Festival de Gramado 2022: ‘Noites Alienígenas’ leva prêmio de melhor filme

Festival de Gramado 2022: ‘Noites Alienígenas’ leva prêmio de melhor filme

Equipe de 'Noites alienígenas', melhor filme do Festival de Cinema de Gramado — Foto: Cristiano Dalcin/RBS TV

Equipe de ‘Noites alienígenas’, melhor filme do Festival de Cinema de Gramado — Foto: Cristiano Dalcin/RBS TV

Chegou ao fim na noite de sábado (20) a 50ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que consagrou “Noites alienígenas”, de Sérgio de Carvalho, como grande vencedor. Primeiro longa do Acre a competir no festival, o filme levou para casa os Kikitos de melhor filme (pelos júris oficial e da crítica), ator, atriz coadjuvante e ator coadjuvante, além de uma menção honrosa pelo trabalho do ator Adanilo.

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Em um dos momentos mais emocionantes da noite, a atriz Claudia Jimenez, falecida mais cedo no mesmo dia, foi lembrada no “in memoriam” ao lado de nomes como Jô Soares, Sérgio Mamberti, Luiz Gustavo, Françoise Furton, Isaac Bardavid, Gilberto Braga Arnaldo Jabor, Suzana Faini, Milton Gonçalves, dentre outros.

Filme de abertura do festival, “A mãe”, de Cristiano Burlan, foi premiado em três categorias: melhor diretor, desenho de som e atriz. Três anos após conquistar o prêmio de melhor atriz por “Pacarrete”, Marcélia Cartaxo repetiu o feito pelo trabalho no longa de Burlan.

Uma das produções mais elogiadas do evento, “Marte um”, do mineiro Gabriel Martins, foi eleito o melhor filme pelo júri popular. O longa também conquistou os Kikitos de melhor roteiro e trilha sonora, além de um prêmio especial do júri.

“Tinnitus”, de Gregório Graziosi, também deixou Gramado com três Kikitos: melhor fotografia, montagem e direção de arte.

O uruguaio “9”, de Martín Barrenechea e Nicolás Branca, que investiga o papel do futebol na sociedade, foi o grande vencedor na competição estrangeira, voltada para filmes íbero-americanos. O longa foi eleito o melhor filme estrangeiro pelo júri oficial e também pelo júri da crítica, além de conquistar o troféu de melhor ator, para Enzo Vogrincinc.

“Fantasma neon”, de Leonardo Martinelli, conquistou a competição de curtas-metragens levando para casa os prêmios de melhor filme (pelos júris oficial e da crítica), direção e ator. Em seu agradecimento, o cineasta destacou que a produção não teria sido realizada sem o apoio da Lei Aldir Blanc.

Confira a lista completa de premiados do Festival de Gramado:

LONGA-METRAGEM BRASILEIRO

Melhor Filme – “Noites alienígenas”, de Sérgio de Carvalho

Melhor Direção – Cristiano Burlan, por “A mãe”

Melhor Ator – Gabriel Knoxx, de “Noites alienígenas”

Melhor Atriz – Marcélia Cartaxo, de “A mãe”

Melhor Roteiro – Gabriel Martins, de “Marte um”

Melhor Fotografia – Rui Poças, de “Tinnitus”

Melhor Montagem – Eduardo Serrano, de “Tinnitus”

Melhor Trilha Musical – Daniel Simitan, de “Marte um”

Melhor Direção de Arte – Carol Ozzi, de “Tinnitus”

Melhor Atriz Coadjuvante – Joana Gatis, de “Noites alienígenas”

Melhor Ator Coadjuvante – Chico Diaz, de “Noites alienígenas”

Melhor Desenho de Som – Ricardo Zollmer, de “A mãe”

Júri da Crítica – “Noites alienígenas”, de Sérgio de Carvalho

Júri Popular – “Marte um”, de Gabriel Martins

Prêmio Especial do Júri – “Marte um”, de Gabriel Martins

Menção Honrosa a Adanilo, por “Noites alienígenas”

LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

Melhor Filme – “9”, de Martín Barrenechea e Nicolás Branca

Melhor Direção – Néstor Mazzini, de “Cuando oscurece”

Melhor Ator – Enzo Vogrincinc, de “9”

Melhor Atriz – Anajosé Aldrete, de “El camino de sol”

Melhor Roteiro – Agustin Toscano, Moisés Sepúlveda e Nicolás Postiglione, de “Inmersión”

Melhor Fotografia -Sergio Asmstrong, de “Inmersión”

Júri da Crítica – “9”, de Martín Barrenechea e Nicolás Branca

Júri Popular – “La pampa”, de Dorian Fernández Moris

Prêmio Especial do Júri a Direção de Arte de Jeff Calmet, de “La pampa”

CURTA-METRAGEM BRASILEIRO

Melhor Filme – “Fantasma neon”, de Leonardo Martinelli

Melhor Direção – Leonardo Martinelli, por “Fantasma neon”

Melhor Ator – Dennis Pinheiro, de “Fantasma neon”

Melhor Atriz – Jéssica Ellen, de “Último domingo”

Melhor Roteiro – Fernando Domingos, de “O pato”

Melhor Fotografia – Fernando Macedo, de “Último domingo”

Melhor Montagem – Danilo Arenas e Luiz Maudonnet, de “O elemento tinta”

Melhor Trilha Musical – “Nhanderekoa Ka´aguy Porã” Coral Araí Ovy e Conjunto Musical La Digna Rabia, por “Um tempo pra mim”

Melhor Direção de Arte – Joana Claude, de “Último domingo”

Melhor Desenho de Som – Alexandre Rogoski, de “O fim da imagem”

Júri da Crítica – “Fantasma neon”, de Leonardo Martinelli

Júri Popular – “O elemento tinta”, de Luiz Maudonnet e Iuri Salles.

Menção Honrosa – “Imã de geladeira”, de Carolen Meneses e Sidjonathas Araújo

Prêmio Especial do Júri – “Serrão”, de Marcelo Lin

Prêmio Canal Brasil de Curtas – “Fantasma neon” Leonardo Martinelli

LONGA-METRAGEM GAÚCHO

Melhor Filme – “5 casas”, de Bruno Gularte Barreto

Melhor Direção – Bruno Gularte Barreto, por “5 casas”

Melhor Ator – Hugo Noguera, de “Casa vazia”

Melhor Atriz – Anaís Grala Wegner, de “Despedida”

Melhor Roteiro – Giovani Borba, de “Casa vazia”

Melhor Fotografia – Ivo Lopes Araújo, de “Casa vazia”

Melhor Direção de Arte – Gabriela Burk, de “Despedida”

Melhor Montagem – Vicente Moreno, de “5 casas”

Melhor Desenho de Som – Marcos Lopes e Tiago Bello, de “Casa vazia”

Melhor Trilha Musical – Renan Franzen, de “Casa vazia”

Júri Popular – “5 casas”, de Bruno Gularte Barreto

Menção Honrosa – Clemente Vizcaíno, por “Despedida”, pela presença destacada no filme e por sua importância na história do cinema gaúcho

Menção Honrosa – “Campo Grande é o céu”, de Bruna Giuliatti, Jhonatan Gomes e Sérgio Guidoux, pelo resgate da tradição de cantorias e da importância das comunidades quilombolas daquela região do Rio Grande do Sul

LONGA-METRAGEM DOCUMENTAL

Melhor Filme – “Um par pra chamar de meu”, de Kelly Cristina Spinelli

Menção Honrosa – “Elton Medeiros – O Sol Nascerá”, de Pedro Murad

Fonte: Yahoo! Notícias

O Museu Imperial em Petrópolis estendeu a mostra O Olhar Germânico até outubro de 2022

O Museu Imperial em Petrópolis estendeu a mostra O Olhar Germânico até outubro de 2022

Museu Imperial, em Petrópolis, RJ, estendeu a temporada da mostra O Olhar Germânico na Gênese do Brasil até 29 de outubro de 2022.

A data inicial de encerramento era 7 de agosto, mas a exposição tem sido determinante para o aumento da visitação, depois do período em que o museu esteve fechado, em razão das chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis, em fevereiro e março deste ano.

Os curadores Maurício Vicente Ferreira Júnior, diretor do Museu Imperial, e o historiador de arte Rafael Cardoso selecionaram 200 obras, dentro das milhares da Coleção Geyer, doada a este museu, para reconstituir parte da contribuição germânica [alemães, austríacos e suíços] à formação cultural do Brasil do século XIX, completada por peças do acervo do Museu Imperial.

O Olhar Germânico na Gênese do Brasil, sob patrocínio da Unipar, através da Lei de Incentivo à Cultura, reúne pinturas, gravuras, desenhos, mapas, livros de viagem e objetos, divididos em quatro núcleos: 

Rio de Janeiro à vista – pinturas de paisagem com temática do RJ; 

Retratos da vida da corte – retratos de notáveis do Império; 

Olhar a gente brasileira – obras com figuras anônimas, a maioria aquarelas e desenhos, e Imaginar o Brasil – livros e estampas litográficas relacionadas a vistas e viagens pelo país.  

Rio de Janeiro à vista

Com a abertura dos portos em 1808, passaram a circular pelo mundo marcos paisagísticos do Rio de Janeiro, em pinturas e litografias. Esta internacionalização propiciou trânsito comercial, diplomático, científico e a vinda de artistas, atraídos pela natureza deslumbrante do novo país. Muitos vinham de países de língua alemã. Neste núcleo está a contribuição destes artistas à formação de uma iconografia da cidade. A onipresença da escravidão não escapou à atenção dos pintores.

Retratos da vida da corte

A concessão de títulos nobiliárquicos e honrarias servia para confirmar o status social e econômico. Os contemplados iam da família imperial a súditos anônimos e duques, marqueses, condes, viscondes, barões, comendadores e dignatário de ordens imperiais. Neste segmento estão retratos pintados de notáveis. Eles exerceram a função de dar visibilidade à posição social do retratado. O mercado local se tornou atraente para artistas estrangeiros especializados em retratos. E eles vieram para o Brasil. 

Olhar a gente brasileira – Os artistas do século XIX registraram o cotidiano de uma sociedade ainda afundada nas relações perversas com a escravidão. A massa escravizada, presente na paisagem humana, está retratada nos trabalhos deste núcleo. A estranheza do cenário aos olhos dos artistas estrangeiros os moveu a chamar a atenção do mundo para a situação dos escravos, que a sociedade fingia ignorar.

Imaginar o Brasil – A circulação internacional de livros, estampas, panoramas e álbuns de vistas deste segmento evidenciou a contraposição entre uma Europa civilizada e o suposto exotismo do resto do mundo. O imaginário que se formou da natureza tropical, selvagem e indomável, passou a confrontar uma ideia de domesticidade e civilidade como marcas de pertencimento cultural. O olhar estrangeiro oferecia uma lente para os brasileiros que quisessem enxergar a imensidão do Brasil.

Homenagem a Petrópolis  – Completam a mostra objetos produzidos por artistas germânicos radicados em Petrópolis, como as esculturas de madeira de Carlos Spangenberg –  suas bengalas eram apreciadas por D. Pedro II, e copos e pesos de papel de vidro e cristal, lapidados por Henrique e Guilherme Sieber, os souvenirs mais procurados pelos que visitavam a cidade.

Peças destes artistas e as pinturas de Karl Ernest Papf e de Friedrich Hagedorn, pertencentes à coleção do Museu Imperial, estão lado a lado com itens da Coleção Geyer, como paisagens da cidade serrana e seus arredores. É uma homenagem da curadoria a Petrópolis, tão afetada pelas chuvas de verão deste ano.

Coleção Geyer – Em 1999, o casal Maria Cecília [1922–2014] e Paulo Geyer [1921–2004] doou ao Museu Imperial, em Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, sua coleção de arte e a casa que a abriga, no bairro carioca do Cosme Velho. Em 2014, a Coleção Geyer foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), tornando-se Patrimônio Cultural do Brasil. O conjunto era considerado a maior brasiliana em mãos particulares do país.

Material completo sobre a exposição em nossa página web: https://museuimperial.museus.gov.br/o-olhar-germanico-na-genese-do-brasil/

Viola Davis está confirmada em novo filme de Jogos Vorazes

Viola Davis está confirmada em novo filme de Jogos Vorazes

Foto preta e branca de homem de terno e gravata sorrindo posando para foto

Descrição gerada automaticamente

Viola Davis está confirmada em novo filme da saga Jogos Vorazes

ATRIZ SERÁ A DRA. VOLUMNIA GAUL E TEVE SEU NOME ANUNCIADO HOJE PELA LIONSGATE

Lionsgate anunciou no começo da tarde a atriz vencedora do Oscar Viola Davis no elenco de Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes (The Hunger Games – The Ballad of Songbirds and Snakes). O filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes que já confirmou a estreia para 16 de novembro de 2023 exclusivamente nos cinemas.

O elenco anunciado até o momento conta com a estrelada Viola Davis (How to Get Away With MurderHistórias Cruzadas) como Dra. Volumnia Gaul, Peter Dinklage (Game of Thrones) como Dean Highbottom, Hunter Schafer (estrela da série Euphoria) como Tigris Snow, Tom Blyth como Coriolanus Snow, Rachel Zegler como Lucy Gray, Josh Andrés Rivera como Sejanus Plinth, Jason Schwartzman como Lucretius “Lucky” Flickerman, entre outros.

Assista ao teaser já divulgado pela Paris Filmes: https://youtu.be/nY4rz-71iuc

O longa é inspirado no livro homônimo lançado em 2020 com um spin-off da saga Jogos Vorazes que soma mais de 14,5 milhões de espectadores nos cinemas brasileiros. O roteiro foi escrito pela criadora dos livros Suaznne Collings junto de Michael Arndt (Pequena Miss Sunshine, Toy Story 3, Jogos Vorazes  Em Chamas,           Star Wars: O Despertar da Força) e Michael Lesslie (Assassin’s Creed).

A produção é de Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence, e a produtora é a Lionsgate.

Sinopse

No retorno a Jogos Vorazes, anos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências “John Wick 4”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma história de Extraordinário”, entre outros.

Brasileiro CARVÃO será exibido no Festival de San Sebástian

Brasileiro CARVÃO será exibido no Festival de San Sebástian

Protagonizado por Maeve Jinkings e César Bordón, filme de Carolina Markowicz, também estará no Festival de Toronto

CARVÃO, primeiro longa da premiada curta-metragista Carolina Markowicz, será exbido no Festival de Cinema de San Sebastian, que acontece entre 16 e 24 de setembro. Antes disso, a produção terá sua première mundial na Mostra competitiva do Festival Internacional de Toronto, onde é o único filme latino selecionado, que será entre 8 e 18 de setembro.

Protagonizado por Maeve Jinkings e o argentino César Bordón (“Relatos Selvagens”, CARVÃO traz no elenco ainda Romulo Braga, Camila Márdila e Aline Marta, e será lançado nos cinemas pela Pandora Filmes, com previsão de estreia para o primeiro trimestre de 2023. O filme é produzido por Zita Carvalhosa, e coproduzido pela Biônica Filmes.

Carolina, que também assina o roteiro do longa, conta que o desejo de fazer o filme veio da angústia de ver o Brasil a cada dia mais imune aos absurdos. “Ouvimos nosso presidente dizer que preferiria ter um filho morto a um filho gay. Ouvimos o executivo da maior seguradora de saúde dizer que foram orientados por seus CEOs a deixar as pessoas morrerem durante a pandemia porque ‘morte é alta hospitalar’.”

No filme, Maeve interpreta Irene que, com seu marido, Jairo (Romulo Braga), tem uma pequena carvoaria no quintal de casa. Eles têm um filho pequeno, Jean (Jean Costa), e o pai dela não sai mais da cama, não fala, não ouve.

A família recebe uma proposta rentosa, mas também perigosa: hospedar um desconhecido em sua casa, numa pequena cidade no interior. Antes mesmo da chegada dele, no entanto, arranjos precisarão ser feitos, e a vida em família começa a se transformar – nem sempre para melhor.

O filme foi rodado em Joanópolis, interior de São Paulo, uma cidade próxima à qual a diretora cresceu, e ela confessa conhecer bem esse ambiente rural e retrógrado. “Lá, vivenciei tudo o que uma pequena cidade conservadora pode oferecer: pessoas cuidando da vida umas das outras, famílias unidas pelo fato de que “a família deve ficar unida”, casamentos onde os casais quase se odiavam (mas como é vergonhoso ser solteiro, vamos manter o status quo!). E claro: você pode ser um assassino, mas por favor não seja gay.”

Carolina passou, então, a prestar atenção nesse mundo ao seu redor, notando coisas que acabou trazendo para o filme. “Esse ambiente bucólico, mas ao mesmo tempo agitado, fez de mim uma observadora da natureza humana no seu melhor e no seu pior. E também uma admiradora de um senso de humor áspero, áspero e ácido, capaz de retratar todos os maiores desastres humanos e idiossincrasias de uma maneira bastante estranha.”

CARVÃO surge então da sua tentativa de “entender como a violência, religião e hipocrisia tomaram conta de nossas vidas e corpos de uma forma que nem percebemos mais.”

Sinopse

Numa pequena cidade do interior, uma família recebe uma proposta rentosa, mas também perigosa: hospedar um desconhecido em sua casa. Antes mesmo da chegada dele, no entanto, arranjos precisarão ser feitos, e a vida em família começa a se transformar. Porém, nenhum dos familiares, e muito menos o próprio hóspede, vê suas expectativas cumpridas.

“Carvão” é um retrato ácido de um Brasil onde impera a naturalização do absurdo.

Ficha Técnica

Diretora: Carolina Markowicz        

Roteirista: Carolina Markowicz

Produtora: Zita Carvalhosa

Coprodutores: Karen Castanho, Alejandro Israel  

Elenco: Maeve Jinkings, César Bordón, Jean Costa, Camila Márdila, Romulo Braga, Pedro Wagner, Aline Marta

Fotografia: Pepe Mendes

Edição: Lautaro Colace

Música: Filipe Derado e Alejandro Kauderer

Edição de Som: Diego Martinez/Filipe Derado

Direção de Arte: Marines Mencio/Natalia Krieger

Figurino: Gabi Pinesso

Sobre Carolina Markowicz

Carolina é roteirista e diretora radicada em São Paulo.

Ela escreveu e dirigiu 6 curtas-metragens selecionados para cerca de 300 festivais como Cannes, Locarno, Toronto, SXSW, AFI e foi premiada mais de 70 vezes.

O “Orfão” é o curta-metragem mais reconhecido de sua carreira. Estreou na Quinzena dos Realizadores – Cannes e foi o vencedor do Queer Palm, sendo o primeiro filme brasileiro a ganhar este prêmio.

“Tatuapé Mahal” representou outro destaque em sua carreira. Estreou no TIFF – Toronto Intl’ Film Festival em 2014, onde Carolina foi considerada uma das “cinco cineastas a serem observadas” pelo curador Shane Smith. Após seu lançamento online, foi incluído entre os Melhores do Ano do Vimeo Staff Picks 2017.

Carolina foi uma das 10 cineastas emergentes convidadas a fazer parte do TIFF Talent Lab. Ela também foi selecionada para o Berlinale Talents e para a Locarno Filmmakers Academy, onde fez parte de uma seleção no Indiewire que apresentou “Alguns dos novos cineastas mais emocionantes do mundo”.

Em 2019, foi convidada a fazer parte da SEE Factory, na qual co-escreveu e co-dirigiu o curta-metragem “Spit”, exibido no dia de abertura da Quinzena dos Realizadores – Cannes 2019.

Carolina também é co-criadora da série Netflix “Nobody is Looking”, vencedora do Emmy Internacional 2020.

Em 2021, Carolina foi convidada para ser membro da AMPAS, a Academia responsável pelo Oscar.

Atualmente está na pós-produção de seus dois longas-metragens “Carvão”, e “Pedágio” em pós-produção.

Sobre a Biônica Filmes

A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Karen Castanho e Fernando Fraiha. Produziu a série para a HBO: “PSI” indicada ao Emmy Awards 2015 na categoria “Melhor Série Dramática”; e os longas: “Os Homens São De Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou!” (2014) de Marcus Baldini, visto por mais de 1,8 milhão de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2015 na categoria “Melhor Comédia”; “Reza a Lenda” (2016), de Homero Olivetto, uma das 5 maiores bilheterias de 2016 e ganhador do Prêmio Especial do Júri no Tallin Black Nights 2016; “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva” (2017) de Paulinho Caruso e Teo Poppovic, selecionado para o South by Southwest (SXSW) 2018.

No ano de 2017 foram lançados dois longas em que a Biônica é produtora associada: o documentário “Divinas Divas” de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Púbico – Global no South by Southwest (SXSW) 2017 e a comédia “La Vingança” de Fernando Fraiha, uma coprodução Brasil – Argentina vencedora do prêmio de Diretor Estreante do Brooklin Film Festival 2017.

Em 2018, três longas serão rodados pela Biônica Filmes: “Turma da Mônica -Laços” de Daniel Rezende, o primeiro live action baseado nas histórias da Turma da Mônica, “Eu Não Sou Cachorro, Não” de Rafael Gomes, uma comédia romântica musical com trilha original assinada por Arnaldo Antunes; e “Pedro” de Laís Bodanzky, uma coprodução Brasil-Portugal que contará a história de Dom Pedro I.

Em 2019 a produtora vai produzir “Rita Lee, uma autobiografia” (um longa-metragem de ficção e um documentário).

Sobre a Ajimolido Filmes

A Ajimolido Films é uma produtora criada em 2008 por Alejandro Israel. É co-produtora do filme “Carvão” de Carolina Markowicz. Desde a sua criação produziu filmes como “Los que Vuelven” de Laura Casabé, “Angélica” de Delfina Castagnino, “EL Invierno” de Emiliano Torres, “Invasión” de Abner Benaim e “La Forma Exacta de Las Islas” de Daniel Casabe & Edgardo Dieleke. Além disso, co-produziu “Pássaros Voadores” de Nestor Montalbano, “Maids and Bosses”de Abner Benaim, e seu produtor associado de “Argentina” de Carlos Saura.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

O Lendário Cão Guerreiro divulga novas cenas dubladas por Paulo Vieira e Ary Fontoura

O Lendário Cão Guerreiro divulga novas cenas dubladas por Paulo Vieira e Ary Fontoura


O Lendário Cão Guerreiro divulga novas cenas dubladas por Paulo Vieira e Ary Fontoura

O longa conta a história de Hank, um cão que se torna samurai em uma cidade de gatos

Link para a cena do treinamento do Hank AQUI

Link para a cena do Xogum AQUI

– O público já pode assistir a trechos de O Lendário Cão Guerreiro, dublado pelos atores Paulo Vieira, Ary Fontoura e Deborah Secco, antes mesmo da animação chegar aos cinemas. Foram divulgadas pela Paramount Pictures duas cenas do novo longa, com destaque para os personagens Hank (voz de Paulo Vieira), Jimbo e Xogum (voz de Ary Fontoura).

As imagens são repletas de humor e ação: mostram parte do treinamento de Hank, quando ele decide enfrentar Sumô, um gato gigante enviado por Ika Chu para destruir a cidade de Kakamucho, vila de gatos a qual o personagem principal jurou defender. Enquanto isso, Jimbo tenta ensinar lições para Hank sem muito sucesso. Em outra cena, com Ary Fontoura emprestando a voz a Xogum, autoridade máxima do território de gatos, é revelado como ele comanda a região. Para assistir, acesse aqui:

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O longa é um remake de Banzé No Oeste (1974), de Mel Brooks, que participa da produção executiva do filme e também dubla o personagem Xogum no original. Completam o elenco original de dubladores grandes nomes como Michael Cera, interpretando Hank, e Samuel L. Jackson no papel de Jimbo. A animação é dirigida por Rob Minkoff, conhecido por seu trabalho em Rei Leão (1994).

A animação já pode ser assistida em sessões especiais em algumas cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Palmas, Curitiba, Recife, Goiânia, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus e Natal. O filme é produzido pela Nickelodeon Movies, Align, Aniventure e GFM Animation e conta com a distribuição da Paramount Pictures. O Lendário Cão Guerreiro estreia nos cinemas de todo o país em 25 de agosto e terá pré-estreias pagas nos dias 20 e 21 de agosto.

O Lendário Cão Guerreiro – 25 de agosto nos cinemas

paramountbrasil

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