Nas últimas semanas, postei neste espaço dicas de filmes que concorreram ao Oscar de Melhor Filme e estão disponíveis nas principais plataformas de streaming do Brasil. Aproveitando essas listas, dei início a algumas resenhas de filmes via áudio para a disciplina de Radiojornalismo da Universidade de São Paulo (USP), e agora aproveito para compartilhar a produção.
A primeira escolha foi “Um Estranho no Ninho”, de 1975. Filmaço protagonizado pelo gênio Jack Nicholson. Um dos três únicos filmes da história (ao lado de “Aconteceu Naquela Noite” e “O Silêncio dos Inocentes”) a ganhar os cinco principais prêmios do Oscar.
Espero que gostem – aproveitem para checar também o site da disciplina, no qual há algumas outras resenhas feitas por colegas.
Chegou o dia. A ESPN norte-americana lança neste domingo a série documental “The Last Dance” em parceria com a Netflix, que vai republicar o conteúdo. A produção, com dez episódios previstos para irem ao ar até meados de maio, retrata a temporada 1997/98 do Chicago Bulls, a última com Michael Jordan no time e o último título da franquia na NBA.
As exibições serão sempre aos domingos nos Estados Unidos, com dois episódios por vez, e a Netflix os colocará no ar com atraso mínimo no Brasil, exatamente no dia seguinte. Ou seja: amanhã o início da série estará disponível no serviço de streaming para o público brasileiro.
O documento possui entrevistas e conteúdos inéditos filmados à época, além de depoimentos atualizados. O lançamento estava previsto apenas para junho deste ano, mas em meio aos impactos da pandemia de coronavírus a ESPN decidiu antecipá-lo.
Alguns trailers e trechos de 5 minutos já foram divulgados pelo canal. A crítica internacional já faz o maior rebuliço em torno da série. E a ansiedade pela estreia enfim será sanada. É hoje – ou melhor, amanhã!
Há alguns dias, publiquei aqui uma lista de filmes que concorreram ao Oscar de Melhor Filme e estão disponíveis na Netflix, em um tentativa de ajudar os leitores a passar o tempo livre em meio ao isolamento forçado pela pandemia de coronavírus. Como a quarentena parece que vai longe, chegou a hora de publicar a mesma lista, só que com os filmes que estão no Amazon Prime – alguns, aliás, coincidem com a lista da Netflix. Alguns podem ter passado batidos na seleção, mas já é uma sequência grande o suficiente para que você se lembre de ficar em casa!
O Resgate do Soldado Ryan
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel
Bastardos Inglórios
Tubarão
Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida
Gladiador
E.T. – O Extraterrestre
Pulp Fiction
Traffic
Toy Story 3
O Lobo de Wall Street
Green Book
Forrest Gump
Meia-Noite em Paris
O Lado Bom da Vida
Lady Bird
Juno
O Artista
Um Estranho no Ninho
O Poderoso Chefão
O Poderoso Chefão: Parte II
O Poderoso Chefão: Parte III
Chicago
Guerra ao Terror
Os Dez Mandamentos
The Post
Darkest Hour
Amor Sem Escalas
A Vida É Bela
Os Miseráveis
O Discurso do Rei
O Jogo da Imitação
Boyhood
Trama Fantasma
Babel
O Paciente Inglês
Gênio Indomável
The Tree of Life
Los Angeles – Cidade Proibida
Michael Clayton
Em meio ao isolamento social no combate ao coronavírus, que deve ser realizado por todos nós, dicas de filmes são imprescindíveis para matar o tempo – já que mesmo quem pratica home office, por exemplo, “ganha” as horas do dia utilizadas para deslocamento, almoço fora, etc. Por isso, compilei as produções indicadas ao Oscar de Melhor Filme disponíveis na Netflix – provavelmente alguns ficaram de fora por distração, mas ainda assim a lista é bem grande (se notar alguma ausência, volto para acrescentar). Muitos outros deles estão no Amazon Prime, tentarei também compilá-los. Divirtam-se. E fiquem em casa!
História de um Casamento
12 Anos de Escravidão
La La Land
O Irlandês
Gravidade
A Hora Mais Escura
A Teoria de Tudo
A Rede Social
Até o Último Homem
Birdman
Brooklyn
Ghost
Gênio Indomável
Lion
Senhor dos Anéis: As Duas Torres
Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel
Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
Os Miseráveis
Quem Quer Ser um Milionário?
Ray
Sociedade dos Poetas Mortos
Moonlight
O Regresso
Vestígios do Dia
À Espera de um Milagre
A Origem
A Grande Aposta
Gladiador
A Qualquer Custo
Manchester à Beira-Mar
Roma
Matar ou Morrer
Pulp Fiction
Corra!
Aproveitei alguns dias de descanso neste mês para me atualizar sobre os principais filmes do último ano. Já havia visto e resenhado “Ford vs. Ferrari” para este espaço, mas decidi realizar um balanço dos demais filmes que assisti e foram indicados ao principal troféu do Oscar – todos eles já comentados por outros colunistas aqui, evidentemente – em opiniões curtas e diretas, de um parágrafo cada. A seguir:
O Irlandês – Grande filme, grande elenco, grande direção. O principal motivo de não ter vencido um Oscar sequer foi a concorrência pesada, acho. Mas se pelo menos Al Pacino levasse como melhor ator coadjuvante, não seria nenhum absurdo. Uma obra de máfia com Pacino, De Niro, Pesci e Scorsese é algo praticamente incriticável. Vale as longas 3h30. Destaque também para o uso do rejuvenescimento virtual dos atores. “I heard you paint houses”.
Parasita – Revolucionário. Drama, comédia, suspense e ação em um só filme, recheado de plot-twists, com direção maravilhosa, roteiro incrível e atuações ótimas. Reconhecimento merecidíssimo do Oscar ao filme e a Bong Joon-ho. Eu não reclamaria de uma indicação de Song Kang-ho (patriarca da família Kim) a melhor ator, aliás. Primeiro filme sul-coreano que assisti, fiquei encantado. Notei bastante influência de “Taxi Driver” nos ângulos das câmeras e na parte final, não à toa a homenagem de Bong a Scorsese ao receber o Oscar de melhor diretor. As abordagens às questões sociais, é claro, também são brilhantes. Sem defeitos.
Reprodução/ABC/@TheAcademy
Ford vs Ferrari – Filme bem bacana. Christian Bale está fantástico, a dedicação dele a seus papéis é incrível. Matt Damon muito bem também. Cenas de corrida são excelentes, com muita adrenalina. Que molequinho chato é o filho do protagonista. Indicação válida ao Oscar, mas vitória era pedir demais.
Era Uma Vez… Em Hollywood – Filmaço, o puro suco de Tarantino! Leonardo DiCaprio está excelente no papel principal, e Brad Pitt é um coadjuvante de peso. Apesar de ter curtido muito Al Pacino em “O Irlandês” e considerar que se ele vencesse o Oscar não seria um absurdo, a estatueta está muito bem nas mãos de Pitt, que finalmente levou seu prêmio de atuação. Margot Robbie sempre encantadora, mas a achei subaproveitada no papel de Sharon Tate, com algumas cenas bem bobinhas. Realizei uma análise mais profunda dos Discursos presentes no filme com alguns colegas da faculdade de Jornalismo da USP, em trabalho para a disciplina “Ciências da Linguagem: dos Discursos”, e indico a leitura no link anexo.
1917 – Bom filme de Sam Mendes, que traz uma forma diferente de mostrar a Primeira Guerra Mundial, fazendo uso constante do plano sequência. Trama se passa em um só dia e o roteiro é básico. Achei desnecessário chamarem Colin Firth e Benedict Cumberbatch apenas para algumas pontinhas. Apesar da qualidade técnica inegável e da direção muito bem conduzida, não chegou a me impactar como “Parasita”, que achei bem mais profundo. Mas tende a se consolidar como um clássico de guerra, sim, especialmente – repito – pelas virtudes técnicas.
Faltaram “Coringa”, “História de um Casamento”, “Adoráveis Mulheres” e “Jojo Rabbit”. Buscarei me (re)atualizar quanto a eles o mais rápido possível – por ora, indico as análises dos demais colunistas do Poltrona de Cinema, que podem ser encontradas no setor de “buscas”, na barra de ferramentas à direita da tela.