“Que horas ela volta?” é o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

“Que horas ela volta?” é o vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

que-horas-ela-voltaQue horas ela volta? foi o grande vencedor do GP do Cinema Brasileiro, cujos troféus foram entregues na noite desta terça, dia 4, no Theatro Municipal do Rio com sete. Chatô, o Rei do Brasil, o polêmico filme dirigido por Guilherme Fontes venceu em cinco categorias.

Que horas ela volta? é um dos melhores filmes da safra brasileira que tem cada vez mais se especializado em contar grandes histórias e premiou o talento de Regina Casé como atriz. Ela levou o troféu Grande Otelo para casa, com merecida justiça.

O grande homenageado da noite foi Daniel Filho por sua contribuição ao cinema, principalmente com os campeões de bilheteria Se eu fosse você 1 e 2.

Além de Regina, Camila Márdila venceu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, também por Que horas ela volta?

Os vencedores nas diversas categorias foram:

Melhor longa-metragem de ficção
“A história da eternidade”, de Camilo Cavalcanti
“Ausência”, de Chico Teixeira
“Califórnia”, de Marina Person
“Casa grande”, de Fellipe Gamarano Barbosa
“Chatô – O rei do Brasil”, de Guilherme Fontes
“Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert
“Sangue Azul”, de Lírio Ferreira
“Tudo que aprendemos juntos”, de Sérgio Machado

Melhor longa-metragem documentário
“Betinho, a esperança equilibrista”, de Victor Lopes
“Campo de jogo”, de Eryk Rocha
“Cássia Eller”, de Paulo Henrique Fontenelle
“Chico – Artista brasileiro”, de Miguel Faria Jr
“Últimas conversas”, de Eduardo Coutinho

Melhor longa-metragem comédia
“Infância”, de Domingos Oliveira
“Pequeno dicionário amoroso 2”, de Sandra Werneck
“S.O.S. mulheres ao mar 2”, de Cris D’Amato
“Sorria, você está sendo filmado”, de Daniel Filho
“Super pai”, de Pedro Amorim

Melhor longa-metragem animação
Até que a Sbórnia nos separe”, de Otto Guerra
“Ritos de passagem”, de Chico Liberato

Melhor direção
Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”)
Camilo Cavalcanti (“A história da eternidade”)
Chico Teixeira (“Ausência”)
Daniel Filho (“por Sorria, você esta sendo filmado”)
Eduardo Coutinho (“Últimas conversas”)
Eryk Rocha (“Campo de jogo”)
Fellipe Gamarano Barbosa (“Casa grande”)

Melhor atriz
Alice Braga (“Muitos homens num só”)
Andréa Beltrão (“Chatô – O rei do Brasil”)
Dira Paes (“Órfãos do Eldorado”)
Fernanda Montenegro (“Infância”)
Marcélia Cartaxo (“A história da eternidade”)
Regina Casé (“Que horas ela volta?”)

Melhor ator
Daniel de Oliveira (“A estrada 47”)
Irandhir Santos (“Ausência”)
João Miguel (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Lázaro Ramos (“Tudo que aprendemos juntos”)
Marco Ricca (“Chatô – O rei do Brasil”)

Melhor atriz coadjuvante
Camila Márdila (“Que horas ela volta?”)
Fabiula Nascimento (“Operações especiais”)
Georgiana Goes (“Casa grande”)
Karine Teles (“Que horas ela volta?”)
Leandra Leal (“Chatô – O rei do Brasil”)

Melhor ator coadjuvante
Ângelo Antônio (“A floresta que se move”)
Chico Anysio (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Claudio Jaborandy (“A história da eternidade”)
Lourenço Mutarelli (“Que horas ela volta?”)
Marcello Novaes (“Casa grande”)

Melhor direção de fotografia (empate)
Adrian Teijido (“Órfãos do Eldorado”)
Bárbara Alvarez (“Que horas ela volta?”)
José Roberto Eliezer (“Chatô – O rei do Brasil”)
Lula Carvalho (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Mauro Pinheiro Jr (“Sangue azul”)

Melhor roteiro original
Adirley Queirós (“Branco sai, preto fica”)
Anna Muylaert (“Que horas ela volta?”)
Camilo Cavalcanti (“A história da eternidade”)
Fellipe Gamarano Barbosa e Karen Sztajnberg (“Casa grande”)
Vicente Ferraz (“A estrada 47”)

Melhor roteiro adaptado
Domingos de Oliveira (“Infância”)
Guilherme Coelho (“Orfãos do Eldorado”)
Guilherme Fontes, João Emanuel Carneiro e Matthew Robbins (“Chatô – O rei do Brasil”)
Lusa Silvestre e Marcelo Rubens Paiva (“Depois de tudo”)
Manuela Dias e Vinícius Coimbra (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Marcos Jorge (“O duelo”)

Melhor direção de arte
Ana Mara Abreu (“Califórnia”)
Ana Paula Cardoso (“Casa grande”)
Gualter Pupo (“Chatô – O rei do Brasil”)
Julia Tiemann (“A história da eternidade”)
Juliana Carapeba (“Sangue azul”)
Marcos Pedroso e Thales Junqueira (“Que horas ela volta?”)

Melhor figurino
André Simonetti e Claudia Kopke (“Que horas ela volta?”)
Beth Pilipecki e Reinaldo Machado (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Elisabetta Antico (“A estrada 47”)
Gabriela Campos (“Casa grrande”)
Letícia Barbieri (“Califórnia”)
Rita Murtinho (“Chatô – O rei do Brasil”)

Melhor maquiagem
Anna Van Steen (“Califórnia”)
Auri Mota (“Casa grande”)
Federico Carrette e Vicenzo Mastrantonio (“A estrada 47”)
Maria Lucia Mattos e Martín Macias Trujillo (“Chatô – O rei do Brasil”)
Tayce Vale e Vavá Torres (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)

Melhor efeito visual
Bernardo Alevato e Isadora Hertz (“Órfãos do Eldorado”)
Guilherme Ramano (“Que horas ela volta?”)
Marcelo Siqueira (“Linda de morrer”)
Marcos Cidreira “Chatô – O rei do Brasil”)
Robson Sartori (“A estrada 47”)

Melhor montagem ficção
Alexandre Boechat (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Felipe Lacerda e Umberto Martins (“Chatô – O rei do Brasil”)
Karen Harley (“Órfãos do Eldorado”)
Karen Harley (“Que horas ela volta?”)
Mair Tavares (“A estrada 47”)

Melhor montagem documentário
Carlos Nader e André Braz (“Homem comum”)
Diana Vasconcellos (“Chico – Artista brasileiro”)
Paulo Henrique Fontenelle (“Cássia Eller”)
Pedro Asbeg, EDT e Victor Lopes (“Betinho, a esperança equilibrista”)
Rodrigo Pastore (“Cauby – Começaria tudo outra vez”)

Melhor som
Acácio Campos, Bruno Armelim, Gabriela Cunha, Júlio César, Eric Ribeiro Christani e Caetano Cotrim (“Cássia Eller”)
Bruno Fernandes e Rodrigo Noronha (“Chico – Artista brasileiro”)
Evandro Lima, Waldir Xavier e Damião Lopes (“Casa grande”)
Gabriela Cunha, Miriam Biderman, ABC, Ricardo Reis e Paulo Gama (“Que horas ela volta?”)
José Moreau Louzeiro e Aurélio Dias (“A hora e a vez de Augusto Matraga”)
Mark Van Der Willigen, Marcelo Cyro, Pedro Lima e Sérgio Fouad (“Chatô – O rei do Brasil”)

Melhor trilha sonora original
Alexandre Guerra e Felipe de Souza (“Tudo que aprendemos juntos”)
Alexandre Kassin (“Ausência”)
Fábio Trummer e Vitor Araújo (“Que horas ela volta?”)
Patrick Laplan e Victor Camelo (“Casa grande”)
Zbgniew Preisner (“A história da eternidade”)
Zeca Baleiro (“Oração do amor selvagem”)

Melhor trilha sonora
Los Hermanos (“Esse é só o começo do fim das nossas vidas”)
Luiz Claudio Ramos, a partir da obra de Chico Buarque (“Chico – Artista brasileiro”)
Luiz Avellar (“A estrada 47”)
Nelson Hoineff, a partir da obra de Cauby Peixoto (“Cauby – Começaria tudo outra vez”)
Paulo Henrique Fontenelle, a partir da obra de Cássia Eller (“Cássia Eller”)

Melhor longa-metragem estrangeiro
“Birdman ou (A inesperada virtude da ignorância)”, de Alejandro G. Iñarritu
“Leviatã”, de Andrey Zvyagintsev
“O sal da terra”, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado
“Olmo e a gaivota”, de Petra Costa e Lea Glob
“Whiplash – Em busca da perfeição”, de Damien Chazell

Melhor curta-metragem de animação
“Até a China”, de Marão
“Égun”, de Helder Quiroga
“Giz”, de Cesar Cabral
“O quebra-cabeça de Tárik”, de Maria Leite
“Virando gente”, de Analúcia Godoi

Melhor curta-metragem documentário
“A festa dos cães”, de Leonardo Mouramateus
“Cordilheira de amora II”, de Jamille Fortunato
“De profundes”, de Isabela Cribari
“Entremundo”, de Renata Jardim e Thiago B. Mendonça
“Retrado de Carmen D.”, de Isabel Joffily
“Uma família ilustre”, de Beth Formaggini
“Praça de guerra”, de Edimilson Gomes

Melhor curta-metragem ficção
“História de uma pena”, Leonardo Mouramateus
“Loïe e Lucy”, de Isabella Raposo e Thiago Brito
“Outubro acabou”, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
“Quintal”, Andrés Novais
“Rapsódia de um homem negro”, de Gabriel Martins

Crédito da foto: Divulgação

Por Anna Barros

Outubro Rosa: três filmes que falam sobre câncer

Outubro Rosa: três filmes que falam sobre câncer

lado-a-ladoOutubro começou e com ele a campanha Outubro Rosa de conscientização sobre o câncer de mama. Se você tem mais de 40 anos, faça a mamografia. Se notar algo diferente na mama, procure seu médico. Vamos listar três filmes que falam sobre câncer.

  1. Lado a Lado

 

Uma jovem de doze anos (Jena Malone) e um garoto de sete (Liam Aiken), filhos de pais separados, não aceitam a nova namorada do pai (Ed Harris), uma bela fotógrafa (Julia Roberts), que faz de tudo para agradar às crianças. A mãe das crianças (Susan Sarandon) alimenta a briga, fazendo o gênero “mãe perfeita”. Mas essa relação muda completamente. O filme mostra uma comovente história de amizade entre duas grande mulheres.

 

2- Laços de Ternura

A trama que mostra a relação tempestuosa de três décadas entre Aurora (Shirley MacLaine), uma mãe possessiva, e sua filha Emma (Debra Winger) ganha contornos dramáticos quando uma delas descobre ter câncer. A doença faz com que elas façam um balanço de suas vidas e se reaproximem. O filme foi vencedor de cinco Oscars em 1983, nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (Shirley MacLaine), melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro adaptado.

 

3- Doce Novembro

 

O filme, que tem o câncer como pano de fundo, fala sobre como o amor pode ser transformador. Durante a renovação da carteira de motorista, Nelson (Keanu Reeves), um workaholic, atrapalha Sara (Charlize Theron) e faz com que ela perca a sua licença. Como compensação, ela pede que ele more um mês com ela, com o argumento de ajudá-lo a aproveitar melhor a vida. Nelson se apaixona e descobre que ela está muito doente.

 

Super recomendo os três. Desses, o que mais me toca é Doce Novembro porque fala de uma relação transformadora, mas Lado a Lado que fala da amizade e Laços de Ternura que fala da relação mãe-filha são excelentes também.

 

Por Anna Barros

 

Sai primeiro teaser de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. Confira!

Sai primeiro teaser de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”. Confira!

piratas-do-caribe-5-e-adiado-por-problemas-no-roteiro-fe-em-jesusFoi divulgado o primeiro teaser do filme “Piratas do Caribe 5”, quinta aventura do Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp), com novos personagens e inimigos para o personagem principal.

A produção chegará ao Brasil com um título bem diferente do que se espera. Enquanto nos Estados será “Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”, tradução literal da versão em inglês “Dead Men Tell No Tales”, por aqui o longa-metragem será lançado como “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”.

A história traz o Capitão Jack Sparrow em busca do tridente de Poseidon com o intuito de obter o controle dos sete mares, mas terá que enfrentar o exército de piratas fantasmas do Capitão Salazar (Javier Bardem), disposto a eliminar todos os piratas da face da Terra.

O elenco ainda conta com as participações de Orlando Bloom e Geoffrey Rush. A direção será de Joachim Rønning e Espen Sandberg, com estreia prevista para 25 de maio de 2017.

Confira o teaser do filme:

Novo pôster:

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Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Alternativa #Especial Halloween : O Sono da Morte

Poltrona Alternativa #Especial Halloween : O Sono da Morte

beforeiwakeposterEntão é isso… teremos este mês grandes dicas de filmes de terror para abrilhantar o mês do Halloween.

Em 7 de setembro de 2013 foi anunciado que Mike Flanagan diretor de Oculus havia sido escalado para dirigir um filme de terror chamado “Somnia” além da direção ele também assumiria o roteiro em parceria com Jeff Howard para a Intrepid Pictures. Focus Features International inicialmente foi responsável para comercializar o filme internacionalmente. Em 7 de novembro de 2013 foi anunciado que  a empresa Sierra definitivamente se tornou detentora dos direitos do filme para comercializá-lo mundialmente, direitos que anteriormente pertenciam a FFI. Em 4 de abril de 2014, Relativity Media adquiriu os direitos para distribuir o filme nos Estados Unidos. Em março de 2015, o título do filme foi mudado para Before I Wake.

Jessie (Kate Bosworth) e Mark (Thomas Jane) Hobson adotam uma criança chamada Cody (Jacob Tremblay) após a morte de seu filho Sean. Algum tempo depois eles descobrem que os sonhos de Cody podem se tornar realidade, mas seus pesadelos são mortais. Jessie e Mark então devem descobrir o que fazer antes um de seus pesadelos acabar lhe matando.