Top 5 Filmes Sobre Listas

Top 5 Filmes Sobre Listas

Salve galera.

Todo mundo já sabe que quando o texto começa assim, é porque teremos um Top 5 do cinema.

E pensando em qual seria a lista que iria fazer esta semana, resolvi fazer uma lista de filmes sobre listas.

Sei que é muita metalinguagem, mesmo assim vamos ao Top 5 Filmes sobre Listas.

5 – Dirty Harry na Lista Negra (The Dead Pool, de 1988 / Dir. Buddy Van Horn)

O diretor de cinema Peter Swan (Liam Neeson) é investigado por fazer parte de um grupo de apostas onde o objetivo é montar uma lista de pessoas que podem morrer a qualquer momento. Seja porque levam uma vida desregrada, como o cantor de rock Johnny Squares (Jim Carey), que abusa muito das drogas; ou a crítica de cinema Molly Fisher (Ronnie Claire Edwards), que coleciona desafetos poderosos; e o policial mais durão de São Francisco: Harry Callahan (Clint Eastwood).

Quinto e último filme da série Dirty Harry, vale por ser um dos primeiros filmes de Jim Carrey e Liam Neeson, porque no geral é bem fraco.

4 – Como perder um Homem em 10 Dias (How to Lose a Guy in 10 Days, de 2003 / Dir. Donald Petrie)

Nesta comédia romântica, o publicitário Benjamin ‘Benny’ Barry (Matthew McConaughey) aposta que consegue conquistar a jornalista Andie Anderson (Kate Hudson), que está trabalhando em um artigo listando todos os motivos que que fazem uma mulher afastar um homem em 10 dias para uma revista feminina.

Como qualquer comédia romântica, os dois ficam juntos no final. Mas é uma boa comédia. Vale a pena assistir.

3 – Antes de Partir (The Bucket List, de 2007 / Dir. Rob Reiner)

Dois homens totalmente diferentes são diagnosticados com uma doença terminal: o bilionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico Carter Chambers (Morgan Freeman).

E juntos eles elaboram uma lista de coisas que desejam fazer antes de morrer.

Apesar do roteiro água com açúcar, a química entre estas duas lendas do cinema é fantástica e vale o ingresso.

2 – Alta Fidelidade (High Fidelity, de 2000 / Dir. Stephen Frears)

O filme que deu origem ao termo TOP 5.

O dono da loja de discos Rob Gordon (John Cusack) costuma a fazer listas sobre tudo: desde melhores shows até os piores términos de relacionamento.

E após sua namorada terminar a relação, ele começa a questionar seus valores e os rumos que sua vida tomou.

O elenco ainda conta com Jack Black, Catherine Zeta-Jones, Tim Robbins, Lili Taylor, Joan Cusack e a participação especial de Bruce Springsteen.

1 – A Lista de Schindler (Schindler’s List, de 1993 / Dir. Steven Spielberg)

Você deve ter se perguntado: se Alta Fidelidade é o motivo de existirem listas, como ele não está em 1º lugar? Acontece que o 1º lugar é uma lista real, que salvou diversas vidas.

Esta obra narra a vida do empresário alemão Oskar Schindler (Liam Neeson), que salva mais de 1000 judeus de serem mortos durante a 2ª Guerra Mundial.

A frase dita por Itzhak Stern (Ben Kingsley) resume bem o filme: “A lista é vida”.

Um clássico atemporal.

@guimaraesedu

Slow Horses: a ótima nova série da Apple

Slow Horses: a ótima nova série da Apple

Tenho utilizado parte do meu tempo livre nos últimos finais de semana com uma nova (e deliciosa) série produzida pela Apple: “Slow Horses”. Um envolvente thriller de espionagem britânico com todas as características que uma boa produção do Reino Unido pede – sim, inclusive o humor ácido!

Os episódios têm sido lançados todas as sextas-feiras desde 1º de abril (o quinto e mais recente foi ao ar ontem). A série é baseada em livro homônimo de Mick Herron, o primeiro de uma sequência de oito títulos produzidos pelo autor sobre “Slough House”, uma espécie de segundo escalão do serviço secreto britânico para onde são enviados os agentes que falharam na divisão principal do MI5.

O líder de Slough House é o ranzinza Jackson Lamb, brilhantemente interpretado por Gary Oldman na série. Lamb é tão ranzinza, um senhor genioso e genial, que chega a ser engraçado, e Oldman reflete isso muito bem em sua interpretação. Além dele, Jack Lowden também se sai muito bem no papel de River Cartwright, um dos agentes do MI5 enviados para trabalhar em Slough House, e os coadjuvantes também não decepcionam.

Kristin Scott Thomas não tem seu papel mais brilhante como Diana Taverner, chefe no MI5, mas entrega o esperado quando chamada à cena. Gostei bastante das atuações de Saskia Reeves e Olivia Cooke, também membros de Slough House, ainda que evidentemente apareçam menos que o elenco principal.

Precisa de mais? Pois a trilha sonora também é um atrativo. A música tema, “Strange Game”, é co–composta e cantada por Mick Jagger.

“Slow Horses” é mais um acerto do serviço de streaming que já nos deu “Ted Lasso” e “The Morning Show”. Altamente recomendável – tanto que agora vou dar uma escapulida para assistir ao episódio de ontem. Até mais…

Galeria

“A URSA POLAR”: CONFIRA 5 CURIOSIDADES SOBRE OS URSOS POLARES ANTES DA ESTREIA DA NOVA PRODUÇÃO DISNEY+

O novo filme original, narrado pela atriz Catherine Keener, estreia no Dia da Terra (22 de abril) e apresenta a extraordinária jornada de uma ursa

Como parte da comemoração do Dia da Terra, o Disney+ estreia com exclusividade o filme original da DisneynatureA URSA POLAR, no dia 22 de abril. Narrada pela atriz duas vezes indicada ao Oscar® Catherine Keener (CapoteQuero Ser John Malkovich), a produção acompanha a vida de uma mãe ursa e seus dois filhotes sobrevivendo as complicadas adversidades do Ártico, e conta a história de uma nova mãe cujas memórias de sua própria juventude a preparam para navegar pela maternidade no mundo atual, e cada vez mais difícil, que os ursos polares enfrentam.

Em homenagem aos protagonistas do filme e em parceria com o Disney Conservation Fund, a Disneynature anunciou que continuará o compromisso de longa data para ajudar a salvar a vida selvagem e os habitats dos ursos polares, apoiando a Polar Bears International (PBI) nos trabalhos que realizam para proteger as ursas polares, seus filhotes e seu lar no Ártico.

Aproveitando a estreia de A URSA POLAR e o compromisso da Disneynature, confira abaixo algumas curiosidades sobre os ursos polares:

SÃO ANIMAIS GIGANTES

Com média de 2,4 metros de comprimento e podendo pesar até 726 quilos, o urso polar é a maior espécie de ursos e quase 10 vezes mais pesado que o urso-malaio, o menor de todos.

Mesmo carregando todo esse peso, ele pode alcançar uma velocidade inacreditável, chegando à 65 quilômetros por hora e sendo duas vezes mais rápido que o ser humano mais veloz do mundo.

ESTÃO ESPALHADOS PELO MUNDO

O urso polar está presente em três diferentes continentes do hemisfério norte. Sobrevivendo em locais com temperaturas abaixo de zero, o animal pode ser encontrado na Europa, na Ásia e na América do Norte.

DEPENDEM DO HOMEM PARA SOBREVIVER

Os ursos polares dependem totalmente do gelo marinho para caçar, se alimentar e, consequentemente, sobreviver. Com a poluição humana e o aquecimento global aumentando nas últimas décadas, as geleiras estão em processo de descongelamento, fato que os impedem de alcançar as presas que vivem no gelo e na água, dificultando o seu desenvolvimento. A ação humana pode contribuir para a extinção dessa espécie.

É A ESPÉCIE MAIS CARNIVORA DE URSOS

Dentre todas as oito espécies de ursos existentes ao redor do mundo, o urso polar é a que mais se alimenta de carne. Enquanto a maioria dos ursos comem frutas, sementes, mel e bambu, ele sobrevive através de outros animais como peixes e focas marinhas.

DÃO A LUZ EMBAIXO DA TERRA

No rigoroso inverno do Ártico, buscando proteger as crias que estão para nascer, as fêmeas de ursos polares cavam tocas profundas embaixo da terra para dar à luz de uma forma bastante segura. Essa ação impede que os filhotes nasçam em temperaturas abaixo de zero, algo que põe em risco a sua sobrevivência.

Apesar de não ser uma regra, os ursos polares, geralmente, dão à luz dois filhotes por gravidez, mas podendo parir até cinco de uma vez.

Fonte: National Geographic Brasil

Poltrona Resenha: The Batman/Anna Barros

Poltrona Resenha: The Batman/Anna Barros

The Batman é soturno, escuro e Gotham City lembra uma Nova York sombria. Robert Pattinson como o Homem Morcego não compromete apesar do estilo emo. É contido, reflexivo e cheio de conflitos só se abrindo pra Mulher Gato de Zoe Kravitz.

  dias

  horas  minutos  segundos

até

O Charada de jim Carey é muito melhor que esse atual que usa uma máscara para poluição e nãoo ponto de interrogação de jim.

Há um clima de romance no ar mas o Batman não deixa suas convicções de lado. Há química entre Robert e zoe.

O Pinguim é muito caricato e fica muito longe do marcante de Danny de Vito.

São 3 horas que poderiam ser 2. O filme se estende mas você não vê o tempo passar. O melhor Batman é ainda o de Christian Slater mas Robert é o mais bonito com certeza.

Há muitas utilidades do arsenal do Batman e muitos efeitos especiais e um trilha sonora dark muito linda.

The Batman é para ver e rever. Já disponível na HBO Max desde o dia 18 de abril.

Super recomendo!

4,5/5 poltronas.

Coprodução brasileira COMO MATAR A BESTA inaugura Sessão Vitrine 2022

Coprodução brasileira COMO MATAR A BESTA inaugura Sessão Vitrine 2022

O longa, que tem João Miguel no elenco, chega aos cinemas em 28 de abril

A nova edição da Sessão Vitrine começa no próximo dia 28, com COMO MATAR A BESTA, coprodução entre Argentina, Brasil e Chile, com direção da argentina Agustina San Martín, premiada em Cannes de 2019, com seu curta “Monstruoso Dios”. O filme foi exibido em diversos festivais, entre eles Toronto e Festival do Rio, e estará nos cinemas com sessões a preços populares.

A roteirista e diretora argentina Agustina San Martín conta que muito da inspiração para seu longa de estreia, COMO MATAR A BESTA, vem de sonhos. “Sempre tive sonhos memoráveis dos quais me lembro perfeitamente. E sempre deixo a porta aberta para eles, pois me mostram as coisas”, disse em entrevista ao site The Talks.

COMO MATAR A BESTA tem como protagonista Emilia (a estreante Tamara Rocca), uma jovem de 17 anos que chega a uma cidade fortemente religiosa numa região fronteiriça em busca do irmão desaparecido com quem tem questões pendentes. Hospedada na casa de uma tia (Ana Brun), próxima a uma floresta onde, diz-se, uma fera apareceu semanas antes. Esta é a materialização de um homem mau que toma forma de diversos animais. O elenco ainda inclui a participação do ator João Miguel, como um homem com quem a protagonista cruza na busca pelo irmão.

Para San Martín, seu filme é uma combinação de diversos elementos folclóricos e mitológicos da região norte da Argentina. “Sempre gostei de inventar mundos. Sempre achei a ficção mais empolgante do que a vida real, por isso sempre gostei de filmes de terror.” O filme tem atraído a atenção desde quando foi exibido em Toronto, em outubro passado, e comparado à obra de David Lynch pelos seus aspectos fantásticos e surreais.

A diretora se confessa uma cinéfila assistindo a filmes de todas as partes do mundo, e com o interesse de trabalhar em diversos países. “Eu me recuso a ser uma única coisa. E, embora eu ame a Argentina e seu cinema, eu tento fazer o exercício de me imaginar não-argentina. Fazer filmes apenas em espanhol é uma limitação. Vejo filmes de diversos países, e eu amo o cinema exatamente por isso. Posso simpatizar com histórias e pessoas de outros lugares completamente diferentes de onde moro. Interessa-me muito explorar essas possibilidades, que são marcadas não necessariamente por ser argentina, mas por ser humana.”

A Região das Missões, no sul do Brasil e norte da Argentina, é um desses lugares inusitados que San Martín quis explorar. Ela já havia rodado três curtas no mesmo cenário, que diz amar. “Ali há tantos descendentes de tantos lugares, falando línguas, uma mistura de português com ucraniano e espanhol. É um lugar muito especial, do qual sou muito próxima.”

Sempre gostei de ser muito barroca com os elementos de um filme. Quanto mais, melhor. Por isso, pensei na fotografia e no som muito peculiares para COMO MATAR A BESTA. Eu gostaria que isso pontuasse o que há de fantástico no longa. Sempre houve a intensão de algo fantástico, onírico de uma paisagem mística. Tentamos criar uma espécie de bruma envolvendo o lugar o tempo todo.”

A Sessão Vitrine 2022 foi contemplada pelo PROAC Direto 38/2021, programa de fomento do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Sinopse

Emilia chega a uma cidade religiosa na fronteira entre Argentina e Brasil. Ela busca pelo seu irmão desaparecido, com quem tem assuntos obscuros e mal resolvidos. Ela se hospeda na casa de sua estranha Tia Inés, próxima a floresta onde, de acordo com rumores, uma perigosa besta apareceu uma semana antes. A besta – as pessoas dizem – é o espírito de um homem mau que toma a forma de diferentes animais. Entre realidade e mitologia, humano e animal, e culpa e sexualidade, Emilia terá de confrontar seu passado.

Ficha Técnica

Direção: Agustina San Martín

Roteiro: Agustina San Martín

Produção:  Diego Amson

Elenco: Tamara Rocca, Ana Brun, João Miguel, Sabrina Grinschpun, Juliette Micolta

Direção de Fotografia: Constanza Sandoval

Direção de arte: Agustín Ravotti    

Trilha Sonora: O Grivo

Montagem: Hernán Fernández, Ana Godoy

Gênero: drama, terror

País: Argentina, Brasil, Chile

Ano: 2021

Duração: 79 min. 

Sobre a Sessão Vitrine

A Sessão Vitrine é um projeto inovador de distribuição coletiva de filmes brasileiros e coproduções nacionais em salas de cinema comerciais e plataformas digitais. A iniciativa do Grupo Vitrine Filmes pretende promover a democratização do Cinema Brasileiro através de lançamentos com ingressos a preços reduzidos, sessões com debates, e diversas ações que potencializam a formação de público em nosso país.

Em 2022, a curadoria do projeto segue prezando por um recorte descentralizado e atual da produção audiovisual independente, apresentando ao público novos clássicos do cinema nacional.

Sobre a Vitrine Filmes

A Vitrine Filmes, em dez anos de atuação, já distribuiu mais de 160 filmes e alcançou mais de quatro milhões de espectadores. Entre seus maiores sucessos estão ‘O Som ao Redor’, ‘Aquarius’ e ‘Bacurau’ de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Outros destaques são ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, de Daniel Ribeiro, e ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou ‘Divinas Divas’, dirigido por Leandra Leal e ‘O Processo’, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.