Williams

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Williams (2017) Filme. Onde Assistir Streaming Online

Morreu neste domingo, aos 79 anos, Sir Frank Williams, um dos maiores nomes da história da Fórmula 1, tido como o último dos “garagistas” de meados do século passado. Fundador e ex-chefe de equipe da Williams, que está entre as mais bem sucedidas escuderias da história da maior categoria do automobilismo mundial, Frank Williams também tem uma história com o cinema.

Em 2017, ainda antes da venda da equipe ao fundo de investimentos norte-americano que comanda a Williams hoje em dia, a equipe e seu principal nome foram tema de um interessantíssimo documentário dirigido por Morgan Matthews e produzido pela BBC, intitulado justamente “Williams”. Uma homenagem e um retrato merecido de um dos grandes gênios da Fórmula 1, ainda em vida.

Recomendo que todos que puderem o assistam hoje, ou assim que possível – como homenagem ou mesmo para conhecer melhor essa história importantíssima. “Focando na carreira e família de seu lendário fundador, este documentário britânico conta a extraordinária da equipe Williams de Fórmula 1, de seu nascimento aos dias atuais”, diz a sinopse.

As avaliações de “Williams”, o filme, também são muito positivas – nota 93% no Rotten Tomatoes. O documentário conta com depoimentos de gente do quilate de campeões mundiais como Sir Jackie Stewart, Nelson Piquet e Nigel Mansell, além de seu sócio Patrick Head.

Frank Williams lançou sua primeira equipe ainda no final dos anos 60, mas não obteve muito sucesso antes de voltar à categoria em 1977, com a Williams atual, e aí sim deslanchar – somando nove títulos de construtores e sete de pilotos entre 1980 (com Alan Jones) e 1997 (com Jacques Villeneuve). Um deles veio com Nelson Piquet, em 1987. Foi também em um carro da Williams que Ayrton Senna morreu, em Ímola 1994. Recomendo o texto de Flavio Gomes sobre Frank Williams, de fato um personagem ímpar, também marcado pelo acidente sofrido na França, em 1986, que o deixou tetraplégico.

Antes da venda, no ano passado, para a Dorilton Capital (que manteve o nome da equipe), a Williams vinha sendo comandado por sua filha Claire, mantendo as tradições familiares. A causa da morte de Frank não foi revelada. Fica aqui a dica do dia – e que Sir Frank Williams descanse em paz.

O novo ‘007’ chegou – e Daniel Craig se despede

O novo ‘007’ chegou – e Daniel Craig se despede

No Time to Die (2021) - IMDb

A espera foi muito mais demorada do que o normal. Como contamos neste espaço em setembro do ano passado, a estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” havia sido adiada de abril para novembro de 2020 em função da pandemia de Covid-19. No fim das contas, acabou ocorrendo quase um ano depois: o longa finalmente chegou aos cinemas do mundo na semana passada, exatamente no último dia de setembro de 2021.

E desde então, tem sido praticamente o centro de todo o debate cinematográfico mundial. Seja pela pomposa estreia britânica, com a presença desde membros da família real até à da tenista recém-coroada campeã do U.S. Open, Emma Raducanu; seja pelo principal fato que envolve a produção: “Sem Tempo para Morrer” é o último filme de Daniel Craig no papel de James Bond.

Como disse em minha resenha de “007 contra Spectre”, há quase seis anos, considero Craig o melhor ator a ter desempenhado o papel de Bond nos quase 30 filmes da saga. Da elegância inerente ao espião aos pontualíssimos toques do humor britânico, Craig entregou tudo desde que assumiu o cargo em “Casino Royale”, de 2006. Mesmo nas produções mais medianas desde então, com “Quantum of Solace” (2008) e o próprio “Spectre”, nunca deixou de brilhar. E nos brindou, é claro, com aquele que muito provavelmente é melhor filme de 007 da história: “Skyfall”, de 2012.

A despedida de Craig é, desde já, um marco da história do cinema. E a substituição será tão impactante quanto, dado que tudo indica que Lashana Lynch, que já aparece no novo filme como Nomi, assumirá o papel. As expectativas já são enormes: tanto para enfim assistir “Sem Tempo para Morrer” quanto para aguardar os próximos anos e saber para onde a saga nos levará mais uma vez.

Além de Craig e Lynch, “Sem Tempo para Morrer” também traz uma série de personagens vistos nos filmes anteriores, com Léa Seydoux, Christoph Waltz, Naomie Harris, Christoph Waltz e Ralph Fiennes reprisando papéis. Rami Malek interpreta o vilão Safin. Chegou a hora de matar a curiosidade – com todos os cuidados, ao cinema, pois.

“The Morning Show” está de volta

“The Morning Show” está de volta

Demorou, mas chegou: a segunda temporada de “The Morning Show”, da Apple TV+, finalmente está entre nós. Uma das séries mais bacanas dos últimos tempos, a produção foi lançada pelo serviço de streaming da “maçã” em novembro de 2019, como um de seus primeiros grandes destaques, e tinha uma nova temporada planejada para o ano passado – mas acabou tendo as filmagens interrompidas pela maior parte de 2020 devido à pandemia de Covid-19.

Mas nesta sexta-feira, 17 de setembro, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon voltaram a dar vida às jornalistas de televisão Alex Levy e Bradley Jackson, respectivamente, em uma série cujo estrelado elenco é um ponto fortíssimo. Além de Aniston e Witherspoon, “The Morning Show” também conta com Steve Carell – que tem brilhado cada vez mais em papéis dramáticos – e Billy Crudup, que venceu o Emmy de melhor ator coadjuvante por seu papel na série.

Nesta segunda temporada, junta-se a eles a igualmente brilhante Julianna Margulies, multipremiada pelos clássicos “ER” e “The Good Wife”.

“The Morning Show” é uma série que nos leva aos bastidores da televisão, ao retratar o programa que dá nome à série, mas nem de longe fica restrita a esse tema. Na primeira temporada, abordou dos escândalos sexuais (certamente o assunto central) à dificuldade e pressão das decisões pessoais.

Pena que ficou tanto tempo fora do ar – agora, a dica é reassistir alguns episódios da primeira temporada (ou começar a assistir, caso ainda não tenha visto!!!) para relembrar das tramas centrais antes de embarcar nesta segunda temporada. Que promete ser tão boa – ou até melhor – que a antecessora.

Sandra Oh estrela “The Chair”, nova série da Netflix

Sandra Oh estrela “The Chair”, nova série da Netflix

Quem abriu a página principal da Netflix neste sábado provavelmente deu de cara com o anúncio da nova série do serviço de streaming: “The Chair”. A produção teve sua estreia na sexta-feira e marca a nova empreitada da grande Sandra Oh, vencedora de dois Globos de Ouro por seus trabalhos em “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”.

A série possui seis episódios de cerca de 30 minutos cada – ou seja, dá para terminar tudo bem rápido (seja isso algo bom ou ruim). Nela, Oh interpreta a professora Ji-Yoon Kim, primeira mulher nomeada para a diretoria de uma universidade norte-americana.

“Em uma renomada universidade, a primeira mulher a assumir o cargo de diretora é desafiada pelas altas demandas e expectativas de um departamento em crise”, diz a sinopse divulgada pela Netflix. O trailer (reproduzido abaixo) é bem legal e já deixa aguçada a vontade de avançar logo pela curta série.

“The Chair” também tem agradado aos críticos – no Rotten Tomatoes, há 81% de aprovação com base em 31 resenhas. Agora é ver se conseguirá te agradar também…

SP batiza cinema em homenagem a Paulo Gustavo

SP batiza cinema em homenagem a Paulo Gustavo

Foto: Reprodução

A prefeitura de São Paulo anunciou na tarde de sexta-feira (7), por meio de sua Secretaria de Cultura, que dará o nome do ator Paulo Gustavo à Sala Cine Olido, sala de cinema do Centro Cultural Olido, localizado no centro da cidade. A medida homenageia o comediante logo após sua morte, ocorrida no último dia 4 de abril, em decorrência da Covid-19.

O Decreto Nº 60.225, que estabelece a medida, foi publicado no Diário Oficial do Município justamente na sexta-feira, segundo a prefeitura. O município acrescentou que a decisão de rebatizar o espaço — importante sala do Circuito Spcine — foi tomada após articulação entre o prefeito em exercício, Ricardo Nunes (MDB), o secretário municipal de Cultura, Alê Youssef, e a presidente da Spcine, Viviane Ferreira.

“Além da sua marcante contribuição à cultura brasileira por meio do teatro e do cinema, Paulo Gustavo foi um homem ativo na construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e tolerante, e teve sua vida interrompida, ainda muito jovem, aos 42 anos, pela Covid-19”, afirma o decreto.

A Galeria Olido está passando por reformas que devem ser concluídas em julho deste ano. A prefeitura disse que, além do novo nome, a sala será reinaugurada com nova infraestrutura e uma mostra de filmes de Paulo Gustavo.