Disney convida elenco de musical para dublar O Retorno de Mary Poppins

Disney convida elenco de musical para dublar O Retorno de Mary Poppins

A Disney anunciou o elenco de dubladores de seu próximo filme musical, O Retorno de Mary Poppins. O longa estrelado por Emily Blunt traz à tona a musicalidade da clássica história escrita por P. L. Travers em uma versão completamente nova e original. O time de dubladores conta com os brasileiros Bruna Guerin (“O Grande Cometa”), Leandro Luna (“História de Leopold e Loeb”), Thiago Machado (“TickTickBoom”), Andressa Mazzei (“A Pequena Sereia”), Nicolas Cruz e Gigi Patta. Atores com experiência em musical, o elenco foi convidado para dar voz aos personagens principais da trama, que estreia em 20 de dezembro no Brasil. Confira a entrevista no estúdio de dublagem aqui.

“Quando você começa a dublar a parte falada e cantada você tem que saber o link dos dois para não separar os dois universos”, afirma Leandro Luna que empresta voz à Michael Banks. Um musical completamente original, O Retorno de Mary Poppins evoca a magia e o espírito do primeiro filme ao mesmo tempo em que fornece novas músicas encantadoras. A famosa Mary Poppins volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”, “Chicago”), o longa conta com música de Marc Shaiman (“Hairspray – Em Busca da Fama”) e canções de Shaiman e Scott Wittman (“Hairspray – Em Busca da Fama”).

 

Por Anna Barros

‘Tinta Bruta’, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, é o grande vencedor do Festival do Rio

‘Tinta Bruta’, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, é o grande vencedor do Festival do Rio

O filme “Tinta bruta”, dirigido por e Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, foi o grande vencedor do Festival do Rio 2018. O evento foi encerrado na noite deste domingo (11), com a cerimônia de premiação no Cine Odeon, na Cinelândia, Centro do Rio. O longa-metragem levou os troféus de melhores filme, roteiro, ator e ator coadjuvante.

O drama LGBT conta a história de Pedro, um jovem homossexual que ganha dinheiro com atuações em fóruns na internet. O filme já tinha sido premiado no Festival de Berlim, em fevereiro.

Confira abaixo a lista dos ganhadores da 20ª edição do festival:

Festival do Rio 2018 – vencedores:

Troféu Redentor – Melhor FilmeJúri Oficial: “Tinta Bruta”, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon

Troféu Redentor – Melhor Filme – Júri Popular: “Deslembro”, de Flavia Castro

Troféu Redentor – Melhor Documentário – Júri Oficial: “Torre das donzelas”, de Suzanna Lira

Troféu Redentor – Melhor Documentário – Júri Popular: “Torre das donzelas”, de Suzanna Lira

Troféu Redentor – Melhor Direção de Ficção: João Salaviza e Renée Nader Messora, por “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”

Troféu Redentor – Melhor Direção de Documentário: Suzanna Lira, por “Torre das donzelas”

Menção Honrosa Direção de Documentário: Daniel Gonçalves, por “Meu Nome é Daniel”

Troféu Redentor – Melhor Atriz: Ítala Nandi, por “Domingo”

Troféu Redentor – Melhor Ator: Shico Menegat, por “Tinta Bruta”, e Valmir do Côco, por “Azougue Nazaré”

Troféu Redentor – Melhor Atriz Coadjuvante: Eliane Giardini, por “Deslembro”

Troféu Redentor – Melhor Ator Coadjuvante: Bruno Fernandes, por “Tinta Bruta”

Troféu Redentor – Prêmio Especial do Júri: “Azougue Nazaré”, de Tiago Melo

Troféu Redentor – melhor roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, por “Tinta bruta”⠀

Troféu Redentor – melhor montagem: André Sampaio, por “Azougue Nazaré”

Troféu Redentor – melhor fotografia: Renée Nader Messora, por “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”⠀

Melhor curta pelo voto popular: “Você não me conhece”, de Rodrigo Séllos

Melhor curta pelo júri do Festival do Rio: “O Órfão”, de Carolina Markowicz

Menção Honrosa curta-metragem: “Universo Preto Paralelo”, de Rubens Passaro

Novos Rumos – melhor curta: “Lembra”, de Leonardo Martinelli⠀

Novos Rumos – melhor filme: “Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio

Novo Rumos – Prêmio Especial do Júri: “Inferninho”, de Guto Parente e Pedro Diogenes⠀

Novos Rumos Menção Honrosa: “Mormaço”, de Marina Meliande

Novos Rumos Menção Honrosa: Eduarda Fernandes pela atuação (Luna, de Cris Azzi)

Novos Rumos Menção Honrosa: Alexandre Amador pela atuação (Vigia, de João Victor Borges)

Novos Rumos Menção Honrosa: Verónica Valenttino pela atuação (Jéssika, de Galba Gogóia)

Prêmio Felix – Especial do Júri: “Inferninho”, de Guto Parente e Pedro Diogene⠀

Prêmio Felix – melhor longa documentário: “Obscuro Barroco”, de Evangelia Kranioti⠀

Prêmio Felix – melhor longa ficção: “Sócrates”, de Alex Moratto⠀

Troféu Suzy Capó – Personalidade Felix do ano: Saulo Amorim, presidente nacional da Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas.

Prêmio Mostra Geração: “Shade – Entre bruxas e heróis”, de Rasko Miljkovic, filme da Sérvia em parceria com a Macedônia.

Prêmio FIPRESCI: “Deslembro”, de Flavia Castro

Por: Cesar Augusto Mota

Festival do Rio: Infiltrado na Klan/ Cesar Augusto Mota

Festival do Rio: Infiltrado na Klan/ Cesar Augusto Mota

Dotado de capacidade de realizar grandes debates acerca dos temas que são abordados em seus filmes, o emblemático e consagrado cineasta Spike Lee (Malcom X) mais uma vez vem para mobilizar o público e lhe dar um tapa na cara com uma produção que fala de supremacia branca e manipulação. ‘Infiltrado na Klan’ (BlaKKKlansman) conta com um roteiro de alta qualidade, perfeita produção cinematográfica e um grande elenco.

A narrativa conta a história real de Ron Stallworth (John David Washington), um policial negro que conseguiu se infiltrar dentro da Ku Klux Klan, em 1978, com a ajuda de seu amigo e parceiro Flip (Adam Driver), no intuito de desmontar a organização e proteger Patrice (Laura Harrier), uma militante estudantil do movimento negro. Ron se passa por um branco racista ao telefone, começa a estreitar relações com o chefe do grupo, David Duke (Topher Grace), e quando precisa comparecer pessoalmente aos cultos, Stallworth pede ao seu colega Flip para que assuma seu papel.

O roteiro traz uma premissa tão interessante que faz o espectador rir de algumas situações que beiram ao absurdo e se revoltar com as atrocidades que são ilustradas. Além disso, o filme não fica restrito a registrar algo que ocorreu no passado, o tema racismo ainda é bastante atual, com a existência de diversos grupos que disseminam supremacia da raça branca, realizam discursos de ódio e são capazes de se alastrar mais rapidamente. E além do racismo, há também a questão da lavagem cerebral e a capacidade de manipulação de quem está ao redor, e isso é muito bem retratado na figura de David Duke, líder do Klu Klux Klan e com claras aspirações políticas.

Spike Lee, ao realizar um filme como esse, o faz de uma maneira ímpar e mostra a todos que ainda existem pessoas com mente retrógrada, conservadora e que enxergam o negro como um ser inferior e ameaçador aos seres humanos. E também pondera que pessoas com esse perfil podem estar onde você menos espera, inclusive no seu círculo de amizades ou até mesmo em seu seio familiar e que todo o cuidado deverá ser pouco e a luta contra a opressão não pode parar.

Os atores fogem dos perfis caricatos, todos imprimem seriedade em suas atuações e um pouco de veia cômica em situações pontuais. Há ficção dentro da ficção, com pessoas se passando por outras, no caso um branco assumindo o lugar de um negro e um negro de um branco. Esse ponto diferencial faz o filme ganhar ainda mais força e se transformar numa espécie de comédia política. Mais um trabalho diferenciado e qualificado de Spike Lee.

John David Washington (Monster) tem o mérito de assumir uma postura cômica no início da trama e transparecer diferentes faces de fúria diante das adversidades e dos inimigos. Há veracidade em suas intervenções, o público compra sua postura e torce para ele conseguir desconstruir o forte esquema opressor liderado por David Duke. Adam Driver (Star Wars-Os Últimos Jedi) também se destaca, e traz outra questão importante e até hoje discutida, a intolerância religiosa. Ao interpretar um judeu, foi possível perceber que ainda existem grupos resistentes ao judaísmo e que o combatem fortemente, lamentavelmente. A naturalidade de Druver impressiona e complementa o personagem de John David Washington, a dupla funciona e faz a tr ama se movimentar de maneira eficiente e intensa.

Um filme forte, necessário e provocativo, ‘Infiltrado na Klan’ não só merece ser assistido como também se fazer presente nas rodas de debate. Spike Lee toca em um ponto ainda longe de ser pacificado e que requer persistência e lutas constantes para que possa ser severamente combatido, a intolerância. Um filme que não é mera sugestão, mas obrigatório.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

 

Galeria

Vilão de Toy Storie 4 pode ter sido revelado em Os Incríveis 2

Fonte: Adoro Cinema

Não é nenhuma novidade que os filmes da Pixar estão todos conectados. Mas você sabia que cada animação do estúdio mostra um easter-egg que faz referência ao longa que será lançado a seguir? Rumores apontam que Os Incríveis 2 pode ter revelado o vilão de Toy Story 4.

Isso porque os filmes da Pixar não fazem só referências, mas apresentam personagens importantes dos longas inéditos. Monstros S.A. (2001), por exemplo, mostrou um bichinho de pelúcia de Nemo no quatro de Boo; Procurando Nemo (2003) trouxe uma revista com o Sr. Incrível na capa; já Os Incríveis (2004) mostrava um carro igualzinho ao Doc Hudson de Carros (2005).

De forma mais escondida, a sombra de Doug, de Up – Altas Aventuras (2009), apareceu em Ratatouille (2007); enquanto Lotso, vilão de Toy Story 3 (2010), fez uma aparição no quarto de uma menina no próprio Up.

De acordo com o youtuber Seamus Gorman, obcecado pela Pixar. O rapaz entrevistou Brad Bird, Nicole Paradis Grindle e John Walker que disseram que a sequência de Os Incríveis traz um novo personagem de Toy Story 4, que não estava nos três primeiros filmes.

Pensando nisso — e que tal personagem provavelmente fosse um brinquedo (considerando 90% dos personagens de Toy Story) — Gorman procurou incansavelmente nas cenas Os Incríveis 2 para encontrar um brinquedo e foi bem sucedido.

A animação sobre a família Pera traz dois brinquedos: um ursinho de pelúcia (que por ser marrom e genérico, e Toy Story 3 já ter tido um vilão urso, provavelmente não é o personagem citado) e um boneco de “uniforme” prateado, que se parece bastante com os personagens de Toy Story. Considerando que conhecemos todos os mocinhos da animação que será lançada ano que vem, é possível que esse seja um novo vilão do filme.

Imagem vilão toy storie

Toy Story 4 está previsto para chegar aos cinemas no dia 20 de junho de 2019.

Brasil entra na rota de Brie Larson para a divulgação de “Capitã Marvel”

Brasil entra na rota de Brie Larson para a divulgação de “Capitã Marvel”

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Brie Larson como Capitã Marvel (Foto: Divulgação)

A CCXP 2018 teve confirmada na última sexta-feira (9) mais uma atração de peso para seus painéis. De acordo com as informações da Disney e da convenção, a atriz Brie Larson, intérprete da Capitã Marvel nas telonas, estará no Brasil para divulgação do longa, que estreia no primeiro semestre de 2019 (a previsão é para março, mais precisamente).

Brie Larson foi confirmada como Carol Danvers, a Capitã Marvel, em julho de 2016. Pouco tempo antes ela havia conquistado um Oscar de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”.

A versão tupiniquim da Comic Con, que vai de 6 a 9 de dezembro, sediará painel com Larson no dia 8 de dezembro. A atração acontece em São Paulo, na São Paulo Expo. Além da atriz, outros dos headliners anunciados pela convenção são Michael B. Jordan (divulga Creed II em 9 de dezembro) e Zachary Levi (divulga Shazam! também no último dia).