Em homenagem à Hebe Camargo que faleceu na madrugada de sábado, esse filme é uma gracinha.
E eu amo Paul Rudd. Simples assim! Vejo absolutamente tudo que ele faz!
O filme fala de um amor entre uma quarentona e um rapaz de vinte e poucos anos. Ela é roteirista de um programa de TV e ele é ator. Ela rejuvenesce com o relacionamento, mas se questiona até que ponto a imaturidade pode influenciar na continuidade do namoro.
Paul Rudd é um colírio.
O filme fala da dificuldade que alguns tem de envelhecer, como o que acontece com o ex-marido de Rosie.
Diversão garantida!
A filha de Rosie, Izzie manda bem no fim ao cantar Ironic, de Alanis Morrisette e conquistar a sua paixão de colégio.
Sinopse: Rosie (Michelle Pfeiffer) é a mãe de Izzie (Saoirse Ronan), uma adolescente que está apaixonada pela 1ª vez. Esta situação também acontece com Rosie, que, perto dos 40 anos, se apaixona pelo ator Adam (Paul Rudd), que é bem mais jovem. Esta situação deixa Rosie cheia de dúvidas, sobre se deve ou não manter o novo relacionamento.
Estreou neste final de semana o filme Dredd (Dredd, direção de Pete Travis, com Karl Urban, Olivia Thirlby, Wood Harris e Lena Headey). O filme é a segunda adaptação cinematografia do personagem de HQs inglês Juiz Dredd, criado em 1976 pela dupla John Wagner e Carlos Ezquerra.
O filme é estrelado por Karl Urban (o Dr. McCoy da nova versão de Jornada nas Estrelas), que se mostra muito a vontade de fazer um personagem em que nenhum momento do filme aparece sem seu capacete. E quem pensa que isso pode atrapalhar sua atuação está enganado: Dredd é uma coluna de gelo e mesmo quando necessário passar alguma emoção ao espectador, Karl Urban consegue atingir o publico.
Karl Urban consegue passar a imagem de que Dredd não é um ser humano, é sim um juiz, uma pessoa sem emoções, guiado somente pela lei. Enfim, ele convence quando diz “eu sou a lei”.
Destaque também para Olivia Thirlby, que interpreta a Juíza Cassandra Anderson, parceira de Dredd, uma mulher com poderes psíquicos, que está sendo avaliada por Dredd, para poder assumir o posto de juíza de rua.
A história se passa em um futuro apocalíptico, onde a humanidade, após uma guerra nuclear que devastou o planeta, é obrigada em viver em cidades conhecidas como Mega City e os prédios capazes de receber quase 200 mil pessoas são chamados de blocos.
E para controlar o crime e o tráfico de drogas é criada especial com direito de prender, julgar e, se necessário, executar os criminosos conhecida como Juízes. E o mais temidos de todos é o Juiz Dredd.
E no filme, Dredd e a caloura Juíza Anderson vão investigar um assassinato em um bloco, acabam presos dentro do prédio pela Ma-Ma (Lena Headey), responsável pela criação e tráfico de uma nova droga que está se espalhando rapidamente por Mega City One.
Para os fãs de quadrinhos e filmes de ação, Dredd é programa obrigatório no final de semana. Principalmente se for em 3D.
Melhor Filme – O Palhaço
Melhor Diretor – Selton Mello – O Palhaço
Melhor Ator – Rodrigo Santoro – Heleno
Melhor Atriz – Camila Pitanga – Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios
Melhor Ator Coadjuvante – Paulo José – O Palhaço
Melhor Atriz Coadjuvante – Maria Luisa Mendonça – Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha
Melhor Roteiro – Juliana Rojas e Marcos Dutra – Trabalhar Cansa
Melhor Trilha Sonora – Plinio Profeta – O Palhaço
Melhor Figurino – Kika Lopes – O Palhaço
Melhor Fotografia – Adriano Goldman – Xingu
Melhor Documentário – Raul: o Início, o Meio e o Fim
Melhor Diretor de Documentário – Walter Carvalho – Raul: o Início, o Meio e o Fim
JÚRI POPULAR
Melhor Atriz Coadjuvante Voto Popular – Ana Cecília Costa – Capitães da Areia
Melhor Ator Coadjuvante Voto Popular – Cauã Reymond – Reis e Ratos
Melhor Atriz Voto Popular – Grazi Massafera- Billi Pig
Melhor Ator Voto Popular – Selton Mello – O Palhaço
HOMENAGEM – Prêmio Especial pela Carreira – Othon Bastos
Não conhecia a história dos Dzi Croquetes e adorei o documentário dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez.
Recomendo! Muito bom!
Sinopse: Em 1972 estreava o primeiro show dos Dzi Croquettes. Com homens usando roupas femininas, de forma a mostrar as pernas cabeludas e a barba, ele logo foi um sucesso. Apesar disto, foi também banido pelo Serviço Nacional de Teatro. Incorporando o espírito da contracultura reinante na época, os Dzi Croquettes usavam a irreverência para criticar a ditadura militar brasileira.