A ideia do filme Elvis e Nixon é muito interessante. Captar uma passagem da vida de Elvis, em que o Rei do Rock quer porque quer um distintivo especial de agente para lutar contra as drogas. O encontro deles é hilário e inimaginável e Kevin Spacey está perfeito como Nixon, tornando o presidente dos EUA responsável pelo Watergate até simpático.
Adoro Elvis Presley e confesso que o filme me atraiu bastante por aliar música e política.
Não sabia que Elvis gostava tanto de armas e andava armado. Confesso que fiquei um pouco decepcionada com isso porque detesto armas e sou a favor do desarmamento.
Michael Shannon também está muito bom como Elvis, com trejeitos e atitudes e dá para ver o quanto Elvis encanta o público feminino e conserva as suas amizades.
O encontro demora a acontecer e nessa hora achei que as coisas ficaram um pouco lentas, mas as tiradas e a beleza do jovem ator que faz Schiller, o amigo de Elvis, e seu RP, deixam fluir a película leve e divertida.
Os diálogos são soltos, engraçados e divertidos. E sabem mexer com o público nas horas certas.
Super recomendo o filme para quem gosta de política e ama o Rei do Rock and Roll.
Sinopse: No dia 21 de dezembro de 1970, teve lugar um dos acontecimentos mais peculiares da história recente dos Estados Unidos. Na ocasião, a Casa Branca recebeu um ilustre visitante, um homem que pediu uma audiência privada – uma reunião que viria a se tornar lendária – com o presidente Richard Nixon (Kevin Spacey): o rei do rock and roll, Elvis Presley (Michael Shannon).