O Festival Internacional de Cinema de Berlim é um dos mais importantes festivais de cinema da Europa e do mundo. Acontece todo ano no mês de Fevereiro. Os prêmios são chamados de Urso. Porque Urso é o símbolo da Cidade de Berlim na Alemanha.
Três longas brasileiros fazem parte do festival. Os longa-metragens “Mãe só há uma”, de Anna Muylaert; “Antes o tempo não acabava”, de Fábio Baldo e Sérgio Andrade; e “Curumim”, de Marcos Prado, estão entre as 51 produções de 33 países.
“Mãe só há uma”: Pierre, um jovem rapaz, descobre que sua família não é a sua família verdadeira quando a polícia prende sua mãe e o teste de DNA prova que a mulher não é a sua mãe biológica. Confuso, Pierre busca e encontra sua família verdadeira, onde será conhecido como Felipe. Essa nova realidade fará com que o rapaz assuma sua real identidade, custe o que custar.
“Antes o tempo não acabava”: Anderson é um jovem rapaz que possui raízes na etnia indígena saterê. Quando ele se muda para Manaus e vai morar na cidade grande, ele começa a se ver preso entre os embates culturais das tradições do mundo de onde veio e cresceu e os costumes urbanos e o complexo e conturbado cotidiano da metrópole.
“Curumim”: Os últimos dias e as últimas horas de Marco Archer, mais conhecido nas comunidades do surfe e da asa-delta pela alcunha de “Curumim”, o primeiro brasileiro a ser condenado à pena de morte por tráfico de drogas, após ser capturado pela polícia tailandesa em uma ilha nos arredores de Bali, um território indonésio localizado no Oceano Índico.
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Por: Vitor Arouca