Everybody Knows abre o Festival de Cannes 2018

Everybody Knows abre o Festival de Cannes 2018

A coprodução espanhola “Everybody Knows” (Todos Lo Saben), novo trabalho do diretor iraniano Asghar Farhadi (de “O Apartamento” e “À Procura de Elly”), abre na próxima terça-feira, dia 8 de maio, a 71ª edição do Festival de Cannes. Estrelado pelos atores Penélope Cruz, Javier Bardem, Bárbara Lennie, Ricardo Darín, Eduard Fernández e Inma Cuesta, o longa também concorre à Palma de Ouro e integra a competição oficial do evento. No Brasil, a produção terá distribução Paris Filmes.

O diretor Asghar Farhadi volta a Cannes depois de “O Apartamento” (The Salesman), premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2017 e vencedor dos prêmios de Melhor Ator e Melhor Roteiro no Festival de Cannes 2016. Asghar Farhadi também ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2012, com “A Separação”.

Filmado inteiramente em espanhol, “Everybody Knows” foi rodado na Espanha, na cidade de Torrelaguna e em outros locais de Madri e Guadalajara.

 Este thriller psicológico acompanha Laura (Penélope Cruz) de Buenos Aires à sua cidade natal, na Espanha, onde ela viaja para participar de uma festa. O passeio que deveria ter sido uma breve visita familiar será afetado por eventos inesperados que mudarão muitas vidas para sempre.

Por Anna Barros

 

Poltrona Séries Especial: Le Chalet/Anna Barros

Poltrona Séries Especial: Le Chalet/Anna Barros

A série é francesa, da Netflix. Minha irmã Renata foi quem descobriu, O gênero é suspense/terror.

Era para ser uma reunião de verão em um chalé afastado. Mas estes amigos caíram em uma cilada mortal que vai revelar um segredo obscuro do passado. Demoramos a descobrir quem está matando as pessoas reunidas no chalé. Só sabemos que o perigo está lá fora. Elas só ficam protegidas dentro do chalé. O roteiro é bem amarrado, intrigante e mescla com situações em flashback. Há um retorno no tempo de 20 anos. A família de um escritor Jean-Louis decide se mudar para um chalé num vilarejo aos pés dos Alpes Franceses para que ele recupere a inspiração perdida, já que o lugar é demasiadamente calmo, um tédio. Ele conhece a dona de um bar, Muriel, que acaba virando sua amante. Eles prometem um ao outro que se um deles ganhar na loteria leva o outro para uma viagem em redor do mundo. Muriel faz o bilhete e este acaba premiado. Christine, a segunda mulher de Philippe, irmão de Muriel, acaba descobrindo o que aconteceu e ela junto com Etienne e Philippe decidem matar Jean-Louis e ua família.  Convencem Muriel, que está magoada porque Jean termina o caso com ela dizendo ainda amar a esposa. Eles invadem a casa sorrateiramente e antes do massacre, Muriel, ao ver que Jean escreve o livro cujo título é o nome dela, muda de ideia, mas é tarde demais. O casal é assassinado. Mas os filhos Julien e Amelie fogem.

Vinte anos depois com o propósito de celebrar o casamento de Laurent, filho de Philippe, os amigos do vilarejo se encontram, sem nem imaginar quem está promovendo a matança. Um a um, todos acabam morrendo de forma cruel, e no final restam poucos.  Sebastién, que nutre uma paixão obsessiva por Alice, a mocinha da história, acaba levando a culpa de tudo por um esquema de vingança. Tem que ver a série para descobrir de quem. Ele acaba numa clínica psiquiátrica porque a sua história acaba sendo bem diferente do que a polícia francesa acaba  descobrindo.

Não falarei quem engendra e executa o crimes para não estragar. A série te envolve do início ao fim com uma excelente trama, boas interpretações e um visual de tirar o fôlego. Até a musiquinha da abertura é macabra.

São seis episódios de um baita thriller psicológico. Para ver e rever! Super recomendo!

Cotação: 4,5 poltronas/5 poltronas

Festival Ecrã traz ao Rio filmes premiados e inéditos

Festival Ecrã traz ao Rio filmes premiados e inéditos

Segunda edição do Festival Ecrã traz ao Rio filmes premiados e destaques de mostras internacionais com entrada gratuita.

Quando se pensa em cinema experimental, logo vem à mente filmes desconexos, contemplativos e não narrativos. O Festival Ecrã foi criado em 2017 com a proposta de questionar essa natureza e escolher filmes, narrativos ou não, que experimentam em forma e linguagem sem que necessariamente estejam sobre os rótulos de cinema “experimental” e “vídeo arte”.

Para sua segunda edição, o Ecrã escolheu filmes premiados e selecionados em grandes festivais nacionais e internacionais, além de filmes inéditos e de diretores consagrados, como os casos de Equinócio de Primavera e Equinócio de Outono, do cineasta James Benning, ainda inéditos no Brasil, e Landscape, mais novo curta-metragem do expoente do cinema de invenção Luiz Rosemberg Filho, que apresentará o filme durante o festival. Inédito no Brasil, Mundo Sem Fim (Sem Incidentes Reportados), do realizador Jem Cohen, fará parte do Festival Ecrã. Assim como o curta-metragem O Espírito da Noite, de  Manfredo Manfredini, que, volta ao cinema após vinte anos.

Da última edição do Festival de Berlim, o Ecrã exibirá O Raro Evento, da aclamada dupla de cineastas experimentais Ben Rivers e Ben Russel. Também fazem parte da programação a polêmica experiência de O Cavaleiro das Ruínas, de Pierre-Luc Vaillancourt; o vencedor das últimas edições do Indie Lisboa e do Olhar de Cinema, El Mar La Mar, de J.P Sniadecki e Joshua Bonnetta; e os curtas-metragens: Catálogo e Catálogo Volume 6, da consagrada videoartista Dana Berman Duff. O destaque do BAFICI deste ano, 1048 Luas, dirigido pela francesa Charlotte Serrand também faz parte da seleção.

Do animador e designer de filmes de animação da Pixar e Dreamworks, Luis Grane exibirá seu curta Pachinko, selecionado para diversos festivais pelo mundo. Outro curta premiado é Um Quarto, filme de Hong Kong dirigido por Chong Ming, que passou por mais de cinquenta festivais pelo mundo. O diretor Peter Azen virá ao Rio para apresentar seu longa-metragem Cacaya, exibido recentemente no Festival de Montreal. O longa dividirá a sessão com o curta-metragem Solon, da diretora mineira Clarissa Campolina.

A Irlanda é um dos grandes destaques do evento, com três filmes: da Experimental Film Society, o Ecrã exibirá os filmes Ilhas Fantasmas de Rouzbeh Rashidi e Por Dentro da dupla Vicky Lagan e Maximilian Le Cain, além do neo-noir Reino Animal de Dean Kanavagh.

O Festival Ecrã também traz para o Rio destaques de festivais nacionais: Imo de Bruna Schelb Corrêa, exibido na última Mostra de Tiradentes; Sleep Has Her House, do inglês Scott Barley, premiado como melhor filme no Festival Fronteira em 2017; Buraco Negro, de Helena Lessa e Petrus de Bairros, e Não Me Fale Sobre Recomeços, de Arthur Tuoto, destaques da Mostra do Filme Livre.

Montadora de relevantes longas brasileiros, Karen Akerman exibirá Confidente, curta-metragem co-dirigido com Miguel Seabra. O mestre argentino Raul Perrone também estará no Festival Ecrã com Cump4rsit4, um filme de guerra e também sobre o cinema dos anos 20 e 30. O documentarista Eduardo Makoszay exibirá Rochas em Formas de Vento, indicado ao grande prêmio do Jihlava International Documentary Festival.

O evento ainda promoverá o debate da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine sobre as bordas que separam o realismo e o formalismo do cinema dito “experimental” e o “convencional”, com os críticos Camila Vieira e Filipe Furtado, mediado pelo curador Pedro Tavares. O saguão da Cinemateca também receberá filmes exibidos de forma inusitada, completando a programação.

O Festival Ecrã acontece entre os dias 17 e 22 de julho na Cinemateca do MAM no Rio de Janeiro, com entrada gratuita, e tem apoio da Universidade Estácio de Sá, Defei.to, Ribas – Foto e Vídeo e Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine. A realização é da 5D Magic e da Cinemateca do MAM.

Confira a lista completa de filmes do 2º Festival Ecrã:

LONGAS-METRAGENS SELECIONADOS

1048 LUAS (1048 Lunes, França, 2017) Direção: Charlotte Serrand. 60 min.

BURACO NEGRO (idem, Brasil, 2018) Direção: Helena Lessa e Petrus de Bairros. 70 min.

CACAYA (idem, EUA, 2017) Direção: Peter Azen. 79 min.

CUMP4RSIT4 (idem, Argentina, 2017) Direção: Raul Perrone. 77 min.

EL MAR LA MAR (idem, EUA, 2017) Direção: J.P Sniadecki e Joshua Bonnetta. 94 min.

EQUINÓCIO DE OUTONO (Fall Equinox, EUA, 2016) Direção: James Benning. 63 min.

EQUINÓCIO DE PRIMAVERA (Spring Equinox, EUA, 2016) Direção: James Benning. 64 min.

ILHAS FANTASMAS (Phantom Islands, Irlanda, 2018) Direção: Rouzbeh Rashidi. 86 min.

IMO (idem, Brasil, 2018) Direção: Bruna Schelb Corrêa. 67 min..

MUNDO SEM FIM (SEM INCIDENTES REPORTADOS) (World Without End (No Incidents Reported, EUA, 2016) Direção: Jem Cohen. 60 min.

NÃO ME FALE SOBRE RECOMEÇOS (idem, Brasil, 2016) Direção: Arthur Tuoto. 70 min.

POR DENTRO (Inside, Irlanda, 2017) Direção: Vicky Lagan e Maximilian Le Cain. 70 min.

REINO ANIMAL (Animal Kingdom, Irlanda, 2017) Direção: Dean Kavanagh. 120 min.

SLEEP HAS HER HOUSE (idem, Reino Unido, 2017) Direção: Scott Barley. 90 min

MÉDIAS-METRAGENS SELECIONADOS

O CAVALEIRO DAS RUÍNAS (Ruins Rider, Canadá/Montenegro, 2017) Direção: Pierre-Luc Vaillaincourt. 49 min.

O RARO EVENTO (The Rare Event, Suíça/França/Reino Unido, 2018) Direção: Ben Rivers e Ben Russel. 48 min.

ROCHAS EM FORMA DE VENTO (Rocas en forma de viento, México/Argentina/Islândia, 2017) Direção: Eduardo Makoszay. 44 min.

CURTAS-METRAGENS SELECIONADOS

Catálogo (Catalogue, EUA, 2014). Direção: Dana Berman Duff. 7 min.

Catálogo Vol. 6 (Catalogue Vol. 6, EUA, 2016) Direção Dana Berman Duff. 11min.

Confidente (idem, Brasil, 2016) Direção: Karen Akerman e Miguel Seabra. 12 min.

O Dilema do Porco Espinho (Il Dilemma dell’istrice, Itália, 2016) Direção: Emanuele Dainot e Alessandro G. Capuzzi 8 min.

Ecstasy (idem, China, 2015) Direção: Di Hu. 12 min.

O Espírito da Noite (Lo Spiritto de la Notte, Itália, 2018) Direção: Manfredo Manfredi 12 min.

Esses Dias de Claridade (idem, Brasil, 2018) Direção: Gabriel Papaléo. 9 min.

Fluxorama (idem, Brasil, 2018) Direção: Wilson Oliveira Jr. e José Guindane. 9 min.

Hic (idem, Brasil, 2017) Direção: Alexander dos Santos Buck. 15 min.

Landscape (idem,Brasil,2017) Direção: Luiz Rosemberg Filho. 16min.

Mvi (idem, Brasil, 2018) Direção: Coletivo Olhares. 20 min.

Pachinko (idem, Estados Unidos/Japão, 2017) Direção: Luis Grane 4 min.

Pensamento Intenso (Wishful Thinking, Canadá, 2017) Direção: Allan Brown. 13 min

Um Quarto (A Room, Hong Kong, 2016) Direção: Chong Ming 22 min.

Rock das Galinhas (idem, Brasil, 2017) Direção: Marco Antônio Pereira. 2min.

Seaworld (idem, Reino Unido, 2015) Direção: Hing Tsang. 19 min.

Solo (Soil, Turquia, 2017) Direção: Alican Durbas 18 min.

Solon (idem, Brasil, 2016) Direção: Clarissa Campolina. 16 min.

A Sombra do seu Sorriso (The Shadow of Your Smile, Rússia, 2014) Direção: Alexei Dmitriev 3 min.

Vortex (idem, Portugal, 2017) Direção: Alexandre Alagôa 9 min.

XCTRY (idem, EUA, 2018) Direção: Bill Brown 6min.

Serviço:

2º Festival Ecrã

De 17 a 22 de julho de 2018

Cinemateca do MAM – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Praia do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ

www.festivalecra.com.br

www.facebook.com/festivalecra

www.instagram.com/festivalecra

Entrada gratuita.

Programação em breve.

“Comboio de Sal e Açúcar”, do premiado diretor Licínio Azevedo, ganha novo trailer

“Comboio de Sal e Açúcar”, do premiado diretor Licínio Azevedo, ganha novo trailer

Comboio de Sal e Açúcar”, do premiado diretor Licínio Azevedo, que estreia dia 07 de junho, divulgou novo trailer.  O longa foi premiado, em Los Angeles, no 26ºPAFF – The Pan African Film & Arts Festival, em Fevereiro de 2018 . O diretor Licínio Azevedo recebeu, com este filme, o seu terceiro prémio de Melhor Diretor de Ficção. Já havia recebido o mesmo prémio no 38º Festival Internacional de Cinema do Cairo e no Festival Africano de Khouribga em Marrocos. Confira o trailer:

O filme também conquistou o Tanit de Ouro para Melhor Longa-Metragem de Ficção no Festival de Carthage, na Tunisia, onde também recebeu o prémio para Melhor Imagem, o Prémio da Federação Internacional de Críticos de Cinema e o da Federação Africana de Críticos Cinematográficos. No Festival de Cinema de Johannesburg foi premiado como o Melhor Filme e, na sua estreia internacional, no Festival de Locarno, um dos mais antigos e importantes do mundo, foi o grande vencedor do Prémio da Crítica Independente italiana, o Boccalino d’Oro, na categoria de melhor produção, “por ser um filme que assinala a capacidade que o cinema africano tem de enamorar o grande público” (Ticino Today).

O longa “Comboio de Sal e Açúcar” é baseado no livro homônimo do diretor. O filme se passa em Moçambique, em plena guerra civil, onde um trem, que liga Nampula (província do Norte de Moçambique junto ao oceano Indico) ao Malawi, atravessa uma perigosa zona de guerra. Esta viagem é a única esperança para centenas de pessoas dispostas a arriscar a própria vida numa viagem para garantir sua subsistência, indo trocar sal por açúcar no país vizinho. Trafegando por trechos da linha de trem completamente sabotados, a jovem enfermeira Rosa, que está a caminho de um hospital onde irá trabalhar, conhece o Tenente Taiar, que tem como missão conduzir todos a salvo. Uma estória de amor em tempos de guerra a bordo de um comboio de mercadorias, que leva além de pessoas, sonhos.

“Comboio de Sal e Açúcar” participou dos festivais War on Screen, França– 2016; Seleção Oficial do Festival do Rio de Janeiro, 2016; Mostra de Belo Horizonte, em 2016; Seleção Oficial do International Film Festival of India, India e; 2016; Seleção Oficial Festival Internacional de Cinema de Guadalajara,México – 2017 e teve Menção Especial no Festival Visões da África de Montreal, Canadá, 2017

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Licinio Azevedo

Roteiro: Licinio Azevedo e Teresa Pereira

Produção: Ukbar Filmes

Coprodução: Les Films de l’Étranger, Urucu Media, Ebano Multimídia e Panda Filmes

Distribuição: Livres Filmes

Fotografia: Frédéric Serve

Montagem: Willem Dias

Direção de Arte: Andree du Preez

Edição de som: Kiko Ferraz

Música: João Carlos Schwalbach

Elenco: Matamba Joaquim, Melanie de Vales Rafael, Thiago Justino, António Nipita, Sabina Fonseca

Ano: 2016

Duração: 96 min

Classificação etária: 12 anos

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Poltrona Séries: Perdidos no Espaço-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Séries: Perdidos no Espaço-1ª Temporada/ Cesar Augusto Mota

Você é fã do gênero ficção científica? Certamente os mais velhos se lembram da série ‘Perdidos no Espaço’, dos anos 1960, produção de grande sucesso e uma das mais influentes na televisão, popularizando o universo das histórias no espaço sideral e se tornando inspiração para grandes filmes com viagens espaciais. Está chegando na Netflix o remake da série e com o mesmo nome, para a alegria de uns e desconfiança de outros, afinal, nem sempre uma nova versão fica melhor que a original. Mas será que o novo ‘Perdidos no Espaço’ vai agradar ao público saudosista e conquistar novos fãs?

Ao longo dos 10 episódios da série, nos deparamos com as aventuras da família Robinson a bordo da nave Jupiter 2, sendo despachados em seguida pela cápsula de evacuação e caindo em um planeta próximo. Dá para perceber muita cumplicidade, carisma dos personagens e dinâmica nos episódios, com muito a se explorar e a complexidade nas mais diferentes personalidades dos personagens, sendo possível perceber bem suas intenções e para onde a narrativa vai ser conduzida.

O elenco é composto por uma mãe cientista, um pai militar e três filhos que vão se deparar com um robô muito estranho. Além deles, veremos Don West (Ignaccio Serricchio), um dos trabalhadores da expedição e Doc Smith, vivido por Parker Posey. Será uma jornada de descobertas, aprendizados e de luta a todo custo por sobrevivência. Veremos flashbacks com momentos marcantes e reveladores da família e também a forma como eles chegaram ao espaço. Pode esse recurso ser desnecessário e cansativo para alguns, mas se faz necessário para a contextualização da história e inserir o espectador na trama, que a cada episódio apresenta um novo desdobramento e aumenta ainda mais a curiosidade sobre o destino de todos e se conseguirão voltar são e salvos para casa.

A fotografia é outro ponto alto, com cores muito vivas e imagens próximas ao real, além de efeitos especiais que complementam a paleta de cores. O novo planeta é rico em detalhes, fazendo o público se confundir com uma nova Terra, um belo palco para as mais diversas interações e explorações dos personagens. Já as atuações são acima da média, com atores cativantes e eu motivam o espectador a viajar por um universo estranho e cheio de mistérios e ir em busca de curiosidades e possíveis novas formas de vida em um planeta obscuro.

Apesar de ser uma produção mais dramática do que de suspense e terror, ‘Perdidos no Espaço’ chega como uma boa opção para os sedentos por séries e os que buscam por remakes que não percam sua essência e também ofereçam novidades. Vale a pena!

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota