Então é isso… teremos este mês grandes dicas de filmes de terror para abrilhantar o mês do Halloween.
Em 7 de setembro de 2013 foi anunciado que Mike Flanagan diretor de Oculus havia sido escalado para dirigir um filme de terror chamado “Somnia” além da direção ele também assumiria o roteiro em parceria com Jeff Howard para a Intrepid Pictures. Focus Features International inicialmente foi responsável para comercializar o filme internacionalmente. Em 7 de novembro de 2013 foi anunciado que a empresa Sierra definitivamente se tornou detentora dos direitos do filme para comercializá-lo mundialmente, direitos que anteriormente pertenciam a FFI. Em 4 de abril de 2014, Relativity Media adquiriu os direitos para distribuir o filme nos Estados Unidos.Em março de 2015, o título do filme foi mudado para Before I Wake.
Jessie (Kate Bosworth) e Mark (Thomas Jane) Hobson adotam uma criança chamada Cody (Jacob Tremblay) após a morte de seu filho Sean. Algum tempo depois eles descobrem que os sonhos de Cody podem se tornar realidade, mas seus pesadelos são mortais. Jessie e Mark então devem descobrir o que fazer antes um de seus pesadelos acabar lhe matando.
Este é um filme muito complexo que envolve física quântica e psicologia. Os problemas emocionais de Donnie faz com que ele tenha essas visões e consiga mudar a sua história, voltando no tempo ou, com um segundo olhar, talvez tudo tenha sido produzido pela sua própria cabeça (bem típico da esquizofrenia).
O que me admirou foi imaginar que este filme pode ter tido um dos elencos mais caros em uma produção cult!! Temos astros como :
Jake Gyllenhaal – Donnie Darko
Holmes Osborne – Eddie Darko
Maggie Gyllenhaal – Elizabeth Darko
Drew Barrymore – Karen Pomeroy
Noah Wyle – Prof. Keneth Monitoff
Patrick Swayze – Jim Cuningham
Jena Malone – Gretchen Ross
Mary McDonell – Rose Darko
Ashley Tisdale – Kim
Daveigh Chase – Samantha Darko
James Duval – Frank
Arthur Taxier – Dr. Fisher
Mark Hoffman – Policial
David St. James – Bob Garland
Jazzie Mahanah – Joanie James
Jolene Purdy – Cherita Chen
Stuart Stone – Ronald Fisher
Gary Lundy – Sean Smith
Alex Greenwald – Seth Devlin
Seth Rogen – Ricky Danforth
Um detalhe interessante: boa parte da trilha sonora já estava lá, no roteiro. As canções escolhidas pelo cineasta – de bandas como Tears For Fears, Echo and the Bunnymen – ajudam a costurar a narrativa, como numa ópera pop do final dos anos 1980, período em que se passa a história.
A história se desenrola em um subúrbio norte-americano, no fim dos anos 80. Donnie Darko (Jake Gyllenhaal) é um garoto considerado problemático, que já foi preso por ter queimado uma casa. Em uma noite, um coelho gigante tenebroso acorda Donnie, guiando-o até um campo de golfe, onde ele passa a noite. Quando acorda, Donnie descobre que o coelho salvou sua vida de uma turbina de avião que despencou do céu caindo exatamente em sua cama. O coelho gigante ainda profetiza que o mundo irá se acabar dentro de pouco tempo (28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos). Donnie procura saber quais são as intenções do coelho gigante tenebroso, e continua fazendo o que o coelho lhe pede, como destruir o encanamento da escola durante a noite, assim inundando-a, bem como queimar a casa de um palestrante motivacional (Jim Cuningham).
Em um dos encontros entre Donnie e o coelho, este pergunta se Donnie acredita em viagens no tempo. A partir daí, Donnie passa a investigar o assunto, indo tirar dúvidas com um professor, que explica temas da física teórica como a possibilidade de viagem ao tempo usando obras como de Uma Breve História do Tempo de Stephen Hawking, viagens mais rápidas que a luz e buracos de minhoca. Então, o professor dá a Donnie uma cópia do livro fictício “Filosofia da Viagem no Tempo”, escrito por Roberta Sparrow, uma vizinha idosa de Donnie. O garoto passa a ler o livro e diz que muitas das coisas que ele está vivendo são descritas em alguns dos capítulos.
O filme aborda a capacidade da pessoa trabalhar o que é o mundo de verdade, o lugar em que ele se encontra, ou o pessoal da própria vida. O protagonista também tem a habilidade de, em algumas cenas, ver o que as pessoas e ele próprio irão fazer no futuro breve, graças a uma bolha quase líquida que sai do peito e indica o caminho a ser seguido. Assim, o filme também trabalha com a ideia de destino e de livre arbítrio.
O anti-herói Donnie, também vivencia situações típicas do cotidiano de um adolescente, contudo, sua disparidade de senso quanto ao “normal”, o faz ter percepções frias da realidade, e, por consequência, se rebelar contra ela.
Enquanto espera pelo fim do mundo (contagem regressiva em 28:06:42:12), e pelo Dia das Bruxas, Donnie enfrenta conflitos que todos nós já experimentamos em algum momento da vida: professores autoritários, a descoberta de uma paixão, hormônios à flor da pele, diálogos reticentes entre pais e filhos, a eterna busca pelo sentido da vida – se é que ele pode mesmo ser encontrado.
Enfim, é um bom filme, extremamente cult e complexo.
Black Mirror é uma série de televisão britânica criada por Charlie Brooker, produzida pela Zeppotron para a Endemol.
Em relação ao conteúdo e a sua estrutura, Brooker destacou que: “cada episódio tem um elenco diferente, um set diferente e até uma realidade diferente, mas todos eles são sobre a forma como vivemos agora – e a forma como nós poderemos viver em 10 minutos se formos desastrados.”
A série tem recebido críticas positivas e tido um interesse internacional crescente (particularmente nos Estados Unidos) após ser inserida no catálogo do Netflix.
Black Mirror possui episódios com histórias independentes, adotando uma visão de humor negro para apresentar a influência das novas tecnologias na vida moderna.
Iniciei este mês minha maratona desta temporada e terminei de assistir a primeira das três histórias. Fiquei muito emocionada com a personagem Martha mas ao mesmo tempo assustada pois não vejo num futuro muito distante a possibilidade de que toda a estrutura da narrativa possa acontecer no “mundo real”. Neste episódio chamado“Be Right Back”, ela perde o namorado em acidente de trânsito fica obcecada por aplicativo que simula troca de e-mails e informações pessoais para que se simule uma conversa real com o falecido namorado. O que nos choca é a fase dois deste sistema viabilizando a presença física do namorado utilizando tecnologia.
Em “White Bear”, segundo episódio da série, vemos uma mulher desmemoriada acordando numa estranha sociedade em que as pessoas estão hipnotizadas por seus telefones celulares, onde é caçada por assassinos mascarados.
E finalmente, fechando a temporada, o terceiro episódio chamado “The Waldo Moment”, apresenta um sarcástico ursinho criado por computação gráfica – manipulado por um comediante – que acaba se tornando assustadoramente popular e começa a dominar um debate político com a proximidade das eleições.
Morreu na noite de domingo (28), aos 83 anos, o ator americano Gene Wilder. Seu nome verdadeiro era Jerome Silberman. Willy Wonka do musical infantil “A fantástica fábrica de chocolate”, de 1971, foi um dos mais marcantes em sua carreira. Gene Wilder morreu em casa, no estado de Connecticut, de complicações decorrentes da doença de Alzheimer.
Sempre fui uma apaixonada por seu trabalho. Não falo devido ao seu papel como Willy Wonka mas sim, pelas tardes que passei na minha infância assistindo aos seus filmes na tão famosa “Sessão da Tarde” rindo muito com o filme Surdos, Cegos e Loucos (uma bela dobradinha com o ator Richard Pryor) e admirando seu personagem no longa A dama de vermelho com sua cena clássica do vestido no circulador de ar.
Saudades serão eternas daqueles que marcam nossas vidas!
Produzido em 2014, este longa metragem promete um momento “chá com pipoca” bem agradável nos brindando com uma noite de Halloween bem diferente.
Max (Anton Yelchin) é tão apaixonado por filmes de terror que trabalha em uma pequena loja que apenas vende produtos relacionados ao tema. Seu grande sonho é ter um negócio próprio e cumprimentar seus clientes de um jeito mais amigável (visto que mandar clientes para o inferno não amplie muito os negócios).
Ele namora Evelyn (Ashley Greene), uma garota engajada na causa de salvar o planeta tornando-o mais sustentável. Ela é dominadora, insistente e resolve ir morar junto com Max. Um dia, durante um encontro no trabalho, eles juram amor eterno um ao outro. O que ambos não esperavam era que uma pequena estátua de um diabo, que estava na prateleira da loja de Max, tivesse a capacidade de realizar desejos.
Isso faz com que Evelyn volte da morte como uma zumbi após ser atropelada por um ônibus justamente no momento que Max estava determinado em terminar o relacionamento deles por estar interessado em outra garota , Olivia (Alexandra Daddario), tão apaixonada por filmes de terror quanto ele.
O ápice do filme se dá nesta noite de Halloween, entre indas e vindas da nossa zumbi que tenta manter seu relacionamento com Max. A produção não foge dos clichês engraçadinhos de zumbis e além disso poderemos matar a saudade do ator Anton Yelchin falecido no início deste ano.