O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU traz história inédita protagonizada pelo querido personagem francês

O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU traz história inédita protagonizada pelo querido personagem francês

Dirigido por Julien Rappeneau, comédia para toda a famíliachega aos cinemas em 22 de dezembro
Foto - Filme A Mãe
Trailer dublado: https://youtu.be/0Xm38rhIjVQ
Trailer legendado: https://youtu.be/R0xs-0Sfrr4

Uma das figuras mais famosas da literatura infanto-juvenil, o francês Nicolau voltará aos cinemas numa nova aventura inédita até mesmo nos livros de René Goscinny e Jean-Jacques Sempé, escritor e desenhista, respectivamente, que criaram o personagem em 1959. O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU traz uma história inédita de autoria do diretor do filme, Julien Rappeneau (“Meu filho é um craque”). Com distribuição da Califórnia Filmes, o longa chega aos cinemas em 22 de dezembro, e promete diversão para toda a família.

Nicolau (Ilan Debrabant) tem 9 anos, e seu maior passa tempo é brincar com sua turma da escola, vivendo as mais diversas aventuras. Mas isso deve mudar quando seu pai (Jean-Paul Rouve) é promovido, e a família deve se mudar para o sul da França. Sem querer se separar dos amigos, o menino inventa uma nova empreitada: uma caça ao tesouro.

Rappeneau, que assina o roteiro com Mathias Gavarry, explica que, nos livros de Goscinny e Sempé, as histórias são feitas de episódios, e ele buscava uma unidade narrativa para o filme, pois não queria fazer uma coletânea de esquetes.

Eu queria que os personagens participassem de uma aventura original, repleta de surpresas e reviravoltas. Os personagens, no entanto, continuam bastante fiéis ao que são nos livros em espírito e tom. Foi um pouco ousado de minha parte, mas creio que é necessário um pouco de ousadia quando se embarca num projeto assim.

Para contar essa história única, ele explica que precisa de algo desafiador tanto para Nicolau, quando para seu pai e sua mãe (Audrey Lamy). Pensando isso, ele criou uma trama que conversa tanto com as crianças quanto com adultos. “É algo que a Pixar faz de forma brilhante em suas animações. Precisávamos de um tema que dialogasse com várias faixas etárias. Encontrar equilíbrio com os temas infantis e adultos foi nosso maior desafio.”

O diretor explica que Anne Goscinny, filha do autor e detentora dos direitos do personagem, acompanhou o processo de perto, dando sugestões. “Uma das coisas que ela nos apontou é que não deveríamos colocar uma personagem morrendo, pois no mundo de Nicolau, ninguém morre. Então tivemos de encontrar uma outra saída para essa parte da história.”

Ilan Debrabant, de 11 anos, interpreta o personagem pela primeira vez, e já esteve em filmes como “Estaremos Sempre Juntos”. Ele conta que gosta do filme por ser repleto de aventuras e uma vasta gama de emoções. “O final me comoveu muito. Quando li o roteiro, tudo o que eu queria era conhece o Nicolau e seus amigos.”

No set, Debrabant conta que o comportamento dele e dos outros atores da turma do Nicolau era bastante parecido com o dos personagens. “A gente aprontou muito entre uma cena e outra. Fazíamos várias brincadeiras e muita bagunça sem nem tirar o figurino.”

O elenco ainda inclui: Jean-Pierre Darroussin, como o diretor da escola; Noémie Lvovsky, como a Sra Mme Bouillaguet; e Anton Alluin, Oscar Boissière, Léandre Castellano-Lemoine, Malo Chanson-Demange, Simon Faliu, Malick Laugier e Léonard Signoret, como os amigos da turma do Nicolau.

Em sua equipe artística O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU conta com Vincent Mathias (“Nos vemos no paraíso”), assina a fotografia; Stephanie Laurent Delarue, na direção de arte; e Marie Cheminal (“O albergue espanhol”), no desenho de produção.

O TESOURO DO PEQUENO NICOLAU será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes.

Sinopse

O mundo tranquilo do pequeno Nicolau inclui o papai, a mamãe, a escola, e, o mais importante, sua turma de amigos. Eles são chamados de Os Invencíveis, mas, acima de tudo, são inseparáveis. Ao menos, é o que pensam. Quando o papai é promovido, e a família deve se mudar para o sul da França, o mundo do menino se despedaça. Como seguir em frente sem seus amigos? Com ajuda deles, Nicolau embarca numa jornada em busca de um tesouro que pode evitar seu maior medo – mudar de cidade.

Ficha Técnica

Direção: Julien Rappeneau

Roteiro: Julien Rappeneau e Mathias Gavarry, inspirado nos personagens de René Goscinny e Jean-Jacques Sempé

Produção:  Olivier Delbosc

Elenco: Ilan Debrabant, Jean-Paul Rouve, Audrey Lamy, Jean-Pierre Darroussin, Noémie Lvovsky, Anton Alluin, Oscar Boissière, Léandre Castellano-Lemoine, Malo Chanson-Demange, Simon Faliu, Malick Laugier, Léonard Signoret,

Direção de Fotografia: Vincent Mathias

Desenho de Produção: Marie Cheminal

Trilha Sonora: Martin Rappeneau  

Gênero: comédia

País: França

Ano: 2022

Duração: 103 min.

“Força Bruta” tem nova data de estreia no Brasil

“Força Bruta” tem nova data de estreia no Brasil

Homem ao lado de uma placa

Descrição gerada automaticamente com confiança média

COM 100% DE APROVAÇÃO NO ROTTEN TOMATOES, O FILME ESTREIA NOS CINEMAS BRASILEIROS EM 24 DE NOVEMBRO

Força Bruta (The Roundup), distribuído pela Paris Filmes, em parceria inédita com a Sato Company, estreia oficialmente em 24 de novembro de 2022 exclusivamente nos cinemas com sessões antecipadas de 18 a 20 de novembro.

Faça download do pôster aqui.

Força Bruta é protagonizando por Ma Dong-seok, mais conhecido como Don Lee (Os Eternos e Invasão Zumbi). O ator dá vida a um policial que utiliza a força física de uma forma exagerada para executar suas missões. Em viagem ao exterior para repatriar um criminoso, a confusão é armada quando o policial percebe que a boa vontade do criminoso parece ser grande demais para quem será preso após confessar o conhecimento e participação em tantos assassinatos brutais. Ma Seok-do (personagem de Don Lee) começa uma investigação nada protocolar e segue uma trilha sangrenta até chegar ao assassino Hae-sang (vivido por Sukku Son).

Assista ao trailer oficial: https://youtu.be/cLf905QGKcs

O longa, que tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, é um grande sucesso mundial com mais de US$ 100 milhões de box office. Força Bruta está na lista das 30 maiores bilheterias de 2022 e ficou mais de 1 mês no topo da bilheteria coreana, ultrapassando os resultados de Parasita e Invasão Zumbi.

Homem com as mãos na cintura

Descrição gerada automaticamente com confiança média

Don Lee é conhecido, além de seus personagens em Os Eternos e Invasão Zumbi, por seu repertório de filmes de luta que misturam comédia e ação. Força Bruta pode ser assistido no Brasil a partir de 24 de novembro exclusivamente nos cinemas, e também nas sessões antecipadas de 18 a 20 de novembro.

Sinopse

A Unidade Policial de Crimes de Geumcheon tem uma nova missão: repatriar um fugitivo que está no Vietnã. O policial Ma Seok-do (Don Lee) e o Capitão Jeon Il-man (Guy-hwa Choi) perecebem que há algo de estranho com o excesso de boa vontade do suspeito em se entregar e revelar crimes cometidos por um assustador assassino chamado Hae-sang (Sukku Son). Ma e sua equipe começam a investigação nos dois países seguindo a trilha sangrenta deixada por Sang.

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências “John Wick 4”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma história de Extraordinário”, entre outros.

Sobre a Sato Company

Fundada em 1985 como distribuidora de filmes para homevideo, a Sato Company com o decorrer do tempo, ampliou negócios, atuando nas áreas de cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD), Licenciamento de produtos e Produção de conteúdos (filmes, séries, formatos. etc.), tornando-se uma empresa 360 graus no seguimento.

Como distribuidora, é pioneira e referência em animes e Tokusatsu, com produções japonesas como: Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros.

Primeira agregadora de conteúdo da Netflix na América Latina (desde 2011), a empresa se destaca por localizar conteúdos de interesse e relevância aos consumidores, tornando-se referência no mercado.

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NOSSA SENHORA DO NILO, de Atiq Rahimi, chega aos cinemas em 1 de dezembro

NOSSA SENHORA DO NILO, de Atiq Rahimi, chega aos cinemas em 1 de dezembro

Baseado em romance autobiográfico de Scholastique Mukasonga, filme aborda as origens do genocídio em Ruanda
Foto - Filme A Mãe

Partindo das experiências pessoais da escritora tutsi Scholastique Mukasonga, NOSSA SENHORA DO NILO, dirigido por Atiq Rahimi, traz como cenário principal a escola que dá nome ao filme, um colégio interno católico situado no alto de uma colina para meninas da elite ruandense. Vivendo isoladas do mundo, pouco sabem o que está acontecendo em seu país, até que a realidade bate à porta. O longa chega aos cinemas em 01 de dezembro, com distribuição da Pandora Filmes. No Brasil, o livro foi lançado pela editora Nós.

O afegão Rahimi, que assina o roteiro com Ramata-Toulaye Sy, trabalha pela primeira vez com um material que não é seu – ele tem em seu currículo filmes como “A pedra da paciência”. NOSSA SENHORA DO NILO foi premiado no Festival de Berlim de 2020 com o Urso de Cristal da mostra Generation 14plus.

O diretor conta que conhecia pouco sobre Ruanda antes de realizar o longa. “Sabia sobre o genocídio de 1994, uma tragédia que, na minha mente, é como o fratricídio que aconteceu em meu país e começou dois anos antes. Nos dois casos, começou como uma questão política, e, depois, se tornou problemas étnicos, de raça e até de religião.”

Rahimi, que também é escritor, conheceu Mukasonga num evento literário em 2008, e leu Nossa Senhora do Nilo assim que foi originalmente publicado, em 2012, e gostou muito, mas nem desconfiava que pouco tempo depois mergulharia no universo do romance para realizar um filme.

Na obra e em Ruanda, o cineasta conta que encontrou algo que o fascina tanto como diretor de cinema e escritor: a relação entre a violência e o sagrado. “Tanto Ruanda quanto o Afeganistão, nos anos de 1970, estão sob um regime totalitário. Não são as pessoas que decidem o sistema político, mas uma elite e os tecnocratas. O genocídio de 1994 não aconteceu de repente, mas suas origens estão em 1959, quando a monarquia foi deposta, e depois em 1973 com a perseguição às elites e aos intelectuais.

Com dificuldade de encontrar jovens atrizes em Ruanda para fazer o filme, o diretor criou um workshop em Kigali, e rodou o longa no distrito Rutsiro, numa escola católica que ainda mantém alguns edifícios antigos. “Fica no alto das montanhas, e é difícil de se alcançar, mas quando você chega no topo, e vê aquela igreja é impressionante.

Mukasonga conta que seu romance nasceu de um desejo de abordar o tema da discriminação, e a personagem Virginia, no livro e no filme, é baseada em suas experiências. “Mesmo que eu não estivesse completamente ciente disso… Eu me voltei à ficção para colocar alguma distância entre os acontecimentos e eu mesma, do contrário seria muito destrutivo. Mas durante a escrita a realidade acabou se impondo. De uma forma ou de outra, eu tinha que contar essa história.”

Ela também conta que a escolha de Rahimi para dirigir o filme foi perfeita. “Ele é afegão, eu, ruandense, temos muito em comum. Eu também acompanhei cada passo do filme, li diversas versões do roteiro. O que era mais importante para mim, é que fosse filmado em Ruanda, no mesmo contexto do romance.”

A revista Variety aponta que NOSSA SENHORA DO NILO é uma antecipação iluminadora de uma tragédia, uma história fielmente adaptada de um romance essencial.” “É uma história que deixa uma impressão profunda, e Rahimi filma de maneira sensível”, escreve o The Hollywood Reporter

NOSSA SENHORA DO NILO será lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

Sinopse

Ruanda, 1973. Nossa Senhora do Nilo é um conceituado colégio interno católico situado no alto de uma colina, onde garotas são preparadas para pertencer à elite ruandense. Com a proximidade da formatura, essas meninas, sejam elas hutu ou tutsi, compartilham o mesmo dormitório e dividem sonhos e preocupações. Mas em todo o país, assim como dentro da escola, antagonismos profundos ecoam, mudando a vida dessas jovens — e de toda a nação — para sempre. Imagens de um simbolismo profundo fazem alusão à violência genocida que em 1994 tomaria conta de todo o país.

Ficha Técnica

Direção: Atiq Rahimi

Roteiro: Atiq Rahimi e Ramata-Toulaye Sy, baseado no livro homônimo de Scholastique Mukasonga

Produção:  Charlotte Casiraghi, Marie Legrand, Rani Massalha, Dimitri Rassam

Elenco: Santa Amanda Mugabekazi, Albina Sydney Kirenga, Angel Uwamahoro, Clariella Bizimana, Belinda Rubango Simbi, Pascal Greggory

Direção de Fotografia: Thierry Arbogast

Desenho de Produção: Françoise Joset

Montagem: Hervé de Luze

Gênero: drama, histórico

País: França, Bélgica, Ruanda, Mônaco

Ano: 2021

Duração: 93 min.

SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

Confira o trailer oficial de A MÃE, protagonizado por Marcélia Cartaxo

Confira o trailer oficial de A MÃE, protagonizado por Marcélia Cartaxo

Premiado em Vitória e Gramado, longa de Cristiano Burlan será exibido na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Estreia nos cinemas brasileiros dia 10 de novembro

Assista ao trailer: https://youtu.be/WZRMi30Q5G8

A MÃE dirigido por Cristiano Burlan acaba de ganhar trailer oficial. Filme será exibido na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, nos dias 28 de outubro, 01 e 02 de novembro, e estreia nos cinemas brasileiros no dia 10 de novembro. Protagonizado por Marcélia Cartaxo, longa traz no elenco Dunstin Farias, Mawusi Tulani, Helena Ignez, Debora Maria da Silva, Rub Brown, Ana Carolina Marinho, Tuna Dwek e Henrique Zanoni.

Grande Vencedor do 29º Festival de Cinema de Vitória, prêmio de Melhor Filme, para os juris oficial, popular e crítica, o longa também levou Melhor Diretor, para Cristiano Burlan, Melhor Interpretação, para Marcélia Cartaxo, Melhor Fotografia, para André S. Brandão. No mês de agosto, na Mostra Competitiva do Festival de Gramado, o filme recebeu os Kikitos de Melhor Atriz, para Marcélia; Melhor Direção para Burlan; e Melhor Desenho de Som, para Ricardo Zollmer.

Roteirizado por Burlan e Ana Carolina Marinho, o longa tem ao centro Maria (Marcélia), uma mulher que procura seu filho que pode ter sido assassinado por policiais militares durante uma ação na vila onde moram, que embarca numa jornada em busca desse filho.

Para o encontrar, precisa enfrentar a burocracia opressora das grandes metrópoles para poder vê-lo uma última vez. Assim, A MÃE coloca o foco em outro elemento afetado pelo genocídio sistemático nas periferias brasileiras: como ficam as matriarcas que perdem seus filhos e filhas?

Burlan conta que desde o início do projeto teve Marcélia como o rosto de Maria. “Um rosto que reflete a dureza da vida, mas também sua inocência e compaixão.” Além dela, o filme conta também com Helena Ignez, Henrique Zanoni, Ana Carolina Marinho, Kiko Marques, Hélio Cícero, Mawusi Tulani, Che Mois, Tuna Dwek, Carlos Meceni, entre outros.

O longa foi rodado em São Paulo, no começo de 2020,  com locações no centro de São Paulo e no Jardim Romano. O filme dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo, com documentários e ficções, que visam trazer humanidade para as populações periféricas.

Meu irmão foi assassinado pela polícia em 2001. Dois anos depois, fiz o documentário ‘MATARAM MEU IRMÃO’. Em 2012, minha mãe foi morta pelo namorado e em 2017 fiz ‘ELEGIA DE UM CRIME’. Minha história não é uma exceção. A impunidade, o preconceito, a desigualdade, a mídia e os governos transformam essas vidas em números. Mas por trás das estatísticas existem irmãos, amigos, mães e filhos”, diz Burlan.

A produção do longa é assinada pela Bela Filmes, e o longa tem coprodução da Filmes da Garoa e Cup Filmes. A distribuição é da Cup Filmes. O longa fez sua estreia mundial no Festival de Málaga, em março passado.

A MÃE será lançado no Brasil pela Cup Filmes, e codistribuído pela Spcine, Secretaria Municipal de Cultura São Paulo.



Sinopse

A MÃE segue a jornada de Maria, migrante nordestina e vendedora ambulante em busca de seu filho Valdo, supostamente assassinado por policiais militares durante uma ação na vila onde mora. Em busca de descobrir o paradeiro do filho, Maria enfrenta diversas adversidades. Ela não tem nenhuma notícia que a ajude a encontrá-lo. Essa tragédia deixa uma ferida profunda na personalidade de Maria, que passa a viver sob a marca da insegurança e da impunidade.

FICHA TÉCNICA

Direção: Cristiano Burlan

Argumento e Roteiro: Ana Carolina Marinho e Cristiano Burlan

Direção de Fotografia: André S. Brandão

Direção de Arte: Karla Salvoni

Montagem: Cristiano Burlan, Renato Maia

Figurino: Helô Cobra

Maquiagem e Caracterização: Julliana Fraga

Técnico de Som Direto: André Bellantani

Desenho de Som: Ricardo Zollner

Trilha Sonora: Ricardo Zollner e Thiago Liguori

Direção de Produção: Bruno Alfano

Produção Executiva: Priscila Portella

Produtores: Cristiano Burlan, Henrique Zanoni, Bruno Caticha, Priscila Portella e Ivan Melo.

Com Marcelia Cartaxo, Mawusi Tulani, Helena Ignez, e apresentando Dunstin Farias.

Elenco: Debora Maria da Silva, Rub Brown, Ana Carolina Marinho, Henrique Zanoni, Tuna Dwek.

Produtoras: Bela Filmes, Filmes da Garoa e Cup Filmes

Distribuidora: Cup Filmes

Codistribuidora: Spcine, Secretaria Municipal de Cultura São Paulo

SOBRE O DIRETOR – CRISTIANO BURLAN

Cristiano Burlan (Porto Alegre, Brasil, 1975) é diretor de cinema, teatro e professor. Realizou mais de 20 filmes, entre eles a Tetralogia em Preto e Branco, composta pelos filmes “Sinfonia de um Homem Só” (2012), “Amador” (2014), “Hamlet” (2014) e “Fome” (2015), premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Seu documentário “Mataram Meu Irmão” (2013) foi o vencedor do Festival É Tudo Verdade 2013 e, no mesmo ano, ganhou o prêmio do júri oficial e da crítica no 40º Festival Sesc de Melhores Filmes e o prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura.  “Antes do Fim” (2017) ganhou o prêmio especial do júri da APCA em 2018, ano em que também estreou “Elegia de um Crime” (2018), no Festival É Tudo Verdade angariando prêmios. Os filmes “Construção”, “Mataram meu irmão” e “Elegia de um crime” compõem a Trilogia do Luto, em que aborda a trágica história de sua família. Em 2020, estreou a série “Paulo Freire, um homem do mundo” realizada pelo SescTV. Seu longa-metragem de ficção, “A Mãe”, que tem como protagonista a atriz Marcélia Cartaxo, estreia em março de 2022, em competição, no Festival de Málaga. Está em fase de finalização do longa-metragem de ficção, “Ulisses”, e em pré-produção do documentário “Antunes Filho, do olho para o coração”, realizado pelo SescTV.

SOBRE A BELA FILMES

A BELA FILMES foi fundada em 2005. Os sócios CRISTIANO BURLAN e HENRIQUE ZANONI desenvolvem projetos artísticos independentes, como roteiristas, diretores e também atuando, ganhando reconhecimento tanto do público como da crítica, como provam as frequentes participações em festivais e prêmios angariados. A Bela Filmes já produziu mais de 20 filmes, incluindo ficções e documentários, tais como BATALHA, ANTES DO FIM, ELEGIA DE UM CRIME, NO VAZIO DA NOITE, EM BUSCA DE BORGES, FOME, MATARAM MEU IRMÃO, HAMLET, SINFONIA DE UM HOMEM SÓ,  CORAÇÕES DESERTOS entre outros.

Paralelamente, a dupla de sócios também fundou a Cia dos Infames, grupo teatral com o qual já realizaram as peças O NOME DAS COISAS, O CARA MAIS ESPERTO DO FACEBOOK, MÚSICA PERFEITA PARA O SUICÍDIO, A VIDA DOS HOMENS INFAMES, entre outras. 

SOBRE A CUP FILMES

A CUP FILMES é uma produtora e distribuidora de filmes independentes sediada em São Paulo. Entre os filmes produzidos pela empresa estão CORPO ELÉTRICO, de Marcelo Caetano (Roterdã, 2017), ALVORADA, de Anna Muylaert e Lo Politi (Sheffield Doc/Fest 2021), A MÃE de Cristiano Burlan (seleção Oficial Málaga 2022), BOB CUSPE NÓS NÃO GOSTAMOS DE GENTE, de Cesar Cabral (vencedor do Prêmio Contrechamp em Annecy e Melhor Filme no Festival de Animação de Ottawa em 2021 e qualificado para o Oscar 2022). A empresa está em fase final de financiamento do longa BABY, de Marcelo Caetano,e na pré-produção da animação UM PINGUIM TUPINIQUIM, de Cesar Cabral.

SOBRE A FILMES DA GAROA

Criada em 2011, pelo roteirista e diretor BRUNO CATICHA e pela produtora PRISCILA PORTELLA, a FILMES DA GAROA é uma produtora independente, focada em filmes de gênero e documentários. Entre suas principais produções destacam-se: OVESTIDO (2019) e O ESPÍRITO DO BOSQUE (2017), de Carla Saavedra Brychcy, vencedor do Kikito de Melhor Atriz no 45º Festival de Cinema de Gramado; GERU (2014), de Fábio Baldo e Tico Dias, vencedor do Candango de Melhor Ator e Som no 47º Festival de Brasília e PROJETO SILÊNCIO (2010), de Bruno Caticha, vencedor do prêmio Best Creative Idea no 13th Shanghai International Film Festival. É co-produtora do último documentário de Cristiano Burlan, ELEGIA DE UM CRIME (2018), que esteve na competitiva oficial do Festival É Tudo Verdade 2018. Atualmente, desenvolve o primeiro longa-metragem da diretora boliviana Carla Saavedra Brychcy, A SOMBRA DO CÃO, vencedor do 7º Brasil Cinemundi na categoria melhor projeto de longa-metragem; e prepara para rodar A MÃE, longa-metragem de ficção, dirigido por Cristiano Burlan e estrelado por Marcelia Cartaxo, realizado em co-produção com as empresas BELA FILMES e CUP FILMES.

MOSTRA DE CINEMA no CCJF traz longas de diversos países da América Latina

MOSTRA DE CINEMA no CCJF traz longas de diversos países da América Latina

O Centro Cultural da Justiça Federal abriga de 04 a 13 de novembro a Mostra
Visões Latinas, que traz uma retrospectiva da produção do cinema latino-americano da
última década em conjunto com curtas produzidos na Região Metropolitana do Rio,
criando um diálogo a respeito de temáticas comuns em nosso continente que se
expressam na singularidade de suas diversas culturas. Além das exibições, serão
realizadas rodas de conversa em torno das questões levantadas pelos filmes e uma
exposição pública na Cinelândia, contando com cartazes e fotografias das obras.
As exibições têm como intuito abarcar diversos gêneros cinematográficos, contemplando
assim uma gama maior de perspectivas sobre as vidas latino-americanas e diversificando
o contato dos espectadores com as formas de expressão apresentadas através da
câmera.

A mostra traz marcos cinematográficos do cinema latino como o chileno “Uma Mulher
Fantástica”, dirigido por Sebastián Lelio, ganhador do Oscar de melhor filme
estrangeiro de 2017, o colombiano “O Abraço da Serpente”, dirigido por Ciro Guerra
e também indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2016, o premiado “Últimos
Dias em Havana”, dirigido por Fernando Perez, entre outras pérolas do audiovisual da
américa latina que o recorte curatorial reuniu. A Mostra Visões Latinas faz ainda uma
merecida homenagem a Mauricio Lissovsky, através da exibição do também premiado
“A pessoa é para o que nasce”, um dos roteiros assinados pelo professor,
pesquisador, pensador, historiador da fotografia falecido precocemente em agosto de 2022.

Na abertura, dia 03/11, Roberto Berliner, diretor do filme que conta a história
das três irmãs cegas que passaram boa parte de suas vidas ganhando o sustento
cantando e tocando ganzá nas feiras de Campina Grande, interior da Paraíba, falará
sobre o filme homenageado.

A seleção dos curtas também é um presente para o espectador. Entre outros destaques a
curadoria selecionou o curta-documentário que narra à história de João Alves de Torres
Filho, o Joãosinho da Goméa, o babalorixá baiano que mudou a história do Candomblé,
conselheiro de Getúlio e JK, e que encantou Elizabeth II. Outros destaques são para
Cascudos e Neguinho, dois filmes que vivenciam o real significado de desigualdade.
A Abertura, quinta-feira, dia 03, além da homenagem póstuma a Maurício Lissovsky,
a Mostra conta com a presença do Secretário Aquiles Barreto e do Subsecretário,
Alberto Szafran, da Secretaria Especial de Integração Metropolitana da
Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e com a apresentação Orquestra Sinfônica
da Maré.

Visões Latinas é uma realização da Empreender Projetos Culturais, que tem como
objetivo o desenvolvimento de projetos socioculturais, pois acreditamos que a arte, a
cultura e a educação formam cidadãos conscientes, capazes de olhar para o mundo de
forma mais plural.

PROGRAMAÇÃO

Data Semana Hora Curtas Longas País
04/nov Sexta 18h30 Mente Aberta Relatos Selvagens Argentina
05/nov Sábado 16h00 Nicinha não vem A Pessoa é para o que nasce Brasil
06/nov Domingo 16h00 Neguinho Pelo Malo Venezuela
10/nov Quinta 18h30 Manhã de Domingo Uma Mulher Fantástica Chile
11/nov Sexta 18h30 Joãosinho da Gomea, o Rei do Candomblé Últimos Dias em Havana Cuba
12/nov Sábado 16h00 Ladeira não é Rampa O Abraço da Serpente Colômbia
13/nov Domingo 16h00 Cascudos Festa no Céu México

Site: www.visoeslatinas.com
Facebook e Instagram: @visoeslatinas

SINOPSES – LONGAS

RELATOS SELVAGENS

Escrito e dirigido por Szifron, Relatos Selvagens é um espetáculo visual que conta uma sombria e cômica história de tragédia, amor, decepção, passado e a violência que espreita a superfície do cotidiano. Encontrando-se vulneráveis às mudanças voláteis e imprevisíveis da realidade, os personagens de Relatos Selvagens são empurrados para o abismo e para o prazer inegável de perder o controle, atravessando a linha fina que divide a civilização da brutalidade. O filme é produzido por Hugo Sigman, Pedro Almodóvar e Agustín Almodóvar, com Matías Mosteirin e Esther García Rodriguez atuando como produtores executivos. Indicado ao Oscar de melhor filme internacional em 2015.

A PESSOA É PARA O QUE NASCE

Três irmãs cegas. Unidas por esta peripécia incomum do destino, elas viveram toda sua vida cantando e tocando ganzá em troca de esmolas nas cidades e feiras do Nordeste do Brasil. O filme acompanha os afazeres cotidianos dessas mulheres e revela as curiosas estratégias de sobrevivência, da qual participam parentes e vizinhos. Mergulha em sua história, flagrando uma trama complexa de amor e morte, miséria e arte. E acompanha, numa reviravolta inesperada, o efeito-cinema na vida destas mulheres, transformando-
as em celebridades. Uma obra em que diretor e personagens confrontam-se com os laços que surgem entre eles, revelando a sedução e os riscos do ofício de documentarista.

PELO MALO

Junior (Samuel Lange Zambrano) é um menino de nove anos que tem cabelo crespo. Ele quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura, para ficar parecido com um cantor famoso. Isso o faz entrar em conflito com a mãe, Marta (Samantha Castillo). Quanto mais Junior tenta melhorar o visual pelo amor da mãe, mais ela o rejeita. Até que ele é encurralado, cara a cara, com uma decisão dolorosa. Vencedor da Concha de Ouro de melhor filme no Festival de San Sebastian (Espanha).

UMA MULHER FANTÁSTICA

Marina (Daniela Vega) é uma mulher transgênero que vive um relacionamento com Orlando (Eugenio Francisco Reyes
Morandé), um homem 20 anos mais velho, que deixou a família para viver com ela. Quando o namorado morre, ela se vê
diante da raiva e do preconceito da família do falecido parceiro. Marina luta por seu direito de sofrer – com a mesma energia
ininterrupta que ela exibiu quando lutou para viver como uma mulher. Vencedor do Oscar de melhor filme internacional em 2018.

ÚLTIMOS DIAS EM HAVANA

Havana, dias atuais. Enquanto espera um visto para os Estados Unidos que nunca chega, Miguel (Patricio Wood) lava pratos em uma lanchonete e cuida de Diego (Jorge Martinez), um amigo gay que vem sendo consumido pelo vírus HIV. Diego e Miguel vivem juntos como se fossem o dia e a noite: um é positivo e solar; o outro, calado e soturno. A relação dos dois é
totalmente abalada quando o visto de Miguel é liberado.

O ABRAÇO DA SERPENTE

Karamakate (Nilbio Torres), outrora um poderoso xamã da Amazônia, é o último sobrevivente de seu povo e agora vive em isolamento voluntário nas profundezas da selva. Os anos de solidão absoluta o tornam vazio, privado de emoções e memórias. Sua vida sofre uma reviravolta quando Evan (Brionne Davis), um etnobotânico estadunidense, chega ao seu esconderijo remoto em busca da Yakruna, uma poderosa planta, capaz de ensinar a sonhar. O xamã decide acompanhar o estrangeiro em sua busca, e juntos embarcam em uma viagem ao coração da selva, onde passado, presente e futuro se confundem, fazendo-o aos poucos recuperar suas memórias. Essas lembranças trazem uma dor profunda que não libertará Karamakate até que ele transmita o conhecimento ancestral, que antes parecia destinado a perder-se para sempre.

FESTA NO CÉU

Do produtor Guillermo del Toro e do diretor Jorge Gutierrez, o longa metragens dos estúdios Pixar é uma comédia animada de estética única. “Festa no Céu” traz a jornada de Manolo, um jovem que está dividido entre cumprir as expectativas de sua família ou seguir seu coração. Antes de escolher que caminho tomar, ele embarcará em uma incrível aventura em três mundos fantásticos, onde ele deverá enfrentar seus maiores medos. Rico e com uma nova abordagem de sucessos da música pop, o filme nos incentiva a celebrar o passado sempre olhando para o futuro.

SINOPSES – CURTAS

NICINHA NÃO VEM

Acompanhamos um dia de espera para avisita de Nicinha a sua filha em situação de
cárcere, enquanto somos levados à realidade de um presídio feminino. Baseado no conto
“Por que Nicinha não veio?”, de Lia Vieira. Narração de Noemia Oliveira.

MENTE ABERTA

Após o fim do relacionamento com sua companheira (Gabriella Santoro), um homem
(Luciano Braga) confabula, sozinho, no banho, sobre os motivos pelos quais foi abandonado.

LADEIRA NÃO É RAMPA

O filme acompanha Antônio (Antônio Ribeiro), um skatista que usa as ruas para fazer suas manobras e busca meios para lançar um filme, em uma cidade que não tem pista de skate e nem cinema.

CASCUDOS

Pedrinho (Thiago Xavier) adora se divertir no Fliper. Prestes a bater o recorde numa máquina, um trio de crianças da redondeza chega, e a brincadeira acaba ficando séria. Situada em uma das muitas fronteiras da metrópole fluminense, a história mostra que o “jogo da vida” pode nos separar de diferentes formas.

NEGUINHO

Jéssica (Juliana França) e seu filho Zeca (Pedro Moura) são bolsistas em diferentes instituições de ensino e precisam lidar com o racismo da sociedade no cotidiano. O futuro de Zeca fica incerto quando sua mãe é chamada para uma reunião de emergência na escola do filho.

JOÃOSINHO DA GOMÉA, O REI DO CANDOMBLÉ

Joãosinho da Goméa é o narrador de sua própria história neste filme, que apresenta ao público a vida do “Rei do Candomblé” com
canções interpretadas pelo líder religioso, performances marcantes que atraíram a atenção do país e do mundo e arquivos que mostram a importância de Joãosinho para as religiões de matriz africana no Brasil.

https://www.youtube.com/watch?v=fIYQ1o0Grss

MANHÃ DE DOMINGO

Gabriela (Raquel Paixão) é uma jovem e talentosa pianista que se prepara para um recital. Às vésperas da apresentação, sonhos
com a falecida mãe desestabilizam o emocional de Gabriela, colocando o sucesso do seu recital em risco. A jovem, então, resolve ir em uma busca de uma reconciliação com suas memórias.

SERVIÇO

Empreender Produções e Projetos Culturais Ltda.
contato@empreenderprojetos.com.br

Mostra Visões Latinas
de 04 a 13 de novembro

Centro Cultural da Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Rio de Janeiro RJ
(21) 3261-2550

Distribuição das senhas até 30 minutos antes das exibições por ordem
de chegada – sujeito a lotação – capacidade do cinema: 56 lugares
Classificação indicativa: 14 anos, exceto “Festa do Céu” e “Cascudo”
que a indicação é livre.