Poltrona Cabine: Cinquenta Tons Mais Escuros

Poltrona Cabine: Cinquenta Tons Mais Escuros

cinquenta-tons-mais-escurosInspirado no segundo livro da trilogia de E.L. James (Erika Mitchell), chega nesta quinta-feira (09) ao circuito nacional o filme “Cinquenta Tons Mais Escuros”, agora com James Foley na direção e uma trama composta de sadomasoquismo e suspense. A aparição de duas novas personagens fará você entender mais sobre o passado de Christian Grey (Jamie Dornan) e a história envolvente entre o rico empresário e Anastasia Steele (Dakota Johnson) ganha novos contornos.

Quem se lembra do primeiro filme sabe que a relação entre Grey e Steele era fundamentada em um contrato com as figuras do dominador e da submissa, e esta sequer podia tocar em seu soberano. Agora, para voltar ao relacionamento. Anastasia Steele impõe condições: quer uma convivência sem regras, sem segredos e sem punições.

Disposto a conquistar a amada, Christian Grey começa a ceder, mas sem deixar a personalidade sedutora que lhe é peculiar e suas incríveis táticas de sedução, com presentes caros e jogos sexuais recheados de muita dominação. Você pensa que será um replay do primeiro longa, porém a história vai muito além. A relação de confiança e estável entre Grey e Steele passa a ser abalada com a presença de duas pessoas que fizeram parte do passado recente de Grey. Ele tentará lidar e fará de tudo para expurgar esses demônios internos, já Steele terá a difícil missão de controlar a inveja e os ciúmes de mulheres que estavam antes dela com seu grande amor, uma tarefa ingrata.

Notam-se impressionantes transformações dos personagens principais, com Anastasia Steele em comportamento dúbio e Christian Grey menos controlador e mais sensível. O fato de ceder às exigências de Steele e se mostrar frágil com as feridas físicas e psicológicas recentes não comprometem a atuação de Jamie Dornan, seu desempenho é ainda melhor que no primeiro filme e o perfil sedutor e dominador cativam a plateia. Dakota Johnson deixa a desejar e se mostra um tanto perdida com sua personagem. Em algumas cenas se mostra incomodada com o comportamento sádico de Grey, mas em outras está implorando para ir ao famoso quarto vermelho ou ser torturada. Uma bagunça enorme é feita na cabeça do espectador.

A direção de arte é primordial, com excelente figurino e uma fotografia arrebatadora, seja nas cenas de tensão que envolvem Anastasia e ex-submissas de Christian Grey, com tonalidade mais escura, e outras com cores mais impactantes e envolventes, como no quarto vermelho.

O clima de suspense que toma conta da história fez bem a “Cinquenta Tons Mais Escuros”, ficamos conhecendo um lado pouco explorado de Christian Grey, um homem abalado e traumatizado com seu passado triste e sombrio desde a infância, e descobrimos as causas que o levaram a ter esse perfil de dominador e adepto de práticas sadomasoquistas. Jamie Dornan é o ponto alto da trama, capaz de provocar amor e ódio nos espectadores e expor um lado controverso em um momento e mais humano em outro. Já Dakota Johnson não repete o mesmo sucesso de “Cinquenta Tons de Cinza”, poderia ter ido mais além. E as participações de Marcia Gay Harden, Kim Bassinger e Bella Heathcote são decisivas e tornam a história ainda mais perturbadora e atrativa.

Apesar dos altos e baixos, “Cinquenta Tons Mais Escuros” vale a pena ser visto, é possível ter suspense e sadismo numa mesma produção, além de grandes revelações sobre Christian Grey, não tão bem recebido no começo e agora destaque da franquia. E que venha “Cinquenta Tons de Liberdade” em 2018!

Por: Cesar Augusto Mota

Esportes na Poltrona/ Drible Feminino

Esportes na Poltrona/ Drible Feminino

Drible Feminino é uma página do Facebook que traz tudo relacionado ao futebol feminino, mais de 2 mil pessoas curtem e seguem a página. Os responsáveis pelo face são de Fortaleza no Ceará.

O primeiro documentário do Drible Feminino mostra o time de futebol “Projeto Céu / Guerreiras da Paz”. Algumas jogadoras da equipe contam suas histórias com o futebol e mostram o desejo de se tornarem profissionais.

Em apenas 20 minutos nos emocionamos com a garra das meninas que fazem de tudo para praticarem o futebol.

Por: Vitor Arouca

Maratona Oscar: Animais Noturnos

Maratona Oscar: Animais Noturnos

animais-noturnos-trailerBaseado no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, o estilista e cineasta Tom Ford nos traz uma obra com alto teor estético e história envolvente. Sem dúvida, “Animais Noturnos”é um filme que encanta, mas é preciso ter paciência, pois se tratam de três histórias em paralelo e algumas arestas que precisam ser aparadas.

O enredo nos traz Susan (Amy Adams), uma comerciante de arte e bem sucedida, mas que se sente rejeitada pelo marido Walker (Armie Hammer), cada vez mais distante. Um dia, ela recebe o primeiro exemplar de um livro escrito por Edward (Jake Gyllenhaal), o ex-marido, intitulado “Animais Noturnos”.

Na medida em que lê a obra, Susan faz uma retrospectiva da vida que teve com o ex-parceiro, reflete sobre o motivo de Edward ter dedicado o livro para ela e descobre fatos tenebrosos sobre o passado e que são as causas para seus fracassos amorosos e seu momento de tristeza.

A narrativa do livro conta a história de Tony Hastings (também interpretado por Jake Gyllenhaal) que sai de férias com sua família, mas todos sofrem a abordagem de uma gangue no meio da estrada. O desenrolar da história é impactante, com o sequestro de esposa e filha de Tony e um final triste. Amargurado, Tony resolve ir atrás dos marginais e conta com a ajuda do policial Bobby Andes (Michael Shannon) para investigar o paradeiro deles.

Michael Shannon concorre ao Oscar de melhor coajuvante por Animais Noturnos
Michael Shannon concorre ao Oscar de melhor coajuvante por Animais Noturnos

Indicado ao Oscar como ator coadjuvante, Michael Shannon é o responsável pelos diálogos mais fortes e contundentes da história e também por quebrar o protocolo de atuação de um personagem quando se trata de um policial. Para Bobby Andes, que já estava muito doente, valia tudo, até mesmo ir contra a lei para solucionar a tragédia que acometera Tony Hastings. Sem dúvida uma atuação de destaque, a indicação não foi à toa.

Mesmo que seja uma história fictícia contada no livro “Animais Noturnos”, Edward faz uma analogia do tempo vivido juntamente com Susan, que logo percebe as semelhanças, e tão perturbada pela violência e selvageria retrataras na publicação, ela sente pesar por tê-lo abandonado há 20 anos.

Certamente, um filme perturbador, com cenas tensas, cores sombrias e a câmera centrada no rosto de Amy Adams, dando a sensação de melancolia e culpa, um filme para ser apreciado por todos e com aquela sensação de que ninguém quer passar pelo que os personagens passaram, como disse anteriormente.

Se “Animais Noturnos” não foi indicado para o Oscar de melhor filme, nem Amy Adams não foi lembrada para a categoria melhor atriz, vale a pena torcer por Michael Shannon como ator coadjuvante. Porém, ele enfrentará uma forte concorrência com Mahershala Ali, de Moonlight, e o surpreendente Lucas Hedges, de Manchester à Beira-Mar. Vai ser uma briga boa, e os cinéfilos só tem a ganhar com isso.

Por: Cesar Augusto Mota

Maratona Oscar: Ryan Gosling e Emma Stone de La la Land/Anna Barros

Maratona Oscar: Ryan Gosling e Emma Stone de La la Land/Anna Barros

la-la-land-2La la Land já teve sua resenha publicada aqui e hoje vamos falar das interpretações de Ryan Gosling e Emma Stone que concorrem ao prêmio de Melhor Ator e Melhor Atriz. Não é à toa que os dois estão arrebatando vários prêmios por aí. Eles estão simplesmente sensacionais. Emma está sensível, delicada e totalmente inserida na atmosfera nostálgica e sublime de La La Land, favoritaço a ganhar o Oscar de Melhor Filme e de Melhor Direção para Damian Chazelle. Seu desempenho é simplesmente espetacular e sua simbiose com Ryan Gosling é perfeita.

Ryan também arrebentou, mas tem em seus calcanhares Denzel Washington por Fences e Casey Afleck por Manchester à beira-mar. A meu ver, Denzel incomoda mais. Ryan está perfeito, em estilo próprio, mal-humorado compondo um músico que ama jazz e que quer levar seu sonho de um jazz club adiante. Ele aprendeu a tocar piano, passa veracidade ao tocar o instrumento, dança, canta, enfim incorpora de maneira doce e cativante um Fred Astaire.

Emma empresta seus olhos azuis grandões a uma mocinha batalhadora e sonhadora, que acaba tendo a ajuda do amado para realizar tudo que sempre sonhou a vida toda. Mia é o protótipo da heroína moderna.

La La Land é um filme de metalinguagem que resgata clássicos como Casablanca e Juventude Transviada e extravasa toda a paixão dos musicais. A cena inicial dos motoristas cantando no engarrafamento é simplesmente antológica e  ali que os protagonistas se encontram, de maneira fugaz e inesperada. Sebastian ainda reluta e a refuga e depois acaba se entregando ao amor de Mia.

Eu vou torcer por Ryan Gosling e Emma Stone. Chorei muito na sessão. O filme me tocou profundamente. Talvez por amar musicais, esse é daqueles típicos, mesmo. Talvez pela perda da minha querida mãezinha no último dia 20 de janeiro.

Enfim, as atuações de Emma e Ryan são luminosas! Iluminem-se logo e corram para assistir La La Land. Para ontem!

 

Esse post é in memoriam à Maria de Lurdes Faria de Barros, que ia pouco ao cinema, mas quando ia amava filmes nacionais! Seu filme predileto era Ghost! Descanse em paz, mamãe!

Por Anna Barros

 

 

 

 

Mostra da Caixa Cultural destaca importância da direção de arte no cinema nacional

Mostra da Caixa Cultural destaca importância da direção de arte no cinema nacional

caixa-cultural

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 7 a 18 de fevereiro, a mostra A direção de arte no cinema brasileiro, que exibirá 22 títulos representativos do percurso histórico da direção de arte no cinema nacional. O propósito da mostra é oferecer um olhar inaugural sobre a função na atividade cinematográfica brasileira, contribuindo para um maior entendimento sobre seu papel. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Ao longo das duas semanas de exibições, o público terá a oportunidade de reconhecer a importância do trabalho de profissionais como Anísio Medeiros, A. Monteiro Filho, Pierino Massenzi, Luiz Carlos Ripper, Hélio Eichbauer, entre tantos outros.

Com curadoria de Débora Butruce, a programação inicia seu percurso na década de 1920 com Braza dormida (1928), direção de Humberto Mauro e cenografia de Alcebíades Monteiro Filho (até os anos 1980, a função era creditada como “cenografia” em vez de “direção de arte”); e chega até os dias atuais, com Amor, plástico e barulho (2015), de Renata Pinheiro, com direção de arte de Dani Vilela;  passando por filmes como Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, com cenografia e figurinos de Anísio Medeiros;  Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, com cenografia e figurinos de Hélio Eichbauer; A festa da menina morta (2008), direção de Mateus Nachtergaele e direção de arte de Renata Pinheiro; e Trabalhar cansa (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, com direção de arte de Fernando Zuccolotto. Dentre os selecionados, destaca-se o raro Uma certa Lucrécia (1957), de Fernando de Barros, protagonizado por Dercy Gonçalves e com cenografia de Pierino Massenzi, que, com sua engenhosidade, conseguiu recriar parte da cidade de Veneza em estúdio.

Na terça-feira de abertura (7), a mostra faz uma homenagem ao diretor de arte Clóvis Bueno, falecido em 2015, com uma exibição especial de O beijo da mulher aranha (1985), de Hector Babenco. Dentre os mais de 30 trabalhos de Bueno, o filme se destaca como a primeira produção brasileira a incluir a função de direção de arte em seus créditos. A sessão contará com a presença da diretora de arte Vera Hamburger e da figurinista Rita Murtinho, que participarão de uma conversa sobre o trabalho de Bueno após a exibição.

“Geralmente, é difícil o reconhecimento do papel da direção de arte, seja como elemento dramático ou como principal elemento na construção da ambiência e atmosfera do filme. Tradicionalmente a função é mais notada em gêneros cinematográficos específicos, como musicais, filmes de época e ficções científicas. O alcance do trabalho da direção de arte, entretanto, é bem mais amplo, por isso foram selecionados filmes com propostas estéticas tão diversas”, comenta a curadora.

A programação da mostra ainda conta com dois debates a serem realizados nos dias 11 e 18 de fevereiro (sábados), com profissionais e pesquisadores da área. No dia 11, às 18h30, os debatedores convidados discutem A pesquisa em direção de arte em cinema: avanços e perspectivas. Já no dia 18, às 18h30, o tema debatido será O trabalho com direção de arte no cinema brasileiro. A entrada é franca.

A mostra A direção de arte no cinema brasileiro também terá um catálogo com artigos inéditos sobre a direção de arte no cinema brasileiro que servirá como referência sobre o tema para pesquisadores, estudiosos e entusiastas em geral.

Outras informações sobre a mostra, fotos e sinopses dos filmes exibidos, além de dados detalhados sobre a equipe de direção de arte de cada título, podem ser acessadas no endereço http://www.mostradirecaodearte.com.br.
 
Programação:
 
7 de fevereiro (terça-feira)
Cinema 2
15h – Braza dormida (1928), de Humberto Mauro, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 98 min, Digital, 14 anos.
17h30 – O beijo da mulher aranha (1985), de Hector Babenco, Direção de arte: Clóvis Bueno, 120 min, Digital, 14 anos.
Homenagem ao diretor de arte Clóvis Bueno.
 
8 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1
14h – 24 horas de sonho (1941), de Chianca de Garcia, Cenografia: Hipólito Collomb, 100 min, 35mm, 12 anos.
16h – Carnaval atlântida (1952), de Watson Macedo, Cenografia: Martim Gonçalves, 92 min, Digital, 10 anos.
18h – Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, Cenografia e figurinos: Anísio Medeiros, 108 min, 35mm, 12 anos.
 
Cinema 2
13h – Maridinho de luxo (1938), de Luiz de Barros, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 87 min, Digital, 10 anos.
15h – Agulha no palheiro (1952), de Alex Viany, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 97 min, Digital, 12 anos.
 
9 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1
13h – Terra em transe (1967), de Glauber Rocha, Supervisão artística: Paulo Gil Soares, 105 min, 35mm, 14 anos.
15h – A ostra e o vento (1997), de Walter Lima Jr., Direção de arte: Clóvis Bueno, 109 min, 35mm, 14 anos
17h15 – El justicero (1967), de Nelson Pereira dos Santos, Cenografia e figurinos: Luiz Carlos Ripper, 80 min, 35mm, 14 anos.
 
Cinema 2
14h – Uma certa Lucrécia (1957), de Fernando de Barros, Cenografia: Pierino Massenzi, 80 min, Digital, Livre.
18h45 – Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, Cenografia e figurinos: Hélio Eichbauer, 110 min, Digital, 14 anos.
 
10 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1
15h – Orfeu (1999), de Cacá Diegues, Direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 14 anos.
18h – Kenoma (1998), de Eliane Caffé, Direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 12 anos.
 
Cinema 2
13h – Anjos da noite (1986), de Wilson Barros, Direção de arte: Cristiano Amaral, 98 min, Digital, 14 anos.
 
11 de fevereiro (sábado)

Cinema 1
13h – Trabalhar cansa (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, Direção de arte: Fernando Zuccolotto, 100 min, 25mm, 12 anos
16h – Bruna Surfistinha (2011), de Marcus Baldini, Direção de arte: Luiz Roque, 108 min, 35mm, 16 anos.
18h30 – Debate – A pesquisa sobre a direção de arte em cinema: avanços e perspectivas. Com Beth Jacob Tainá Xavier e Carolina Bassi. Mediação: Débora Butruce e Rodrigo Bouillet.
 
Cinema 2
11h – Super Xuxa contra o Baixo Astral (1988), de Ana Penido e David So, Direção de arte: Yurika Yamazaki, 100 min, Digital, Livre.
15h – A festa da menina morta (2008), de Matheus Nachtergaele, Direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, Digital, 16 anos.
 
12 de fevereiro (domingo)

Cinema 1
11h – Castelo Rá-tim-bum, o filme (1999), de Cao Hamburger, Direção de arte: Clóvis Bueno e Vera Hamburger, 108 min, 35mm, Livre.
18h30 – Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda, Direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, 35mm, 16 anos.
 
Cinema 2
14h – O beijo da mulher aranha (1985), de Hector Babenco, Direção de arte: Clóvis Bueno, 120 min, Digital, 14 anos.
16h30 – Amor, plástico e barulho (2015), de Renata Pinheiro, Direção de Arte: Dani Vilela, 84 min, Digital, 14 anos.
 
14 de fevereiro (terça-feira)

Cinema 1
17h – 24 horas de sonho (1941), de Chianca de Garcia, Cenografia: Hipólito Collomb, 100 min, 35mm, 12 anos.
19h – Carnaval atlântida (1952), de Watson Macedo, Cenografia: Martim Gonçalves, 92 min, Digital, 10 anos.
 
Cinema 2
13h – Braza dormida (1928), de Humberto Mauro, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 98 min, Digital, 14 anos.
15h – Maridinho de luxo (1938), de Luiz de Barros, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 87 min, Digital, 10 anos.
 
15 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1
14h – El justicero (1967), de Nelson Pereira dos Santos, Cenografia e figurinos: Luiz Carlos Ripper, 80 min, 35mm, 14 anos.
16h – Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, Cenografia e figurinos: Anísio Medeiros, 108 min, 35mm, 12 anos.
18h – Terra em transe (1967), de Glauber Rocha, Supervisão artística: Paulo Gil Soares, 105 min, 35mm, 14 anos.
 
Cinema 2
13h – Agulha no palheiro (1952), de Alex Viany, Cenografia: Alcebíades Monteiro Filho, 97 min, Digital, 12 anos.
15h – Uma certa Lucrécia (1957), de Fernando de Barros, Cenografia: Pierino Massenzi, 80 min, Digital, Livre.
 
16 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1
13h – Kenoma (1998), de Eliane Caffé, Direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 12 anos.
15h30 – A ostra e o vento (1997), de Walter Lima Jr., Direção de arte: Clóvis Bueno, 109 min, 35mm, 14 anos
 
Cinema 2
14h – Anjos da noite (1986), de Wilson Barros, Direção de arte: Cristiano Amaral, 98 min, Digital, 14 anos.
18h – Tudo bem (1978), de Arnaldo Jabor, Cenografia e figurinos: Hélio Eichbauer, 110 min, Digital, 14 anos.
 
17 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1
13h – Trabalhar cansa (2011), de Juliana Rojas e Marco Dutra, Direção de arte: Fernando Zuccolotto, 100 min, 25mm, 12 anos
15h – Orfeu (1999), de Cacá Diegues, Direção de arte: Clóvis Bueno, 110 min, 35mm, 14 anos.
18h – Bruna Surfistinha (2011), de Marcus Baldini, Direção de arte: Luiz Roque, 108 min, 35mm, 16 anos.
 
Cinema 2
16h – A festa da menina morta (2008), de Matheus Nachtergaele, Direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, Digital, 16 anos.
 
18 de fevereiro (sábado)

Cinema 1
13h – Castelo Rá-tim-bum, o filme (1999), de Cao Hamburger, Direção de arte: Clóvis Bueno e Vera Hamburger, 108 min, 35mm, Livre.
16h – Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda, Direção de arte: Renata Pinheiro, 110 min, 35mm, 16 anos.
18h30 – Debate – O trabalho com direção de arte no cinema brasileiro. Com Claudio Amaral Peixoto e Bia Salgado. Mediação: Débora Butruce e Rodrigo Bouillet.
 
Cinema 2
11h – Super Xuxa contra o Baixo Astral (1988), de Ana Penido e David So, Direção de arte: Yurika Yamazaki, 100 min, Digital, Livre.
15h15 – Amor, plástico e barulho (2015), de Renata Pinheiro, Direção de Arte: Dani Vilela, 84 min, Digital, 14 anos.
 
Serviço:

Mostra A direção de arte no cinema brasileiro
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: 7 a 18 de fevereiro de 2017
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes) / Cinema 2 – 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal