Darren Aronofski fala sobre Mãe! à imprensa brasileira

Darren Aronofski fala sobre Mãe! à imprensa brasileira

SAO PAULO, BRASIL – SEPTEMBER 19: Director Darren Aronofsky attends the “mother!” photo call and.press conference at Cinemark Eldorado on September 19, 2017 in Sao Paulo, Brazil..(Mauricio Santana/Getty Images for Paramount Pictures)

No Brasil para falar sobre seu novo filme, “Mãe!”, o cineasta norte-americano Darren Aronofsky participou de uma coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira, 19 de setembro, em São Paulo. Ele posou para fotos e depois conversou com os jornalistas por cerca de uma hora sobre o longa, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, 21 de setembro.

Indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro por “Cisne Negro”, Aronofsky contou que “Mãe!” é seu projeto mais autoral. “Escrevi o primeiro esboço do roteiro em cinco dias”, contou. Ele ainda comentou as diversas camadas de interpretação – religiosas, políticas e sociais – e alguns dos símbolos presentes na obra, que tem gerado discussões desde a première mundial no Festival de Veneza, no início do mês. “A mensagem de que temos de cuidar do nosso planeta está nas escrituras, e até o papa tem falado sobre essa questão. Em algum momento, parece que nos esquecemos dela”, disse Aronofsky. “Mas o que está por trás do filme é a esperança.”

Distribuído pela Paramount Pictures, “Mãe!” é estrelado por Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris e Michelle Pfeiffer. No filme, a relação de um casal é testada quando visitantes não esperados chegam à sua casa e atrapalham a tranquilidade da família. ‘Mãe!’ é um suspense psicológico sobre amor, devoção e sacrifício. O trailer pode ser assistido abaixo.

Por Anna Barros

 

Juliana Paes protagoniza nova versão de Dona Flor e Seus Dois Maridos

Juliana Paes protagoniza nova versão de Dona Flor e Seus Dois Maridos

Adaptação do clássico de Jorge Amado, “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, com direção e roteiro de Pedro Vasconcelos, chega aos cinemas do Nordeste no dia 2 de novembro e no Rio e em São Paulo em data a ser confirmada, dentro do mesmo mês. Trailer e cartaz do longa acabam de ser divulgados e estão disponíveis na internet. O vídeo traz os icônicos personagens Dona Flor (Juliana Paes), Vadinho (Marcelo Faria) e Dr. Teodoro (Leandro Hassum) e adianta, em cenas de paixão, sensualidade e comédia, o dilema de Dona Flor, dividida entre o amor de sua vida e o amor seguro. Além de encarnar Vadinho, o ator Marcelo Faria é também produtor do filme.

Obra de 1966, que já ganhou versões para o teatro e televisão, “Dona Flor e Seus Dois Maridos” estreou nos cinemas há 41 anos com direção de Bruno Barreto e com Sonia Braga, Mauro Mendonça e José Wilker nos papéis. A história mostra o amor tórrido entre Dona Flor e Vadinho, jovem de vida desregrada e amante de noitadas e jogatinas. De tanto cometer excessos, ele acaba morrendo de maneira precoce. Viúva, Flor se entrega a Teodoro, o farmacêutico da cidade e uma figura bem diferente de Vadinho: pacato, frio e metódico. Embora leve uma vida tranquila e confortável ao lado do novo companheiro, a professora de culinária sente falta dos momentos intensos ao lado do ex. Sofrendo a ausência de Vadinho, Flor começa a evocar sua presença, até que ele passa a lhe visitar em espírito, tornando a vida a três um tanto quanto confusa e tentadora.

Ambientado na Bahia da década de 40, o remake teve cenas rodadas no Pelourinho, em Salvador, e foi realizado com o apoio da família de Jorge Amado e do Governo da Bahia. O elenco conta ainda com Nívea Maria, Ana Paula Bouzas,Cassiano Carneiro, Fabio Lago e Duda Ribeiro. A distribuição é da Downtown Filmes/Paris Filmes e a produção da Reginaldo Farias Produções Artísticas, República Pureza Filmes e FV Produções.

Sinopse

No início da década de 1940, Dona Flor, sedutora professora de culinária de Salvador, é casada com Vadinho, que só quer saber de farras e jogatina nas boates da cidade. A vida de abusos e noites em claro acaba por acarretar sua morte precoce, deixando Dona Flor viúva. Logo ela se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade, Dr. Teodoro. As saudades do antigo marido que, apesar dos defeitos era um ótimo amante, acabam fazendo com que ele retorne em espírito, visto somente pela viúva. Isso a deixa em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que passam a dividir o seu leito.

Ficha Técnica

Elenco: Juliana Paes, Marcelo Faria, Leandro Hassum, Nívea Maria, Ana Paula Bouzas, Cassiano Carneiro, Fabio Lago, Duda Ribeiro, Maria Gal, Andrea Elia, Evelin Buchegger, Fabio Nascimento, Haroldo Costa, Luana Xavier, Ewe Pamplona, Dany Stenzel, Marco Bravo, Elvira Helena, Larissa Luz, Rita Assemany, Brunna Scavuzzi, Roberta Santigo, Dandara Mariana, Prazeres Barbosa, Alberto Chammus, Lis Maia, Kadu Fragoso, Deko Mato Grosso e Marcello Gonçalves

Roteiro: Pedro Vasconcelos

Direção: Pedro Vasconcelos

Direção de Fotografia: Luciano Xavier

Direção de Arte: Zé Luca

Figurino: Valeria Stefani

Preparação de elenco: Katia Achcar

Prosódia: Íris Gomes da Costa

Produtor: Marcelo Faria, Marcello Ludwig Maia e Pedro vasconcelos

Produtor Executivo : Pimenta Jr.

Produção: Reginaldo Farias Produções Artísticas, República Pureza Filmes e Faria e Vasconcelos Produções

Distribuição: Downtown Filmes

Codistribuição: Paris Filmes

 

 

Poltrona Cabine: Mãe!/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Mãe!/ Cesar Augusto Mota

Um filme pautado por muitas metáforas, alegorias e muito terror psicológico. Assim defino ‘Mãe!’, novo trabalho do diretor Darren Aronofsky, que promete não só mexer com a cabeça do espectador, mas mostrar a ele o real significado das coisas, mesmo que não façam sentido numa primeira vista.

A narrativa conta a história de um homem (Javier Bardem) e uma mulher (Jennifer Lawrence), que vivem em uma casa de campo isolada. O marido é poeta e sofre de bloqueio criativo, já a esposa é uma dona de casa dedicada e disposta a restaurar toda a estrutura da moradia. A rotina deles parece tranquila, até ser interrompida de forma repentina por um casal que chega no meio da noite e acaba com a tranquilidade que ali reinava. Os comportamentos desses visitantes indesejados pela esposa, interpretados por Ed Harris e Michelle Pfeiffer, são um tanto enigmáticos e beiram à insanidade, e a partir de tudo isso somos inseridos em um cenário repleto de sustos, loucuras e diversos percalços, deixando não só os personagens, como os espectadores confusos e perdidos.

Na medida em que as ações se desenvolvem, um quebra-cabeças vai se configurando e aos poucos você vai juntando as peças representadas pelas situações surreais ilustradas e tudo começa a fazer sentido. Como dito anteriormente, há um significado por trás do que é apresentado, o que você vê inicialmente não representa o real significado, há uma carga de simbolismo, representada por metáforas e alegorias. O roteiro prima por não mostrar o óbvio, mas dá margens para o espectador ter várias interpretações, e esse é o ponto alto do roteiro, também assinado por Arronofsky. Ele tenta não só envolver o espectador na trama, como também provocá-lo com uma história insana, alucinante e com atos não aceitos em contexto social, na maioria das vezes.

A fotografia é bem chamativa, com alternância de cores quentes no início e tons mais sombrios quando a realidade é quebrada, seja por ações inesperadas dos personagens entre si ou fenômenos estranhos que aconteciam na casa. A câmera atrás da personagem de Jennifer Lawrence, no alto de seu ombro e sempre a acompanhando, ou em tomada frontal e bem enquadrada, nos faz lembrar de outros sucessos de Arronofsky, como Cisne Negro e O Lutador. Em ‘Mãe!”, a sensação que temos ao acompanhar a esposa tão atormentada com o que está acontecendo ao seu redor nos faz sentir claustrofóbicos, desesperados, perturbados, e as sombras ao fundo dos demais personagens nos faz pensar que não há como sair daquele clima de prisão que assolava o local.

As atuações do elenco são fantásticas, Jennifer Lawrence praticamente carrega todo o filme, é nela que a câmera fica concentrada, e é possível se deparar com uma impressionante transformação, de mulher comedida no início para depois encarnar um tom bem mais dramático após tudo começar a sair dos eixos. Javier Bardem, apesar de mostrar um personagem um tanto benevolente no início, impressiona posteriormente por sua imponência e presença. Michele Pfeiffer, apesar das poucas cenas, traz para o filme uma atmosfera mais tensa e cheia de mistério, e sua personagem a deixar a esposa, representada por Lawrence, um tanto deslocada e estranha dentro de sua própria casa. Já Ed Harris, o médico estranho que tem seus problemas aos poucos desvendados, não fica atrás, deixa seu impacto na trama, e seu drama pessoal vai impactar a todos e influenciar nos desdobramentos a partir do segundo ato.

Apesar da proposta ao apresentar uma narrativa confusa e complexa, Darren Arronofsky nos brinda com um conjunto de ações que vão se desencadeando e guardando ligações umas com as outras e farão o espectador entender tudo o que está sendo retratado, e esse é o grande trunfo de ‘Mãe!’, de oferecer uma história bem diferente do que vem sendo contado e proporcionar um desafio a mais a quem está assistindo, de juntar as pistas, virar a chave e matar a charada. Quem gosta de filmes que tragam mais que cenas de susto, ranger de portas e gritos, esse certamente é uma ótima sugestão!

Avaliação: 4/5 poltronas.

 

Por: Cesar Augusto Mota

‘The Handmaid’s Tale’ e ‘The Big Little Lies’ se destacam e são os grandes vencedores do Emmy 2017

‘The Handmaid’s Tale’ e ‘The Big Little Lies’ se destacam e são os grandes vencedores do Emmy 2017

Nicole Kidman, Reese Witherspoon e elenco da série ‘The Little Big Lies’ no Emmy Awards 2017
Sem dúvida as mulheres foram as grandes vencedoras na noite do último domingo (17) na entrega de prêmios da 69º Emmy Awards, evento que premia os melhores da televisão. As séries ‘The Handmaid’s Tale’ e ‘The Big Little Lies’, com personagens femininas centrais das tramas, foram os maiores destaques.

Protagonizada por Elisabeth Moss, ‘The Handmaid’s Tale’ levou a estatueta de melhor série, melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro. O Hulu entra para a história como o primeiro serviço de streaming a levar um Emmy por melhor série.

Entre as séries limitadas, o elenco de ‘The Big Little Lies’ brilhou intensamente. Além de faturar o prêmio máximo do gênero, a série foi agraciada com os prêmios de melhor atriz (Nicole Kidman), melhor atriz coadjuvante (Laura Dern), melhor ator coadjuvante (Alexander Skarsgard) e melhor direção.

Outros destaques foram o humorístico Saturday Night Live, com quatro prêmios, e a ‘Veep’, melhor série de comédia e Julia Louis-Dreyfus como melhor atriz, e pela sexta vez consecutiva.

Confira a seguir a lista completa com os vencedores.

Melhor Série de Drama
The Handmaid’s Tale

Melhor Série de Comédia
Veep

Melhor Telefilme
Black Mirror – San Junipero

Melhor Minissérie ou Série Limitada
Big Little Lies

Melhor Ator em Série de Drama
Sterling K. Brown (This Is Us)

Melhor Atriz em Série de Drama

Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama

John Lithgow (The Crown)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama
Ann Dowd (The Handmaid’s Tale)

Melhor Ator Convidado em Série de Drama
Gerald McRaney (This Is Us)

Melhor Atriz Convidada em Série de Drama
Alexis Bledel (The Handmaid’s Tale)

Melhor Ator em Série de Comédia

Donald Glover (Atlanta)

Melhor Atriz em Série de Comédia
Julia Louis-Dreyfus (Veep)

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia
Alec Baldwin (Saturday Night Live)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia

Kate McKinnon (Saturday Night Live)

Melhor Ator Convidado em Série de Comédia

Dave Chapelle (Saturday Night Live)

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia
Melissa McCarthy (Saturday Night Live)

Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme
Riz Ahmed (The Night Of)

Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme

Nicole Kidman (Big Little Lies)

Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme
Alexander Skarsgard (Big Little Lies)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme

Laura Dern (Big Little Lies)

Melhor Direção em Série de Drama
The Handmaid’s Tale, Reed Morano

Melhor Direção em Série de Comédia
Atlanta, Donald Glover

Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme

Big Little Lies, Jean Marc-Vallée

Melhor Roteiro em Série de Drama
The Handmaid’s Tale, Bruce Miller

Melhor Roteiro em Série de Comédia

Master of None, Lena Waithe e Aziz Ansari

Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme
San Junipero (Black Mirror), Charlie Brooker

Melhor Programa de Esquetes
Saturday Night Live

Melhor Programa de Variedade
Last Week Tonight with John Oliver

Por: Cesar Augusto Mota

IT: A COISA TEM BILHETERIA MONSTRUOSA E QUEBRA RECORDES EM SEU FIM DE SEMANA DE ESTREIA

IT: A COISA TEM BILHETERIA MONSTRUOSA E QUEBRA RECORDES EM SEU FIM DE SEMANA DE ESTREIA

Com direção de Andrés Muschietti, o longa é baseado no best-seller homônimo de Stephen King e está em cartaz nos cinemas brasileiros

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Por Luis Fernando Salles

It: A Coisa, o thriller de terror baseado no livro homônimo de Stephen King, estreou na liderança nos cinemas do Brasil, superando R$ 18 milhões em bilheteria em seu final de semana de estreia, considerando sessões de pré-estreias pagas. Com um público total de 1.180.000 pessoas, o longa dirigido por Andy Muschietti quebrou o recorde de maior abertura de um filme do gênero terror de todos os tempos no país, superando Invocação do Mal 2, também distribuído pela Warner Bros. Pictures.

Além disso, o filme entrou para o Top 10 de bilheteria nacional em 2017 do dia de estreia, sendo o maior resultado de bilheteria do dia de estreia da Warner Bros. Pictures em 2017 e a 4ª bilheteria do dia de estreia da distribuidora no país – atrás apenas de Batman vs. Superman, Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2 e Esquadrão Suicida.

Nos EUA, o filme também estreou na liderança, com bilheteria de US$ 123,1 milhões, totalizando US$ 189,4 milhões em todo o mundo. Segundo Sue Kroll, presidente de Marketing e Distribuição Internacional da Warner Bros. Pictures, “as projeções para It: A Coisa estavam muito altas desde o primeiro trailer e mesmo assim o filme superou todas as expectativas. It: A Coisa não é apenas uma iniciativa tremendamente bem-sucedida do universo do terror da New Line mas seu apelo transcende o gênero. Todos os envolvidos, incluindo o diretor Andy Muschietti, seu elenco e os produtores, fizeram um trabalho notável trazendo a aclamada obra-prima de Stephen King para os cinemas. Quero felicitá-los, bem como todos os nossos colegas da New Line, neste fantástico começo. Eu também quero parabenizar a inspiradora campanha de marketing, liderada pela Blair Rich, e nosso esforços de distribuição em todo mundo, liderados por Jeff Goldstein, Veronika Kwan Vandenberg e Tom Molter, e todos seus times. Nós esperamos que as ótimas críticas e boca-a-boca tragam ao filme uma longa carreira nos cinemas.”

Sobre o filme

It: A Coisa, o novo thriller de terror do diretor Andrés Muschietti (“Mama”) e produzido pela New Line Cinema, é baseado no best-seller homônimo de Stephen King, uma das obras mais populares do autor, que tem aterrorizado leitores há várias décadas.

Quando crianças começam a desaparecer misteriosamente na pequena cidade de Derry, no estado de Maine, um grupo de jovens é obrigado a enfrentar seus maiores medos ao desafiar um palhaço maligno chamado Pennywise, que há séculos deixa um rastro de morte e violência.

No elenco de It: A Coisa estão Bill Skarsgård (“A Série Divergente: Convergente”, série “Hemlock Grove”) como o principal vilão da história, Pennywise. No conjunto de talentosos jovens atores do longa estão Jaeden Lieberher (“Destino Especial”), Jeremy Ray Taylor (“Alvin e os Esquilos: Na Estrada”), Sophia Lillis (“37”), Finn Wolfhard (série “Stranger Things”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Chosen Jacobs (“Cops and Robbers”), Jack Dylan Grazer (“Tales of Halloween”) e Nicholas Hamilton (“Capitão Fantástico”).

Andrés Muschietti dirige It: A Coisa a partir do roteiro adaptado por Chase Palmer & Cary Fukunaga e Gary Dauberman. Dan Lin, Roy Lee, Seth Grahame-Smith, David Katzenberg e Barbara Muschietti são os produtores, e Marty P. Ewing, Doug Davison e Jon Silk assinam a produção executiva.

A competente equipe de criação por trás das câmeras inclui o diretor de fotografia Chung-Hoon Chung (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), o desenhista de produção Claude Paré (“Planeta dos Macacos: A Origem”), o editor Jason Ballantine (“O Grande Gatsby”) e a figurinista Janie Bryant (série “Mad Men”).

Uma produção da New Line Cinema, It: A Coisa está em cartaz nos cinemas brasileiros, com distribuição da Warner Bros. Pictures, empresa da Warner Entertainment Company.