Cineclube Cinefoot Online começa nesta segunda

Cineclube Cinefoot Online começa nesta segunda

 

Começa hoje, segunda-feira, 14/9, às 21h, mais uma iniciativa especial do Cinefoot, o CINECLUBE CINEFOOT ON LINE, que apresenta seis sessões, de 14 a 19/9, sempre às 21h, no Youtube do Cinefoot.

Na sessão de estreia, o clássico “GERALDINOS”, direção de Pedro Asbeg e Renato Martins, que corajosamente vai fundo no processo de elitização do acesso ao Maraca. Uma derrota que vai muito além do futebol.

CINECLUBE CINEFOOT ON LINE, integra o Programa Cultura Presente nas Redes, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa RJ. Aproveita e se inscreve no canal do Youtube do Cinefoot, pois há novidades vindo por aí.

Seis sessões, de 14 a 19/9, sempre às 21h, no canal do Youtube do Cinefoot.

 

https://www.youtube.com/user/cinefoot

 

 

Por Anna Barros

Top 5 Filmes Ruins de Super-Heróis.

Top 5 Filmes Ruins de Super-Heróis.

Salve galera.

Hoje em dia os filmes de super-heróis dos quadrinhos estão em alta, com grandes estrelas do cinema querendo participar de produções milionárias.

Mas nem sempre foi assim. Principalmente na década de 80 e 90, tivemos que aceitar filmes muito ruins, porque não havia opções.

Mesmo os filmes de heróis independentes (que não são da Marvel Comics ou da DC Comics) eram muito ruins.

Então vamos ao Top 5 Filmes Ruins de Super-Heróis.

5 – Justiceiro (The Punisher, 1989 / dir. Mark Goldblatt)

Este filme não é exatamente ruim; mas também não podemos considerá-lo bom. O elenco tem bons nomes, como Dolph Lundgren, Louis Gossett Jr. e Jeroen Krabbé. E o roteiro é aceitável, porque mostra um Justiceiro mais sombrio, lembrando um pouco a fase do personagem nas HQs na década de 80.

Mas os furos no roteiro (eu disse que ele é aceitável, não bom) acabam tornando a história bem cansativa. O filme também sofreu com os cortes, deixando-o ainda mais sem pé nem cabeça.

4 – Capitão América – O Filme (Captain America, 1990 / dir. Albert Pyun)

O filme é uma tentativa esforçada da Marvel de responder ao lançamento do Batman dirigido por Tim Burton em 1989. Mas não passa disso.

O roteiro é confuso e os efeitos especiais são de quinta categoria. No Brasil, saiu direto em vídeo e até que teve uma campanha dentro das HQs da Editora Abril para divulgar o filme.

Vale uma curiosidade sobre a produção: o uniforme do Capitão no filme é o mais similar das HQs já feito, até mesmo se comparado aos filmes atuais. Mas a equipe de produção não conseguia colocar as orelhas de fora da máscara como nos quadrinhos. Então a solução foi prender orelhas de borracha do lado da cabeça do ator Matt Salinger.

Também temos de destacar o escudo de plástico utilizado. Em certos momentos, é possível ver ele se dobrando, principalmente quando bate em algum objeto.

3 – Liga da Justiça (Justice League of America, 1997 / dir. Félix Enríquez Alcalá)

Não podemos chamar esta obra de filme, porque ele foi desenvolvido como o piloto para uma série de TV que nunca foi para frente. Mas chegou a passar na TV americana e aqui no Brasil.

O filme mostra os heróis da Liga se juntando para enfrentar o Mago do Tempo (Miguel Ferrer). A equipe é formada pelo Lanterna Verde (Matthew Settle), Gelo (Kimberly Oja), Átomo (John Kassir), Fogo (Michelle Hurd) e Flash (Kenny Johnston). E depois de derrotarem o Mago do Tempo, os heróis se unem ao Caçador de Marte (David Ogden Stiers) para formar a Liga em definitivo.

Alguns detalhes do filme chamam a atenção dos fãs dos quadrinhos: o Lanterna Verde do filme é Guy Gardner e não Hal Jordan, personagem fundador da Liga nas HQs; nas revistas, a personagem Fogo é a brasileira Beatriz da Costa, mas no filme não é feita nenhuma menção a sua origem e seu nome é B.B. da Costa; o filme mostra os personagens em forma de pseudodocumentário (similar a série The Office), para tentar contar suas origens.

Por ser um filme de TV, o orçamento é muito baixo, então como podem imaginar, os efeitos especiais acompanham os investimentos.

2 – Rocketter (The Rocketeer, 1991 / dir. Joe Johnston)

Grande aposta da Disney para o verão de 1991, o filme foi um tremendo fracasso.

A história é inspirada no personagem Rocketter, publicado na década de 80 pela Pacific Comics. Nas histórias passadas em 1938 na Califórnia, o piloto Cliff Secord descobre uma mochila a jato, roubada por alguns gangsters. E depois de descobrir como usá-la, ele resolve se tornar o Rocketeer e lutar contras os espiões nazistas que estão tentando derrotar os Estados Unidos durante a Segunda Guerra.

Novamente temos um elenco de peso, com nomes como Bill Campbell, Alan Arkin, Jennifer Connelly e Timothy Dalton. E os efeitos especiais podem ser considerados bons.

Mas o personagem não cativa e a história é cheia de clichês.

A única coisa boa de Rocketter foi que nesta época, a Marvel pensava em lançar um filme baseado no Homem de Ferro. E o fracasso do longa da Disney fez a Casa das Ideias desistir do projeto. E somente nos anos 2000 é que o projeto foi retomado.

1 – Quarteto Fantástico (The Fanstastic Four, 1994 / dir. Oley Sassone)

Filme que se tornou famoso por nunca ter sido lançado. E para os fãs da franquia, isso foi uma benção.

O longa foi produzido por Roger Corman, produtor, diretor, escritor e ator de filmes B. E o orçamento do filme foi de apenas U$S 1 milhão.

Então como podem imaginar, a equipe teve que fazer economia em alguns setores do filme: elenco, efeitos, roteiro e direção.

O filme deveria ter sido lançado em janeiro de 1994, mas dias antes do evento de lançamento, a produtora recolheu os negativos e todo o material promocional. Diz a lenda que a Marvel Comics impediu o lançamento, com medo de prejudicar as HQs do Quarteto Fantástico.

Mas hoje é possível encontrar o filme inteiro no Youtube.

Então se quiser assistir, é por sua conta e risco.

@guimaraesedu

Vencedores do Festival de Veneza 2020

Vencedores do Festival de Veneza 2020

 

Os vencedores da edição 2020 do Festival de Veneza foram anunciados hoje (12) em cerimônia na cidade.

Os grandes vencedores foram o diretor Kiyoshi Kurosawa que levou o prêmio de Melhor Diretor por Wife Of A Spy e ainda Nomadland, novo filme de Chloé Zhao, que levou o prêmio máximo do Festival, o Leão de Ouro.

  • Golden Lion –  Nomadland – Diretora: Chloé Zhao
  • Prêmio do Júri – New Order – Diretor:  Michel Franco
  • Prêmio Especial do Júri – Dorogie Tovarischi! (Dear Comrades!) – Diretor: Andrei Konchalovsky
  • Leão de Prata de Melhor Diretor – Wife of a Spy   – Diretor:  Kiyoshi Kurosawa
  • Volpi Cup Melhor Atriz – Vanessa Kirby – Pieces Of A Woman
  • Voli Cup Melhor Ator –  Pierfrancesco Favino – Padrenostro
  • Melhor Roteiro – Chaitanya Tamhane por The Disciple

Nomadland foi Inspirado no livro homônimo de não ficção de Jessica Bruder, o longa acompanha a trajetória de uma mulher que, afogada por sua situação econômica, vai morar num trailer. Interpreta-a, com sua habitual mistura de aspereza e dignidade, a atriz Frances McDormand, que se apaixonou pelo livro, comprou os direitos de adaptação e propôs a Chloé Zhao, jovem cineasta chinesa radicada nos EUA, que a dirigisse. Quando a crise de 2008 provoca o desmantelamento do povoado minerador onde ela trabalhava, essa protagonista se vê obrigada a sair pelo país fazendo bicos. Não demora a descobrir outros indivíduos marginalizados e transformados em mão de obra barata pelo ocaso da indústria e reciclados como empregados da Amazon, submetidos a contratos com duração de poucos dias ou semanas, apesar de já estarem perto da idade da aposentadoria.

 

Por Anna Barros

 

Poltrona Séries Especial: Cobra Kai 1ª temporada/Anna Barros

Poltrona Séries Especial: Cobra Kai 1ª temporada/Anna Barros

 

Cobra Kai acontece 34 anos depois do filme original e segue um Johnny Lawrence fracassado, que busca redenção, ao reabrir o infame dojo Cobra Kai, reacendendo a sua rivalidade com o agora bem-sucedido Daniel LaRusso, que tem lutado para manter o equilíbrio em sua vida sem a orientação de seu mentor, sr. Miyagi. Dois homens que direcionam os traumas do passado e as frustrações do presente na única maneira que eles sabem como resolver: através do karatê.

Paralelamente ao conflito dos dois, estão as histórias dos alunos de Lawrence e LaRusso. Por exemplo, há os alunos do Cobra Kai: um grupo de adolescentes marginalizados que encontram uma camaradagem e autoconfiança sob a tutela de Johnny, mas levando longe demais a filosofia agressiva de seu mentor, à medida que eles começam a se degenerar na notória brutalidade da época do antigo sensei Kreese, ao que Johnny tenta combater as tendências do passado enquanto ajuda seu vizinho Miguel, um garoto pobre e tímido que sofre bullying pelo vilão Kyler e seu grupo de valentões e aprende a se defender através das aulas de Johnny, que sabe como funciona o bullying e quer ajudar Miguel e outros a combater seus agressores, enquanto Miguel vê em Johnny a figura paterna que nunca teve. Em contraste, o filho distante de Johnny, Robby Keene, está sob o domínio de Daniel, que demonstra uma influência positiva para o menino quando ele começa a buscar a redenção enquanto aprende as filosofias do Sr. Miyagi. Enquanto isso, a filha de Daniel, Samantha, pertence a um grupo de patricinhas interesseiras e é namorada de Kyler, sendo uma das mais populares do colégio, mas se mostra uma garota simples e bondosa e é pega no meio desses conflitos enquanto aprende quem são seus verdadeiros amigos e um caminho melhor para seguir.

 

Para quem assistiu todos os Karatê Kid originais dá uma saudade danada porque esses filmes de caratê marcaram os anos 80, minha época favorita. E eu acabo ficando com pena do Johnny Lawrence que foi vilão nos filmes ao ser o antagonista de Daniel Larusso mas na série vemos que ele se torna um perdedor e quer dar a volta por cima reeditando a academia Cobra Kai e inscrevendo seus alunos. Sua aposta é em Miguel, filho de equatorianos que nos lembra a própria trajetória de Daniel Larusso. Mora em Reseda, vive com a mãe e a avó e acaba decidindo fazer karatê para se defender de garotos na escola que o perseguem. De quebra, ainda tem um pouco de Espanhol na trama, que é sempre muito bom.

Johnny tem um péssimo relacionamento com seu filho Robby que acaba aprendendo caratê com Daniel LaRusso e se torna seu pupilo sem que seu pai saiba, obviamente. O menino é desajustado mas com a convivência com Daniel San acaba se regenerando e querendo algo melhor para sua vida.

Em um dos episódios há uma homenagem ao Sr Miyagi, o que é fofinho. Os episódios são curtos e interessantes. Fala de exclusão, gordofobia e preconceito com a comunidade hispanoamericana. Faltou só a Ali aparecer.

Para ver e rever.

5/5 poltronas

Quatro longas sobre Blues produzidos por Martin Scorsese chegam ao À La Carte para comemorar os 95 anos de B. B. King

Quatro longas sobre Blues produzidos por Martin Scorsese chegam ao À La Carte para comemorar os 95 anos de B. B. King

 

Em 16 de setembro (quarta-feira), chegam ao Petra Belas Artes À La Carte quatro filmes produzidos por Martin Scorsese, para a nossa homenagem ao rei do blues B. B. King: “O Blues – Blues e o Piano”, dirigido por Clint Eastwood; “O Blues – Caminho para Memphis”, de Richard Pearce; “O Blues – A Alma de Um Homem”, com direção de Wim Wenders; e “O Blues – De Volta pra Casa”, dirigido por Martin Scorsese.

Neste 16 de setembro, Riley Ben King completaria 95 anos de vida. Estamos falando de B. B. King, o guitarrista de blues, cantor e compositor americano, nascido no estado do Mississippi, cujas iniciais B. B. significam Blues Boy, pseudônimo usado enquanto ele era moderador de um programa de rádio, antes de se tornar o fenômeno que viria a influenciar outros grandes nomes da guitarra, como Jimmy Hendrix, George Harrison e Eric Clapton.

Mas, não foi só na música que ele se destacou. B. B. King também foi engajado na luta pelos direitos civis dos negros americanos, além de ter feito turnês pela África para homenagear as origens da música negra. Durante sua carreira de mais de 60 anos, tendo sua guitarra como companheira inseparável, ele percorreu mais de 90 países, incluindo o Brasil.

B. B. King nos deixou em 14 de maio de 2015, aos 89 anos, mas suas raízes e sua influência ficaram eternizadas em registros históricos sobre a origem do blues, como esses quatro que estão aí graças ao empenho e a paixão de seus realizadores.

No episódio “O Blues – Blues e o Piano”, dirigido por Clint Eastwood, que além de diretor e ator é também pianista, são reunidas imagens valiosas de arquivo com entrevistas e performances de pianistas como Pinetop Perkins, Jay McShann, Fats Domino, Little Richard, Dave Brubeck e Marcia Ball. Aparecem ainda artistas icônicos como B.B. King, Pinetop Perkins e Ike Turner.

O episódio do diretor Richard Pearce, “O Blues – Caminho para Memphis”, traça uma odisseia musical da grande lenda dos Blues, B.B. King, num filme que é um tributo à cidade de Memphis, onde nasceu um novo estilo de blues. Este filme nos leva também pela estrada e aos bastidores dos blues, com os veteranos de Memphis, Bobby Rush e Rosco Gordon.

Em “O Blues – A Alma de Um Homem”, o diretor Wim Wenders mergulha na vida e música de três dos seus artistas favoritos dos Blues: Skip James, Blind Willie Johnson e J.B. Lenoir. Wenders explica sua paixão pelo blues com as seguintes palavras: “Estas músicas têm um grande significado para mim. Eu sinto que há mais verdade em qualquer uma delas do que em qualquer livro que li sobre a América, ou em qualquer filme que tenha visto”. O filme conta com participação dos cantores Beck, Nick Cave e Eagle Eye Cherry, e narração do ator Laurence Fishburne.

E, finalmente, “O Blues – De Volta pra Casa”, dirigido por Martin Scorseseé uma homenagem ao chamado Delta Blues, que é um estilo de música específico da região do delta do famoso Rio Mississipi. O filme acompanha o músico Corey Harris numa viagem que vai até o oeste da África, explorando as raízes do blues, além de reunir raríssimas imagens de arquivo de Son House, Muddy Waters e John Lee Hooker.

Realizada por quatro mestres do cinema, esta incrível jornada musical chega ao À La Carte como um tributo ao eterno Blues Boy. Ele cantava “the trill is gone”, mas, para os cinéfilos e amantes do blues, a emoção está apenas começando!!

Sinopses:

O BLUES – BLUES E O PIANO

(The Blues – Piano Blues)

Alemanha/Reino Unido, 2003, 85 min., cor e p/b, documentário, idioma: inglês (legendado), 14 anos.

Direção: Clint Eastwood

Elenco: Albert Ammons, Marcia Ball e Count Basie.

 

O diretor – e pianista – Clint Eastwood explora sua paixão por piano blues, utilizando imagens raras e históricas, além de entrevistas e apresentações de lendas vivas como Pinetop Perkins e Jay McShann, bem como Dave Brubeck e Marcia Ball.

 

O BLUES – CAMINHO PARA MEMPHIS

(The Blues – Road to Memphis)

Alemanha/Reino Unido, cor e p/b, 119 min., idioma: inglês (legendado), 14 anos.

Direção: Richard Pearce

Elenco: Dr. Louis Cannonball Cantor, The Coasters e Jim Dickinson.

 

O diretor Richard Pearce traça a odisséia musical da lenda do blues B.B. King em um filme que homenageia a cidade que deu origem a um novo estilo de blues.

 

O BLUES – A ALMA DE UM HOMEM

(The blues – The Soul of a Man)

EUA/Alemanha, 2003, cor e p/b, 103 min., documentário, idioma: inglês (legendado), 14 anos.

Direção: Wim Wenders

Elenco: Chris Thomas King, Keith B. Brown e James Hughes.

 

A dramática tensão no blues entre o sagrado e o profano ao explorar a música e a vida de três dos artistas de blues favoritos do diretor Wim Wenders: Skip James, Blind Willie Johnson e J.B. Lenoir.

 

O BLUES – DE VOLTA PRA CASA

(Feel Like Going Home)

Alemanha/Reino Unido, 2003, cor e p/b, 110 min., idioma: inglês (legendado), 14 anos.

Direção: Martin Scorsese

Elenco: Sam Carr, Toumani Diabaté e Corey Harris.

 

Primeiro filme da série “The Blues – A Musical Journey”, dirigido por Scorsese e centrado em torno do músico Corey Harris, que viaja pelo Mississippi e segue para a África Ocidental, explorando as raízes da música blues.

Serviço:

Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.

 

Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90

Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguel por 72hs.

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