Meu Pai recebe quatro indicações ao Globo de Ouro

Meu Pai recebe quatro indicações ao Globo de Ouro

MEU PAI, dirigido pelo dramaturgo francês Florian Zeller, acaba de receber quatro indicações ao Globo de Ouro de 2021, Melhor Filme de Drama, Melhor Ator de drama para Anthony Hopkins, Melhor Atriz Coadjuvante para Olivia Colman e Melhor Roteiro para Christopher Hampton eFlorian Zeller.

Ao centro de MEU PAI está a relação entre Anthony e sua filha, Anne. Ele, aos 81 anos, vive sozinho em um apartamento em Londres, e recusa a ajuda de enfermeiros e cuidadores que ela tenta impor. Quando ela resolve se mudar para Paris com seu companheiro, surge um impasse, como o pai ficará completamente sozinho? Nesse mesmo momento, o homem começa a duvidar se ela realmente o ama e da sua própria sanidade. 

Zeller, que estreia na direção de cinema, descreve o filme “como uma espécie de suspense, que convida o público a construir a narrativa, como eu fiz no teatro. Eu queria que o público se sentisse próximo aos personagens.” Na adaptação de sua própria peça, ele aponta que “o cinema e o teatro nos lembram que somos parte de algo maior que nós mesmos. Apesar das qualidades labirínticas do original, há uma sensação de alegria na peça que eu queria manter no filme.”

Hampton confessa que quando viu a peça pela primeira vez, na França, foi um impacto, e explica que “MEU PAIprocura formas artísticas de apresentar como a demência afeta as pessoas ao redor do paciente – aqueles que sofrem os efeitos disso. E gosto de ressaltar que o roteiro também é divertido.” O produtor do filme David Parfitt (“A espiã vermelha”) , define o longa “uma comédia de humor negro.”

Para Zeller, Hopkins sempre foi a primeira opção de ator para o papel-central na adaptação de sua peça para o cinema. No teatro, o papel já foi interpretado por Robert Hirsch, Frank Langella, e Fulvio Stefanini, no Brasil. “Eu tinha a profunda certeza de que Hopkins seria poderoso e devastador no papel.” O ator, que foi apresentado a Zeller por Hampton, com quem trabalhou algumas vezes, confessa que ficou lisonjeado pelo convite. “Foi maravilhoso saber que escreveram o roteiro me imaginando como o personagem. Nesse caso, foi uma honra. E trabalhar nesse filme, me fez pensar em minha própria mortalidade. Foi muito divertido, no set, memorizar as conversas e diálogos. De certa forma, quando as câmeras estavam rodando, nem precisava atuar.”

Colman, por sua vez, confessa que trabalhar com Hopkins foi um prazer. “Ele é muito divertido. Ficávamos o tempo todo conversando, e quando diziam ‘Ação!’, ele já estava no personagem. E eu concordo com ele quando diz que temos muita sorte de trabalhar nesse filme.” A atriz conta que ficou tocada quando leu o roteiro. “Eu amo essa história. É uma das coisas mais bonitas já escritas sobre o assunto. O roteiro realmente mostra o que deve ser viver com uma pessoa portadora de Alzheimer, quando há momentos de clareza misturados com outros obscuros. Anne quer cuidar do pai, mas também precisa tocar a sua vida. Ela precisa tomar decisões muito sérias.”

Para os produtores David Parfitt, Philippe Carcassonne e Jean-Louis Livi, o sucesso da adaptação da peça está na clareza da visão de Zeller. “Florian tem a habilidade extraordinária de se adaptar a qualquer circunstância em que se encontra. Ele demonstra uma resiliência que sabemos ser essencial para o desenvolvimento do filme e para atrair o elenco britânico. O trabalho no set foi muito confortável. Não nos preocupava a falta de experiência dele como diretor de cinema. Acredito que o importante é a vivência dos personagens que você vê”, explica Carcassonne.

MEU PAI será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes. 

Sinopse

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos as cuidadoras que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?  

Ficha Técnica

Direção: Florian Zeller 

Roteiro: Christopher Hampton eFlorian Zeller, baseado na peça dele

Produção:  David Parfitt, Jean-Louis Livi e Philippe Carcassonne

Elenco: Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots, Rufus Sewell

Direção de Fotografia: Ben Smithard           

Desenho de Produção: Peter Francis

Montagem: Yorgos Lamprinos         

Gênero: drama

País: Inglaterra, França 

Ano: 2020 

Duração: 97 min.

Indicados ao Globo de Ouro 2021

Indicados ao Globo de Ouro 2021

Por causa da pandemia do novo coronavírus, o Globo de Ouro 2021 foi adiado para 28 e fevereiro e o anúncio dos indicados se deu hoje, dia 3 de fevereiro.

Minha torcida vai para The Crown, Undoing, Nada Ortodoxa, O Gambito da Rainha, Vanessa Kirby, Josh O”Connor e Emily em Paris. Num ano dominado pelo streaming porque a pandemia fechou os cinemas em boa parte de 2020, espero que essa rixa entre streaming e cinema caia por terra pois é uma tremenda bobagem. Há espaço para todos.

Vanessa Kirby arrasa em Pieces of a Woman e Josh O”Connor arrebenta como Príncipe Charles na quarta temporada de The Crown.

Eu tenho um carinho muito especial por Emily em Paris e Lilly Collins porque a série é leve e deliciosa. As indicações são maravilhosas.

Vamos aguardar a premiação na TNT com Michel Arouca e Aline Diniz.

  • MELHOR FILME DE DRAMA
  • The Father
  • Mank
  • Nomadland
  • Promising Young Woman
  • Os Sete de Chicago

MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA

  • Viola Davis – A Voz Suprema do Blues
  • Andra Day – The United States vs. Billie Holiday
  • Vanessa Kirby – Pieces of a Woman
  • Frances McDormand – Nomadland
  • Carey Mulligan – Promising Young Woman

MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA

  • Riz Ahmed – O Som do Silêncio
  • Chadwick Boseman – A Voz Suprema do Blues
  • Anthony Hopkins – Meu Pai
  • Gary Oldman – Mank
  • Tahar Rahim – The Mauritanian

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM FILME DE DRAMA

  • Glenn Close – Hillbilly Elegy
  • Olivia Colman – Meu Pai
  • Jodie Foster – The Mauritanian
  • Amanda Seyfried – Mank
  • Helena Zengel – News of the World

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM FILME DE DRAMA

  • Sacha Baron Cohen – Os Sete de Chicago
  • Daniel Kaluuya – Judas and the Black Messiah
  • Jared Leto – Pequenos Vestígios
  • Bill Murray – On The Rocks
  • Leslie Odom Jr. – One Night in Miami

MELHOR DIREÇÃO DE FILME 

  • Emerald Fennell – Promising Young Woman
  • David Fincher – Mank
  • Chloé Zhao – Nomadland
  • Regina King – One Nigh in Miami
  • Aaron Sorkin – Os Sete de Chicago

MELHOR ROTEIRO EM FILME

  • Promising Young Woman
  • Mank
  • Os Sete de Chicago
  • Meu Pai
  • Nomadland

MELHOR ANIMAÇÃO

  • Os Croods 2: Uma Nova Era
  • Dois Irmãos
  • Over the Moon
  • Soul
  • Wolfwalkers

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

  • Another Round – Dinamarca
  • La Llorona – França, Guatemala
  • The Life Ahead – Itália
  • Minari – EUA
  • Two of Us – EUA, França

MELHOR TRILHA SONORA EM FILME

  • The Midnight Sky
  • Tenet
  • News of the World
  • Mank
  • Soul

MELHOR CANÇÃO EM FILME

  • “Fight for You” – Judas and the Black Messiah
  • “Hear My Voice” – Os Sete de Chicago
  • “Io Sí (Seen)” – The Life Ahead
  • “Speak Now” – One Night in Miami
  • “Tigress & Tweed” – The United States vs. Billie Holiday

MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Hamilton
  • Music
  • Palm Springs
  • The Prom

MELHOR ATRIZ DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • Maria Bakalova – Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Kate Hudson – Music
  • Michelle Pfeiffer – French Exit
  • Rosamund Pike – I Care a Lot
  • Anya Taylor-Joy – Emma

MELHOR ATOR EM COMÉDIA OU MUSICAL

  • Sacha Baron Cohen – Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • James Corden – The Prom
  • Lin-Manuel Miranda – Hamilton
  • Dev Patel – Personal History of David Copperfield
  • Andy Samberg – Palm Springs

MELHOR SÉRIE DE DRAMA

  • The Mandalorian
  • The Crown
  • Lovecraft Country
  • Ozark
  • Ratched

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

  • Emma Corrin – The Crown
  • Olivia Colman – The Crown
  • Jodie Comer – Killing Eve
  • Laura Linney – Ozark
  • Sarah Paulson – Ratched

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

  • Jason Bateman – Ozark
  • Josh O’Connor – The Crown
  • Bob Odenkirk – Better Call Saul
  • Matthew Rhys – Perry Mason
  • Al Pacino – Hunters

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • Gillian Anderson – The Crown
  • Helena Bonham Carter – The Crown
  • Julia Garner – Ozark
  • Annie Murphy – Schitt’s Creek
  • Cynthia Nixon – Ratched

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • John Boyega – Small Axe
  • Brendan Gleeson – The Comedy Rule
  • Daniel Levy – Schitt’s Creek
  • Jim Parsons – Hollywood
  • Donald Sutherland – The Undoing

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • Emily em Paris
  • The Flight Attendant
  • Schitt’s Creek
  • The Great
  • Ted Lasso

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • Lily Collins – Emily em Paris
  • Kaley Cuoco – The Flight Attendant
  • Elle Fanning – The Great
  • Catherine O’Hara – Schitt’s Creek
  • Jane Levy – Zoey’s Extraordinary Playlist

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

  • Don Cheadle – Black Monday
  • Nicholas Hoult – The Great
  • Eugene Levy – Schitt’s Creek
  • Jason Sudeikis – Ted Lasso
  • Ramy Youssef – Ramy

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

  • Normal People
  • O Gambito da Rainha
  • Small Axe
  • The Undoing
  • Unorthodox

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

  • Cate Blanchett – Mrs America
  • Daisy Edgar-Jones – Normal People
  • Shira Haas – Nada Ortodoxa
  • Nicole Kidman – The Undoing
  • Anya Taylor-Joy – O Gambito da Rainha

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

  • Bryan Cranston – Your Honor
  • Jeff Daniels – The Comedy Rule
  • Hugh Grant – The Undoing
  • Ethan Hawke – The Good Lord Bird
  • Mark Ruffalo – I Know This Much is True
  • Jane Fonda PRÊMIO CECIL B. DE MILLE
  • Norman Lear PRÊMIO CAROL BURNETT

Por Anna Barros

O Céu da Meia-Noite de George Clooney tem exibições durante a semana

O Céu da Meia-Noite de George Clooney tem exibições durante a semana

Com direção e protagonismo de George Clooney, “O Céu da Meia Noite” entra em cartaz no Cinesesc a partir desta quinta-feira, 4 de fevereiro. O filme é exibido em sessão única, às 18h, e os ingressos são vendidos exclusivamente pela internet. Com produção da Netflix, o longa é uma ficção científica pós-apocalíptica contada a partir da história de Augustine, um cientista que se depara com uma doença terminal e opta por seguir suas pesquisas na Terra enquanto toda a população abandona o planeta que está em risco radioativo.

A estreia na sala do cinema de rua é a terceira de 2021 que marca a parceria do CineSesc com a Netflix, que desde o último ano, tem levado filmes de destaque produzidos e transmitidos pela plataforma de streaming para a experiência das salas de cinema. A exibição dá oportunidade aos longas de serem exibidos em qualidade 4k, som Dolby Digital 7.1, em uma tela de 15 metros de largura por 7 metros de altura.

“O Céu da Meia Noite” é exibido entre os dias 4 e 10 de fevereiro, às 18h, no CineSesc, que por conta da crise da COVID-19 tem atuado com limite de 30% de sua capacidade de público, com disponibilidade de aproximadamente 72 lugares. A venda dos ingressos é realizada exclusivamente pela internet. Nos dias 6 e 7, sábado e domingo, não haverá sessão, em respeito à Fase Vermelha do Plano SP.

Serviço

O Céu da Meia Noite, de George Clooney

Em cartaz: 4 a 10 de fevereiro (exceto 6 e 7)

Horário: 18h

Local: CineSesc (Rua Augusta, 2075, Cerqueira César, São Paulo – SP)
Ingressos online em sescsp.org.br/cinesesc

Sobre o filme

Direção: George Clooney

Estados Unidos | 2020 |123 min | Ficção | 12 anos

Elenco:   George Clooney, Felicity Jones e Demián Bichir

Sinopse: Este conto pós-apocalíptico acompanha Augustine, um cientista solitário do ártico, que tenta impedir uma equipe de astronautas de retornar para casa e evitar uma misteriosa catástrofe global. Com George Clooney, Felicity Jones e Demián Bichir.

Sobre CineSesc 

Um dos cinemas de rua mais queridos da cidade, o CineSesc iniciou seu funcionamento em 21 de setembro de 1979, no número 2075 da rua Augusta, na cidade de São Paulo, e se dedica à missão de fomentar a difusão do cinema de qualidade, exibindo obras que muitas vezes ficam fora do circuito comercial nas salas de cinema e plataformas online. Sua programação inclui grandes e pequenas produções do mundo todo.

Além de integrar o corpo de curadores em mostras especiais, o CineSesc também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulistano, como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, entre outros. O cuidado com a programação tem reconhecimento do público e da crítica, que o elegeu, por diversas vezes, a melhor sala especial de cinema na cidade de São Paulo.

CineSesc na Quarentena

Fechado de março a outubro de 2020, em função da pandemia de covid-19, o CineSesc reabriu suas portas na Rua Augusta 2075, seguindo todos os protocolos de sanitização e segurança recomendados pela Prefeitura e Governo do Estado de São Paulo. A unidade funciona inicialmente em horário reduzido, a lotação máxima é de 30% da capacidade da sala e a oferta de assentos respeitando a distância entre os espectadores. A higienização do ambiente é realizada cuidadosamente antes de depois das exibições. O acesso à unidade é permitido após aferição de temperatura do público. Totens com álcool gel 70% também estão disponíveis e o uso de máscara é obrigatório para entrada e permanência no local.

Vale lembrar que a unidade está aberta apenas para a exibição de filmes.

Café, Bar, Central de Atendimento e Bilheteria permanecem fechados.

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Por Anna Barros

Novidades no Belas Artes À LA CARTE a partir de 4 de fevereiro

Novidades no Belas Artes À LA CARTE a partir de 4 de fevereiro

Além do catálogo cheio de filmes incríveis, plataforma traz estreias toda semana e tudo por apenas R$ 9,90 por mês

O À La Carte começa fevereiro com um cardápio incrível, com cinco longas simplesmente imperdíveis. Nesta quinta (04.02), estarão disponíveis:

“Germinal” (1993), dirigido porClaude Berri com Gérard Depardieu, e inspirado no romance homônimo de Émile Zola, este drama de época custou 165 milhões de francos, o que o tornou o filme francês mais caro já feito, até a época do seu lançamento; o drama iraniano “Nahid – Amor e Liberdade” (2016) filme vencedor do prêmio Un Certain Regard, no Festival de Cannes 2015; a divertida comédia italiana “Empresta-me a tua mulher” (1980); a programação também traz o tocante documentário de Érica Bernardini “Vidas (in) visíveis – Um arsenal de esperança” e para fecharnada mais nada menos que o primeiro longa-metragem de Stanley Kubrick, “Medo e desejo” drama de guerra de 1953.

“Germinal”: O filme custou 165 milhões de francos, o que o tornou o filme francês mais caro já feito, até a época do seu lançamento. No romance de Émile Zola, a personagem Catherine Maheu teria 15 anos, enquanto no filme ela foi interpretada por Judith Henry, que tinha 25 anos na época da filmagem. A maioria dos figurantes foi escolhida entre ex-mineiros ou seus filhos e netos.
Nahid – Amor e Liberdade”: Filme vencedor do prêmio Un Certain Regard, no Festival de Cannes 2015. A protagonista, Sareh Bayat, venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Berlim 2011, pelo filme “A Separação”, de Asghar Farhadi, prêmio compartilhado com Leila Hatami, atriz do mesmo filme. A diretora iraniana Ida Panahandeh nasceu em Teerã, e é formada em Direção de Fotografia para Cinema.
“Empresta-me a tua mulher”: O elenco conta com a participação de Claudine Auger (1941–2019), primeira atriz francesa a interpretar a personagem principal em um filme de 007, “James Bond em 007 Contra a Chantagem Atômica” (1965). Filme produzido por Ugo Tucci, o mesmo do clássico “A Classe Operária Vai para o Paraíso” (1971), de Elio Petri, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. A atriz Janet Agren, uma ex-modelo sueca, ganhou papel de grande destaque neste filme, após participações menores em filmes de diretores renomados, como “Avanti! Amantes à Italiana” (1972), de Billy Wilder, e “A Mais Bela Noite da Minha Vida” (1972), de Ettore Scola.
Vidas (in)visíveis: Um arsenal de esperança: O documentário conta sobre Arsenal da Esperança, casa de acolhimento fundada em 1996 por Ernesto Olivero e Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida desde a sua criação em Turim, norte da Itália. Arsenal porque era um armazém desativado de fabricação de armas da primeira e segunda guerra mundial, que  Ernesto, sua namorada e amigos receberam como doação e assim começou essa história. O documentário retrata principalmente o trabalho realizado no Brasil por missionários italianos, justamente no local que foi abrigo e ponto de referência de tantos imigrantes, e palco de sonhos, expectativas, angústias e conquistas de milhões de pessoas de diversas nacionalidades, principalmente italianos.
“Medo e desejo”: Primeiro longa de Stanley Kubrick. O diretor não gostou do resultado e tentou banir todas as cópias existentes do filme, mas, a Kodak, ao reproduzir cópias de filmes para o lançamento, sempre imprimia uma a mais para os seus arquivos, e, graças a essa cópia extra, hoje conhecemos “Medo e Desejo”. Segundo relatos, o orçamento do filme era tão apertado que Stanley Kubrick não tinha atores suficientes para todos os personagens e alguns tiveram papéis duplos.

Sinopses dos filmes:

GERMINAL
(Germinal)
França, Bélgica e Itália, 1993, 160min, Drama
Direção: Claude Berri
Elenco: Gérard Depardieu, Miou-Miou; Renaud, Laurent Terzieff, Bernard Fresson, Annie Duperey, Jean-Roger Milo, Jean Carmet
Sinopse: No norte da França de meados do século XIX, os trabalhadores de uma cidade de mineração de carvão são explorados pelo proprietário da mina. Um dia, eles decidem entrar em greve e as autoridades os reprimem.

NAHID – AMOR E LIBERDADE
(Nahid)
Irã, 2016, 104min, Drama
Direção: Ida Panahandeh
Elenco: Sareh Bayat, Pejman Bazeghi, Navid Mohammadzadeh
Sinopse: Na cidade de Teerã dos dias atuais, Nahid consegue obter o divórcio do marido. De acordo com as leis religiosas iranianas, o pai obtém automaticamente a guarda do filho, mas Nahid consegue ficar com o filho de 10 anos de idade, em troca de dinheiro e contanto que nunca mais se case. Um dia, porém, Nahid se apaixona, e teme quebrar as regras do acordo.

EMPRESTA-ME A TUA MULHER
(Prestami tua moglie)
Itália, 1980, 99min, Comédia
Direção: Giuliano Carnimeo
Elenco: Lando Buzzanca, Janet Agren, Daniela Poggi
Sinopse: Um sulista de Milão vive atrás de sua amante, dona de uma agência de publicidade. Sua esposa, que havia partido cinco anos antes, reaparece e o pobre homem, temendo que vá pedir o divórcio e a pensão alimentícia, involuntariamente se mete em muitos problemas.

VIDAS (IN)VISÍVEIS – UM ARSENAL DE ESPERANÇA

Brasil, 2020, 65 min, Documentário

Direção: Erica Bernardini

Sinopse: Localizado nas instalações da antiga Hospedaria de Imigrantes, em São Paulo, o Arsenal da Esperança recebe diariamente uma média de 1.200 homens que se encontram em estado de vulnerabilidade. “Vidas (in)visíveis – um arsenal de esperança” apresenta não somente o trabalho realizado pelo Arsenal, mas nos convida a refletir sobre acolhida, fraternidade e ajuda mútua. Em 2020, com o imprevisto da pandemia COVID-19, o Arsenal volta a cumprir também o papel que a Hospedaria de Imigrantes tinha em sua função inicial diante das doenças e epidemias da época. Além do resgate histórico, de depoimentos  sobre a rotina de quem o frequenta, o documentário apresenta depoimentos emocionantes e imagens dos acolhidos no período de quarentena.

MEDO E DESEJO
(Fear and Desire)
EUA, 1953, 62min, PB, Drama
Direção: Stanley Kubrick
Elenco: Frank Silvera, Kenneth Harp, Paul Mazursky
Sinopse: Quatro soldados sofrem uma queda de avião em terras inimigas e precisam voltar à base, mas os planos mudam quando uma camponesa cruza seus caminhos.

Serviço:

Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.

Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90

Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.

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Petra Belas Artes À LA CARTE:

Com acervo com curadoria, pensado para quem ama uma programação de qualidade o Petra Belas Artes À LA CARTE é uma plataforma de streaming criada no final de 2019, e que ganhou muita força, em abril de 2020, quando após 5 meses do seu nascimento, passou a oferecer um mês de gratuidade aos cinéfilos, durante a Pandemia. Desde em então, a plataforma criada pelo Belas Artes Grupo passou a ter um crescimento de pelo menos 40% ao mês, ganhando cada vez mais espaço no dia a dia dos cinéfilos.

A ideia inicial sempre foi poder levar para todo o Brasil aquilo que os cinéfilos de São Paulo tinham no Cine Petra Belas Artes, ou seja, uma programação de qualidade, com curadoria, e que tenha em seu catálogo de forma permanente, filmes que não são encontrados nas plataformas globais. Ou seja, filmes de grandes diretores, de vários países do mundo, e que fazem parte da história do cinema. Além disso, toda semana quatro novos filmes entram no “cardápio” do Petra Belas Artes À LA CARTE e não saem do ar, ou seja, eles ficam durante muito tempo disponíveis para que os assinantes possam ver e rever seus filmes preferidos. 

No Petra Belas Artes À LA CARTE o assinante encontra os filmes divididos em categorias singulares e criativas com classificações como: “cults incríveis”, “mulheres maravilhosas”, “hahaha”, “para roer as unhas”, “o que todo cinéfilo precisa ver antes de morrer” e “novo no cardápio”, entre várias outras. Além disso, a plataforma também lança filmes de forma inédita e exclusiva como foi o caso do lançamento de “Apocalypse Now – Final Cult”, “O Hotel às Margens do Rio” de Hong Sang Soo, o brasileiro “Partida”, de Caco Ciocler, entre outros.

Poltrona Séries Especial: Arcanjo Renegado 1a. Temporada/Anna Barros

Poltrona Séries Especial: Arcanjo Renegado 1a. Temporada/Anna Barros

Para quem gosta de Tropa de Elite, tem que assistir Arcanjo Renegado. É na mesma linha mas é muito melhor. Marcelo Melo Junior e Alamo Falcó arrasam. Marcelo é o policial especial do Bope, Mikael, e Alamo Falcó é o jornalista Ronaldo Leitão que denuncia as operações da polícia exageradas e as chacinas. Os dois são antagonistas mas num momento da trama se tornam cúmplices um do outro estreitando uma amizade a fim e desbaratar um governador corrupto e a corja de empresários que o apoia.

A série tem ação o tempo todo, cenas tórridas e um roteiro muito bem enxuto e amarrado. Realmente muito bom de se ver e de se acompanhar. Não dá para piscar um minuto sequer.

São dez episódios de 45 minutos cada que fluem muito bem. Destaques para o secretário de segurança Gabriel vivido por Leonardo Brício e a presidente da Alerj, Manuela, vivida por Rita Guedes.

Flavio Bauraqui também arrebenta como Barata, secretário do governador Custódio e que atua numa vida dupla e perigosa.

Ainda se conta com a participação luxuosa de Danni Suzuki como a capitã Luciana e Erika Januza como Sarah, irmã de Mikael.

A série foi renovada para uma segunda temporada. E é Globoplay.

Vale muito a pena ver essa trama policial instigante e cheia de desdobramentos.

5/5 poltronas.

Sinopse: A história de Mikhael (Marcelo Mello Jr.), um sargento incorruptível, comandante de uma equipe do BOPE no Rio de Janeiro. Depois de se envolver em uma operação que terminou em chacina, ele é transferido para uma unidade policial no interior do estado.