluindo uma ida ao Olimpo onde Zeus (Russell Crowe) reina soberanamente.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Dirigido por Taika Waititi (Thor: RagnarokJojo Rabbit) e produzido por Kevin Feige e Brad Winderbaum, Thor: Amor e Trovãoestreia nos cinemas em 7 de julho de 2022.

Sobre Marvel Studios

Marvel Studios, uma divisão da Marvel Entertainment, produz filmes baseados no império de quadrinhos mais emblemático do mundo. Com uma biblioteca de mais de 8 mil personagens, Marvel Studios cria franquias de filmes de sucesso que, até o momento, incluem Homem de Ferro, O Incrível Hulk, Thor, Capitão América: O Primeiro Vingador, Os Vingadores, Homem de Fero 3, Thor: O Mundo Sombrio, Capitão América: O Soldado Invernal, Guardiões da Galáxia, Vingadores: Era de Ultron, Homem-Formiga, Capitão América: Guerra Civil, Doutor Estranho, Guardiões da Galáxia Vol. 2, Spider-Man: Homecoming, Thor: Ragnarok, Pantera Negra, Vingadores – Guerra Infinita e Homem-Formiga e A Vespa. Marvel Entertainment é uma subsidiária integral da The Walt Disney Company.

Filme do premiado cineasta romeno Cristian Mungiu estreia no Festival de Cannes

Filme do premiado cineasta romeno Cristian Mungiu estreia no Festival de Cannes

R.M.N. fará sua estreia mundial no Festival de Cannes, onde o diretor já foi premiado por “4 Meses, 3 Semanas, 2 Dias”

O romeno Cristian Mungiu participará do Festival de Cannes pela sexta vez, com seu novo trabalho: R.M.N., selecionado para a principal mostra competitiva do evento, que acontece entre 17 e 28 de maio. No Brasil, o longa será lançado pela Pandora Filmes ainda este ano.

O cenário de é R.M.N. é a região da Transilvânia, para onde o protagonista do filme, Matthias, volta após passar um tempo trabalhando na Alemanha. Ele pretende, entre outras coisas, se reaproximar de seu filho pequeno, Rudi. Nesse retorno, o personagem também reencontra sua antiga paixão, Csilla.

Ela agora é gerente de uma fábrica, e contrata um pequeno grupo de trabalhadores, cuja chegada irá colocar em xeque a paz do vilarejo, e trazer à tona questões mal resolvidas do passado.

Mungiu já ganhou a Palma de Ouro, em 2007, por “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias”, o filme que alavancou sua carreira, e tinha como tema um aborto. Em 2016, a última vez que esteve no Festival, o cineasta levou o Prêmio de Direção por “Bacalaureat”. Ele exibiu em Cannes “Occident”, 2002, “Além das Montanhas”, 2012, e o coletivo “Contos da Era Dourada”, 2009, no qual dividiu a direção com os também romenos Hanno Höfer, Razvan Marculescu, Constantin Popescu e Ioana Uricaru.

O elenco R.M.N. inclui Judith State (“Sierranevada”), Marin Grigore (“Sierranevada”), Orsolya Moldován (“Entardecer”), András Hatházi, Macrina Barladeanu, e Zoltán Deák.

A direção de fotografia é assinada pelo também romeno Tudor Vladimir Panduru, com quem o diretor já trabalhou em “Bacalaureat”, e a produção é de Sean Wheelan (“Ciganos da Ciambra”, “Fale Com As Abelhas”).

R.M.N será lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

SinopseA poucos dias do Natal, depois de abandonar seu emprego na Alemanha, Matthias volta para sua casa na Transilvânia. Ele espera poder ficar mais próximo de seu filho, Rudi, que foi deixado sob os cuidados de sua mãe, Ana, e assim o ajudar o menoino a superar os medos. Ele também espera encontrar sua ex-namorada, Csilla, e está preocupado com seu pai, Otto. Quando um grupo de trabalhadores é contratado para a pequena fábrica que Csilla dirige, a paz da comunidade chega ao fim, evidenciando os medos dos moradores do vilarejo, além das frustrações, conflitos e paixões vêm à tona destruindo com a tênue linha de aparente entendimento e calma.Ficha TécnicaDireção: Cristian MungiuRoteiro: Cristian MungiuElenco: Judith State, Marin Grigore, Orsolya Moldován, András Hatházi, Macrina Barladeanu, Zoltán Deák.Direção de Fotografia: Tudor Vladimir PanduruProdução: Sean WheelanDistribuição: Pandora Filmes
Sobre Cristian Mungiu

Nascido em 1968, em Iași, na Romênia, Cristian Mungiu se formou em Literatura Inglesa na universidade, e trabalhou como professor e jornalista, escrevendo para rádio, jornal e televisão. Depois de se formar na Academia de Teatro e Cinema em Bucareste, fez vários curtas. Seu primeiro longa “Occidente” estreou na Quinzena dos Realizadores, em Cannes 2002, e fez enorme sucesso na Romênia. Em 2007, seu segundo longa, “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias”, ganhou a Palma de Ouro, além de diversos prêmios em festivais pelo mundo, e foi aclamado pela crítica. Em 2009, retorno a Cannes com o coletivo “Contos da Era Dourada”, do qual além de assinar a direção e roteiro de um dos segmentos, também foi produtor. Em 2012, exibiu no Festival “Além das Montanhas”, que recebeu prêmio de roteiro e atriz. Em 2013, o cineasta participou do júri da mostra competitiva de Cannes, ao lado de Steven Spielberg. “Bacalaureat” concorreu em Cannes 2016, e rendeu a Mungiu prêmio de direção.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

Novo filme de François Ozon chega aos cinemas em 02 de junho

Novo filme de François Ozon chega aos cinemas em 02 de junho

ESTÁ TUDO BEM estreou em Cannes, e traz no elenco Sophie Marceau, André Dussollier, Charlotte Rampling e Hanna Schygulla

O cineasta François Ozon teve seus primeiros contatos com a romancista francesa Emmanuèle Bernheim no ano 2000, quando estava tendo problemas com o roteiro de “Swimming Pool – À Beira da Piscina”. Ela o ajudou na reescritura do roteiro e se tornaram grandes amigos. Anos depois ela o enviou o manuscrito de seu livro “Está tudo bem”, ele achou que ali havia um belo filme. “Ela me perguntou seu eu queria adaptar, mas achei uma história pessoal demais, e, naquele momento, eu não conseguia lidar com isso.” Foi só após a morte da escritora, em 2017, que o cineasta voltou a penar numa adaptação.” ESTÁ TUDO BEM chega aos cinemas brasileiros em 02 de junho.

O filme, que fez sua estreia mundial no Festival de Cannes de 2021, traz Sophie Marceau no papel de Emmanuèle, uma escritora cujo pai, depois de sofrer um derrame e ficar no hospital pede ajuda à filha para morrer. O personagem é interpretado por André Dussollier.

Ozon, que também assina o roteiro, conta que, com esse longa, queria honrar a literatura e a experiência pessoal de sua amiga, com quem também trabalhou no roteiro de “Rick” e “O amor em 5 tempos”. “Não é um filme sobre eutanásia. Obviamente, cada um de nós temos nossos próprios sentimentos e questões sobre a morte, mas o que me interessava acima de tudo era o relacionamento entre pais e filhas.”

O cineasta explica que sempre quis trabalhar com Sophie Marceau (“007 – O Mundo Não é o Bastante”), que a convidou para diversos projetos, mas nunca tinha dado certo. “Intuitivamente, achei que esse era o momento certo para fazermos um filme juntos. Enviei o livro para ela, que adorou, e, a partir desse momento, comecei a escrever o roteiro.”

Embora não tivesse intenções de, nas suas palavras, “trair Emmanuèle”, Ozon sabia que precisa tomar a história do livro para si, por isso, acabou fazendo algumas mudanças. “Eu a conhecia muito bem, e sabia que não ficara ofendida com o que está diferente no filme, nem teria me censurado. Ela era muito generosa em sua escrita, e tinha uma tendência a se concentrar na humanidade e na beleza das coisas.”

Em relação a  Dussollier, que faz o pai da protagonista, o diretor confessa sempre ter sido um fã dele, em especial de seus trabalhos com Allain Resnais e Eric Rohmer. “Ele logo se empolgou com a história, e compreendeu muito bem o personagem. Ele trouxe muito humor e sagacidade. Também fizemos muitas pesquisas sobre derrame, e nos reunimos com médicos que pudessem nos falar mais sobre as consequências.”

Outro destaque no filme é veterana atriz alemã Hanna Schygulla, musa de Fassbinder, que aqui faz uma alemã na Suíça. “Eu a conheci num festival em Hamburgo, onde ela me entregou um prêmio, mas sempre a admirei como atriz. No filme, ela deveria fazer uma mulher com sotaque suíço-alemão, mas ela não estava conseguindo. Mudei os planos, e ela fez uma alemã que mora na Suíça. No livro, Emmanuèle abraça uma policial, aqui eu queria que abraçasse uma senhor suíça, uma bela personagem, repleta de uma humanidade misteriosa.”

The Hollywood repórter chamou o filme de “honesto e inteligente, que prende a atenção.” Já a Variety apontou que é “elegantemente escrito, persuasivamente interpretado, e que encontra o sempre imprevisível Ozon na sua forma mais pragmática como cineasta.”

ESTÁ TUDO BEM será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes.



Sinopse

Aos 85 anos, o pai de Emmanuèle está no hospital após sofrer um derrame. Quando ele acorda enfraquecido e dependendo da ajuda de outras pessoas, esse homem cheio de vitalidade e curiosidade que ama a vida pede à sua filha para o ajudar a morrer.

Ficha Técnica

Direção: François Ozon
Roteiro: François Ozon
Produção:  Eric Altmayer, Nicolas Altmayer
Elenco: Sophie Marceau, André Dussollier, Géraldine Pailhas, Charlotte Rampling, Hanna Schygulla, Eric Caravaca
Direção de Fotografia: Hichame Alaouie
Montagem: Laure Gardette 
Gênero: drama, comédia
País: França, Bélgica
Ano: 2021
Duração: 113 min.

Trailer

Teaser de Missão Impossível – Acerto de Contas é divulgado

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Paramount Pictures divulga primeiro teaser trailer de Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1

ASSISTA AO TEASER TRAILER AQUI

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 estreia nos cinemas em 13 de julho de 2023

Paramount Pictures e Skydance apresenta

Uma produção de Tom Cruise

Dirigido por Christopher McQuarrie

Tom Cruise 

“MISSION: IMPOSSIBLE – DEAD RECKONING – PART ONE”

DIRIGIDO POR

Christopher McQuarrie

BASEADO NA SÉRIE DE TV CRIADA POR

Bruce Geller

PRODUZIDO POR

Tom Cruise, Christopher McQuarrie

PRODUÇÃO EXECUTIVA DE

 David Ellison, Dana Goldberg, Don Granger, Tommy Gormley

ESTRELANDO

Tom Cruise, Ving Rhames, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Vanessa Kirby, Hayley Atwell, Shea Whigham, Pom Klementieff, Esai Morales, 

Henry Czerny, Rob Delaney, Cary Elwes, Indira Varma, Mark Gatiss, Charles Parnell, Greg Tarzan Davis, Frederick Schmidt

*CRÉDITOS SUJEITOS À ALTERAÇÃO*

#Missaoimpossivel

Primeiro filme de dança brasileiro chega ao Festival de Cannes

Primeiro filme de dança brasileiro chega ao Festival de Cannes



É o Brasil em Cannes: Primeiro filme de dança brasileiro chega ao festival de cinema

Criada pelo bailarino e coreógrafo Thiago Soares, produção sem diálogos tem narrativa contada através do balé.

Filme participa de seleção que reúne artistas e plataformas de distribuição de todo o mundo

Um filme brasileiro em formato inédito, sem diálogos e com sua história toda contada por meio da dança, chega ao Festival de Cannes pelas mãos de Thiago Soares, bailarino e coreógrafo brasileiro mais premiado internacionalmente, que foi astro do Royal Ballet de Londres por mais de uma década. 
 

O filme é “Vermelho Quimera”, no qual Thiago criou a coreografia e divide a direção com o designer e artista brasileiro Oskar Metsavaht. Thiago também estrela a produção, ao lado da atriz Lana Rhodes. O filme foi selecionado para participar do Festival de Cannes dentro do disputado Short Film Corner, que acontece de 23 a 27 de maio. A seleção, um dos pilares do festival de cinema, reúne criadores, distribuidores e plataformas de todo o mundo, movimentando o mercado audiovisual internacional.

Sem diálogos, com a história contada em coreografia, “Vermelho Quimera” acompanha dois amantes que transitam em um universo paralelo, entre a ilusão e realidade, e encontram uma forma única e especial de se comunicar, através da expressão de seus corpos em movimento. A inspiração é o icônico balé “Pássaro de Fogo”.

“É um filme único no Brasil, no qual a dança não é acessória ao roteiro, mas sim a própria forma de se contar a história. É uma história contemporânea sobre duas pessoas que se reconhecem e se conectam através de uma comunicação própria. Uma linguagem que dispensa palavras é muito poderosa”, descreve Thiago. “É um filme que desconstrói os príncipes de palácios que fiz no passado e abraça minha maturidade e embarca em uma relação mais intensa e sensual da dança.”

Diretor do Ballet de Monterrey e estreia no Carnaval 

Aos 40 anos, Thiago Soares hoje é diretor artístico do Ballet de Monterrey, no México, e se desafiou pela primeira vez como coreógrafo da comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense. Na apresentação, trouxe um elenco feminino com um trabalho voltado ao DNA da escola e com referências ao enredo deste ano. 

Thiago hoje cria coreografias de grande porte de produção, como a sua primeira versão completa do balé O Lago dos Cisnes no México, que estreia em maio. “Fico feliz de ter um segundo ato de carreira tão divertido. Além de todos os desafios, o ‘Vermelho Quimera’ abre uma outra linguagem para mim e mal posso esperar para ir a Cannes e dar seguimento a esses novos caminhos”, diz.