Paramount+ divulga as primeiras imagens de NCIS: Tony & Ziva, nova série original

Paramount+ divulga as primeiras imagens de NCIS: Tony & Ziva, nova série original

Produzida Pela CBS Studios, Nova Produção Estreará, em Breve, no Paramount+

Clique Aqui para Assistir ao Teaser

SÃO PAULO, XX DE MAIO DE 2025 – Paramount+ acaba de divulgar as primeiras imagens da nova série original NCIS: TONY & ZIVA. A série de 10 episódios é o mais recente lançamento da franquia global NCIS e estreará, em breve, na plataforma de streaming premium.

NCIS: TONY & ZIVAretoma a história após a suposta morte de Ziva, quando Tony deixou a equipe NCIS para criar sua filha. Anos depois, Ziva foi encontrada viva, o que a levou a completar uma última missão com o NCIS antes de se reunir com Tony e sua filha em Paris. Desde então — é neste ponto que se inicia a trama da série — Tony e Ziva criam sua filha, Tali, juntos. Mas quando a empresa de segurança de Tony é atacada, eles precisam fugir pela Europa, descobrir quem está atrás deles e aprender a confiar um no outro novamente, e dessa forma alcançarem seu final feliz nada convencional.

NCIS: TONY & ZIVA é estrelado por Cote de Pablo, Michael Weatherly, Amita Suman, Maximilian Osinski, Julian Ovenden, Nassima Benchicou, Lara Rossi, Isla Gie, Terence Maynard e James D’Arcy.

John McNamara dirige a série. A produção executiva ficou a encargo de John McNamara, Cote de Pablo, Michael Weatherly, Laurie Lieser, Christina Strain, Shelley Meals e Mairzee Almas. A série é produzida pela CBS Studios e distribuída pela Paramount Global Content Distribution.
 

Coproducao brasileira O Riso e a Faca acaba de ser selecionada para a competição oficial do Festival de Cannes

Coproducao brasileira O Riso e a Faca acaba de ser selecionada para a competição oficial do Festival de Cannes

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COPRODUÇÃO BRASILEIRA ‘O RISO E A FACA’ ACABA DE SER SELECIONADA PARA A COMPETIÇÃO OFICIAL DO FESTIVAL DE CANNES, NA MOSTRA UN CERTAIN REGARD

Dirigido pelo português Pedro Pinho, filme coproduzido por Tatiana Leite da Bubbles Project conta com brasileiros no roteiro, fotografia, montagem e som, além do ator Jonathan Guilherme dando vida a um dos protagonistas

O RISO E A FACA

O longa-metragem “O RISO E A FACA” (I Only Rest In The Storm), que acaba de ter sua estreia mundial confirmada para a 78ª edição do Festival de Cannes, em maio, tem sangue brasileiro. Da produtora Tatiana Leite ao diretor de fotografia, Ivo Lopes Araújo, 31 profissionais do cinema nacional integram a equipe do filme que está na seleção Oficial do Festival de Cannes. Fruto de uma parceria entre Portugal, Brasil, Romênia e França, o longa dirigido pelo português Pedro Pinho, de “A Fábrica de Nada” (2017), foi escolhido para integrar a mostra Un Certain Regard, a segunda mais importante do evento.

Batizado a partir de uma música homônima do músico cantor e compositor baiano Tom Zé, o filme foi rodado na Guiné-Bissau e no deserto da Mauritânia entre fevereiro de 2022 e janeiro de 2024 e é coproduzido pela brasileira Bubbles Project, com distribuição no Brasil da Vitrine Filmes.

“O RISO E A FACA” conta a história do engenheiro ambiental Sérgio, português que viaja para uma metrópole na África Ocidental onde vai trabalhar num projeto rodoviário entre o deserto e a selva. Lá, ele desenvolve um relacionamento íntimo com dois moradores da cidade, Diára e Gui. No trio de protagonistas, está o brasileiro Jonathan Guilherme, ex-atleta de vôlei que trocou as quadras pela arte e hoje é poeta em Barcelona, na Espanha, onde mora. Ele dá vida ao personagem Gui e contracena com o português Sérgio Coragem, conhecido por seus papéis em “Verão Danado” (2017) e “Fogo-Fátuo” (2022); e a cabo-verdiana Cleo Diára, de “Diamantino” (2018).

BRASILEIROS

Jonathan não é o único brasileiro no elenco, que conta ainda com a participação do doutor em antropologia Renato Sztutman, interpretando a si mesmo. Nomes do cinema nacional estão presentes em cargos-chave do projeto, falado em português e criolo. Uma das produtoras de “O RISO E A FACA” é a brasileira Tatiana Leite (“Malu”, 2024), fundadora da Bubbles Project, uma das empresas que assinam a produção do longa, que ainda traz os também brasileiros Rodrigo Letier (“Gabriel e a Montanha”, 2017), da Kromaki Filmes, como produtor associado e Eduardo Nasser na direção de produção. Miguel Seabra Lopes (“A Febre”), nascido em Portugal e com nacionalidade brasileira, é um dos roteiristas do filme.

Na área técnica, o longa também conta com a experiência e o talento de vários profissionais brasileiros, como o diretor de fotografia Ivo Lopes Araújo (“Tatuagem”, 2013), a montadora Karen Akerman (“O Lobo Atrás da Porta”, 2013) e o editor de som Pablo Lamar (“A Flor do Buriti”, 2024). A lista de colaboradores nacionais ainda tem Stella Rainer, Wanessa Malta, Vernal Santos, Amina Nogueira, Caio Costa, Martão Vagner, Isabel Lessa, Victor Hugo Pancaldi, Fernando Junior, entre outros, somando 31 brasileiros na equipe.

Tatiana Leite conta que aceitou o convite dos produtores portugueses sem hesitar: “eu já era fã do filme anterior do Pedro ‘A Fábrica do Nada’ e o argumento de ‘O Riso e a Faca’ me tocou profundamente. Sabia que seria uma jornada desafiadora: pela relevância política, pela delicadeza do tema e por expor feridas abertas da colonização. O processo foi ainda mais intenso do que imaginei. Filmamos por 4 meses em película na Guiné-Bissau e Mauritânia, atravessamos a pandemia e seguimos juntos, com uma equipe incrível de portugueses, brasileiros, africanos, franceses e romenos.

A produtora relata ainda que a saga foi dura, mas que sente que fizeram algo raro e precioso: “amo ouvir cada personagem revelar as agruras do mundo onde estão emergidos, ao mesmo tempo que buscam completar suas próprias jornadas enquanto indivíduos. Após a estreia em Cannes, mal posso esperar para mostrar o filme ao público brasileiro”.

SINOPSE

Sérgio viaja para uma metrópole da África Ocidental. Vai trabalhar como engenheiro ambiental para uma ONG, na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Ali, envolve-se numa relação íntima mas desequilibrada com dois habitantes da cidade, Diára e Gui. À medida que adentra nas dinâmicas neocoloniais da comunidade de expatriados, esse laço frágil torna-se o seu último refúgio perante a solidão ou a barbárie.

O TÍTULO

NICHO 54 leva tema da equidade racial no cinema para o 78° Festival de Cannes

NICHO 54 leva tema da equidade racial no cinema para o 78° Festival de Cannes

NICHO 54 leva tema da equidade racial no cinema para o 78º Festival de Cannes 

  • Parte da programação oficial de conferências do Marché du Film do Festival de Cannes, o painel “Vozes da maioria no cinema: os 54% negros do Brasil não podem esperar” é apresentado pelo NICHO 54, com apoio da ONU Mulheres, Instituto Guimarães Rosa e Projeto Paradiso
  • Painel divulgará dados inéditos sobre a participação de profissionais negros no setor
  • Participam da conversa o produtor e diretor Robson Dias, a produtora-executiva e curadora Bethania Maia, o compositor Pedro Santiago e a atriz Camila Pitanga, com mediação de Markus Darien Thersio, coordenador de relações internacionais do NICHO 54
  • Brasil é destaque como País de Honra oficial do Festival, que acontece de 13 a 21 de maio de 2025

— A convite da organização do Marché du Film, o NICHO 54 — instituto que atua para expandir o acesso de empresários e trabalhadores negros de audiovisual a oportunidades de financiamento, educação e internacionalização — apresenta o painel “Vozes da maioria no cinema: os 54% negros do Brasil não podem esperar” na programação oficial de conferências de mercado.

A 78º edição do prestigiado evento, que acontece de 13 a 21 de maio na França, homenageia o Brasil como País de Honra oficial do Festival, destacando produções, profissionais e temáticas da indústria cinematográfica e criativa brasileira. O ano de 2025 também marca o bicentenário das relações diplomáticas entre Brasil e França e, para celebrar a data, os dois países promovem a Temporada Brasil-França, iniciativa cultural com mais de 300 eventos ao longo do ano.

“Nosso objetivo é compartilhar com a comunidade internacional os desafios estruturais que enfrentamos no Brasil e que impedem a participação simbólica e econômica das pessoas negras”, afirma Fernanda Lomba, fundadora e diretora-executiva do NICHO 54“Também iremos apresentar soluções que a nossa organização tem protagonizado para alterar esta realidade”, completa.

O painel será moderado por Markus Darien Thersio, coordenador de relações internacionais do NICHO 54, e contará com a participação de Robson Dias produtor e diretor da Búzios Films), Bethania Maia (produtora-executiva e curadora da Vaporosa Cultural), Pedro Santiago (compositor e produtor musical) e Camila Pitanga (atriz, produtora e ativista). A realização é do NICHO 54, com apoio da ONU MulheresInstituto Guimarães Rosa e Projeto Paradiso.

Além de compartilhar suas experiências enquanto empresários e artistas negros, os painelistas apresentarão ao público internacional em Cannes dados recentes que buscam suprir a deficiência de informações sobre raça, etnia e gênero no mercado audiovisual. O debate terá como base a pesquisa ainda inédita “Aliança por Mais Mulheres no Audiovisual — Pesquisa de Obras | 2024-2025”, realizada pela Onu Mulheres, e o estudo Cinemateca Negra, publicado em 2024 pelo NICHO 54, que mapeou e consolidou dados sobre curtas, médias e longas-metragens produzidos por pessoas negras no Brasil entre 1949 a 2022.

Serviço

PAINEL: Vozes da maioria no cinema: Os 54% negros do Brasil não podem esperar, por Nicho 54

DATA: 18 de maio de 2025

HORÁRIO: 11h15 às 12h15 (horário local)

LOCAL: sala ‘The Viewpoint’ (Lérins)

CONVIDADOS:

  • Bethania Maia: produtora, curadora e programadora de mostras e festivais desde 2011. Atua na produção executiva de projetos audiovisuais desde 2018, abrangendo videoclipes, curtas, longas, seminários e publicações. É fundadora da Vaporosa Cultural, produtora e difusora audiovisual com foco em narrativas afro-diaspóricas latino-americanas.
  • Robson Dias: Diretor, diretor de fotografia e roteirista brasileiro radicado em Marselha. Comanda a Búzios Films e codirige “I Heard the Calling”, selecionado para o Cannes Docs 2025. Com mais de 15 anos de experiência no cinema, seu trabalho conecta histórias afro-indígenas e cinema global, misturando poesia e política para desafiar narrativas dominantes.
  • Pedro Santiago: Nascido em Paris e criado em São Paulo, Pedro é compositor de trilhas sonoras e produtor musical que trabalha entre o Brasil e a Europa há mais de 15 anos. Alumni do Berlinale Talents 2023, ele compôs trilhas sonoras para filmes premiados em festivais globais, construindo uma carreira moldada por vozes afro-brasileiras e criatividade transatlântica.
  • Camila Pitanga: Atriz, diretora e produtora brasileira, reconhecida por suas realizações artísticas e atuação social ao longo de mais de três décadas. Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres desde 2016, usa sua plataforma para amplificar as vozes de mulheres, comunidades negras e grupos historicamente marginalizados.

MODERADOR:

  • Markus Darien Thersio: Profissional canadense baseado no Rio de Janeiro, atua como coordenador de Relações Internacionais no NICHO 54 desde novembro de 2024. Com experiência em serviços de imigração, contribui para o alcance global e a articulação de parcerias estratégicas do instituto.

PARCEIROS DA AÇÃO:

  • ONU Mulheres
  • Instituto Guimarães Rosa
  • Projeto Paradiso 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

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Top 5 John Belushi

Top 5 John Belushi

Salve galera.

Hoje eu gostaria de falar de um comediante que está entre os melhores da sua geração: John Belushi.

Nunca escondi minha admiração pelo seu trabalho e pela maneira que atuou em seus filmes ou na TV. Ele conseguia fazer você sorrir somente com seu olhar e sua levantada de sobrancelha.

Nascido em Chicago em 1949 e irmão mais velho do também ator Jim Belushi, John começou a fazer sucesso em grupos de comédia e no rádio, até se juntar ao elenco original do Saturday Night Live, em 1975. Além de Belushi, o programa tinha em seu elenco original Chevy Chase, Garret Morris, Laraine Newman e Dan Aykroyd entre outros.

No SNL, Belushi criou personagens que são lembrados até hoje, como The Killer Bees e o Samurai. E junto de Dan Aykroyd, foi que surgiu seu personagem mais icônico: Joliet Jake Blues, dos The Blues Brothers (aqui no Brasil traduzido como Os Irmãos Cara de Pau). Aykroyd interpretava o irmão de Jake, Elwood Blues.

Inicialmente The Blues Brothers era um quadro musical dentro do SNL. E o sucesso foi crescendo, que eles começaram a fazer show pelo EUA, inclusive tendo lançado dois discos ao vivo e a trilha sonora do filme, que fizeram muito sucesso nas paradas americanas: Briefcase Full of Blues, o primeiro álbum da dupla, chegou a 1º lugar no ranking da Billboard. The Blues Brothers a se tornaram febre no final da década de 70 e início da década de 80 e o cinema era a sequência lógica para a dupla de comediantes. Afinal, os personagens já eram conhecidos tanto pelo SNL quanto pelo sucesso na música.

Infelizmente, John sempre teve problemas com o abuso de álcool e drogas, e em 1982, John teve uma overdose acidental devido uma injeção de speedball (uma combinação de cocaína e heroína).

Apesar da curta carreira, John Belushi deixou um legado incrível, tanto no cinema quanto na música. 

Antes de começar, vale uma curiosidade relacionada a um personagem que o mundo inteiro acompanhou as notícias nas últimas semanas: o Papa.

Durante sua 1ª viagem pelos Estados Unidos em 1979, o Papa João Paulo II esteve na cidade de Chicago. E nessa passagem, ele visitou os sets de filmagem do filme The Blues Brothers. Isso porque ele ouviu que o filme tratava de redenção e decidiu conhecer a equipe de produção. Nada mais justo, para um filme onde os protagonistas estavam à serviço do Senhor.

Outra curiosidade é que o novo Papa Leão XIV é americano, nascido em Chicago.

Apenas uma observação: lógico que Os Irmãos Cara de Pau é o melhor filme de Belushi. E disparado um dos melhores musicais já feitos. Por isso, vou falar somente de outras produções que ele trabalhou.

Agora, sem enrolação, vamos para o Top 5 John Belushi.

5 – Brincou com Fogo… Acabou Fisgado (Continental Divide, 1981 / dir. Michael Apted)

Estrelado por John Belushi, Blair Brown, Allen Garfield, Carlin Glynn, Val Avery e Tony Ganios, o filme conta a história do repórter de Chicago Ernie Souchak (Belushi), que precisa ficar escondido por um tempo no Colorado, depois de fazer algumas denúncias contra políticos da cidade.

E no Colorado ele conhece a ornitologista Nell Porter (Brown), por quem acaba se apaixonando.

Mas após a morte de uma de suas fontes, Souchak decide voltar para Chicago e enfrentar os corruptos da cidade.

Filme água com açúcar, que passou algumas (várias) vezes na Sessão da Tarde.

4 – Vizinhos (Neighbors, 1981 / dir. John G. Avildsen)

O contador Earl Keese (John Belushi) vive uma vida tranquila e sem grandes emoções ao lado da sua esposa Enid Keese (Kathryn Walker).

Mas sua vida muda quando se mudam para a casa ao lado o maluco Vic Zeck (Dan Aykroyd) e a sexy Ramona Zeck (Cathy Moriaty).

Outra comédia de Belushi que também passou em loop na Sessão da Tarde.

E esta produção tem duas curiosidades interessantes.

A primeira foi que Belushi e Aykroyd trocaram de papeis na pré-produção: Belushi fez o personagem mais tranquilo enquanto Aykroyd fez o selvagem.

E a segunda que este foi o último filme de Belushi, que morreu quatro meses depois do lançamento.

3 – Amor em Dobro (Old Boyfriends, 1979 / dir. Joan Tewkesbury)

Drama focado na psiquiatra Dianne Cruise (Talia Shire), que sofre uma crise de identidade, o que afeta seu casamento. Então ela decide embarcar em uma viagem de carro pelos Estados Unidos, tentando se reconectar com 3 dos seus ex-namorados.

O elenco conta com Richard Jordan, John Belushi, Keith Carradine, John Houseman e Buck Henry.

Belushi faz o papel de Eric Katz, ex-namorado de Dianne, que hoje trabalha como cantor em bailes de colégio.

E apesar de ser um drama, o personagem de Belushi acaba trazendo um pouco de humor para o filme.

2 – 1941 (1979 / dir. Steven Spielberg)

Após o ataque de Pearl Harbor, os Estados Unidos decidem ingressar na 2ª Guerra Mundial. E a população está assustada e com medo de um novo ataque japonês às cidades litorâneas. Principalmente na Califórnia, onde todos acreditam que será o alvo do próximo ataque.

Esta comédia traz diversas histórias que acontecem simultaneamente no sul da Califórnia, como:

  • a tripulação de um submarino japonês decide atacar Hollywood, mas acaba se confundindo e destruindo um parque de diversões em um pier;
  • um piloto novato faz tudo para poder levar a secretária do general para cama, inclusive roubar um avião militar;
  • e um veterano piloto de caça americano que se perde no espaço aéreo americano e é confundido com um caça japonês e acaba sendo atacado pelo exército.

Como são várias histórias, que acabam se interligando no final do filme, o elenco é gigantesco. 

E podemos destacar: Dan Aykroyd, Ned Beatty, John Belushi, Lorraine Gary, Murray Hamilton, Christopher Lee, Tim Matheson, Toshiro Mifune, Warren Oates, Robert Stack, Treat Williams, Nancy Allen, John Candy, James Caan e Mickey Rourke entre outros.

Belushi aqui faz o papel do Capitão Wild Bill Kelso, piloto louco que se perde nos céus da Califórnia.

1 – Clube dos Cafajestes (National Lampoon’s Animal House, 1978 / dir. John Landis)

Os membros da fraternidade Delta Tau Chi se destacam apenas por suas festas e por arrumarem problemas na Faculdade Faber.

E por isso, o reitor da faculdade faz de tudo para expulsá-los, porém nunca consegue.

Quando finalmente ele encontra uma razão, os membros da faculdade levam adiante um plano de vingança contra o reitor.

Uma comédia que marcou uma geração e serviu como base para diversos outros filmes, focados em fraternidades e faculdades que invadiram os cinemas na década de 80.

Estrelado por John Belushi, Tim Matheson, Thomas Hulce, Peter Riegert, Stephen Furst, Bruce McGill, Karen Allen e James Widdoes, o filme tem uma excelente direção de John Landis, que trouxe um ritmo excelente para a história.

E mesmo com quase 50 anos, ainda é um excelente filme.

Menção Honrosa – Os Irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers, 1980 / dir. John Landis)

Se você achou que este clássico do cinema não estaria aqui nesta lista, vou trazer o grande Rogerinho do Ingá para dizer:

Estrelado por John Belushi e Dan Aykroyd, este filme é baseado nos personagens que eles criaram para o Saturday Night Live e se tornaram uma febre nos Estados Unidos no final da década de 70.

Com direção de John Landis e roteiro de Dan Aykroyd e John Landis, a história do filme todos já conhecem: os irmãos Joliet Jake Blues (Belushi) e Elwood Blues (Aykroyd) resolvem juntar sua banda para levantar o dinheiro e pagar os impostos e assim salvar o orfanato onde eles cresceram.

E mesmo se metendo em diversas confusões, sendo caçados pela polícia, exército, nazistas e uma banda country, eles nunca são presos, afinal eles estão a serviço do Senhor.

O filme é uma mistura de humor, musical e ação. Durante anos, ele manteve o recorde mundial de carros destruídos em apenas uma produção cinematográfica: 104 carros.

O elenco também conta com diversas participações especiais: Cab Calloway, Carrie Fisher, Aretha Franklin, Ray Charles, James Brown, John Candy, Kathleen Freeman, Henry Gibson, Steve Lawrence, Twiggy, Frank Oz, Jeff Morris, Steven B. Williams, Armand Cerami, Chaka Khan, John Lee Hooker, John Landis, Stephen Bishop, Joe Walsh, Paul Reubens e Steven Spielberg.

E a trilha sonora é outro capítulo à parte: ela é perfeita, com o melhor do blues. Além das performances de Jake e Elwood, também temos músicas de Aretha Franklin, Ray Charles, James Brown e Cab Calloway.

Então se você ainda não assistiu este filme, você está errado.

@guimaraesedu

Poltrona Cabine: Missão Impossível 8: Acerto Final/ Anna Barros

Poltrona Cabine: Missão Impossível 8: Acerto Final/ Anna Barros

Um dos melhores filmes da franquia Missão Impossível que deve se encaminhar para o seu desfecho. Tem esse que é continuação de Acerto de Contas parte 1 e é intitulado Acerto Final.

Vemos um Tom Cruise mais experiente com os sinais do tempo visíveis, mas com a mesma disposição de aventura e querendo sempre ajudar seus amigos e a presidente dos Estados Unidos nas missões mais complexas e inglórias tendo sempre a Rússia como inimiga. Dessa vez eles buscam um submarino russo no Mar de Bering para mais uma vez salvar o planeta da Entidade que quer destruí-lo e do malévolo Gabriel.

Ethan Hunt e sua equipe devem rastrear uma nova arma que pode ameaçar toda a humanidade se cair em mãos erradas. Com o destino do mundo em jogo, se inicia uma corrida mortal ao redor do globo. Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que talvez nada importe mais do que a missão, nem mesmo as vidas daqueles com quem ele mais se importa.

A primeira metade do longa mostra uma retrospectiva da saga de Ethan Hunt em 30 anos e essa experiência foi muito legal e nos fez viajar no tempo, nostalgia na melhor acepção da palavra. Há o retorno de alguns personagens emblemáticos da franquia.  Entre eles estão Katy O’Brian (Love Lies Bleeding: O Amor Sangra), Holt McCallany (Mindhunters), Nick Offerman (The Last of Us), Janet McTeer (Ozark) e Hannah Waddingham (Ted Lasso). O filme também traz de volta um personagem que não é visto desde o primeiro Missão: Impossível de 1996: William Donloe, analista da CIA vivido por Rolf Saxon. O Donloe foi um reencontro inesperado, ainda mais sabendo que ele se esconde perto do Mar de Bering com seu grande amor, uma nativa do Alaska. O diálogo dele com Ethan de que esse último mesmo aparentemente o prejudicando há mais de 30 anos, transformou sua vida, foi um dos melhores.

São três horas de filme que você não sente passar tamanha a adrenalina. Eu vi no NY City Center numa experiência IMAX e recomendo: imagem e som sensacionais. O filme é dirigido mais uma vez por Christopher McQuarrie. Estreou no Festival de Cannes no Sul da França e Tom Cruise foi aplaudido por cinco minutos. Ele continua dispensando dublês e fazendo as cenas mais complexas e difíceis. A cena dos aviões vermelho e amarelo em que ele trava uma batalha com o arqui-inimigo Gabriel, uma das mais eletrizantes, de tirar completamente o fôlego.

A morte de seu grande amigo Luther, vivido por Ving Rhames, uma das cenas mais melancólicas. Lindas paisagens principalmente do Ártico e de Londres onde o filme termina com a Trafalgar Square.

O filme estreia em grande circuito em 22 de maio com diversão garantida. Super recomendo.

4/5 poltronas.