Top 5: Dia dos Namorados 2

Top 5: Dia dos Namorados 2

 

Cesar Augusto Mota relembrou brilhantemente no post anterior cinco filmes imperdíveis para se ver neste Dia dos Namorados e a lista dele me agradou muitíssimo, mas decidi também fazer outra lista para encantar também os apaixonados nesta data pra lá de especial. Acabei percebendo que as histórias não têm finais felizes, mas estão valendo nesse dia de hoje.

5- Um Amor para Recordar

Lógico que tinha que ter Nicholas Sparks na minha lista e esse filme fala de um amor puro e, verdadeiro e eterno. Eu tenho cá minhas dúvidas com alma gêmea e amor eterno, mas este filme me toca profundamente. Em todos os sentidos. Como o amor deles acontece, desenvolve e eles acabam por descobrir que um não pode viver sem o outro até a descoberta de uma doença terrível que os separa, mas que acaba colocando o amor deles na prateleira do amor inesquecível, aquele guardado no coração e que às vezes não se quer compartilhar com ninguém. Se não viu, a data de hoje é propícia para vê-lo.

 

4- PS, I love you

Com paisagens estonteantes da Irlanda, a história é simplesmente linda! Ela perde seu marido e acaba com o tempo se redescobrindo e reencontrando o amor.  O bonito do filme é acompanhar a história deles através das cartas. Como era bom escrever cartas de amor! Ainda escrevo cartões, mas está difícil até encontrar!! O casal principal é Hillary Swank e Gerard Butler.

 

3- Um Dia

Eu amo esse filme, não tem jeito. O amor deles nasce de uma profunda amizade. Emma e Dexter se conhecem muito bem, são eles mesmos durante toda a relação de 20 anos. Após encontros e desencontros, acabam se descobrindo apaixonados um pelo outro. Emma descobre isso primeiro. Dexter só depois de se divorciar após a traição da esposa. Impossível não chorar. Não recomendado para cardiopatas.2-

2- A Culpa é das Estrelas

Nunca tive vontade de conhecer Amsterdam, apesar do Museu do Van Gogh( Van Gogh é meu pintor favorito). Mas depois de conhecer a linda história de amor de Hazel e Gus me deu vontade de ir assim que for possível e passar por todos os lugares que conhecem. Gus quer realizar o sonho de Hazel de conhecer seu escritor favorito e saber o final dos personagens do livro favorito dela e que ela dá assim que conhece Gus no grupo de apoio a pacientes com câncer.

1- Como Eu Era Antes de Você

 

Amo o filme! E o livro foi o melhor que li até hoje. Apesar do final triste(com spoiler), o filme mostra como duas pessoas se transformam pela presença uma da outra em suas vidas. Se aceitam como são e através de uma profunda amizade, acabam descobrindo o amor. Só que o amor que Will tem por si mesmo é maior e ele acaba praticando Eutanásia(o qual sou contra), deixando para Louisa uma quantia em dinheiro para que ela realize seus sonhos e aproveite a sua vida da melhor forma possível. Toda vez que vejo esse filme choro, me emociono e aprendo uma coisa nova! A trilha sonora com Ed Sheeran também é muito romântica. Esse é o must dessa segunda lista de Dia dos Namorados.

Aproveitem com seus amores esse filme! Aproveitem a data! Carpe Diem!

Por Anna Barros

TOP 5-Dia dos Namorados

TOP 5-Dia dos Namorados

Enfim chegou o Dia dos Namorados! Uma data muito especial para celebrar ao lado de quem você ama com muitos presentes, chocolates e, claro, com filmes românticos. Para comemorar, o Poltrona de Cinema vai sugerir 5 grandes sucessos para você ver com seu (sua) amado (a) nesse dia 12 de junho. Confira!

5. Encontros e Desencontros (Lost in Translation-2003)

Dirigido por Sofia Copolla e indicado ao Oscar de melhor filme, o longa acompanha a história de Bob Harris (Bill Murray), uma estrela de cinema em decadência e que vai para Tóquio fazer um comercial. Charlotte (Scarlett Johannson) também está na capital japonesa acompanhando seu marido, mas ele a deixa muito sozinha. Solitários e sofrendo com as diferenças culturais, ambos se encontram por acaso e vão rodar pela Terra do Sol Nascente a fim de mudar os seus ânimos.

 

4.O Melhor de Mim (The Best of Me-2014)

Baseado na obra de Nicholas Sparks e dirigido por Michael Hoffman, o filme traz Amanda (Liana Liberato) e Dawson (Luke Bracey), dois adolescentes perdidamente apaixonados. O pai da jovem não aprova o relacionamento e, com o passar do tempo, os dois acabam se afastando e tomando rumos diferentes. Duas décadas depois, um funeral faz Amanda e Dawson (Michelle Monaghan e James Marsden) voltarem à cidade natal e se reencontrarem. É o momento de ver se os sentimentos entre eles ainda persistem e analisar as decisões que tomaram na vida.

 

3. Uma Linda Mulher (Pretty Woman-1990)

Um clássico dos anos 1990 e dirigido por Garry Marshall. Nesta comédia romântica, o executivo Edward (Richard Gere) conhece Vivian (Julia Roberts), garota de programa, e a contrata por uma semana para acompanhá-lo em jantares e compromissos sociais. O que parecia ser apenas uma relação profissional acaba evoluindo e os dois se envolvem numa paixão tida como improvável. Mas os dois vão ter que superar sérios obstáculos se quiserem unir seus mundos, tão diferentes.

 

2. Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind-2004)

Escrito por Charlie Kaufman e dirigido por Michel Gondry, esse filme fará você refletir sobre o quanto pode ser contraditório estar ao lado de alguém quando uma relação é tão conturbada. Joel (Carrey) contrata uma firma especializada em apagar memórias, para eliminar literalmente de sua mente todas as lembranças de sua namorada Clementine (Kate Winslet). Todas as memórias vão aos poucos sendo deletadas e Joel, arrependido, luta para manter em sua mente essa mulher, um tanto complicada e problemática, mas o grande amor de sua vida.

 

1.Diário de uma Paixão (The Notebook-2004)

Sem dúvida esse filme não poderia faltar na nossa lista. Mais uma obra baseada em um livro de Nicholas Sparks e dirigida por Nick Cassavetes, o longa se passa precisamente na década de 40, na Carolina do Sul. Noah Calhoun (Ryan Gosling) um operário, e Allie (Rachel McAdams), uma jovem rica, estão profundamente apaixonados, mas os pais da jovem não aprovam o namoro. Noah vai para a Segunda Guerra Mundial, o que parece ser o fim do romance entre os dois, mas ele retorna anos depois e descobre que Allie está prestes a se casar. Os dois, ao se reencontrarem, sentem que o sentimento forte que existia entre eles não morreu e a chama da paixão reacende. Allie terá que decidir, diante desse impasse, com quem quer passar o resto de sua vida.

 

Por: Cesar Augusto Mota

#267 Já estou com saudades

#267 Já estou com saudades

O filme fala de uma linda história de amizade. E marca a vida das duas amigas quando uma descobre que tem câncer de mama e a outra se descobre grávida. Jess e Milly se conhecem na escola, período em que construímos nossas amizades mais tenras. Jess se muda dos Estados Unidos para a Inglaterra e é Milly quem a acolhe. Período difícil de adaptação o que reforça os laços entre elas.

Jess acaba levando uma vida pacata, numa casa flutuante com seu marido Jago, enquanto Milly vira uma RP de sucesso, ao lado do marido Kit, que era roadie quando eles se conheceram e acaba músico. Milly tem dois filhos, entquanto Jess tenta obsessivamente engravidar.

A diferença de atuação é gritante pois o papel de Toni Colette, Milly é muito mais complexo. Confesso que fiquei muito tocada porque da descoberta até a quimioterapia, me fez recordar o que passei recentemente com a minha saudosa mãe. É um processo difícil, doloroso, cuja ferida demorará a cicatrizar. Como vi no Netflix, vi em duas etapas. Drew Barrymore nem se esforçou no sotaque britânico e seu papel é burocrático, mesmo a gente notando que seu personagem é mais pé no chão e centrado.

No final, o que resta é uma linda história de amizade, o que me fez lembrar com carinho de todas as amigas mais próximas e dos amigos mais chegados também. Todos os amigos que nos apoiaram e apoiam em momentos delicados.

Vale a pena assistir com o coração aberto. Resisti e não chorei, como de costume,

Para quem não se lembra, Toni Colette foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante pelo excelente filme Sexto Sentido. Ela é australiana(jurava que era britânica). Ela também fez Pequena Miss Sunshine.

 

Sinopse: Jess (Drew Barrymore) e Milly (Toni Collette) são melhores amigas desde a infância. Enquanto Milly se casou, teve dois filhos e construiu uma carreira de sucesso, Jess decidiu levar uma vida pacata ao lado do marido Jago (Paddy Considine). Após se submeter a um tratamento, Jess enfim consegue engravidar. Mas a notícia vem justamente quando Milly descobre ter câncer de mama e precisa passar por quimioterapia, o que necessitará do apoio não apenas da amiga, mas de toda a família.

 

Por Anna Barros

 

 

Top 5 Cenas de Musicas

Top 5 Cenas de Musicas

Salve galera.

Um dos meus últimos posts, falei sobre cenas de dança marcantes no cinema.

Então resolvi aproveitar o embalo e fazer esta semana um Top 5 Cenas Musicais.

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Vale a mesma regra do post anterior: o filme não pode ser um musical, mas tem que ter uma cena marcante com os personagens cantando ou dublando.

 

5 As Branquelas (White Chicks, 2004)

Particularmente acho esta comédia bem fraca. Mas a participação de Terry Crews salva um pouco o filme.

Inclusive a cena dele dublando Vanessa Carlton cantando A Thousand Miles é fantástica.

 

4 Quanto Mais Idiota Melhor (Wayne’s World, 1992)

A comédia estrelada por Mike Myers e Dana Carvey nos papéis de Wayne Campbell e Garth Algar, é baseada nos personagens que os comediantes interpretavam no Saturday Night Live.

E logo no começo do filme, temos eles cantando Bohemian Rhapsody do Queen. Não poderia existir maneira melhor de ser começar um filme.

 

3 10 Coisas que Odeio em Você (10 Thing I Hate About You, 1999)

Estrelada por Julia Stiles, Heath Ledger e Joseph Gordon- Levitt, esta comédia adolescente americana é cheia de estereótipos e final previsível.

Mas Heart Ledge cantando Can’t Take My Eyes off of You é inesquecível.

 

2 O Casamento do meu Melhor Amigo (My Best Friend’s Wedding, 1997)

Estrelado por Julia Roberts e Cameron Diaz, é uma das poucas comédias românticas em que o final não é previsível.

Com uma história simples e divertida, acompanhada por uma excelente trilha sonora, vale destaque para a cena onde todo o elenco canta I Say a Little Prayer.

 

1 Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, 1986)

Uma das maiores comédias da década de 80, conta com uma das melhores cenas de música do cinema.

Ferris Bueller (Matthew Broderick) sobe em um carro de uma parada para cantar Twist & Shout, um clássico dos The Beatles.

@guimaraesedu

Poltrona Resenha: A Múmia/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Resenha: A Múmia/ Cesar Augusto Mota

Quem sonhava em ver um filme parecido com a primeira versão de “A Múmia”, de 1999 e protagonizado por Brendan Fraser, perceberá que não passa nem perto. A Universal Studios vem com uma proposta de renovar a franquia e resolveu apostar no astro Tom Cruise numa eletrizante e divertida aventura. Mas o remake é bom?

A nova história de “A Múmia” acompanha Nick Morton (Cruise), um soldado do exército norte-americano que está em uma expedição escavando tumbas com o intuito de encontrar artefatos raros. Mas ele encontra o sarcófago da princesa Ahmanet (Sofia Boutella) e ao tentar transportar a urna para Londres, um terrível acidente acontece e uma maldição é espalhada, aterrorizando todos.

A primeira parte da narrativa, que ilustra a vida da princesa Ahmanet nos mostra belas cenas do antigo Egito, bem como grandes artefatos, a escrita em hieróglifos além da injustiça sofrida por Ahmanet, que perde o trono e promete vingança. Mas não fica claro o porquê da princesa ter que apelar parauma divindade demoníaca com o intuito de se tornar uma rainha. Tom Cruise se mostra ambíguo na trama, não sabemos se ele é o mocinho ou um vilão, se é mais uma ameaça ou uma solução no combate ao espírito da múmia de Ahmanet, libertada por Nick.

A segunda parte, com várias cenas de perseguição e o surgimento de zumbis graças aos poderes de Ahmanet, trazem um clima mais tenso e frenético, lembrando a série ‘The Walking Dead’. O espectador torce muito para que a arqueóloga Jennifer Halsey (Annabelle Wallis), que ajuda Nick em boa parte da história a enfrentar a princesa mumificada, consiga sair ilesa e bem sucedida em sua missão, de revelar segredos e tesouros da antiga civilização egípcia. Henry Jekyll, personagem de Russel Crowe, também se destaca, e entre uma crise demoníaca e outra consegue trazer uma ar maior de dramaticidade e instigar os protagonistas para que encontrem uma forma de cessar todo o mal espalhado após a profanação do sarcófago da princesa Ahmanet. E falando nela, Sophia Boutella cumpre bem seu papel, primeiro de princesa egípcia injustiçada e com sede de vingança e depois uma criatura poderosa e quase invencível.

Os dois últimos atos apresentam muitos efeitos especiais, como uma forte tempestade de areia, e ações mais ágeis, dando a impressão de que tudo vai terminar, mas são apenas ganchos para a sequência do filme e ainda mais suspense. A impressão que se tem é que se está acompanhando o filme ‘Guerra dos Mundos’, uma produção mal sucedida de 2005 e que não deixou saudades.

Se “A Múmia” não traz um roteiro tão empolgante, há cenas emocionantes e excelentes efeitos especiais, o diretor Alex Kurtzman faz um trabalho que fica na média, nada de extraordinário. E resta esperar por possíveis continuações e novos filmes da Dark Universe, que promete engajar os fãs do universo dos monstros, num mercado cada vez mais em ebulição com os personagens da Marvel e da DC, é mais uma opção que ganhamos.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota