Produzido por J.J. Abrams, ‘Operação Overlord’ será exibido no Festival do Rio

Produzido por J.J. Abrams, ‘Operação Overlord’ será exibido no Festival do Rio

(L) Jovan Adepo as Boyce in the film, OVERLORD by Paramount Pictures

Distribuído pela Paramount Pictures, filme chega ao circuito comercial dia 8 de novembro

OPERAÇÃO OVERLORD” (OVERLORD), terror produzido por J.J. Abrams (Star Trek, Lost, Star Wars), será exibido na mostra internacional do Festival do Rio, que acontece de 1º a 11 de novembro. O longa será exibido nos dias 5 e 6 de novembro e chegará ao circuito comercial no dia 8 de novembro.

Dirigido por Julius Avery, o filme traz como mote a história de um grupo de paraquedistas americanos que, durante uma missão na Segunda Guerra Mundial, descobre que o inimigo é muito pior do que pensava. “OPERAÇÃO OVERLORD” chega ao circuito comercial no dia 8 de novembro.

– Tudo começou com um incrível roteiro escrito por Billy Ray. O que eu mais gostei sobre a proposição foi que ela pegava um filme clássico da Segunda Guerra Mundial e o esmagava, tornando-o um monstruoso filme de terror. Esta é uma mistura muito original. A ideia da coexistência destes dois gêneros dava a impressão de que poderia ser transformada em uma aventura incrivelmente intensa e divertida – conta J.J. Abrams.

Com roteiro de Billy Ray e Mark L. Smith, o filme reúne no elenco os atores Jovan Adepo, Wyatt Russell, Pilou Asbæk, Mathilde Ollivier, John Magaro, Iain de Caestecker.

Confira a programação no site: www.festivaldorio.com.br

Sobre a Paramount Pictures Corporation
A Paramount Pictures Corporation (PPC), uma importante produtora e distribuidora global de entretenimento filmado, é uma unidade da Viacom (NASDAQ: VIAB, VIA), casa de marcas globais famosas que cria emocionantes programas de televisão, filmes de longa-metragem, conteúdo de curta-metragem, apps, jogos, produtos de consumo, experiências nas mídias sociais e outros conteúdos de entretenimento para audiências de mais de 180 países.
Netflix lança pôster final do longa Roma

Netflix lança pôster final do longa Roma

Roma 3A Netflix divulgou o pôster final de Roma, novo filme do diretor Alfonso Cuarón, de Gravidade, e que está cotadíssimo para o Oscar 2019. Veja a arte mais abaixo.

Ambientada no México, Roma gira em torno de uma jovem trabalhadora doméstica, Cleo (Yalitza Aparicio), que trabalha para uma família de classe média. Cercada pelos seus colegas de trabalho, família e filhos, Cleo luta para encontrar a felicidade em um ambiente de amor e solidariedade dentro de sua comunidade, tudo enquanto enfrenta os problemas da hierarquia social e os preconceitos sofridos pela sua classe.

Roma é o primeiro longa de Alfonso Cuarón desde que ganhou o Oscar de Melhor Diretor por Gravidade. O diretor também assina o roteiro.

O filme é produzido por Gabriela Rodriguez, Nicolás Celis e pelo próprio Alfonso Cuarón. Roma será lançado na Netflixapós sua estreia no Festival de Veneza.

Roma tem previsão de lançamento na plataforma de streaming para dezembro. Antes disso, o filme será exibido na Mostra SP.

 

Por Anna  Barros

 

Caixa Cultural recebe Mostra de filmes espanhóis que driblaram a Ditadura de Franco

Caixa Cultural recebe Mostra de filmes espanhóis que driblaram a Ditadura de Franco

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 30 de outubro a 11 de novembro de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra Os filmes que driblaram a censura de Franco. Na programação, com curadoria da espanhola Marta Sánchez, 12 longas-metragens espanhóis pouco vistos no Brasil e três encontros sobre a importância histórica e estética da produção no período. O projeto tem apoio do Ministério da Cultura da Espanha (por meio do Instituto de Cine y Artes Audiovisuales), da Embaixada da Espanha e do Instituto Cervantes.

Pouco se conhece no Brasil sobre o cinema espanhol produzido durante o longo período em que Francisco Franco esteve no poder (1939-1975). Entre o cinema surrealista de Buñuel e as cores da Espanha contemporânea de Almodóvar, existe uma produção importante, realizada muitas vezes em condições adversas. Durante a ditadura franquista, surgiram ou se consolidaram cineastas como Juan Antonio Bardem, Luis García Berlanga, Carlos Saura e outros, que nem sempre tiveram o reconhecimento que mereciam.

“Entre Buñuel e Dalí (Un perro andaluz,1929) e o primeiro filme de Almodóvar (Pepi, Luci e Bom, 1980), muitos diretores desenvolveram uma gramática audiovisual que seria usada por cineastas espanhóis posteriormente”, observa a curadora Marta Sánchez. “Depois da Guerra Civil, dos anos do regime de Franco até a chegada da democracia, esses cineastas burlaram a censura e conseguiram falar sobre problemas, esperanças e decepções da sociedade em que viviam. A mostra homenageia a liberdade de expressão e a coragem e inteligência dos que souberam encontrar maneiras alternativas de se expressar para satisfazer a censura sem abandonar os temas que queriam tratar.”

A censura oficial no cinema espanhol entrou em vigor um ano após o golpe militar de 1936, que desencadeou uma guerra civil de três anos. Mesmo com algumas mudanças nas leis, a censura estabelecida se manteve até bem depois da morte de Franco, em 1975. A mostra reúne 12 filmes desse período, que serão exibidos em formato digital. “Com exceção de Viridiana, os filmes são todos de difícil acesso no Brasil e não estão disponíveis em versões digitais brasileiras ou nas cinematecas locais”, explica Julia Dias, coordenadora da mostra. “Neste momento político do Brasil, em que o conservadorismo tem ganhado espaço e expressões artísticas têm sido ameaçadas por visões morais e religiosas, é especialmente importante discutir as questões trazidas na mostra”, completa.

Atividades extras:

Como parte da programação, serão realizados três encontros durante a mostra, com a curadora Marta Sánchez, os professores de cinema Ángel Diez (Escola Darcy Ribeiro) e Patrícia Rebello (UERJ), o filósofo Alexandre Costa (UFF) e a historiadora Samantha Quadrat (UFF), que discutirão tanto a importância da produção apresentada quanto as relações entre cinema e política, em especial durante contextos autoritários.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

Programação:

30 de outubro (terça-feira)

17h – Furtivos (1975), de José Luis Borau, 82 min, Blu-ray, 18 anos

19h – Bem-vindo, Mister Marshall! (1952), de Luis García Berlanga, 78 min, Blu-Ray, Livre

31 de outubro (quarta-feira)

17h – Morte de um ciclista (1955), de Juan Antonio Bardem, 84 min, Blu-Ray, 18 anos

19h – O espírito da colmeia (1973), de Víctor Erice, 98 min, Blu-Ray, Livre

1º de novembro (quinta-feira)

17h – A caça (1965), de Carlos Saura, 88 min, Blu-Ray, 18 anos

18h50 – A tia Tula (1964), de Miguel Picazo, 107 min, Blu-Ray, 18 anos

2 de novembro (sexta-feira)

15h – Nove cartas a Berta (1965), de Basílio Martín Patino, 95 min, digital, Livre

17h – Masterclass Calar dizendo, dizer calando – Cinema sob censura, com Marta Sanchez

19h10 – Viridiana (1961), de Luis Buñuel, 90 min, Blu-Ray, 18 anos

3 de novembro (sábado)

14h30 – O espírito da colmeia (1973), de Víctor Erice, 98 min, Blu-Ray, Livre

16h30 – Sulcos (1951), de José Antonio Nieves Conde, 100 min, Blu-Ray, Livre

19h – Furtivos (1975), de José Luis Borau, 82 min, Blu-ray, 18 anos

4 de novembro (domingo)

16h – A tia Tula (1964), de Miguel Picazo, 107 min, Blu-Ray, 18 anos

18h30 – Morte de um ciclista (1955), de Juan Antonio Bardem, 84 min, Blu-Ray, 18 anos

6 de novembro (terça-feira)

17h – O carrasco (1963), de Luis García Berlanga, 91min, Blu-Ray, 18 anos

19h – O Crime de Cuenca (1979), de Pilar Miró, 88 min, Blu-Ray, 18 anos

7 de novembro (quarta-feira)

17h – Debate O nuevo cine espanhol e outras estéticas de resistências, com os professores de cinema Ángel Diez (Escola Darcy Ribeiro)** e Patrícia Rebello (UERJ)

19h10 – A caça (1965), de Carlos Saura, 88 min, Blu-Ray, 18 anos

8 de novembro (quinta-feira)

17h – Viridiana (1961), de Luis Buñuel, 90 min, Blu-Ray, 18 anos

19h – Minha querida senhorita (1971), Jaime de Armiñán, 84 min, Blu-Ray, 12 anos

9 de novembro (sexta-feira)

17h – Bem-vindo, Mister Marshall! (1952), de Luis García Berlanga, 78 min, Blu-Ray, Livre

19h – Nove cartas a Berta (1965), de Basílio Martín Patino, 95 min, digital, Livre

10 de novembro (sábado)

15h – O Crime de Cuenca (1979), de Pilar Miró, 88 min, Blu-Ray, 18 anos

17h – Debate Cinema, censura e memória ontem e hoje, com o filósofo Alexandre Costa (UFF) e a historiadora Samantha Quadrat (UFF)

19h10 – O carrasco (1963), de Luis García Berlanga, 91min, Blu-Ray, 18 anos

11 de novembro (domingo)

16h – Minha querida senhorita (1971), Jaime de Armiñán, 84 min, Blu-Ray, 12 anos

18h – Sulcos (1951), de José Antonio Nieves Conde, 100 min, Blu-Ray, Livre

 

Por Anna Barros

Cineart Filmes terá três filmes exibidos no Festival do Rio 2018

Cineart Filmes terá três filmes exibidos no Festival do Rio 2018

Distribuidora conta também com um filme selecionado para a 42ª Mostra de Cinema em São Paulo

A Cineart Filmes terá três filmes na programação oficial do Festival do Rio 2018, que acontece de 1º a 11 de novembro.

“Esse ano marca um crescimento muito importante para a Cineart Filmes. Com um line up de qualidade e através de uma curadoria cuidadosa, estivemos no Festival Varilux, com o segundo filme mais vistos do Festival, 50 são os novos 30, apostamos em um filme brasileiro que foi um dos mais comentados do Festival de Brasília, LUNA, dirigido por Cris Azzy, que estará na Premiere Brasil, no Festival do Rio com outros dois filmes internacionais adquiridos pela Cineart, o romance Entre Tempos e SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS, um filme lindo e emocionante que também estará na Mostra de São Paulo”, afirma Thais Henriques, a frente da distribuidora.

FILMES

Dirigido por Cris Azzi, o longa-metragem LUNA foi selecionado para participar da mostra competitiva Novos Rumos, que acontece de 1º e 11 de novembro. A história da Luana (Eduarda Fernandes) e de seu encontro com Emília (Ana Clara Ligeiro) atravessa temas como a descoberta da sexualidade feminina associada à autoexposição favorecida pelas novas mídias, a busca por novas experiências, por pertencimento e autoafirmação.

Direção e Roteiro: Cris Azzi
Produção:  Delícia Filmes E Urucu
Produzido Por: Cris Azzi, Elias Ribeiro, Cait Pansegrouw
Elenco: Eduarda Fernandes, Ana Clara Ligeiro, Lira Ribas, Hewrison Ken, Matheus Soriedem, Manu Maria, Guto Borges
Duração : 89 Minutos
Gênero: Drama
Ano: 2018

Já o romance dramático ENTRE TEMPOS (RICORDI?), de Valerio Mieli, é uma longa história de amor, vista através das memórias de um jovem casal: lembranças moldadas por humores, por diferentes perspectivas e pelo próprio tempo. A jornada através dos anos de duas pessoas, unidas, divididas, felizes, infelizes, profundamente apaixonadas entre si ou apaixonadas por outros, num único fluxo de emoções e nuances de sentimentos.

Direção: Valerio Mieli
Produção: Angelo Barbagallo, Laura Briand
Elenco: Linda Caridi, Luca Marinelli, Giovanni Anzaldo, Camilla Diana, Anna Manuelli, Eliana Bosi
Duração: 106 min
Gênero: romance, drama
País: Itália
Ano: 2018

Outro filme já confirmado no Festival e que também estará na 42ª Mostra Internacional de Cinema é a coprodução entre Sérvia e Macedônia, SHADE – ENTRE BRUXAS E HERÓIS (THE WITCH HUNTERS), de Rasko Miljkovic. Na trama, Jovan (Mihajlo Milavic) é um menino de 10 anos como espécie de paralisia cerebral que pensa ser invisível, especialmente, aos olhos de seus pais e colegas de classe. Em seu mundo, ele é livre para ser quem ele quiser e possui superpoderes de herói. Porém, um dia conhece a corajosa e determinada Milica (Silma Mahmuti), que desmonta os muros que Jovan construiu ao seu redor e o convida a se juntar a ela numa aventura da vida real: livrar seu pai de sua nova esposa, quem ela acredita ser uma bruxa.

Direção: Rasko Miljkovic
Roteiro: Marko Manojlovic, Milos Kreckovic
Elenco: Mihajlo Milavic, Silma Mahmuti
Duração: 86 min
Gênero: Família
País: Sérvia, Macedônia
Ano: 2018

SOBRE A CINEART FILMES

A Cineart Filmes é uma distribuidora 100% brasileira e independente que tem, como principal objetivo, compartilhar conteúdos audiovisuais de alta qualidade. Trabalhando tanto com obras nacionais quanto internacionais, independentemente do gênero, o nosso compromisso é sempre o de oferecer cultura e entretenimento de qualidade ao maior número de pessoas possível. Para isso, além de valorizar o cinema nacional e abrir espaço para as produções regionais, a Cineart Filmes participa dos maiores festivais e feiras de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Berlim e AFM.

Nossa intenção é de alcançar cada vez mais o mercado exibidor e as redes de distribuição, sempre buscando conteúdos diversificados e de qualidade dentro e fora do Brasil. Assim, com ética nas relações e compromisso com os parceiros, vamos ampliando as nossas fronteiras, fortalecendo a indústria audiovisual no Brasil e no mundo, levando mais longe a magia do cinema.
Preocupada em trabalhar sempre com conteúdos de alta qualidade, a Cineart busca um relacionamento próximo com os seus parceiros produtores desde as etapas iniciais dos projetos, acreditando que esse envolvimento contribui para o sucesso comercial do projeto, através da elaboração de planejamentos específicos e cuidadosamente pensados para cada trabalho, procurando traçar o perfil e o tamanho ideal de cada lançamento.

Premiado filme Azougue Nazaré estreia no Brasil

Premiado filme Azougue Nazaré estreia no Brasil

Produtor dos premiados “Aquarius” e “Boi Neon”, o cineasta Tiago Melo estreará o longa “AZOUGUE NAZARÉ” na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival do Rio, onde foi selecionado para a mostra competitiva da Première Brasil. Ganhador do prêmio “Bright Future Award” no Festival de Cinema de Roterdã, o filme conta a história de diversos acontecimentos misteriosos que assombram os moradores de Nazaré da Mata, município de Pernambuco.

Com a religião também em pauta, o longa mergulha no universo do Maracatu Rural, uma tradicional manifestação da cultura popular brasileira que surgiu com a mistura de danças e religiões de matriz africana trazidas pelos povos escravizados no Brasil. A trama se passa num imenso canavial onde um Pai de Santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos, que ganham poderes, incorporam entidades e desaparecem. Enquanto isso, numa casa isolada, mora o casal Catita e Irmã Darlene. Ele esconde que participa do Maracatu, e ela é fiel da igreja do Pastor Barachinha,  um antigo mestre de maracatu convertido à religião evangélica, que se vê na missão de evangelizar toda a cidade.

Segundo o diretor, o filme rompe com a visão habitual da cultura popular. “Ele desmistifica o dia a dia dos maracatuzeiros, trazendo emoções e desejos de pessoas por trás das fantasias, confrontando a ideia de uma manifestação parada no tempo, com o uso funcional de tecnologias e das redes sociais, que naturalmente facilitam a comunicação”, diz. O elenco se destaca com a interpretação e atuação de mais de sessenta integrantes do Grupo de Maracatu, que fortalece a narrativa do filme ao acompanhar personagens fictícios envolvidos em questões reais e contemporâneas, a tensão religiosa e a expectativa do carnaval.

O filme foi exibido em mais de 20 festivais em todo o mundo e, além de Roterdã, levou prêmio de Melhor Direção no BAFICI 2018, Menção Honrosa no Lima Independiente Film Festival 2018 e o Prêmio da Crítica no Festival de Toulouse. Em breve será exibido em outros festivais, como Festival de Cine La Orquidea, no Equador; Duhok International Film Festival, no Iraque; Festival Internacional de Cine de Morelia, no México; Mumbai Film Festival, na Índia; e Geneva International Film Festival, na Suíça.

Sinopse:

Num imenso canavial que parece não ter fim, numa casa isolada, moram o casal Catita e Irmã Darlene. Catita esconde que participa do Maracatu. Darlene é fiel da igreja do Pastor Barachinha, um antigo mestre de maracatu convertido à religião evangélica, que se vê na missão de expulsar o demônio do Maracatu, evangelizando toda a cidade. Em meio ao canavial, um Pai de Santo pratica um ritual religioso com cinco caboclos de lança. Os caboclos ganham poderes, incorporam entidades e desaparecem. A cidade de Nazaré da Mata testemunha acontecimentos misteriosos.

Festivais e Prêmios:

International Film Festival Rotterdam 2018 (Bright Future Award);
Cinélatino – 30º Rencontres de Toulouse (French Critic’s Award // Prix SFCC de Toulouse);
Festival of African, Asian and Latin American Cinema 2018;
New Directors/New Films Festival 2018;
BAFICI 2018 (Best Director Award // Premio FEISAL Best Film);
MOOOV Film Festival 2018;
Visionär Film Festival 2018;
Lima Independiente Film Festival 2018 (Mención Honrosa Competencia Iberoámerica Ahora);
Edinburg International Film Festival 2018;
Transatlantyk Festival 2018;
Taoyuan Film Festival 2018;
Queer Lisboa 2018;
Festival de Cine Latinoamericano de La Plata 2018;
Gran Prix Ostrava Kamera Oko 2018;
Third Horizon Film Festival 2018.

Ficha Técnica

Diretor: Tiago Melo
Elenco: Valmir do Côco, Joana Gatis, Mestre Barachinha, Mohana Uchôa e Edilson Silva
Produtor: Leonardo Sette
Produtoras: Lucinda Filmes e Urânio Filmes
Roteiro: Tiago Melo e Jeronimo Lemos
Diretor de Fotografia: Gustavo Pessoa
Diretor de Arte: Ananias de Caldas
Mixagem – Carlos Montenegro
Desenho e Edição de Som – Guga S. Rocha e Marina Silva
Som Direto – Tiago Campos e Phelipe Joannes
Montagem: André Sampaio
Trilha Sonora: Tomaz Alves Souza e Mestre Anderson

Sobre o diretor:

Tiago Melo é um dos profissionais mais atuantes do cinema brasileiro, tendo trabalhado em diversos curtas e mais de 20 longas-metragens. Nasceu no Recife em 1984 e iniciou sua carreira artística no teatro em 1999. Em 2007 participou do curso “A Construção Dramática” na Escuela Internacional de Cine y Televisión em San Antonio de los Baños, Cuba. Como Produtor, destacamos o curta “Sem Coração”, ganhador do “Prix illy du court métrage” na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes em 2014, “Boi Neon”, premiado nos festivais de Veneza, Toronto, Hamburgo, Warsaw e Rio de Janeiro, e o premiado “Aquarius” de Kleber Mendonça Filho, com estreia na seleção oficial de Cannes e premiado em mais de 20 festivais. Na Direção, Tiago assina o curta-metragem “Urânio Picuí” e o longa metragem de ficção Azougue Nazaré.

Filmografia:

Urânio Picuí – documentário, 15′, 35mm, 2012
Azougue Nazaré – ficção, 82′, DCP, 2018

Bio Lucinda Filmes:

Fundada por Leonardo Sette, a Lucinda Filmes vem se consolidando como uma importante produtora brasileira. “Poucos Raivosos”, dirigido por Isabel Penoni e Leonardo Sette, estreou em 2012 na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, e participou de diversos festivais nacionais e internacionais, com destaque para o prêmio de Melhor Filme (Bill Douglas Award) no Glasgow Short Film Festival. Outro destaque é a distribuição do longa “As Hiper Mulheres”, também dirigido por Leonardo Sette, que foi exibido nos festivais de Roterdã, Toulouse, Berlin (NATIVe programme), entre outros. A Lucinda é também produtora associada do longa “Ventos de Agosto” de Gabriel Mascaro, que teve estreia mundial no Festival de Locarno em 2014, onde recebeu Menção Especial do Júri. “Ventos de Agosto”,  viajou por mais de 30 festivais internacionais, onde destacamos os prêmios de Melhor Filme no Festival  de Amiens e no Festival de Istambul.

Bio Urânio Filmes:

A Urânio Filmes é uma produtora independente brasileira com sede na cidade do Recife com foco na produção e supervisão musical de obras audiovisuais. Fundada pelo Produtor/Diretor Tiago Melo e pelo Produtor Gustavo Montenegro, a empresa atualmente se dedica a distribuição do longa-metragem de ficção “Azougue Nazaré” (direção e roteiro de Tiago Melo); à pré-produção do longa-metragem de ficção “Yellow Cake” (direção e roteiro de Tiago Melo); e aos desenvolvimentos do longa documental Um Romance Que Ninguém Leu” (direção de Gustavo Montenegro) e do longa de ficção “Estrada Irineu Serra” (direção de Tiago Melo em parceria com Pedro Sotero).

Por Anna Barros