Destaques da semana do ‘À la Carte’

Destaques da semana do ‘À la Carte’

lássico filme político do cultuado diretor Costa-Gavras chega ao À LA CARTE na próxima semana“Seção especial de justiça” aborda evento jurídico que ocorreu durante a ocupação nazista na França na Segunda Guerra Mundial
Seção especial de justiça, dir. Constantin Costa-Gavras

Na próxima quinta-feira, 11 de março, chegam ao À LA CARTE quatro novos longas que passam a integrar o catálogo do streaming que já conta com cerca de 400 títulos. São eles: os dramas “Seção especial de justiça” (Dir. Constantin Costa-Gavras; França | Itália | Alemanha Ocidental; 1975; Drama 118min) e “Sangue do meu Sangue” (Dir. Marco Bellocchio, Itália, 2015, Drama, 107min, 14 anos), vencedor do Prêmio da Crítica no Festival de Veneza de 2015 e as comédias “Jejum de amor” (Dir. Howard Hawks; EUA, 1940, Comédia, 92min), longa estrelado por Cary Grant e um dos filmes favoritos de Quentin Tarantino e, para fechar, “Volere, Volare – A comédia” (Dir. Guido Manuli e Maurizio Nichetti; Itália, 1991, Comédia, 94min).

Entre os destaques está “Seção especial de justiça”, por este filme o diretor grego Costa-Gavras dividiu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 1975 com o canadense Michel Brault (1928–2013), pelo filme “Les Ordres”. O filme é um clássico filme político do diretor grego, naturalizado francês, Constantin Costa-Gavras que também é autor de outros clássicos do gênero, como “Z” (1969), sobre o golpe militar na Grécia, “Missing – O desaparecido” (1982), inspirado na história verídica de Charles Horman que vivia no Chile na época do golpe de 1973 que depôs o presidente Salvador Allende, e “A Confissão” (1970), que aborda a perseguição política nos regimes do chamado ‘Socialismo Real’ do Leste Europeu.

Baseado em uma história real, o filme relata um atentado ocorrido em Paris na Segunda Guerra, sob ocupação alemã. Após a morte de um jovem oficial militar alemão, como forma de retaliação, os nazistas exigem a condenação e execução de seis franceses, caso contrário eles matariam 100 reféns franceses, que seriam escolhidos aleatoriamente.Com a impossibilidade de se descobrir a autoria do crime, e com a crescente pressão dos alemães para que os franceses fossem mortos para assim vingar a morte do oficial, as autoridades de Vichy viram-se compelidas a modificar suas leis, em flagrante desrespeito aos princípios que regem o processo penal, de modo a acalmar os ânimos das tropas germânicas e evitar o assassinato de civis franceses.

Veja abaixo as sinopses dos filmes:

SEÇÃO ESPECIAL DE JUSTIÇA (Section Speciale)

França |Itália | Alemanha Ocidental, 1975, Drama, 118min

Direção: Constantin Costa-Gavras

Elenco: Louis Seigner, Hans Bennent, Pierre Dux, Julien Guiomar, Ivo Garrani, Michael Lonsdale, Claude Pieplu

Sinopse: Na França ocupada durante a Segunda Guerra Mundial, um oficial alemão é assassinado. O governo colaboracionista de Vichy decide atribuir o assassinato a seis pequenos criminosos. Juízes leais são chamados para condená-los o mais rápido possível.

Curiosidades:  Por este filme o diretor grego Costa-Gavras dividiu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 1975 com o canadense Michel Brault (1928–2013), pelo filme “Les Ordres”. O longa também foi indicado ao Globo de Ouro 1976 de Melhor Filme Estrangeiro. O diretor Costa-Gavras recebeu o Oscar 1983 de Melhor Roteiro pelo filme “Missing”, dirigido por ele.

SANGUE DO MEU SANGUE (Sangue del mio sangue)

Itália, 2015, Drama, 107min, 14 anos

Direção: Marco Bellocchio

Elenco: Roberto Herlitzka, Pier Giorgio Bellocchio, Lidiya Liberman

Sinopse: Federico é confundido com seu irmão gêmeo padre e é seduzido pela freira Benedetta, que acaba condenada a ser murada viva. Anos depois, um outro homem de nome Federico retorna à construção onde tudo aconteceu e descobre que um estranho conde ainda vive lá, mas só aparece à noite.

Curiosidades: Um dos atores principais, Pier Giorgio Bellocchio, é filho do diretor. Vencedor do Prêmio da Crítica no Festival de Veneza de 2015. A atriz Alba Rohrwacher, a mesma de “As Maravilhas” (2014), já havia trabalhado com o diretor Marco Bellocchio, no aclamado “A Bela que Dorme” (2012).

JEJUM DE AMOR (His Girl Friday)

EUA, 1940, Comédia, 92min

Direção: Howard Hawks

Elenco: Cary Grant, Rosalind Russell, Ralph Bellamy

Sinopse: Na noite de seu novo casamento, a repórter Hildy Johnson é convencida a fazer mais uma pauta por seu editor e ex-marido, Walter Burns. Enquanto entrevista um homem condenado, Hildy percebe que seu enforcamento é uma armação para conseguir votos. Espontaneamente ela ajuda o homem a escapar.

Curiosidades: Rosalind Russell pensou, enquanto filmava, que ela não tinha tantas falas boas quanto Cary Grant, então ela contratou um redator publicitário, por meio de seu cunhado, e o fez escrever falas mais inteligentes para seus diálogos com Grant. Ginger Rogers revelou que lhe foi oferecido o papel de Hildy Johnson, mas ela leu o roteiro e recusou a proposta antes de saber que iria contracenar com Cary Grant, o que lhe causou grande arrependimento depois de saber que ele estaria no filme. Este é um dos filmes favoritos de Quentin Tarantino.

VOLERE, VOLARE – A COMÉDIA (Volare, Volare)

Itália, 1991, Comédia, 94min

Direção: Guido Manuli, Maurizio Nichetti

Elenco: Maurizio Nichetti, Angela Finocchiaro, Mariella Valentini

Sinopse: Martina é uma profissional cujos clientes são inofensivos, embora excêntricos; ela se vê como uma assistente social. O tímido Maurizio dubla o som para desenhos animados, enquanto seu irmão extrovertido dubla material mais picante e conquista as garotas. Depois que Maurizio acidentalmente ajuda Martina em alguns de seus encontros, ela decide descobrir se ele quer ajudar regularmente. Seja ou não a possibilidade de romance, Maurizio fica horrorizado ao descobrir no primeiro encontro que suas mãos foram substituídas por outras de desenho animado com mente própria.

Curiosidades: Filme vencedor do prêmio David di Donatello de Melhor Roteiro. O diretor e ator Maurizio Nichetti ficou famoso internacionalmente pela comédia “Ladrões de Sabonete” (1989). A trilha sonora inclui “Funeral March of a Marionette”, música composta por Charles Gounod, em 1872, e escolhida por Alfred Hitchcock como tema da sua série de TV “Alfred Hitchcock Presents” (1955).

Serviço:

Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.

Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90

Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.

Ou vá direto para a página de cadastro: https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signup

Aplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone, Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.

Petra Belas Artes À LA CARTE:

Com acervo com curadoria, pensado para quem ama uma programação de qualidade o Petra Belas Artes À LA CARTE é uma plataforma de streaming criada no final de 2019, e que ganhou muita força, em abril de 2020, quando após 5 meses do seu nascimento, passou a oferecer um mês de gratuidade aos cinéfilos, durante a Pandemia. Desde em então, a plataforma criada pelo Belas Artes Grupo passou a ter um crescimento de pelo menos 40% ao mês, ganhando cada vez mais espaço no dia a dia dos cinéfilos.

A ideia inicial sempre foi poder levar para todo o Brasil aquilo que os cinéfilos de São Paulo tinham no Cine Petra Belas Artes, ou seja, uma programação de qualidade, com curadoria, e que tenha em seu catálogo de forma permanente, filmes que não são encontrados nas plataformas globais. Ou seja, filmes de grandes diretores, de vários países do mundo, e que fazem parte da história do cinema. Além disso, toda semana quatro novos filmes entram no “cardápio” do Petra Belas Artes À LA CARTE e não saem do ar, ou seja, eles ficam durante muito tempo disponíveis para que os assinantes possam ver e rever seus filmes preferidos. 

No Petra Belas Artes À LA CARTE o assinante encontra os filmes divididos em categorias singulares e criativas com classificações como: “cults incríveis”, “mulheres maravilhosas”, “hahaha”, “para roer as unhas”, “o que todo cinéfilo precisa ver antes de morrer” e “novo no cardápio”, entre várias outras. Além disso, a plataforma também lança filmes de forma inédita e exclusiva como foi o caso do lançamento de “Apocalypse Now – Final Cult”, “O Hotel às Margens do Rio” de Hong Sang Soo, o brasileiro “Partida”, de Caco Ciocler, entre outros.

Proibido nascer no Paraíso tem estreia adiada

Proibido nascer no Paraíso tem estreia adiada

Documentário PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO, de Joana Nin, tem estreia nos cinemas adiada.Sobre o filmeEm sua primeira visita a Fernando de Noronha, a documentarista Joana Nin ficou intrigada com uma frase que ouviu: “Aqui é proibido nascer.” Ao investigar isso, descobriu que as grávidas são obrigadas a ir para Recife 12 semanas antes dos seus partos, que devem ser feitos na capital. Na ilha até existe hospital, mas que não realiza procedimentos obstetrícios há quase 20 anos. “Conversando com pessoas da comunidade, entendi que quem vive lá há muitos anos acredita que os nascimentos foram suspensos para evitar que estes bebês reivindiquem direitos no futuro. Como as terras são públicas, os terrenos não podem ser oficialmente vendidos. Eles são concedidos por meio de um Termo de Permissão de Uso – TPU, um documento muitíssimo cobiçado. E nativos tem direito a solicitar a inclusão de seu nome numa lista do programa de habitação local, em busca do mesmo espaço disputado por empresários do turismo.

É de uma indignação da própria diretora que nasceu PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO, rodado entre 2017 e 2019 e acompanha três gestantes de famílias tradicionais da ilha, cujo desejo é dar à luz no local onde moram, perto de seus familiares. “O número de gestantes é pequeno para a abertura de uma maternidade, e nem todas as grávidas querem ficar. Mas não seria possível manter uma sala de parto – como existiu até 2004 – com atendimento obstétrico e uma emergência geral melhor aparelhada?”, questiona a diretora.O longa acompanha o dia-a-dia de Ione, Harlene e Babalu, três gestantes cujas famílias vivem em Noronha há décadas, mas são obrigadas a se deslocar para o continente para realizarem seus partos. Joana conta que o tema é de interesse de todos os moradores e moradoras locais, e, por isso, todo mundo a ajudou muito trazendo-lhe informações. Para realizar o filme, ela também explica que foi preciso conhecer a ilha, suas peculiaridades administrativas.

Fernando de Noronha, um lugar dentro do Brasil com uma lógica própria, não é um município, é um distrito estadual de Pernambuco, o administrador é um cargo nomeado pelo governador, assim como todo pessoal de apoio. A única instância local com eleição democrática é o Conselho Distrital, que não tem função legislativa. A ilha até hoje funciona, de certa forma, como um presídio ou um quartel, a população é tutelada. Tudo é controlado pelo “Palácio”, como os moradores chamam a sede da administração na ilha. E assim é com a política habitacional, moradores permanentes – com mais de 10 anos de ilha – podem por o nome em uma lista e esperar pelo recebimento de um terreno, ou uma casa, já que oficialmente não há compra e venda de imóveis.

”Em PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO, a cineasta explicita como as mulheres perderam o poder sobre seus próprios corpos. A questão de Fernando de Noronha é reveladora nesse sentido. “A mulher sequer é considerada, parece ser propriedade de terceiros. Isso tem a ver com um movimento iniciado na década de 1940, quando a gestação passou a ser um tema médico, equiparado a uma doença, e não mais um assunto feminino familiar, como era até então.”O filme a fez descobrir que “o desejo da mulher é ainda mais invisível do que me parecia antes. Nos tornamos transparentes no dia em que as outras pessoas tomam conhecimento de que temos um feto dentro de nós. Ele ainda não é um bebê, não tem vontade própria nem personalidade formada, não fala nem se expressa, mas nossa barriga passa a ser sempre o primeiro e o último foco do olhar de quem nos vê de fora.”As condições precárias do hospital local, o São Lucas, afetam não apenas as gestantes, mas também os turistas, pois a instituição não está preparada para qualquer intervenção que dependa de um centro cirúrgico, anestesista, banco de sangue, UTI ou qualquer outro tipo de atendimento para além do básico. “Isso faz sentido numa ilha de turismo aventura que fica a 1h ou mais de voo do continente? Não faz. Um local com arrecadação própria, inclusive. É preciso pensar melhor esta estrutura, e também em como acolher nativas que querem parir perto de casa, um desejo mais do que legítimo.” Por isso, Joana aponta que um dos objetivos do filme é “fazer o turista entender que a ele também faltará atendimento emergencial, caso precise. É triste pensar isso, mas visitantes tem muito mais poder de barganha do que as mulheres da comunidade.”Joana explica que a mentalidade local é de que as coisas “são assim porque são, e que não se pode mais mudar”, mas ela também crê que PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO tem o poder de sensibilizar e transformar. “Realizar este filme me fez sentir na pele uma realidade levada ao extremo. Porque ali se consegue proibir de fato que mulheres escolham onde e como querem ter seus bebês. E isso foi institucionalizado, tornado permanente, pois já dura 17 anos, embora não exista nenhuma lei determinando nada disso. Como aceitar que nativas não possam ter filhos nativos? É revelador sobre o quanto ainda teremos que lutar para fazer valer nossos direitos, para ver respeitados nossos desejos. Espero que o filme contribua para essa reflexão e ajude, de alguma forma, em um processo de transformação desta realidade. Para que gestar e parir sejam atos mais respeitosos com as mulheres no futuro.

”O lançamento dePROIBIDO NASCER NO PARAÍSO foi planejado para acontecer na sequência de uma campanha de impacto, forma inovadora de estrear documentários já bastante popular em outros países, mas que no Brasil ainda é novidade. O trabalho consiste em construir uma rede de apoio capaz de potencializar a divulgação do filme e assim aumentar o alcance de público. Desde maio de 2020, a produtora Sambaqui Cultural vem realizando sessões fechadas online com públicos estratégicos ligados diretamente ao tema gravidez e parto, ou ao direito da mulher, sempre seguidas de debate com a diretora e equipe. Até o momento foram 12 parceiros mobilizados, como OAB Mulher, Grupo Curumim, Rehuna, Instituto Aurora, CLAM (Centro Latino Americano em Sexualidade e Direitos Humanos) entre outros, atingindo um público qualificado. Este trabalho tem foco na construção de um relacionamento empático com ativistas e pessoas engajadas com as causas do filme, antes de chegar às salas de cinema, o que ajuda na mobilização social para a ampliar o alcance da campanha de lançamento. Para saber como foi esse trabalho, acompanhe as redes sociais do filme listadas em https://linktr.ee/proibidonascernoparaiso.PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO é uma produção da Sambaqui Cultural e será lançado no Brasil pela Boulevard Filmes.
SinopseMulheres locais de Fernando de Noronha são impedidas de dar à luz na ilha, onde o espaço é cada dia mais disputado com o turismo. Ficha TécnicaProdução – Joana Nin e Ade MuriDireção – Joana NinAno – 2021 Duração – 78 minutos Classificação indicativa – Livre
Joana NinDiretora e produtora, atua há 20 anos no mercado audiovisual. Está realizando seu terceiro longa-metragem, A Vila dos Três Apitos, documentário sobre Noel Rosa e suas inspirações, e o telefilme Os 80 Gigantes, sobre uma companhia de teatro do Paraná, ambos em fase de filmagens – interrompidas pela pandemia. Está lançando em 2021 seu segundo longa, Proibido Nascer no Paraíso, sobre parto e direito de escolha da mulher, documentário ambientado em Fernando de Noronha/PE. Seu primeiro longa, Cativas – presas pelo coração, uma coprodução com o GNT, foi lançado em salas de cinema em 2015 depois de receber uma menção honrosa do júri do Festival do Rio 2013 e participar de eventos internacionais. Iniciou sua carreira no cinema em 2005 com o curta Visita Íntima,  melhor curta brasileiro do É Tudo Verdade 2006 e vencedor do Kikito de prêmio especial do júri, além de outros 19 prêmios. Dirigiu ainda, entre outros filmes, os telefilmes Ultra Bebê e Meu Bebê Reborn, lançados em 2018 no GNT. Sobre a Boulevard FilmesA Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. Entre seus lançamentos comerciais estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) , “Legalidade” (Zeca Brito), “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro) e “Sol Alegria” (Tavinho Teixeira) este último com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021.

Por Anna Barros
‘Nona’ chega ao Cinema Virtual dia 11 de março

‘Nona’ chega ao Cinema Virtual dia 11 de março

duardo Moscovis é uma das atrações do longa chileno 

O filme “Nona: Se Me Molham, Eu Os Queimo” estreia no  Cinema Virtual na próxima quinta, dia 11 de março. O longa chega à plataforma, que segue o padrão dos cinemas físicos e tem feito lançamentos semanais às quintas feiras. Com produções de diferentes gêneros e países, o Cinema Virtual leva filmes a todo Brasil, inclusive a muitas cidades que ainda não contam com salas de cinema. O filme chileno conta a história de Nona, uma idosa que comete um crime e, após fugir e mudar de cidade, passa a ter um relação misteriosa com seus novos vizinhos. Indicado no Festival de Cinema Internacional de Roterdã, ‘Nona’ tem direção de Camila José Donoso e conta com o brasileiro Eduardo Moscovis no elenco.

Assista aqui ao trailer. Confira cartaz e sinopse:

  • Nona: Se Me Molham, Eu Os Queimo(Nona. Si me mojan, yo los quemoDrama, Fantasia – Chile

 Aos 66 anos de idade, Nona decide finalmente vingar-se de seu ex-amante e comete um atentado que a obriga a fugir para que não seja presa. Depois de finalmente se estabelecer em uma cidade costeira do Chile, um incêndio de grandes proporções obriga seus vizinhos a deixarem suas casas, mas estranhamente sua moradia é a única a não ser afetada.  

Direção: Camila José Donoso

Elenco: Eduardo Moscovis, Gigi Reyes, Josefina Ramírez, Nancy Gómez, Paula Dinamarca

Para assistir aos filmes, o público pode acessar a plataforma pelo NOW ou escolher a sala de exibição preferida em www.cinemavirtual.com.br e realizar a compra do ingresso. O filme fica disponível durante 72 horas para até três dispositivos.

Outros dez filmes também estão disponíveis no Cinema Virtual: Um Amor Proibido, Mambo Man – Guiado Pela Música, O Muro, A Jornada de Jhalki, O Mistério de Frankenstein, Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas, Medo de Amar, Contágio em Alto Mar, O Castelo de Sonhos, O Advogado.

Vencedores do Critics Choice 2021

Vencedores do Critics Choice 2021

Em noite de The Crown e Nomadland, neste domingo, dia 7, foram entregues os prêmios Critics Choice 2021 em cerimônia atípica por causa da pandemia do novo coronavírus. The Crown ganhou 4 prêmios: Melhor Série de Drama, Melhor Atriz de Série Dramática, Melhor Ator de Série Dramática e Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática.

O grande vencedor da 26ª edição dos Critics Choice Awards foi “Nomadland – Sobreviver na América“, que recebeu o galardão de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado, entre outros

MELHOR FILME

Nomadland – Sobreviver na América (Searchlight Pictures)

MELHOR ATOR 

Chadwick Boseman – “Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHOR ATRIZ

Carey Mulligan – “Uma Miúda Com Potencial” (Focus Features)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO

Daniel Kaluuya – “Judas and the Black Messiah” (Warner Bros.)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA

Maria Bakalova – “Borat Subsequent Moviefilm” (Amazon Studios)

MELHOR JOVEM ATOR/ATRIZ

Alan Kim – “Minari” (A24)

MELHOR ELENCO

Os 7 de Chicago” (Netflix)

MELHOR REALIZADOR

Chloé Zhao – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR ARGUMENTO ORIGINAL

Emerald Fennell – “Uma Miúda Com Potencial” (Focus Features)

MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO

Chloé Zhao – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR FOTOGRAFIA

Joshua James Richards – “Nomadland – Sobreviver na América” (Searchlight Pictures)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Donald Graham Burt, Jan Pascale – “Mank” (Netflix)

MELHOR MONTAGEM 

Alan Baumgarten – “Os 7 de Chicago” (Netflix) e Mikkel E. G. Nielsen – “Sound of Metal” (Amazon Studios) – empate

MELHOR GUARDA-ROUPA

Ann Roth – Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHOR MAQUILHAGEM E CABELOS

“Ma Rainey: A Mãe do Blues” (Netflix)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

“Tenet” (Warner Bros.)

MELHOR COMÉDIA

“Palm Springs” (Hulu e NEON)

MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

“Minari” (A24)

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Speak Now” – “Uma Noite em Miami…” (Amazon Studios)

MELHOR BANDA-SONORA ORIGINAL

Trent Reznor & Atticus Ross, Jon Batiste – “Soul” (Disney)


MELHOR SÉRIE DE DRAMA

The Crown” (Netflix)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

Josh O’Connor – “The Crown” (Netflix)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Emma Corrin – “The Crown” (Netflix)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM SÉRIE DRAMÁTICA

Michael K. Williams – “Lovecraft Country” (HBO)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE DRAMÁTICA

Gillian Anderson – “The Crown” (Netflix)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

“Ted Lasso “(Apple TV+)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

Jason Sudeikis – “Ted Lasso” (Apple TV+)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

Catherine O’Hara – “Schitt’s Creek” (Pop)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM SÉRIE DE COMÉDIA

Daniel Levy – “Schitt’s Creek” (Pop)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE DE COMÉDIA

Hannah Waddingham – “Ted Lasso” (Apple TV+)

MELHOR MINISSÉRIE 

“The Queen’s Gambit” (Netflix)

MELHOR TELEFILME

“Hamilton” (Disney+)

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

John Boyega – “Small Axe” (Amazon Studios)

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Anya Taylor-Joy – “The Queen’s Gambit” (Netflix)

MELHOR ATOR SECUNDÁRIO EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Donald Sutherland – “The Undoing” (HBO)

MELHOR ATRIZ SECUNDÁRIA EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

Uzo Aduba – “Mrs. America” (FX)

MELHOR TALK SHOW

“Late Night with Seth Meyers” (NBC)

MELHOR ESPECIAL DE COMÉDIA

“Jerry Seinfeld: 23 Hours to Kill” (Netflix) / “Michelle Buteau: Welcome to Buteaupia” (Netflix) – empate

MELHOR SÉRIE – CURTO-FORMATO

“Better Call Saul: Ethics Training with Kim Wexler” (AMC/Youtube)

Fonte: MHD Magazine

National Geographic estreia o documentário ‘Frida: Viva La Vida’

National Geographic estreia o documentário ‘Frida: Viva La Vida’

Segunda-feira, dia 8 de março, às 17h10, estreia no National Geographic o documentário Frida. Viva la Vida. Dirigido por Giovanni Troilo e produzido pela Ballandi Arts e Nexo Digital, a produção é uma jornada reveladora em busca de Frida pelo coração do México, com entrevistas exclusivas, documentos da época, reconstruções e um apanhado geral de suas obras, incluindo os autorretratos mais famosos – que incluem o que ela está com Diego Rivera (1931), Las dos Fridas (1939), La columna rota (1944) e El venado herido (1946). Por meio de sua arte, Frida Kahlo conta sua história com muita intensidade: sua dor física, seus abortos espontâneos, a tragédia de amor e a traição e seu compromisso político. Mas quem na verdade foi Frida Kahlo?

Frida teve poliomielite aos seis anos de idade, foi vítima de um acidente de carro aos dezoito e conviveu com fortes dores até o dia de sua morte. No entanto, graças à sua arte e a um estilo inconfundível, Kahlo influenciou tanto artistas plásticos quanto músicos e designers. A importância de sua figura vai muito além do seu destaque como artista, e se caracteriza também pela intensidade e determinação com que enfrentou uma vida de sofrimento.

A atriz e diretora Asia Argento acompanha os espectadores à medida que descobrem as duas faces da pintora, seguindo um denominador comum que são as próprias palavras de Frida: suas cartas, diários e confissões. A produção revela como a arte de Frida tem raízes na pintura tradicional do século XIX, nos retábulos mexicanos e em seus companheiros de vida, desde Diego Rivera até Trotsky. Por meio da iconografia pré-colonização da América Latina, Frida também explorou o verdadeiro significado dos opostos: prazer e dor, luz e escuridão, o sol e a lua, a vida na morte e a morte em vida.

Frida. Viva la vida exibe fotografias, roupas e outros objetos pessoais de Frida, que são mantidos no Museu Frida Kahlo e normalmente não são exibidos para o público. Além disso, o documentário mostra também impressões originais das fotos tiradas por Graciela Iturbide durante a abertura do banheiro de Frida em 2004 e reúne contribuições e relatos de especialistas e artistas como: Hilda Trujillo, que foi diretora do Museu Frida Kahlo – um dos três museus mais visitados na Cidade do México -, localizado na Casa Azul, antiga residência da pintora – e o Museu Anahuacalli; a fotógrafa Cristina Kahlo, sobrinha-neta de Frida; a fotógrafa mexicana Graciela Iturbide; o construtor e pedreiro Alfredo Vilchis; James Oles, professor de arte no Wellesley College e curador assistente de arte latino-americana no Davis Museum; Carlos Phillips, diretor geral do Museu Frida Kahlo, do Museu Diego Rivera-Anahuacalli e do Museu Dolores Olmedo; e a bailarina Laura Vargas.

Frida. Viva la Vida estreia na National Geographic segunda-feira, 8 de março, às 17h10.