Sesc celebra o Dia do Cinema Brasileiro no dia 19 de junho

Sesc celebra o Dia do Cinema Brasileiro no dia 19 de junho

Filmes disponíveis no sescsp.org.br/cinemaemcasa

Para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro, o Cinema #EmCasaComSesc estreia, no dia 19 de junho, uma programação especial em homenagem a Eduardo Coutinho. No catálogo, três importantes obras do documentarista e um filme com uma das últimas entrevistas do premiado diretor, morto em 2014. Vencedor dos prêmios de Melhor Filme e Melhor Direção no Festival Sesc Melhores Filmes, o renomado “Jogo de Cena” é um clássico de Coutinho que mistura a realidade documental com ficção na presença de mulheres anônimas que contam suas histórias, também interpretadas por atrizes. A história de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC Paulista e suas participações no movimento grevista de 1979 a 1980 é registrada no longa-metragem “Peões”, vencedor do Prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Brasília.  

Em “Santo Forte” – vencedor dos prêmios de Melhor Filme, Roteiro e Montagem, no Festival de Cinema de Brasília, do Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, e do Prêmio da Crítica de Melhor Filme, no Festival Sesc Melhores Filmes – o diretor mergulha na intimidade de católicos, umbandistas e evangélicos de uma favela carioca. Indicado ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, como Melhor Filme, “Eduardo Coutinho, 7 de Outubro” é o documentário que coloca o cineasta diante de sua própria equipe e inverte o jogo com o entrevistador na frente das câmeras.  

### CINEMA #EMCASACOMSESC ###
sescsp.org.br/cinemaemcasa

ESTREIA 19/6

DIA DO CINEMA BRASILEIRO – ESPECIAL EDUARDO COUTINHO

JOGO DE CENA
Dir.: Eduardo Coutinho | Brasil | 2007 | 105 min | Documentário | Livre

Atendendo a um anúncio de jornal, oitenta e três mulheres, interessadas em participar do documentário, tiveram interesse em contaram suas histórias de vida em um estúdio. Coutinho convida as personagens a compartilharem suas alegrias e tristezas, convidando para bem perto as experiências mais marcantes. Em junho de 2006, vinte e três delas compareceram e foram filmadas no Teatro Glauce Rocha no Rio de Janeiro. Em setembro do mesmo ano, atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas pelas personagens escolhidas. O longa mistura realidade e dramaturgia, onde os personagens reais falam da sua própria vida, depois estas personagens se tornam modelos a desafiar atrizes e por fim, as atrizes interpretam as personagens. Vencedor dos prêmios de Melhor Filme e Melhor Direção no Festival Sesc Melhores Filmes.

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PEÕES
Dir.: Eduardo Coutinho | Brasil | 2004 | 85 min | Documentário | Livre

A história pessoal de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC paulista que tomaram parte no movimento grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Lula e dos rumos do país. Vencedor do Prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Brasília. 

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SANTO FORTE
Dir.: Eduardo Coutinho | Brasil | 1999 | 80 min | Documentário | 12 anos

Entre uma missa campal celebrada pelo Papa no Aterro do Flamengo e, meses depois, a comemoração do Natal, o documentário penetra na intimidade dos católicos, umbandistas e evangélicos de uma favela carioca. Cada um a seu modo, eles crêem na comunicação direta com o sobrenatural através da intervenção de santos, orixás, guias ou do Espírito Santo. Vencedor dos prêmios de Melhor Filme, Roteiro e Montagem, no Festival de Cinema de Brasília, do Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, e do Prêmio da Crítica de Melhor Filme, no Festival Sesc Melhores Filmes.

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EDUARDO COUTINHO, 7 DE OUTUBRO
Dir.: Carlos Nader | Brasil | 2013 | 71 min | Documentário | 12 anos

Uma entrevista, uma tarde, uma locação, um único personagem. Partindo das ?prisões que libertam? no documentário coutiniano, é a vez de inverter o jogo e ver o maior entrevistador do cinema brasileiro em frente às câmeras. “Eduardo Coutinho, 7 de Outubro” é um documentário que coloca o cineasta diante de sua própria equipe. Indicado ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, como Melhor Filme.

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Série Cinema #EmCasaComSesc

Desde o início de junho, o CineSesc realiza a série Cinema #EmCasaComSesc, na plataforma Sesc Digital (sescsp.org.br/cinemaemcasa). A iniciativa de oferecer gratuitamente filmes em streaming reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente online, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente.

Os filmes ficam disponíveis por um período determinado, com alterações e novas estreias semanais a cada quinta-feira. Há ainda possibilidade de prorrogação da exibição, conforme a demanda do público, além de sessões especiais por períodos menores (como 24h, por exemplo). A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado desde o mês de março, por conta da crise causada pelo novo coronavírus.

+ SESC DIGITAL

A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. Por essa razão, o Sesc apresenta o Sesc Digital, sua plataforma de conteúdo!

4×100 – Correndo por um Sonho estreia em junho

4×100 – Correndo por um Sonho estreia em junho

Sabe quando você deseja atingir uma meta, quando toda a tensão se acumula antes da largada? O que mais une as pessoas: uma tragédia ou um sonho? Embarque nesse clima pré-competição no trailer de “4×100 – Correndo por um Sonho”, divulgado hoje. O mesmo clima que domina os bastidores dos treinos das atletas Adriana (Thalita Carauta), Maria Lúcia (Fernanda Freitas), Rita (Roberta Alonso), Bia (Priscila Steinman) e Jaciara (Cintia Rosa). No mundial, elas perderam a chance de conquistar a medalha de ouro. E agora, anos depois, em Tóquio, como será?

Retomar os treinos não será fácil. A relação de Adriana e Lúcia está abalada, e cada uma segue uma trajetória diferente. Mas um novo desafio, a competição de 2021, em Tóquio, as reúne, frente a frente, para tentar provar que o sonho é mais forte que a tragédia. O filme retrata sonhos compartilhados entre um grupo de mulheres que dedicam sua vida ao esporte. 

O produtor Caio Gullane revela o porquê de apostar no atletismo: “Enxergamos uma grande potência narrativa pelo fato do 4×100 ser uma das poucas categorias dessa modalidade esportiva que requer uma equipe muito unida e sincronizada e, para além, que conta com a passagem de bastão por todas as integrantes da equipe. Entendemos que esse ato em si, da passagem, acaba sendo muito cinematográfico: a necessidade de se trabalhar em grupo para alcançar o objetivo final. É bastante simbólico e há um espelhamento das características dessa categoria na própria dramaturgia: as protagonistas são guiadas por essa necessidade de deixar as diferenças de lado e se juntarem para ir atrás de um sonho em comum”. 
A direção é de Tomas Portella, que já assinou como diretor os longas “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “Desculpe o Transtorno” (2016) e foi diretor assistente nas produções “O Incrível Hulk” (2008) e “Meu Nome não é Johnny” (2008). A atriz Roberta Alonso assina também o argumento e é coprodutora. O filme conta ainda com os atores Augusto Madeira e Kauê Telloli no elenco. O longa-metragem é uma produção da Gullane, com coprodução da Globo Filmes, do Telecine e da RAM, e distribuição da Imovision.

SinopseUma derrota no mundial de revezamento 4×100 marca para sempre as vidas das atletas. Anos depois, Maria Lúcia, a culpada pela eliminação, segue brilhando no atletismo e na mídia, enquanto Adriana, que trabalhou duro na competição, vive frustrada de pequenas lutas de MMA. Agora, elas têm uma nova chance de reescrever suas histórias. Será que essa dupla conseguirá deixar suas desavenças de lado pelo grupo e provar que o atletismo feminino segue mais forte do que nunca?
Elenco: Thalita Carauta (Adriana), Fernanda de Freitas (Maria Lúcia), Roberta Alonso (Rita), Priscila Steinman (Bia), Cintia Rosa (Jaciara), Augusto Madeira (Victor) e Kauê Telloli (Caio)
Ficha técnicaRoteiro: Carlos Cortez, Caroline Fioratti, Juliana Soares, L.G. Bayão, Mauro Lima e Tomas Portella Direção: Tomas Portella Direção de Fotografia: Pedro J. Márquez Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto Montagem: Bruno Lasevicius Direção de Produção: Fernando Lira Produção de Elenco: Alessandra Tosi Figurino: Gabriela Campos Caracterização: Patrícia Martinelli Música Original: Supersonica Som Direto: Luciano Raposo Supervisão de Som e Mixagem: Miriam Biderman Desenho de Som e Mixagem: Ricardo Reis, ABCSupervisão de Efeitos Visuais: Eduardo Schaal, Guilherme Ramalho e Hugo GurgelSupervisão de Pós-produção: Patrícia Nelly Produção Executiva: Ana Saito, Claudia Büschel, Daniela Antonelli Aun, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas e Rodrigo Castellar Produzido por: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis e Debora Ivanov Coproduzido por: Roberta AlonsoProdutores Associados: José Alvarenga Jr., Paulo Vilhena e Jean Thomas BernardiniProdução Associada: Imagens do Brasil Coprodução: Globo Filmes, Telecine e RAM Produção: Gullane Distribuição Brasil: Imovision

Sobre a GullaneA Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, já soma em seu catálogo mais de 50 filmes lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e 30 séries para televisão e plataformas digitais. Entre os filmes e séries de destaque estão “Carandiru”, “Bicho de Sete Cabeças”, “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”; a franquia “Até que a Sorte nos Separe”; “Que Horas ela Volta?”, “Como Nossos Pais”, “Bingo – o Rei das Manhãs”; as séries “Alice” e “Hard” (HBO), “Unidade Básica – 1a e 2a temporada” (Universal Canal), “Carcereiros” (Globoplay), “Irmãos Freitas” (Space e Amazon Prime), “Ninguém Tá Olhando” e “Boca a Boca” (Netflix). Já coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais de cinema e televisão do Brasil e do mundo como Mostra de Cinema, Festival do Rio, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, MIPTV e Emmy.

Sobre a Globo Filmes Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira.Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 
“Christabel” chega aos cinemas dia 25 de fevereiro e ganha trailer oficial

“Christabel” chega aos cinemas dia 25 de fevereiro e ganha trailer oficial

Poético. Sensual. Misterioso. Assim pode ser definido “Christabel”, romance dirigido por Alex Levy-Heller (“Jovens Polacas“ e “O Relógio do Meu Avô”), que chega aos cinemas no dia 25 de fevereiro. O filme traz uma atmosfera de mistério em uma narrativa inspirada no clássico poema vampírico homônimo escrito no século XVIII pelo britânico Samuel Taylor Coleridge (1772-1834). Com produção da Alelo Filmes e distribuição da Pipa Pictures, o longa traz no elenco principal os atores Milla Fernandez, Lorena Castanheira e Julio Adrião.

ASSISTA AO TRAILER

“Preservar o aspecto lúdico e poético da obra no filme foi a minha principal preocupação. O tempo, o ritmo, o tom, a fotografia, foram pensados no intuito de fazer a poesia emergir através das imagens. No poema encontramos temas que, apesar de expostos em 1816 quando foi publicado, ainda hoje soam polêmicos e geram importantes debates. Christabel prova-se incrivelmente atual e merecedor de uma adaptação para o cinema”, afirma o diretor.

Nesta livre adaptação da obra de Coleridge, ao invés da Inglaterra do séc XVIII, a história se passa no coração do Brasil atual; o castelo do Barão é agora um lar humilde no Cerrado; O Barão é um pobre trabalhador rural, Seu Leonel (Julio Adrião), que vive com sua filha, a jovem e bela Christabel (Milla Fernandez). A personagem Geraldine (Lorena Castanheira) aparece como uma mulher misteriosa, livre e independente que abala as relações e estruturas pré-estabelecidas que pesam sobre Christabel e seu pai.

A chegada de Geraldine afeta drasticamente a dinâmica da casa numa triangulação de relações onde tanto Christabel quanto seu pai são influenciados por ela. Seu Leonel, o típico homem da roça, acostumado com a dureza e amargura da vida vê em Geraldine uma ameaça a estrutura patriarcal a qual se sente confortável, ao mesmo tempo em que é seduzido pelos encantos da bela mulher. Já Christabel é atraída não somente pela áurea refletida por Geraldine, mas também por suas ideias de liberdade, independência e de uma nova posição da mulher na sociedade.

Geraldine mexe com os instintos da inocente Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições.

Christabel é convidada a adentrar um mundo a qual ela desconhecia e que acreditava não poder fazer parte. Os sentimentos de paixão e liberdade florescem nos gestos, toques e olhares entre as duas mulheres, experiências jamais vivenciadas por ela. “Christabel” é um filme poético e sensual, que caminha pelo romance gótico e pelo cinema fantástico.

Coleridge não chegou a finalizar sua obra, o poema é inacabado. Coube ao diretor e roteirista do filme criar um final próprio, num exercício de imaginação de como o poeta teria escrito.

“Os anseios da jovem Christabel coadunam aos desejos da misteriosa Geraldine. A relação entre as duas mulheres é a essência do filme. O elemento fantástico apenas torna a obra ainda mais sedutora”, diz Alex Levy-Heller.

SINOPSE

Um novo olhar para o poema vampírico “Christabel” (1816), de Samuel Taylor Coleridge. Filha única de um trabalhador rural, Christabel encontra Geraldine, uma mulher misteriosa, que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, Christabel acolhe Geraldine na casa de seu pai. A partir de então, as duas protagonistas se relacionam de maneira que Geraldine passa a ter grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo ruptura das tradições, mas trazendo um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela.

Romance, Ficção – Brasil, 2018. 112 minutos.

Festivais e Prêmios

XXII Cine PE (Recife, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri da Crítica)

36° Reeling Chicago (EUA, 2018) – Seleção Oficial

Santo Domingo Outfest (Dominican Rep., 2018) – Seleção Oficial

Omovies (Naples, Italy, 2018) – Seleção Oficial

Serile Filmului LGBT (Cluj, Romania, 2018) – Seleção Oficial

Rio Fantastik (Rio, Brasil, 2018) – Melhor Filme (Júri Popular)

Crash International Fantastic Festival (Goiania, Brasil, 2018) – Seleção Oficial

5° Caruaru Iberoamerican Film Festival (Caruaru, Brasil) – Melhor Fotografia

Festival de Cinema de Petrópolis (Brasil, 2019)

42° Festival Guarnicê de Cinema – Mostra Política (Brasil, 2019)

Mostra MacaBRo (Brasil, 2020)

Poema original: Christabel, by Samuel Taylor Coleridge

https://www.poetryfoundation.org/poems/43971/christabel

Site: https://www.christabelmovie.com/

Facebook:  https://www.facebook.com/christabelfilme

Ficha técnica:

Elenco: Milla Fernandez, Lorena Castanheira, Julio Adrião, Nill Marcondes, Alexandre Rodrigues e Camila Mollica

Direção e roteiro: Alex Levy-Heller

Produção: Lorena Castanheira, Marcelo Pedrazzi, Rodolf Mikel, Alexandre Rocha e Alex Levy-Heller

Direção de Fotografia: Vinicius Berger

Direção de Arte: Deborah Levy Epstein

Mixagem de Áudio: Gabriel Pinheiro

Produção de Elenco: Vanessa Veiga

Finalização: Afinal Filmes

Distribuição: Pipa Pictures

Sobre a Alelo Filmes

A Alelo Filmes é uma produtora de conteúdo audiovisual com foco em TV e cinema, fundada em 2014, pela atriz e produtora Lorena Castanheira. Em pouco tempo a Alelo Filmes vem se solidificando como uma das produtoras mais ativas do Rio de Janeiro, com a realização de vários projetos entre séries, filmes e produção de Festivais de Cinema.

Entre os filmes produzidos estão o documentário “Macaco Tião – O Candidato do Povo” e o longa “Christabel”, ambos do diretor Alex Levy-Heller, e “Visceral”, de Thomas Vannucci com lançamento previsto para 2021. A Alelo Filmes produziu a série de variedades, “Harmonizando com Cerveja”, no ar pelo canal Travel Box Brasil, “Por Um Lugar ao Sol” e “Cinema Sem Fronteiras”. Desde de 2011 realiza o Festival du Film Bresilien – Luxembourg, levando cinema brasileiro ao publico luxemburgues, até sua última edição em 2018.

Sobre a Pipa Pictures

A Pipa Pictures é uma empresa de distribuição com sede no Rio de Janeiro com mais de 15 anos de mercado lançando filmes Brasileiros. Os Filmes distribuídos pela Pipa são frequentemente premiados em festivais e aclamados pela crítica. 

Recentemente, a empresa passou por uma reformulação, mudando sua identidade visual e logomarca, visando também o público internacional e somando à seu line up projetos com mais apelo comercial que possibilitem grandes bilheterias, sem abandonar os filmes de relevancia artística e independentes e o publico de nicho. 

 Esta nova visão consolidou novas parcerias em projetos audiovisuais, com destaque para: “Lima Barreto, ao Terceiro Dia” com direção de Luiz Pilar e coprodução com a Globo Filmes; “Um Dia Qualquer” dirigido por Pedro Von Kruger, com produção da Elixir Entretenimento e Canal Space; “Intruso”, de Paulo Fontenelle, numa parceria de produção do Canal Imaginário e Canal Brasil; “Jovens Polacas” e “Christabel” ambos de Alex Levy-Heller, produzido pela Afinal Filmes e Alelo Filmes, entre outros.

‘NEW LIFE S.A.’, de André Carvalheira, estreia nesta quinta

‘NEW LIFE S.A.’, de André Carvalheira, estreia nesta quinta

O longa-metragem usa o surrealismo para retratar como a especulação imobiliária potencializa as desigualdades sociais

NEW LIFE S.A., de André Carvalheira, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro, nas cidades de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Aracaju, Altamira, Alfenas, Araras, Bragança Paulista, Itajubá, Marabá, Pouso Alegre, Resende, Mineiros, Rio Verde, Serra Talhada, Vitória da Conquista e Santos.

Sobre o Filme

Um novo condomínio residencial em Brasília promete resgatar os ideais de uma nova sociedade que servirá de base à uma refundação da capital. Porém, a utopia se choca com a realidade diante de um sistema corrompido, que tem como objetivo central o lucro acima de qualquer custo.  

Esta é a narrativa do longa-metragem brasiliense NEW LIFE S.A., que foi lançado em festivais em 2019, durante o 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na Mostra Oficial e na Mostra Brasília e estreia nos cinemas brasileiros, com distribuição da Pandora Filmes. 

A obra, realizada pela produtora Machado Filmes (T-Bone Açougue Cultural, Plano B e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa), foi dirigida pelo estreante pernambucano-brasiliense André Carvalheira e tem o roteiro assinado por Aurélio Aragão. 

NEW LIFE S.A. apresenta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília, onde seus habitantes viveriam uma nova vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.  

Segundo o diretor André Carvalheira a ideia do filme veio de uma inquietação com a estrutura social, uma vontade de falar disso a partir de uma percepção do absurdo que é. E não a toa o filme é rodado na cidade de Brasília, “Brasília nasceu de uma utopia urbanística e arquitetônica que foi se desvirtuando. Tornando distantes a utopia e a realidade. Assim como acontece na obra em torno da qual gira o filme“, diz Carvalheira.  
A trama tem como objetivo abordar a questão ética, que é posta em xeque em prol do lucro a qualquer custo. Partindo do canteiro de obra e do entorno do condomínio, o filme revela a falta de escrúpulos dos personagens, em meio a um sistema já corroído pela corrupção. Para isso, o filme aposta no tom sarcástico e contemplativo da narrativa, sem apresentar respostas nem saídas morais para a situação. Trata-se de um mergulho nas sombras da burocracia, para que se observe a atual condição social do ambiente apresentado.  

No elenco estão presentes os atores Renan Rovida, Wellington Abreu, Murilo Grossi, André Deca, Catarina Accioly, Fernanda Rocha, Bianca Terraza, Larissa Mauro, Edu Moraes, Rodrigo Lelis, Marcelo Pelucio, Vanise Carneiro, João Rafael, Sergio Sartório, Juliano Coacci, Leandro Coelho, Karina Cardoso, Maria Stella, Mariah Praia, Ana França, Jessica Cardoso, Rômulo Augusto, Edmilson Braga, Marcio Rodrigues e Davi Luca. 

NEW LIFE S.A. foi desenvolvido e produzido com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal FAC-DF

Sinopse: 

“New Life S/A” conta a história de Augusto, um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília no qual seus habitantes viveriam um novo tipo de vida. O lugar deveria contemplar as virtudes de um homem renovado. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.


FICHA TÉCNICA: 

NEW LIFE S.A.  
Direção: André Carvalheira 
Produção executiva: Alisson Machado 
Roteiro: Aurélio Aragão 
Fotografia: Krishna Schmidt 
Montagem: Marcius Barbieri 
Direção de arte: Maíra Carvalho 
Desenho de som: Olívia Hernandez 
Trilha sonora: Luiz Olivieri 
Produtora: Machado Filmes 
Ano: 2018 
Duração: 79 minutos 
Gênero: ficção, drama 
Classificação indicativa: 14 anos 
Distribuição: Pandora Filmes 
Sobre o Diretor 

André Carvalheira: iniciou no cinema em 1996 como assistente de câmera. Atua no audiovisual como diretor e diretor de fotografia. Formou-se em cinema pela ESEC – Paris, França (Escola Superior de Estudos Cinematográficos) e titulou-se mestre em cinema pela Universidade de Brasília. Foi responsável pela fotografia de curtas, longas-metragens, séries e documentários para TV. Dirigiu os curtas-metragens Instante, A Dança da Espera, Toda Brisa, Dia de Folga e Um Certo Esquecimento.  

Sobre a Produtora 

A Machado Filmes foi criada em 2010 com o objetivo desenvolver conteúdos autorais independentes, voltados para transformação, que reflitam arte, cultura e sociedade. Movida pela vontade de contar boas histórias, debater narrativas e pensar a linguagem audiovisual, a cada ano revela novos talentos e amplia seu portfólio com criação e gestão de projetos audiovisuais. Em 2013 lançou três longas-metragens: T-Bone, Plano  B, Melhor Montagem e Melhor Longa e Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa, Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília. Em 2014 o doc Indio Cidadão? Toféu Jesco Von Puttkamer FICA 2015. Nesse mesmo ano, lançou os documentários  Índios no Poder, finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e “Ninguém Nasce no Paraíso”, Melhor Curta Júri Popular na Mostra Brasília do 48º Festival de Brasília, filme integrante da 10ª Mostra Direitos Humanos no Mundo. Em 2018, lançou o longa-metragem New Life S.A. prêmios de Melhor filme e Melhor Ator na Mostra Brasília 51º  Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e o curta-metragem Riscados Pela Memória premiado no 51º  Festival de Brasília (Melhor som), que participou de mais de 50 festivais no Brasil e no exterior, levando mais de vinte prêmios. 

Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida. 
‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago

Na competição americana, filme com Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto e Letícia Sabatella será apresentado com o nome de “RESISTANCE”. A estreia no Brasil será em 12 de setembro.

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

O filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

LEGALIDADE(RESISTANCE – título internacional) faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, que acontece de 28 de março a 11 de abril, na cidade norte-americana. No elenco, Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella e José Henrique Ligabue. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 12 de setembro.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi, com distribuição da Boulevard Filmes no Brasil.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 

A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.