Top 5 Filmes que Erraram nas Previsões Tecnológicas

Top 5 Filmes que Erraram nas Previsões Tecnológicas

Salve galera.

O cinema sempre tentou prever o futuro da tecnologia. Muitas histórias inclusive acertaram em vários aspectos, mas outras erraram feio, imaginando como seria nosso relacionamento com a tecnologia nos anos 2000.

Então vamos com o Top 5 Filmes que Erraram nas Previsões Tecnológicas.

Mas vale destacar alguns pontos: a ideia aqui é analisar tecnologias que pareciam ser possíveis e quando foram feitas estas projeções. Por isso, para um filme entrar neste Top 5, as regras serão:

  • sempre irei considerar o ano de lançamento do filme e quando ele se passa. Então se o filme foi lançado em 2010 e falar de 2015, não entra;
  • vou descartar previsões ultra absurdas, como robôs que se revoltam contra as pessoas; ciborgues; viagens intergalácticas para mineração espacial; ou viagens no tempo.

5 – Timecop (1994 / dir. Peter Hyams)

Em 2004, existe uma força policial chamada Timecop, que investiga crimes que aconteceram no passado, depois da criação da máquina do tempo.

E para evitar que o Senador Aaron McComb (Ron Silver), altere o passado até se tornar presidente do EUA, o policial Max Walker (Jean-Claude Van Damme) tem que lutar para salvar o passado e o futuro.

Sei que você pode pensar que eu quebrei a minha própria regra aqui, falando de uma previsão absurda, que é a viagem no tempo. Mas Timecop entra nesta lista por um motivo: carros autônomos. Van Damme entra no carro e simplesmente diz “CASA” e o carro vai sozinho, enquanto ele tira um cochilo.

Admito que seria maravilhoso se fosse verdade. Mas não é.

4 – Vingador do Futuro (Total Recall, 1990 / dir. Paul Verhoeven)

Um clássico dos anos 90, estrelado pelo Governator Arnold Schwarzenegger, Sharon Stone, Rachel Ticotin e Michael Ironside.

Em 2017, o operário Douglas “Doug” Quaid (Schwarzenegger), utiliza de implantes de memória para criar uma viagem para Marte. Porém, ele acaba descobrindo que na verdade é uma peça fundamental de uma guerra civil que pode acabar com o planeta vermelho.

Novamente, algumas previsões erraram feio, como a colonização de Marte ou implantes de memória. Mas o que quero destacar novamente são os carros autônomos.

Diferente de Timecop, desta vez os táxis são controlados por robôs, que conversam com os passageiros e cantarolam durante as viagens.

3 – Blade Runner – O Caçador de Andróides (Blade Runner, 1982 / dir. Ridley Scott)

Um dos maiores clássicos da ficção científica e do cyberpunk, o filme é estrelado por Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward James Olmos e Daryl Hannah.

Em 2019, um grupo de replicantes (trabalhadores criados a partir de engenharia genética, para trabalhar em lugares onde o risco para os humanos é muito grande), voltam para a Terra, em busca de aumentar seu tempo de vida (um replicante vive apenas 4 anos).

Para caçá-los, a polícia de Los Angeles convoca Rick Deckard (Ford), que foi o melhor rastreador de replicantes (também conhecidos como Blade Runner) que a polícia já teve. 

Este filme apresentou alguns acertos nas previsões tecnológicas, como videochamadas e casas inteligentes, com comandos de voz.

Mas errou muito feio, com os carros voadores e a bioengenharia, que cria órgãos humanos em laboratório. E que você pode comprar em uma loja no mercado.

2 – De Volta para o Futuro 2 (Back to the Future 2, 1989 / dir. Robert Zemeckis)

A segunda parte de uma das maiores trilogias do cinema. 

Para evitar que uma tragédia aconteça com sua família em 2015, Marty McFly (Michael J. Fox) e o Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd) viajam de 1985 para o futuro, utilizando novamente a máquina do tempo montada em um DeLorean.

O filme ainda conta com Lea Thompson e Thomas F. Wilson no elenco.

Talvez os maiores erros aqui, além dos carros voadores, são os hoverboards (skates voadores) e os hologramas que “atacam” as pessoas na rua, para divulgar os filmes no cinema.

1 – 2001: Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odyssey, 1968 / dir. por Stanley Kubrick)

Talvez um dos maiores filmes da história do cinema. 

Este clássico de Kubrick fala não somente sobre ficção e tecnologia, mas também aborda assuntos como evolução humana, o existencialismo, inteligência artificial entre outros.

Ele errou ao dizer que em 2001 já teríamos companhias aéreas fazendo turismo espacial; ou estações espaciais que serviriam como aeroportos, onde faríamos conexões entre nossos vôos.

E seu maior erro foi o de acreditar que já teríamos desenvolvido inteligências artificiais autônomas, capazes de controlarem sua casa ou mesmo servirem como co-piloto de naves espaciais.

@guimaraesedu 

Sessão Dupla do Homem Aranha no sábado, dia 8 de junho

Sessão Dupla do Homem Aranha no sábado, dia 8 de junho


SÁBADO, DIA 8, ÀS 18H55

EM JUNHO, STUDIO UNIVERSAL EXIBE

SESSÃO DUPLA DO HOMEM-ARANHA

Acompanhe uma maratona com dois filmes do herói, cada um trazendo uma abordagem única e emocionante do icônico personagem.
 
 

HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO – às 18h55


Gênero: Animação

Phil Lord e Christopher Miller trazem seus talentos únicos para uma nova visão do universo do Homem-Aranha, com um estilo visual pioneiro.
 

Em Homem-Aranha: No Aranhaverso, Miles Morales é um jovem negro do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.

Classificação indicativa: Livre

HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR – às 21h00


Gênero: Ação

O jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland) começa a se entender com sua recém-descoberta identidade como super-herói lançador de teias de aranha. Empolgado com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento do seu novo mentor Tony Stark (Rober Downey Jr.).
 

Peter tenta retomar sua rotina normal, distraído com a ideia de provar que é mais do que apenas o Homem-Aranha, o grande amigo da vizinhança. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) surge como um novo vilão, tudo que Peter considera mais importante estará em perigo.

Classificação indicativa: 12 anos

Instagram: studiouniversalbr 

Sobre o Studio Universal

O Studio Universal é o canal de filmes que oferece uma selecionada experiência cinematográfica, com uma variedade de filmes dos maiores realizadores do cinema, celebrando a magia do entretenimento e exibindo títulos dos diversos gêneros – tudo isso com o carimbo dos grandes estúdios de Hollywood.

Dos blockbusters mais atuais aos eternos clássicos, o Studio Universal compartilha experiências emocionais com famílias e amigos de toda parte. O canal oferece, ainda, material exclusivo de bastidores e pré-estreias.  

Galeria

SEJA BEM-VINDA, ADOLESCÊNCIA! NOVAS EMOÇÕES CHEGAM À MENTE DE RILEY EM DIVERTIDA MENTE 2

O novo filme da Disney e Pixar estreia dia 20 de junho somente nos cinemas e os ingressos já estão à venda

Em 2015, o filme vencedor do Oscar® DIVERTIDA MENTE, da Disney e Pixar, transportou o público para a mente de uma menina chamada Riley para apresentar o universo das emoções.  Lá, conhecemos Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, as emoções de Riley que conseguiram realizar uma operação de sucesso.

Nove anos depois, a ordem que reina chega ao fim. DIVERTIDA MENTE 2 volta a mergulhar na mente da agora adolescente Riley no momento em que a Sala de Comando passa por uma repentina demolição para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas Emoções! Sejam bem-vindas Ansiedade, Inveja, Tédio e Vergonha.

A volta do dream team das emoções

A nova história marca o retorno da Alegria, Raiva, Tristeza, Medo e Nojinho, a amada equipe de DIVERTIDA MENTE que fica completamente surpresa com a “renovação” na mente de Riley, fruto da adolescência. As Emoções que já conhecemos não sabem o que pensar dos recém-chegados e enfrentam o desafio de conviver com eles daqui pra frente. O trabalho mais difícil recai, talvez, nos ombros da Alegria, que está decidida a proteger o senso de identidade de Riley e ajudá-la a continuar sendo a garota feliz que ela conhece e ama tanto.

Jonas Rivera, produtor executivo, diz: “A Alegria gosta que as coisas continuem como sempre foram. Ela é do tipo que diria ‘o último verão foi melhor de todos, não é?’. A gente sempre ri pelo fato de que terminamos o primeiro filme com a Alegria esquecendo de todas as lições que acabara de aprender. Este segundo filme nos dá a oportunidade de mostrá-la aprendendo uma nova lição em um estágio muito diferente da vida de Riley”.

No que diz respeito à aparência, as emoções tão amadas pelo público retornam em seu  visual original, concebido pela equipe criativa segundo uma linguagem específica de formas e cores que acompanha os traços de personalidade de cada personagem: 

Alegria é amarela e tem a forma de uma estrela. Ela está de volta para enfrentar o mundo adolescente de Riley. Otimista, animada e cheia de ideias para o futuro de Riley, nada irá atrapalhar o plano que ela tem para a Sala de Comando… ou será que vai?

Raiva é vermelho e tem uma forma sólida retangular e traços rígidos e expressivos. Esta Emoção está sempre pronta para lutar pelo que é certo em relação a Riley. Ele é muito passional, mas às vezes pode reagir exageradamente, tornando-se até explosivo.

Tristeza é azul e tem o formato de uma lágrima. Ela estava apenas começando a entender como as coisas são quando um novo grupo de emoções aparece. Todos sabem o quão importante é seu papel na vida de Riley, então, agora, a Tristeza se sente mais confortável em sua melancolia.

Medo é roxo e sempre está encolhido. O Medo protege a Riley e a mantém a salvo de perigos visíveis, grandes e pequenos, desde ser atingida por um disco de hóquei até um pequeno corte de papel.

Nojinho é verde, afiada, aguçada e angular. Agora que Riley é adolescente, seu radar para captar o que não é socialmente aceitável está mais aguçado do que nunca. Teimosa e brutalmente honesta, ela está determinada a manter Riley longe de todas as coisas repulsivas.

Novas emoções, novos desenhos

Em DIVERTIDA MENTE 2, os novos personagens expandem essa linguagem visual. “Eu queria ter certeza de que seguiríamos o cânone visual do primeiro filme quando voltássemos ao mundo de DIVERTIDA MENTE”, diz o diretor de arte Jason Deamer.

À frente do novo grupo de emoções está a Ansiedade, criada na cor laranja e de forma elétrica, tensa e trêmula. “Sempre vemos o branco dos olhos dela e seu cabelo emplumado revela seus constantes movimentos”, descreve Deamer. O objetivo principal da Ansiedade é que Riley esteja preparada para qualquer possível resultado negativo. Ela sempre está dez passos à frente, pensando constantemente no que poderia acontecer na pior das hipóteses.

A Ansiedade tem um papel muito importante na vida social de Riley. Kelsey Mann diz: “Ao tentar manter Riley a salvo, protegida e aceita pelos demais, a Ansiedade faz Riley mudar. Acho que muitos adolescentes passam por isso; eu passei. Nós mudamos nossa forma de ser, nos modificamos um pouco para sermos aceitos pelos outros. Mas será que deveríamos mudar nosso jeito de ser para agradar as pessoas?”.

Juntando-se à Ansiedade está Tédio, entediada e com sono, que tem o hábito de revirar os olhos e traz a quantidade perfeita de apatia adolescente à personalidade de Riley, sempre que lhe dá vontade. “É aquela sensação que todos os adolescentes têm quando não se importam com nada ou não querem assumir alguma responsabilidade. Tédio tem uma postura de apatia e é muito conectada com a tecnologia”, explica o supervisor de história John Hoffman.

Outra das novas Emoções é Inveja, que ganha vida no formato de um pequeno cogumelo e tem cor azul esverdeada. “É claro que ela gostaria de ser mais alta e menos infantil”, diz Deamer com humor. Inveja está sempre cobiçando o que os outros têm e não tem medo de fazer isso. Segundo Mann, Inveja representa aquele sentimento adolescente de “eu desejo isso” e a comparação social, muito comum nessa idade.

Vergonha, é um gigante rosado com formato arredondado que evoca sua reticência e timidez. Ele quer passar despercebido e está sempre pronto para desabar no painel da Sala de Comando ao primeiro sinal de desconforto social. Hoffman diz: “Vergonha muitas vezes atua como um ponto de exclamação nas interações de Riley com os outros personagens. Mas ganha vida quando sua relação com a Tristeza se desenvolve. Tristeza entende o Vergonha. Há entre eles uma afinidade. Vergonha é um personagem muito sensível e se sente excluído, exatamente como a Tristeza se sentia no primeiro filme”.

Na criação de todas as novas emoções, a equipe criativa de DIVERTIDA MENTE 2 trabalhou em estreita colaboração com Dacher Keltner, professor da Universidade de Berkeley, psicólogo e escritor que foi de grande ajuda no primeiro filme e foi igualmente enriquecedor nesta continuação.

Na mente adolescente de Riley, os antigos e novos habitantes aprenderão a coexistir para alcançar o melhor bem-estar possível para a protagonista, embora esteja claro que a jornada até lá dará muito que falar.

DIVERTIDA MENTE 2 estreia em 20 de junho nos cinemas. Os ingressos já estão à venda neste link.

SINOPSE OFICIAL: Divertida Mente 2, da Disney e Pixar, volta a entrar na mente da agora adolescente Riley, no momento em que a Sala de Comando passa por uma repentina demolição para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas Emoções. Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho, que há muito tempo comandam uma operação de sucesso, não sabem ao certo como se sentem quando a Ansiedade, a Inveja, o Tédio e a Vergonha chegam. O elenco de voz em inglês conta com a participação de Amy Poehler, Maya Hawke, Kensington Tallman, Liza Lapira, Tony Hale, Lewis Black, Phyllis Smith, Ayo Edebiri, Lilimar, Grace Lu, Sumayyah Nuriddin-Green, Adèle Exarchopoulos, Diane Lane, Kyle MacLachlan, Paul Walter Hauser e Yvette Nicole Brown. Divertida Mente 2 tem direção de Kelsey Mann, produção de Mark Nielsen e produção executiva de Pete Docter, Jonas Rivera e Dan Scanlon. O filme conta com o roteiro de Meg LeFauve e Dave Holstein, a partir de uma história de Mann e LeFauve. Com música de Andrea Datzman, o novo longa-metragem de animação estreia no dia 20 de junho de 2024, somente nos cinemas. 

NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR | CLÁSSICO DOS ANOS 80 VOLTA AOS CINEMAS NESTA QUINTA-FEIRA

NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR | CLÁSSICO DOS ANOS 80 VOLTA AOS CINEMAS NESTA QUINTA-FEIRA

Em comemoração aos 70 anos de Kim Basinger, clássico que marcou os anos 80 volta aos cinemas na semana dos namorados

Nesta quinta-feira, dia 06 de junho, chega novamente aos cinemas brasileiros o clássico NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR (Nine 1/2 Weeks), com direção de Adrian Lyne (“Lolita“, “Atração Fatal” e “Flashdance: Em Ritmo de Embalo“), com distribuição da A2 Filmes.

Depois de ficar mais de 2 anos em cartaz nos cinemas brasileiros nos anos 80, o filme volta a ser exibido na semana dos namorados nos cinemas de São PauloRio de JaneiroBrasíliaBelo HorizontePorto AlegreIndaiatubaGoianiaFlorianópolisMaceió e Curitiba.

Com roteiro baseado em livro homônimo de Elizabeth McNeill, a própria autora escolheu o seu nome para a personagem principal (estrelada por Kim Basinger) e conta a história de uma mulher que trabalha em uma galeria de arte e se envolve com um homem (estrelado por Mickey Rourke) misterioso, rico e charmoso, que ela mal conhece. Mas as complicações se desenvolvem durante suas aventuras sexuais.

Além de Mickey Rourke (“O Lutador” e “Sin City: A Cidade do Pecado“) e Kim Basinger (“Los Angeles: Cidade Proibida“, “Batman” e “Cinquenta Tons Mais Escuros“), no elenco principal temos grandes nomes como os de Christine Baranski (“Chicago“, “Mamma Mia! O Filme” e da série “A Idade Dourada“), Margaret Whitton (“Um Time Muito Louco“), David Margulies (“Ghostbusters: Os Caça-Fantasmas“), Karen Young (“Essa Estranha Atração” e “Tubarão 4: A Vingança“) e Dwight Weist (“O Nome da Rosa” e “A Era do Rádio“).

Lançado nos cinemas brasileiros originalmente em agosto 1986, o longa-metragem se tornou o filme com mais tempo em cartaz nos cinemas de São Paulo, ficando até fevereiro 1989, no Cine Belas Artes. Além disso, ganhou destaque na mídia e teve um boca a boca forte, pois ousava para a época, trazendo cenas de sexo livre e fantasias sexuais sadomasoquista, algo que não era comum naquela época nos cinemas.

Outro ponto alto do filme é sua trilha sonora com sucessos como “You Can Leave Your Hat On” (Joe Cocker), “Slave to Love” (Bryan Ferry), “I Do What I Do” (John Taylor), “Come to Life” (John Taylor/Ellias), “The Best Is Yet To Com” (Luba), “This City Never Sleeps” (Eurythmics), “Eurasian Eyes” (Corey Hart), “Cannes” (Stewart Copeland), “Let It Go” (Luba), “Love and Happiness” (Al Green), “The Strayaway Child” (Andy Narell), “Saviour” (Winston Grennan e Black Sage), “Strange Fruit” (Billie Holiday), “Ambient Music I: Music for Airports” (Brian Eno), “Bread and Butter” (The Newbeats), “Arpegiator” (Jean Michel Jarre) e “Voices” (Roger Eno).

#NoveEmeiaSemanasDeAmor
#NoveEmeiaSemanasDeAmorDevoltaNosCinemas


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NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR
EUA | 1986 | 117 min. | Drama – Romance | 18 anos

Título Original: Nine 1/2 Weeks
Direção: Adrian Lyne
Roteiro: Sarah Kernochan, Zalman King, Patricia Louisanna Knop
Elenco: Mickey Rourke, Kim Basinger, Margaret Whitton, David Margulies, Christine Baranski, Karen Young, William De Acutis
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Elizabeth é uma jovem bela e sexy, que trabalha numa galeria de arte moderna, e se envolve com John, um homem rico e poderoso. Eles apaixonam-se de forma muito intensa e começam por praticar fantasias sexuais cada vez mais picantes, o que torna a relação cada vez mais difícil de ser controlada. Depois de conseguir arrastar Elizabeth para o Mundo da fantasia sexual, John manieta a vítima com inúmeros esquemas. A vítima (Elizabeth) sofre de dependência psicológica relativamente a John.
 

LANÇAMENTO NOS CINEMAS
06 DE JUNHO DE 2024

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Confira abaixo nossos próximos lançamentos nos cinemas:

    A2 FILMES | PRÓXIMOS LANÇAMENTOS NO CINEMAS
    20|06 – A MALDIÇÃO DE CINDERELA (Cinderella’s Curse)
    11|07 – DEEP WEB: SHOW DA MORTE (The Deep Web: Murdershow)
    22|08 – A VINGANÇA DE CINDERELA (Cinderella’s Revenge)
    12|09 – THE TOOTH FAIRY TALE (The Tooth Fairy Tale)
    26|09 – MATO OU MORRO [Nacional]

PREMIADO EM CANNES, A FLOR DO BURITI ESTREIA NOS CINEMAS EM 04 DE JULHO

PREMIADO EM CANNES, A FLOR DO BURITI ESTREIA NOS CINEMAS EM 04 DE JULHO

Novo filme de João Salaviza e Renée Nader Messora registra a resistência do povo Krahô

Exibido em mais de 100 festivais ao redor do mundo e vencedor de catorze prêmios, entre eles o prêmio coletivo para melhor elenco na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes, A FLOR DO BURITI, de João Salaviza e Renée Nader Messora chega aos cinemas brasileiros em 04 de julho, com distribuição da Embaúba Filmes.

Novamente com os Krahô, no norte do Tocantins, o filme traz um dos temas mais urgentes da atualidade: a luta dos Krahô pela terra e as diferentes formas de resistência implementadas pela comunidades indígenas no Brasil.

O filme nasce do desejo em pensar a relação dos Krahô com a terra, pensar em como essa relação vai sendo elaborada pela comunidade através dos tempos. As diferentes violências sofridas pelos Krahô nos últimos 100 anos também alavancaram um movimento de cuidado e reivindicação da terra como bem maior, condição primeira para que a comunidade possa viver dignamente e no exercício pleno de sua cultura”, explica a diretora.

A Flor do Buriti atravessa os últimos 80 anos dos Krahô, trazendo para a tela um massacre ocorrido em 1940, onde morreram dezenas de pessoas. Perpetrado por dois fazendeiros da região, as violências praticadas naquele momento continuam a ecoar na memória das novas gerações.

Filmar o massacre era um grande dilema. Se por um lado é uma história que deve ser contada, por outro não nos interessava produzir imagens que perpetuassem novamente uma violência. Percebemos que a única forma de filmar essa sequência era a partir da memória compartilhada, a partir de relatos, do que ainda perdura no imaginário coletivo desse pessoal que insiste em sobreviver”.

A FLOR DO BURITI foi filmado durante quinze meses em quatro aldeias diferentes, dentro da Terra Indígena Kraholândia, e assim como no filme anterior da dupla,  Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, a equipe era muito pequena e se dividia entre indígenas e não indígenas. Relatos históricos baseados em conversas e a realidade atual da comunidade serviram de base para a construção da narrativa do filme.

A gente não trabalha com o roteiro fechado. A questão da terra é a espinha dorsal do filme. Propusemos aos nossos amigos na aldeia trabalharmos a partir desse eixo, imaginar um filme que pudesse viajar pelos tempos, pela  memória, pelos mitos, mas, que, ao mesmo tempo fosse uma construção em aberto que faríamos enquanto fossemos filmando. A narrativa foi sendo construída com a Patpro, o Hyjnõ e o Ihjãc, que assinam o roteiro”, explica João.

O reconhecimento do filme em diversos festivais internacionais, mostra que o mundo está realmente de olho nas questões dos povos originários no Brasil. “A importância dos povos originários não reside apenas no conhecimento ancestral, mas também na elaboração de tecnologias totalmente sofisticadas de defesa da terra. Eles ocupam radicalmente a contemporaneidade” ressalta João Salaviza.

Além do Festival de Cannes, o filme foi premiado em importantes festivais como Munique (Cinevision Award), Lima (Prêmio Signis), Mar del Plata (Prêmio Apima Melhor filme Latino-Americano), Festival dei Popoli (Melhor Filme), Huelva (Prêmio Especial do Júri e Prêmio Melhor Filme Casa Iberoamérica), RIDM Montreal (Prêmio Especial do Júri), Biarritz, Viennale, e forumdoc.BH. 

A FLOR DO BURITI é distribuído no Brasil pela Embaúba Filmes.
Sinopse
Em 1940, duas crianças do povo indígena Krahô encontram na escuridão da floresta um boi perigosamente perto da sua aldeia. Era o prenúncio de um violento massacre, perpetrado pelos fazendeiros da região. Em 1969, durante a Ditadura Militar, o Estado Brasileiro incita muitos dos sobreviventes a integrarem uma unidade militar. Hoje, diante de velhas e novas ameaças, os Krahô seguem caminhando sobre sua terra sangrada, reinventando diariamente as infinitas formas de resistência.
Ficha Técnica
Direção: João Salaviza, Renée Nader Messora 
Roteiro: João Salaviza, Renée Nader Messora, Ilda Patpro Krahô, Francisco Hyjnõ Krahô, Henrique Ihjãc  Krahô 
Produção: Ricardo Alves Jr., Julia Alves 
Elenco: Ilda Patpro Krahô, Francisco Hyjnõ Krahô
Direção de Fotografia: Renée Nader Messora 
Direção de Arte: Ángeles Frinchaboy, Ilda Patpro Krahô 
Direção de Produção: Isabella Nader Messora 
Som Direto: Diogo Goltara 
Desenho de Som: Pablo Lamar 
Montagem: Edgar Feldman 
Gênero: drama
País: Brasil, Portugal 
Ano: 2023 
Duração: 124 min

Sobre JOÃO SALAVIZA
João Salaviza (1984) estudou Cinema na Lisbon Theatre and Film School e na Universidad del Cine em Buenos Aires. O seu primeiro curta-metragem ARENA foi premiada com a Palma de Ouro em Cannes (2009), seguindo-se o Urso de Ouro de Curtas-Metragens na Berlinale para RAFA (2012). Lançou também na Competição Oficial da Berlinale as curtas ALTAS CIDADES DE OSSADA (2017) e RUSSA (2018). O seu primeiro longa-metragem, MONTANHA, teve a sua estreia mundial no Festival de Veneza (Semana da Crítica) em 2015. Desde então, vive entre Portugal e o Brasil, junto do povo indígena Krahô.
Em 2018 estreou CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, correalizado com Renée Nader Messora, no Festival de Cannes, recebendo o Prémio Especial do Júri – Un Certain Regard. O filme foi lançado comercialmente em vários países, destacando-se França onde foi visto por 45.000 espectadores.
Em 2023 regressa ao Festival de Cannes – Un Certain Regard para estrear A FLOR DO BURITI (correalizado com Renée Nader Messora), filmado durante um período de quinze meses na Terra Indígena Krahô.


Sobre RENÉE NADER MESSORA
Graduada em Cinematografia pela Universidad del Cine, em Buenos Aires. Por 15 anos, trabalhou como assistente de direção em diversos projetos no Brasil, Argentina e Portugal, entre eles MONTANHA, primeiro longa-metragem de João Salaviza. Fotografou o curta-metragem POHÍ, através do qual conhece o povo Krahô. Desde então, trabalha com a comunidade, contribuindo na organização de um coletivo de jovens cinegrafistas que utilizam o cinema como ferramenta para o fortalecimento da identidade cultural e a autodeterminação da comunidade.
Em 2017 fotografou o curta-metragem RUSSA, dirigido por Ricardo Alves Junior e João Salaviza e que estreou na Competição Oficial da Berlinale 2018.
Também em 2018 estreou sua primeira longa-metragem, CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, correalizado com João Salaviza, no Festival de Cannes, recebendo o Prêmio Especial do Júri – Un Certain Regard. O filme foi lançado comercialmente em vários países,
destacando-se França onde foi visto por 45.000 espectadores. A FLOR DO BURITI é o seu segundo longa-metragem, correalizado com João Salaviza e filmado durante um período de quinze meses na Terra Indígena Krahô.

Sobre a Embaúba Filmes
A Embaúba é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de filmes autorais brasileiros. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 50 títulos, investindo em obras de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.