Poltrona Cabine: O Estranho/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Estranho/Cesar Augusto Mota

 O estranho

O que você acha de fazer uma grande viagem e visualizar encontros constantes do presente com o passado? “O Estranho”, de Flora Dias e Juruna Mallon, se propõe a realizar esse percurso por meio de memórias e experiências das pessoas que passam por um conhecido aeroporto que foi erguido em meio a um antigo território indígena.

Pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos passam cerca de trinta e cinco mil pessoas, mas o olhar não está sobre quem está passando por ali, mas sobre o que ali permanece. Durante a narrativa, surgem pessoas cujas vidas se cruzam no dia a dia do trabalho neste ambiente, e acompanhamos Alê, funcionária do aeroporto cuja história familiar acabou sobreposta pela construção do local.

Por meio da narração off de Alê e dos objetos que ela apanha das malas de passageiros que não foram devolvidas, o espectador é convidado a fazer muitas interpretações e a refletir acerca do tempo e o antagonismo entre o tradicional e o moderno. O contraste entre a realidade que vivem os funcionários do aeroporto com o das pessoas que viviam no espaço que antecedeu à construção faz despertar o interesse do público pela proposta da personagem central, a de tentativa de resgate de sua ancestralidade, mas que esbarra no período atual, o da modernidade.

 Além de tratar de memórias e espaços, o longa também destaca a preservação da natureza e cultura indígena, e uma reconciliação com o passado histórico, que se dá por meio de uma grande representação visual, com a junção de imagens formando a mata. Se os personagens secundários tem aparição breve, a abordagem não é prejudicada, Alê consegue fazer o resgate de seu passado indígena e seus sentimentos também são compartilhados, com destaque para Silvia, amiga de Alê.

Essa belíssima viagem e as reflexões feitas durante “O Estranho” não só mostram como pode ser épico fazer um resgate de suas origens como também existem formas de interpretar o tempo, que está constantemente passando por nós. E a forma como enxergamos o passado pode ser uma solução para as perguntas que surgem no presente e uma orientação para o futuro.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Documentário ‘Sin Embargo, uma Utopia’ estreia nesta quinta em São Paulo

Documentário ‘Sin Embargo, uma Utopia’ estreia nesta quinta em São Paulo

Dirigido por Fabiana Parra, longa acompanha apresentação do maestro Kleber Mazziero em Cuba

Cartaz final de ‘Sin Embargo, uma Utopia’ – crédito: Divulgação

Dirigido por Fabiana Parra, SIN EMBARGO, UMA UTOPIA é um documentário sobre a ida à Cuba do maestro brasileiro Kleber Mazziero. A ocasião marcou a comemoração de seus 50 anos de carreira e o aniversário do Museu Nacional de Belas Artes cubano. O filme acompanha sua trajetória na ilha, suas interações com artistas brasileiros e cubanos, desvendando a beleza e resiliência de um país que enfrenta um embargo desde meados do século XX. O longa estreia com exclusividade no Reserva Cultural (Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo/SP), nesta quinta, 20 de junho de 2024. 

Seria um filme sobre o concerto. Fiquei muito encantado com o convite. Que honra ser o compositor homenageado nas comemorações dos 110 anos do Museu Nacional de Belas Artes de Cuba! Ao chegarmos lá, isso mudou radicalmente. O filme sobre o concerto passou a ser um filme sobre a situação de Cuba. Não é possível ficar imune às condições impostas a onze milhões de pessoas”, conta o músico, que também é produtor executivo do longa. 

Para ele, Cuba sempre foi uma utopia, na qual todas as pessoas são iguais e comuns. “É preciso olharmos para Cuba. Em todos os sentidos: para aprendermos com eles; para ajudarmos na dissolução do embargo; para convivermos com eles; para estreitarmos os laços com aquele povo tão próximo de nós em nossas identidades culturais; para nos lembrar de que somos todos de uma mesma matriz que se consolidou aqui na América Latina. Mas, sobretudo, para nos espelharmos neles. Com fome, sem bens mínimos para a sobrevivência humana, aquelas pessoas resistem. Vivem e resistem. E cantam, dançam e riem”, explica Mazziero.

Passando dez dias em Cuba, a equipe filmou um material diversificado, incluindo o concerto para piano, imagens da ilha e seus habitantes, entrevistas e tomadas de lugares como o Conservatório Amadeo Roldán e a Escuela Internacional de Cine y TV, em San Antonio de los Baños. “Construímos um discurso cinematográfico que mesclou o aspecto histórico, o âmbito social e a instância emocional”, conta a diretora do filme, Fabiana Parra. 

Ela explica que Mazziero não é uma figura muito famosa no Brasil, fora de seu âmbito, apesar de ter regido e dirigido três óperas, ao longo de sua carreira, montando onze peças de teatro, e no cinema ter mais de 38 filmes – com títulos premiados em cinco continentes.

Para termos uma ideia, ele tem pós-doutorado pela Sorbonne e, lá na França, ele também é chamado de ‘le génie du Brasil’. Que pena o Brasil não conhecer o Kleber, não conhecer os seus gênios que não estão nos holofotes. Tomara que o filme cumpra também esta missão: levar ‘o gênio brasileiro’ a um maior número de brasileiros”, conclui a diretora.

SIN EMBARGO, UMA UTOPIA é uma coprodução Kaza Véia Produções e Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos – ICAIC.

Trailer

Sinopse

Um maestro brasileiro vai a Cuba, para um Concerto em comemoração a seus 50 anos como pianista. Essa é apenas a premissa do documentário “Sin embargo, uma utopia”:  acompanhando as andanças do maestro Kleber Mazziero por terras cubanas, a partir do encontro de um artista brasileiro com artistas cubanos, da arte brasileira com a arte cubana, o espectador observa a realidade de um país que, mesmo diante do bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos da América, segue sendo uma Utopia.

Ficha Técnica

Sin embargo, uma utopia

Direção: Fabiana Parra

Gênero: Documentário

Ano: 2024

Duração: 90 minutos

Idiomas: Português e Espanhol

Com Kleber Mazziero, Yanner Falcón, Liah Rivero, Angelo Jiménez, Adela Rascón, Daniel Martínez, Rosa García, Ana Tamayo, Nancy Chacón e Fernando Ferrer

Fotografia: Gabo Martines

Direção de arte: Gabriella Lira

Direção de áudio: Kauã Bella

Minibio Kleber Mazziero

Maestro e filósofo, pós-doutorado em filosofia e em artes pela Universidade Sorbonne. Cineasta autor de 38 filmes premiados nos cinco continentes.

Minibio Fabiana Parra 

Cineasta e professora, com mestrado em Comunicação, doutorado em Língua Portuguesa e pós-doutorado em Artes pela Universidade de Lisboa. Realizadora premiada em diversos festivais nacionais e internacionais.

AINDA TEMOS O AMANHÃ, DE PAOLA CORTELLESI, ESTREIA EM 04 DE JULHO

AINDA TEMOS O AMANHÃ, DE PAOLA CORTELLESI, ESTREIA EM 04 DE JULHO

O filme traz a atriz italiana Paola Cortellesi na direção de seu primeiro longa-metragem

O filme traz a atriz italiana Paola Cortellesi na direção de seu primeiro longa-metragem

Assista ao trailer
AINDA TEMOS O AMANHÃ, estreia da atriz Paola Cortellesi na direção de longas, tem lançamento agendado para 04 de julho nos cinemas brasileiros pela distribuidora Pandora Filmes. O longa conta a história de uma mulher que passa a questionar seu papel na Roma pós-guerra, nos anos 1940, a fim de evitar que a sua filha (Romana Maggiora Vergano) tenha o mesmo destino que ela.

Um dos títulos pré-selecionados para representar o seu país na disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024 e longa de abertura do último Festival de Roma, onde foi premiado pelo público, a produção surpreendeu as plateias italianas, tendo registrado mais de 5 milhões de espectadores, tornando-se um dos maiores sucessos de bilheteira da história recente do cinema italiano, superando até o fenômeno Barbie, em 2023.

A cineasta narra com leveza a história de Delia, esposa de Ivano e mãe de três filhos que aceita a vida de esposa e mãe que lhe foi destinada. No entanto, a chegada de uma carta misteriosa desperta a sua coragem para desafiar o destino e imaginar um futuro melhor, não apenas para si mesma. Unindo a comédia ‘a la italiana’ a um neo realismo pop, Cortellesi faz um filme que é um hino à liberdade. Uma obra original que surpreende, inova e emociona ao prestar um tributo aos feitos extraordinários de muitas mulheres comuns que, sem suspeitarem, contribuíram para a construção de uma sociedade mais igualitária.

A Itália reconheceu o longa com o prestigioso Prêmio italiano “Il Biglietto D´Oro” (O Ingresso de Ouro). Lançado em 26 de outubro de 2023 na Itália, o filme registrou uma impressionante bilheteria de 24 milhões de euros (125 milhões de reais) em pouco mais de um mês de exibição, um marco histórico na indústria cinematográfica do país.

Este é um triunfo significativo para a diretora em sua estreia como cineasta. AINDA TEMOS O AMANHÃ, apresentado em preto e branco, mantém sua relevância ao explorar a condição feminina na Itália dos anos 40, oferecendo uma narrativa profunda e emocionante, além de muito atual.

O longa é um lançamento da Pandora Filmes.

Sinopse:
Em uma Roma pós-guerra dos anos 40, dividida entre o otimismo da libertação e as misérias, vive Delia, uma mulher dedicada, esposa de Ivano e mãe de três filhos. Esses são os papéis que a definem e ela está satisfeita com isso. Enquanto seu marido Ivano age como o chefe autoritário da família, Delia encontra consolo em sua amiga Marisa. A família se prepara para o noivado da filha mais velha, Marcella, que vê no casamento uma saída para uma vida melhor. No entanto, a chegada de uma carta misteriosa dá a Delia a coragem para questionar seu destino e de sua família e, talvez, encontrar sua própria liberdade. Entre segredos e reviravoltas, este drama emocionante explora o poder do amor e da escolha em tempos difíceis.

Ficha técnica
Título: C’È ANCORA DOMANI (Ainda Temos o Amanhã)
Roteiro: Furio Andreotti, Giulia Calenda, Paola Cortellesi
Direção: Paola Cortellesi
Música: Lele Marchitelli
Fotografia: Davide Leone
Elenco: Paola Cortellesi, Valerio Mastandrea, Romana Maggiora Romano
Edição: Valentina Mariani
País: Itália
Ano: 2023
Duração: 118 minutos
Gênero: Drama

Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 35 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de longas-metragens no Brasil, revelando cineastas outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos dos últimos anos incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional; “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes; “Parasita”, de Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro e do Oscar; o tunisiano “O Homem que Vendeu Sua Pele”, de Kaouther Ben Hania, e “A Felicidade das Pequenas Coisas”, uma grande surpresa do cinema do Butão, ambos indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional; “Apocalypse Now: Final Cut”, a obra-prima de Francis Ford Coppola; “Roda do Destino”, de Ryusuke Hamaguchi, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim; mais os brasileiros “Deserto Particular”, de Aly Muritiba, e “Uma Família Feliz”, de José Eduardo Belmonte, dois grandes sucessos aclamados pela crítica.

Tati Machado estreia no Saia Justa

Tati Machado estreia no Saia Justa

Tati Machado estreia no sofá do Saia Justa, no GNT

Imagem: divulgação

A apresentadora Tati Machado é mais um nome confirmado para o elenco do Saia Justa, do GNT. Na próxima temporada, que estreia no segundo semestre, ela se junta à veterana Bela Gil e à recém-chegada Rita Batista no sofá do programa para debates e troca de ideias sobre temas do cotidiano. Além de compor o time do Saia Justa, a apresentadora segue no time dos matinais da TV Globo, ‘Encontro com Patricia Poeta’ e ‘Mais Você’.

Para a recém-chegada ao GNT, a expectativa é grande para a estreia. “É aquela velha história sobre acreditar nos nossos sonhos. Chego ao ‘Saia Justa’ cheia de vontade e pronta para fazer o meu melhor. Fico honrada e extremamente emocionada em estar neste sofá que já foi ocupado por tantas mulheres que admiro. Vai ser muito interessante e desafiador poder mostrar mais sobre mim e, de alguma maneira, mostrar um lado que muitos podem não conhecer. Pelo menos ainda. Estou ansiosa, mas certa de que ao lado da Bela Gil e da Rita Batista tudo vai fluir bem.”

A apresentadora é formada em jornalismo e entrou na Globo em 2012, quando começou a fazer parte da equipe de entretenimento do programa Estagiar. Foi editora de conteúdo do Gshow e com a criação do Rede BBB, em 2017, passou a roteirizar e apresentar programas sobre o reality show para a internet. Desde 2019, atua na TV aberta, onde estreou no programa ‘Se Joga’, cobrindo bastidores de novelas e dos talentos dos Estúdios Globo.

Sobre o GNT

O GNT é uma marca multiplataforma, que busca inspirar e é inspirada pelas histórias das pessoas. Histórias de gente que ama comer, cuidar da casa, da autoestima. Histórias de gente que trabalha e viaja para valer, gosta de um bom papo e, principalmente, descontrair. A partir do diálogo, queremos promover discussões relevantes para a sociedade. Você pode acessar esse e todos os outros produtos do GNT através das diversas plataformas da marca:

Para assistir a qualquer hora do dia: Canais Globo

Para conferir trechos com os melhores momentos: YouTube

Para saber tudo o que acontece nos bastidores: Instagram Facebook

Documentário Partido ganha pré-estreia

Documentário Partido ganha pré-estreia

Documentário Partido, que acompanha Fernando Haddad nas duas últimas eleições, ganha pré-estreia especial e chega às plataformas digitais em julho

Longa-metragem, que passou pela 47ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mostra o então candidato à presidência do Brasil nas eleições de 2018 e os desdobramentos para a reeleição de Lula em 2022; distribuição é da O2 Play

Pôster do documentário Partido | Divulgação,O2 Play

EM 04 JULHO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

– O documentário Partido, protagonizado por Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, chega dia 04 de julho às plataformas digitais brasileiras após sessão especial no dia 03 de julho na Cinemateca Brasileira. Com direção de César Charlone, Sebastián Bednarik e Joaquim Castro, e produção de Andrés Benedykt, o longa-metragem estreou mundialmente no encerramento da 15ª edição do festival DocMontevideo, no Uruguai, passou pelo Festival Locarno Pro 2023, na Suíça, e também pela 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O filme chega às plataformas com distribuição da O2 Play.

Partido acompanha Fernando Haddad durante sua campanha para a eleição de 2018, vencida por Jair Bolsonaro, que se tornou um dos líderes da extrema direita no mundo. O filme segue o então candidato em suas idas para Curitiba (PR) para visitar Luiz Inácio Lula da Silva na prisão e o périplo do atual ministro da Fazenda nas eleições daquele ano – quando enfrentou Bolsonaro no segundo turno, em um embate histórico, e foi derrotado. O longa ainda mostra os desdobramentos dos rumos políticos que culminaram na reeleição de Lula nas eleições de 2022.

De acordo com Andrés Benedykt, produtor do longa-metragem, a prisão de Lula teve um impacto profundo no processo de documentação e acrescentou uma camada de complexidade e interesse ao material produzido. Inicialmente, o projeto do documentário era acompanhar Fernando Haddad como coordenador do plano de governo. Quando Lula foi preso, o cenário político mudou drasticamente e Haddad foi escolhido como o candidato à presidência, transformando o projeto em um registro de uma campanha presidencial turbulenta e repleta de tensões.

“Essa reviravolta nos permitiu capturar momentos históricos e decisivos, repletos de emoções e incertezas, tanto para Haddad quanto para o Partido dos Trabalhadores. Documentar essa transição e a adaptação de Haddad ao novo papel de candidato em meio a um ambiente político tão conturbado tornou o material muito mais rico e relevante, oferecendo uma visão única de um dos períodos mais intensos da história política recente do Brasil” , comenta Benedykt.

“Desde quando César Charlone me falou pela primeira vez da pretensão de documentar em filme um momento histórico tão peculiar do Brasil, a expectativa por Partido foi grande. E sua importância fundamental. Tratou-se de arrolar momentos de angústia e de desilusão que passaram pela prisão do presidente Lula, por 580 dias em Curitiba, pela decepção das eleições de 2018 e, por fim, a vitória de 2022. Tenho muito orgulho de ser o fio condutor desta história”, declara Fernando Haddad.

Partido evidencia que Bolsonaro e suas políticas são prejudiciais não apenas para o Brasil, mas também para a estabilidade global, ressaltando a importância de combater o racismo, a intolerância religiosa e valorizar a educação e a cultura como ferramentas essenciais para a transformação social. O filme serve como um alerta sobre os riscos da desinformação e da manipulação midiática, sublinhando a necessidade urgente de um jornalismo e internet mais ética e transparente”, complementa Benedykt.

Sobre os diretores

César Charlone é diretor, fotógrafo e roteirista uruguaio radicado no Brasil. Iniciou sua carreira na direção com o documentário de curta-metragem E quando eu crescer?, sobre crianças desaparecidas durante a ditadura. Sua primeira direção de fotografia foi no filme Aqueles Dois (1984), e mais tarde também trabalhou em O Jardineiro Fiel, Ensaio Sobre a Cegueira e Cidade de Deus, filme que lhe rendeu uma indicação ao Oscar pela fotografia.

Sebastián Bednarik é diretor e produtor de filmes, e também uruguaio. Bednarik tem igualmente uma carreira no teatro, como ator e dramaturgo. Em 2005, cofundou a produtora Coral Cine e passou a trabalhar mais com cinema. Dentre os filmes que dirigiu estão Maracaná, Cachila e Mundialito.

Joaquim Castro, brasileiro, é diretor e montador de documentários. Seu primeiro longa foi Dominguinhos, que lhe rendeu o prêmio de Júri Popular de melhor Documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2015. Além disso, também dirigiu o curta Primavera em Cada Vida e o documentário Máquina do Desejo.