A série chega na plataforma com os três primeiros episódios e estreia de novos episódios semanalmente às segundas-feiras
São Paulo, 9 de setembro de 2021 – Na próxima segunda-feira,13 de setembro, o Star+ estreia com exclusividade a série “Y: The Last Man” com os três primeiros episódios e novos episódios todas às segundas.
Baseada na aclamada graphic novel de Brian K. Vaughan e Pia Guerra, “Y: The Last Man” conta a história de um mundo pós-apocalíptico no qual um evento cataclísmico dizima todos os primatas com cromossomo Y, menos Yorick Brown (Ben Schnetzer, “Goat”), homem cisgênero e seu macaco de estimação. A série de dez episódios acompanha os sobreviventes neste novo mundo enquanto eles lutam com seus esforços para restaurar o que foi perdido e a oportunidade de construir algo melhor.
Além de Schnetzer, o elenco apresenta Diane Lane como “Congressista Jennifer Brown”, Ashley Romans como “Agente 355”, Olivia Thirlby como “Hero Brown”, Amber Tamblym como “Kimberly Campbell Cunningham”, Marin Ireland como “Nora Brady”, Diana Band como “Dra. Alisson Mann”, Elliot Fletcher como “Sam Jordan” e Juliana Canfield como “Beth Deville”.
Todos os episódios da temporada são dirigidos por mulheres, além da produção também contar com um time feminino de peso, incluindo ambas as diretoras de fotografia, a designer de produção, a figurinista, a diretora de elenco, as editoras, a coordenadora de dublês/cenas de ação e muito mais. A sérieé produzida pela FX Productions e desenvolvida para televisão por Eliza Clark, que atua como showrunner e produtora executiva ao lado de Nina Jacobson e Brad Simpson, Mari Jo Winkler-Ioffreda, Brian K. Vaughan e Pia Guerra. Coleman Herbert é coprodutor executivo, e Nellie Reed e Anna Beben são produtoras.
“Y: The Last Man” é uma série de quadrinho de ficção científica com 60 edições publicada no início de 2002. Recentemente, recebeu três Eisner Awards e foi indicada para o primeiro Hugo Award de Melhor Graphic Novel por Y: The Last Man, Volume 10.
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STAR+ JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO BRASIL
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Sobre o Star+
Star+ será um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes que será lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, e será complementar, mas independente, do serviço Disney+ nesta região. O serviço será o lar de estreia exclusivo de séries de televisão e filmes de entretenimento geral dos estúdios de conteúdo The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como o serviço de streaming de esportes ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida para todos os fãs de esporte na região. De dramas a comédias, incluído todas as temporadas de Os Simpsons e thrillers para adultos, Star+ também contará com programação original e exclusiva da marca de entretenimento geral Star, junto com uma coleção de produções regionais originais da América Latina. Para mais informações visite: www.starplus.com.
‘L’événement’ (Happening), um drama francês contundente sobre o aborto ilegal na década de 1960, ganhou o prêmio Leão de Ouro de melhor filme no festival de Veneza neste sábado.
Happening fala de uma jovem que precisa recorrer a um procedimento clandestino na França dos anos 1960, quando o aborto era proibido. “Estou emocionada porque, quando começamos a trabalhar, falamos sobre o silêncio em torno do aborto”, disse Audrey Diwan em seu discurso de agradecimento. “Infelizmente vocês viram o que aconteceu nos últimos meses. Eu fiz esse filme com raiva, com desejo, com minhas vísceras, meu coração e minha cabeça. Queria que fosse uma experiência, que o espectador se sentisse na pele dessa jovem. Graças a vocês, eu sei que essa jornada pode ser feita por mulheres e homens.”
O prêmio do Grande Júri foi para o diretor italiano Paolo Sorrentino por ‘E’ stata la mano di Dio’, seu filme profundamente pessoal sobre a perda dos pais na adolescência. Jane Campion, da Nova Zelândia, ganhou o Leão de Prata de melhor diretor com o drama da década de 1920 ‘The Power of the Dog’.
‘L’événement’, da diretora francesa Audrey Diwan, é o segundo filme francês a ganhar um grande festival desde que Julia Ducournau conquistou a Palma de Ouro em Cannes com o filme serial-killer ‘Titane’, em julho.
Veja a lista de premiados do Festival de Veneza em 2021
Leão de Ouro
Happening, de Audrey Diwan
Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri
A Mão de Deus, de Paolo Sorrentino
Leão de Prata de direção
Jane Campion (The Power of the Dog)
Coppa Volpi de atriz
Penélope Cruz (Madres Paralelas, de Pedro Almodóvar)
Coppa Volpi de ator
John Arcilla (On the Job: The Missing 8, de Erik Matti)
Prêmio Especial do Júri
Il Buco, de Michelangelo Frammartino
Roteiro
Maggie Gyllenhaal (The Lost Daughter)
Prêmio Marcello Mastroianni
Filippo Scotti (A Mão de Deus)
Horizontes
Filme
Pilgrims, de Laurynas Bareisa
Leão do Futuro – Luigi De Laurentiis de melhor estreia
Imaculat, de Monica Stan e George Chiper-Lillemark
ONDE VOCÊ ESTAVA EM 11 DE SETEMBRO? VAI AO AR NESTE SÁBADO (11/9), ÀS 20H15
Produzido pelo departamento de Jornalismo da TV Cultura, Onde Você Estava em 11 de Setembro? lembra os 20 anos do atentado às Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, e o horror transformado em espetáculo midiático e transmitido ao vivo para bilhões de espectadores. O documentário inédito vai ao ar neste sábado (11/9), às 20h15.
A edição mostra a série de ataques terroristas contra alvos americanos no dia 11 de setembro de 2001, que mudou o cenário internacional. As imagens de aviões sendo lançados contra as Torres Gêmeas paralisaram o mundo.
O documentário relembra os jornalistas que estiverem no local dos atentados e sentiram, de perto, o cheiro da morte. Especialistas e formadores de opinião que, mesmo à distância, acompanharam o desenrolar dos acontecimentos e também sentiram o impacto da notícia. Relatos impressionantes do dia em que o mundo parou para assistir ao maior e mais audacioso ataque contra um símbolo do capitalismo e contra a maior potência econômica e militar do planeta.
Tendo como pano de fundo o solapamento das Torres Gêmeas e a morte de milhares de pessoas, o documentário faz uma radiografia do ataque terrorista e analisa as principais mudanças provocadas na geopolítica, na economia e nas relações internacionais.
Mostra também a reflexão sobre a fragilidade da vida. Há 20 anos, neutralizada pela força das imagens transmitidas ao vivo, a população mundial parou diante da televisão. Tudo o que estava sendo feito naquele momento, de repente, perdeu a importância.
Estamos em guerra? O 11 de setembro de 2001 trouxe o sinal claro do que seria o século 21, com a contraofensiva dos americanos e a inauguração da chamada guerra ao terror.
Doc Dia da Boa Notícia
A TV Cultura também exibe no sábado (11/9), às 22h45, o documentário Dia da Boa Notícia. O filme conta a incrível história do portal IG, maior audiência de jornalismo do Brasil naquele momento, que semanas antes decidiu e anunciou que no dia 11 de setembro de 2001 só publicaria boas notícias. A proposta era que a home destacasse apenas noticiário otimista, e a data foi anunciada aos leitores na véspera.
O novo filme Cinderela, estrelado pela cantora Camila Cabello, Nicholas Galitzine e Billy Porter, entrega atualidade, mas com um roteiro cansativo e monótono. Apesar de ser um musical, a produção lota as cenas com muitas músicas e piadas sem graça. Porém, o único diferencial nas canções, a maior quantidade delas, são conhecidas pelo público.
Com um elenco renomado, a obra, mesmo com a pauta da atualidade como foco, acaba não sendo relevante. Conhecemos a história de Cinderela, e mesmo assim, o filme não se destacou – já que tinha chances de acontecer. Porém, as diferenças são gritantes. Como por exemplo – uma mudança que me agradou bastante – foi a substituição da fada madrinha, pelo Fado Madrinho, interpretado por Billy Porter, e da princesa ter sonhos que fogem do clichê que conhecemos nos filmes das princesas. Com muito glamour e brilho, o personagem rouba a cena com muita, muita diversão e falas com humor. Mesmo com músicas animadas e cenas de dança, o longa é uma verdadeira montanha-russa.
Cinderela já está disponível na Amazon Prime Vídeo e é dirigido pela Kay Cannon.
2,5/5 poltronas.
Sinopse:
Na nova e ousada abordagem musical da história tradicional que o público conhece, Cinderela (Camila Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o seu mundo permite. Entretanto, com a ajuda de seu Fado Madrinho (Billy Porter) ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.
Petra Belas Artes À La Carte, em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil, apresenta: “Volta ao Mundo: Coreia do Sul”, com sete filmes, de 16 a 30/09
Os festivais do Petra Belas Artes À La Carte são um grande sucesso e o próximo já tem tem a data marcada: “Volta ao Mundo: Coreia do Sul”, que acontecerá de 16 a 30 de setembro, em parceria com o Centro Cultural Coreano no Brasil, reunindo sete longas-metragens produzidos em décadas diversas: “Bala Sem Rumo” (1961), de Yoo Hyun-mok; “O Caminho para Sampo” (1975), de Lee Man-hee; “Amora” (1985), de Lee Doo-yong; “Atrizes” (2009), de Lee Jae-yong; “Paju” (2009), de Park Chan-ok; “A Empregada” (2010), de Im Sang-soo; e “Canola” (2016), de Yoon Hong-seung.
O evento homenageia os 60 anos do grande clássico “Bala Sem Rumo”, de Yoo Hyun-mok (1925-2009), obra muitas vezes chamada de “o melhor filme sul-coreano já feito”. O filme teve enredo baseado no romance homônimo de Lee Beomseon e conta a história de um contador pressionado, seu irmão veterano de guerra e sua família disfuncional que lutam para se integrarem à sociedade coreana do pós-guerra. Rodado em Seul, o filme tem imagens de paredes reais perfuradas por tiros, arame farpado e áreas bombardeadas da cidade, e o seu lançamento chegou a ser proibido pelo governo, por causa de sua “descrição pessimista” da vida pós-guerra na Coreia do Sul. Yu Hyun-mok, que estreou no cinema em 1956, foi um dos maiores mestres do cinema sul-coreano, e seu olhar intelectual sobre questões sociais e políticas o levaram a ter dificuldades tanto com produtores quanto com o governo militar do seu país durante os anos 1960 e 1970. Respeitosamente, os críticos coreanos costumavam comparar sua linguagem estética à dos diretores neorrealistas italianos, e os elogios ao seu estilo não poupavam termos como “modernista”, “expressionista” e “poético”.
Outro clássico presente no festival é “O Caminho para Sampo”, que teve roteiro adaptado do romance de Hwang Seok-young e é a obra final do diretor Lee Man-hee (1931–1975), lançada postumamente. A trama gira em torno de três desajustados: um jovem trabalhador da construção civil que se vê sem trabalho e sem lugar para morar durante o inverno rigoroso; um homem de meia-idade, que ganha a vida fazendo bicos com as habilidades que adquiriu na prisão; e uma “hostess” de um restaurante que roubou o patrão e fugiu. Os dois homens são pagos pelo dono do restaurante para capturar a jovem ladra, mas, ao encontrá-la, ela consegue persuadi-los a viajarem juntos. Depois de servir no exército de 1950 a 1955, inclusive lutando na Guerra da Coréia, Lee Man-hee trabalhou como assistente de direção para diversos cineastas de seu país, ganhando experiência na indústria cinematográfica, até estrear na direção, em 1961, com o filme “Caleidoscópio”, cuja cópia original se perdeu há muito tempo, não restando nenhuma outra, e tudo o que se sabe dele é que se tratava de um drama familiar. Extremamente produtivo, até o ano de sua morte, Lee Man-hee havia feito mais de 50 filmes, cerca de três a quatro por ano, numa carreira que durou apenas 14 anos. Porém, durante a montagem de “O Caminho para Sampo”, Lee sofreu um desmaio, foi internado em um hospital e logo morreu. Segundo relato de Baek Kyeol, um roteirista, a saúde do diretor já estava debilitada quando ele assumiu o projeto, e talvez tivesse consciência de que não viveria o suficiente para ver a conclusão do filme.
Apresentado no 10º Festival Mundial de Cinema de Montreal, “Amora” é um drama de teor fortemente erótico, baseado na história clássica de mesmo nome de Na Do-hyang. An-hyeop, a personagem protagonista, é uma bela jovem, que mora em uma pequena vila na Coreia durante a ocupação japonesa. Seu marido é um jogador viajante que volta para casa por curtos períodos após meses fora, e, enquanto isso, ela ganha comida, dinheiro e outros bens colhendo folhas de amoreira para um vizinho que cria bichos-da-seda, e em troca de fazer sexo com quase todos os homens da aldeia. O diretor Lee Doo-yong estreou no cinema em 1969, com o filme “The Lost Wedding Veil”, recebeu o Prêmio Dae-Jong, equivalente ao Oscar no cinema coreano em 1974, por “The General in Red”, e é tido como um dos dez mais importantes realizadores coreanos, com 60 filmes até hoje. Com sua incrível versatilidade, na década de 1970 ele se destacou como o mais representativo diretor de filmes de ação da Coreia ao inovar o gênero com um estilo próprio que diferenciava o cinema de ação coreano daquele produzido em Hong Kong na mesma época. Na década de 1980, ele voltou a chamar a atenção ao fazer filmes históricos populares que retratavam a vida oprimida das mulheres da dinastia Chosun com um toque de erotismo. Dessa fase, destaca-se “The Hut” (1980), que ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema de Veneza, e “Spinning the Tales of Cruelty Towards Women”, exibido com ótimas críticas em muitos festivais, entre eles o de Cannes.
Com Kim Min-hee e Youn Yuh-Jung no elenco, “Atrizes”, do diretor Lee Jae-yong, também conhecido como E J-yong, é um divertido falso documentário com seis famosas atrizes sul-coreanas – cada uma representando a si mesma –, que se reúnem em um estúdio para uma sessão de fotos da revista Vogue Korea, mas o encontro das beldades, que não estão acostumadas a dividir os holofotes, resulta em uma disputa de egos e crises de estrelismo. O filme foi feito sem roteiro, filmado cena a cena, com as atrizes improvisando suas performances de acordo com a situação, evitando criar algo fictício, e trazendo alguns pequenos confrontos da vida real, especialmente entre Go Hyun-Jung e Choi Ji-woo, com cada uma admitindo que sua relação no set era tensa, e uma confessando que sentia inveja da aparência da outra.
Dirigido por Im Sang-soo, “A Empregada” é um remake de “Hanyo, a Empregada”, de 1960, grande clássico do cinema sul-coreano, do diretor Kim Ki-Young. A história é sobre o caso de um homem com uma empregada de sua família, um envolvimento que aos poucos vai se direcionando para consequências sombrias. Jeon Do-yeon, que interpreta a empregada, ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2007 pelo filme “Sol Secreto”, de Lee Chang-dong. Com “A Empregada”, o diretor Im Sang-soo participou pela primeira vez da competição oficial do Festival de Cannes, em 2010, sendo convidado novamente em 2012, com o filme “The Taste of Money”.
“Paju”, da diretora Park Chan-ok, acompanha a perigosa obsessão de uma garota, tão perto do seu objeto de desejo, mas proibida de amar: ela é apaixonada pelo marido da própria irmã. O filme tem locações em Paju, uma pacata cidade que dá nome ao longa, situada ao norte de Seul e perto da fronteira com a Coreia do Norte. A figura masculina deste triângulo de paixões é representada por Lee Sun-kyun, ator que ficou mundialmente famoso ao interpretar o patriarca da família rica no filme “Parasita”. A atriz Seo Woo, que vive a adolescente apaixonada pelo cunhado, é a mesma que é traída pelo marido com a babá na refilmagem de “A Empregada”. Antes de realizar “Ciúme é Meu Nome do Meio” (2002), seu primeiro longa-metragem, Park Chan-ok trabalhou como diretora assistente para cineastas compatriotas seus, entre eles Hong Sang-soo, no filme “A Virgem Desnudada Por Seus Celibatários” (2000).
“Canola”, de Yoon Hong-seung, conta a história de avó e neta que se reencontram doze anos após terem se perdido uma da outra em um mercado, mas as coisas já não são mais tão boas e perfeitas, como eram antes da traumática separação. No papel da avó está a consagrada Youn Yuh-Jung, que ganhou o Oscar 2021 de Melhor Atriz Coadjuvante, por “Minari: Em Busca da Felicidade”, passando a ser a primeira entre todos os atores e atrizes sul-coreanos a ganhar um Oscar até hoje. A jovem atriz Kim Go-eun, que interpreta a neta, alcançou a fama instantaneamente com o filme “Eungyo”, em 2012, se tornando um ícone da juventude coreana. O realizador Yoon Hong-seung, que também usa o pseudônimo Chang, é ex-diretor de videoclipes que estreou na direção de longas-metragens com o filme de terror “Death Bell”, em 2008.
O Festival “Volta ao Mundo: Coreia do Sul” reúne sete jóias de uma das cinematografias mais criativas, modernas e fascinantes do mundo, uma incrível volta pela cultura e pelos costumes deste País que sempre teve lugar especial no streaming dos melhores filmes: o seu À La Carte!
Sinopses:
BALA SEM RUMO (Aimeless Bullet)
Coreia do Sul, 1961, p/b, 110 min., drama.
Direção: Yoo Hyun-mok
Elenco: Choi Mu-ryong, Kim Jin Kyu e Moon Jeong-suk.
Sinopse: Um contador pressionado, seu irmão veterano de guerra e sua família disfuncional lutam para se integrarem à sociedade coreana do pós-guerra.
O CAMINHO PARA SAMPO (The Road to Sampo)
Coreia do Sul, 1975, cor, 95 min., drama.
Direção: Lee Man-hee
Elenco: Baek Il-seob, Kim Jin Kyu e Mun Suk.
Sinopse: O jovem trabalhador da construção civil Young-dal conhece um homem de meia-idade chamado Jeong, que está voltando para Sampo, sua cidade natal, depois de cumprir pena na prisão e vagar de um canteiro de obras para outro. Já se passaram dez anos desde que ele esteve em Sampo pela última vez. Em um restaurante, os dois conhecem Baek-hwa, uma hostess de bar em fuga, e os três começam sua jornada juntos. O homem mais jovem e a garota, que discutiam constantemente no início, logo se apegam um ao outro, e o trio viaja para a estação de trem, cada um relembrando seu passado enquanto caminham.
AMORA (Mulberry)
Coreia do Sul, 1985, cor, 114 min., drama.
Direção: Lee Doo-yong
Elenco: Lee Mi-sook, Lee Dae-kun e Lee Moo-jung
Sinopse: Sam bo é um jogador que vive sem se preocupar com a forma como sua esposa administrará sua casa sem que ele ganhe dinheiro. Para conseguir comida e provisões, sua esposa An-hyeob dorme com vários mercadores na aldeia. Um dos poucos homens com quem ela não dorme, um servo lascivo chamado Sam-dol, decide revelar suas atividades ao marido como vingança.
ATRIZES (Actresses)
Coreia do Sul, 2009, cor, 104 min., documentário/drama
Direção: Lee Jae-yong
Elenco: Kim Min-hee, Youn Yuh-Jung, Kim Ok-bin, Lee Mi-sook, Go Hyun-jung e Choi Ji-woo
Sinopse: Quando seis famosas atrizes sul-coreanas se reúnem para uma sessão de fotos da Vogue, seus egos de estrelas colidem, uma vez que estão acostumadas a serem o centro das atenções, e agora devem dividir os holofotes. O diretor Lee Je-yong disseca o mundo do entretenimento sul-coreano neste falso documentário, permitindo que atrizes reais representem versões fictícias de si mesmas.
PAJU (Paju)
Coreia do Sul, 2009, cor, 110 min., drama.
Direção: Park Chan-ok
Elenco: Lee Sun-kyun, Seo Woo
Sinopse: Choi Eun-mo, de 15 anos, se apaixona pelo futuro marido da sua irmã mais velha, um professor sete anos mais velho que ela. Um dia, sua irmã morre em um acidente e Eun-mo começa a viver com o cunhado viúvo. Mas a garota começa a desconfiar que seu amado pode estar envolvido na morte da irmã dela, sem imaginar que, na verdade, ele a está protegendo de algo ainda mais terrível.
A EMPREGADA (The housemaid)
Coreia do Sul, 2010, cor, 107 min., drama.
Direção: Im Sang-soo
Elenco: Jeon Do-yeon, Lee Jung-jae e Youn Yuh-Jung.
Sinopse: A jovem Lee Eun-yi é recrutada por uma governanta de aristocratas coreanos para trabalhar como babá e empregada. No luxuoso ambiente moram o executivo Hoon, sua esposa Hae-ra, que está grávida de gêmeos, e sua filha pequena, Nami. A moça é recebida respeitosamente e logo se adapta ao local. Até que um dia, quando viaja com a família para cuidar da filhinha do casal, o patrão resolve visitá-la em plena madrugada. Eles passam a manter um caso, que logo é descoberto pelas demais mulheres da casa.
CANOLA (Canola)
Coreia do Sul, 2016, cor, 117 min., drama.
Direção: Yoon Hong-seung
Elenco: Youn Yuh-Jung, Kim Go-eun, Kim Hee-won e Ryu Jun-Yeol.
Sinopse: Doze anos após terem se perdido uma da outra em um mercado, avó e neta se reencontram. Mas as coisas não são mais tão boas e perfeitas, como eram antes da traumática separação.
Serviço Volta ao Mundo: Coreia do Sul Data: 16 a 30 de setembro Onde: Belas Artes À La Carte Valor: Disponível para assinantes: R$ 9,90 (mensal) ou R$ 108,90 (anual) Para assinar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.
Aplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone, Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.
Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.
Sobre o À LA CARTE
O À LA CARTEé um streaming de filmes pensado para quem ama cinema de verdade. Seu catálogo, que já conta com cerca de 400 títulos,e inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, super premiados e principalmente aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos. Além de pelo menos quatro novos filmes que entram semanalmente no catálogo, há também a possibilidade do aluguel unitário, que são os Super Lançamentos: um espaço para filmes que estreiam antes dos cinemas; simultâneos ao cinema; filmes inéditos no Brasil, entre outras modalidades. Outro diferencial são as mostras de cinema, recentemente o À LA CARTEtrouxe especiais dedicados à cinematografia francesa, italiana, coreana e espanhola. O À LA CARTE foi criado no final de 2019 e integra o Belas Artes Grupo, que inclui também a Pandora Filmes e o Cine Petra Belas Artes, um dos mais tradicionais e queridos cinemas de rua de São Paulo.