Indicados ao Oscar 2016

Indicados ao Oscar 2016

OscarOs indicados ao Oscar 2016 foram anunciados nesta quinta-feira (14) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

O filme “O Regresso”, do mexicano Alejandro González Iñárritu, é o líder de nomeações, com 12 – inclusive a de melhor ator, na sexta disputa de Leonardo DiCaprio por um prêmio que nunca venceu. “Mad Max”, com 10 indicações, e “Perdido em Marte”, com 7, aparecem logo em seguida.

Apesar do sucesso brasileiro “Que Horas Ela Volta?” não ter avançado na disputa de Melhor Filme Estrangeiro, o país terá um surpreendente representante na principal premiação do cinema mundial: “O Menino e o Mundo”, dirigido por Alê Abreu, concorre ao prêmio de Melhor Animação contra “Shaun, o Carneiro”, “Anomalisa”, “Quando estou com Marnie” e o favorito “Divertida Mente”.

Confira abaixo todos os indicados ao Oscar 2016.

Melhor filme
“A grande aposta”
“Ponte dos espiões”
“Brooklyn”
“Mad Max”
“Perdido em Marte”
“O regresso”
“O quarto de Jack”
“Spotlight”

Melhor ator
Bryan Cranston (“Trumbo”)
Matt Damon (“Perdido em marte”)
Leonardo DiCaprio (“O regresso”)
Michael Fassbender (“Steve Jobs”)
Eddie Redmayne (“A garota dinamarquesa”)

Melhor atriz
Cate Blanchett (“Carol”)
Brie Larson (“O quarto de Jack”)
Jennifer Lawrence (“Joy”)
Charlotte Rampling (“45 anos”)
Saoirse Ronan (“Brooklyn”)

Melhor diretor
Alejandro G. Iñárritu (“O regresso”)
Tom McCarthy (“Spotlight”)
George Miller (“Mad Max: A estrada da fúria”)
Adam McKay (“A grande aposta”)
Lenny Abrahamson (“O quarto de Jack”)

Melhor animação
“Anomalisa”
“O menino e o mundo”
“Divertida mente”
“Shaun, o carneiro”
“Quando estou com Marnie”

Melhor filme estrangeiro
“Embrace of the Serpent” (Colômbia)
“Cinco graças” (França)
“O filho de Saul” (Hungria)
“Theeb” (Jordânia)
“A war” (Dinamarca)

Melhor trilha sonora
“Ponte dos espiões”
“Carol”
“Os 8 odiados”
“Sicario”
“Star Wars”

Melhor roteiro adaptado
“A grande aposta”
“Brooklyn”
“Carol”
“Perdido em Marte”
“O quarto de Jack”

Melhor roteiro original
“Ponte dos espiões”
“Ex Machina”
“Divertida mente”
“Spotlight”
“Straight Outta Compton”

Melhor design de produção
“Ponte dos espiões”
“A garota dinamarquesa”
“Mad Max”
“Perdido em Marte”
“O regresso”

Melhor fotografia
“Carol”
“Os oito odiados”
“Mad Max”
“O regresso”
“Sicario”

Melhor figurino
“Carol”
“Cinderela”
“A garota dinamarquesa”
“Mad Max”
“O regresso”

Melhores efeitos visuais
“Ex Machina”
“Mad Max”
“Perdido em Marte”
“O regresso”
“Star Wars”

Melhor montagem
“A grande aposta”
“Mad Max”
“O regresso”
“Spotlight”
“Star Wars”

Melhor atriz coadjuvante
Jennifer Jason Leigh
Rooney Mara
Rachel McAdams
Alicia Vikander
Kate Winslet

Melhor ator coadjuvante
Christian Bale
Tom Hardy
Mark Ruffalo
Mark Rylance
Sylvester Stallone

Melhor edição de som
“Mad Max”
“Perdido em Marte”
“O regresso”
“Sicario”
“Star Wars”

Melhor mixagem de som
“Ponte dos espiões”
“Mad Max”
“Perdido em Marte”
“O regresso”
“Star Wars”

Melhor curta de animação
“Bear Story”
“Prologue”
“Sanjay’s Super Team”
“We can’t live without Cosmos”
“World of tomorrow”

Melhor curta de live action
“Ave Maria”
“Day one”
“Everything will be okay (Alles Wird Gut)”
“Shok”
“Stutterer”

Melhor cabelo e maquiagem
“Mad Max”
“The 100-year-old man who climbed out the window and disappeared”
“O regresso”

Melhor documentário
“Amy”
“Cartel Land”
“The look of silence”
“What happened, Miss Simone?”
“Winter on fire: Ukraine’s Fight for Freedom”

Melhor documentário de curta-metragem
“Body team 12”
“Chau, beyond the lines”
“Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah”
“A Girl in the River: The Price of forgiveness”
“Last day of freedom”

Melhor canção original
“Earned it”, The Weeknd (“Cinquenta tons de cinza”)
“Manta Ray”, J. Ralph & Antony (“Racing extinction”)
“Simple song #3”, Sumi Jo e Viktoria Mullova (“Youth”)
“Writing’s on the wall”, Sam Smith (“007 contra Spectre”)
“Til it happens to you”, Lady Gaga (“The hunting ground”)

Até que a Sorte nos Separe 3

Até que a Sorte nos Separe 3

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

ate-que-a-sorte-nos-separe-3_t96105_jpg_290x478_upscale_q90Sessão de Matinê: “Até que a Sorte nos Separe 3”

Tino retorna falido, ganha dinheiro novamente e volta a perdê-lo. Sim, a essência de ‘Até que a Sorte nos Separe’ é mantida no terceiro filme da série, com retoques e uma inserção nas atualidades, apresentando personagens relacionados ao momento do país, o que mostra, apesar de cenas desnecessárias, uma evolução no roteiro.

Nesta sequência, Tino (Leandro Hassum) é vendedor de biscoitos na praia e vive na pobreza mais uma vez, até que é atropelado por Tom (Bruno Gissoni), filho do homem mais rico do país. O protagonista passa sete meses em coma e, quando acorda, encontra seu “quase-assassino” namorando sua filha Teté (Julia Dalávia).

O bilionário pai de Tom é Rique Barelli (Leonardo Franco), dono da KHX. Clara inspiração em um certo Eike, da OGX. Casado com Malu (Emanuelle Araújo), a Luma de Oliveira das telonas, ele dá um emprego em sua corretora a Tino quando este decide arcar com os custos do casamento de Teté e Tom (ou melhor, Thor…). E então fica bem óbvio o que acontece: Tino atende uma ligação, vende fundos energéticos ligados ao governo federal e, assim, fale o Brasil.

No propósito de ser engraçada, a produção vai bem. O carisma de Leandro Hassum, inegavelmente divertido, é gigante, mas é complicado segurar quase sozinho todo o humor do longa. A diversão é garantida, além do protagonista, por Ailton Graça, revivendo Adelson; sem eles, a proposta de comédia do filme seria tão débil quanto a participação desconexa de Amaury (Kiko Mascarenhas), que aparece apenas para mostrar que ainda está por ali.

No caminho contrário, quem surge com força neste terceiro filme é Julia Dalávia, ganhando todo o destaque que não teve nos dois anteriores. Teté passa a ser figura importante no enredo. Henry Fiuka, intérprete de seu irmão Juninho, também faz algumas pontas engraçadas, mas sem tanto destaque quanto Dalávia.

A intenção de relacionar a nova quebra de Tino aos fatos atuais é interessante e gera boas piadas, como com a perda de peso de André Marques e com o olho torto de Nestor Cerveró, numa participação de Daniel Filho, mas são encontrados alguns exageros e mesmo falta de respeito com a figura da presidente Dilma Rousseff (bem imitada por Mila Ribeiro, aliás), chamada constantemente de “presidanta”. Antes de qualquer opção política, é importante que se respeite uma mulher e a figura máxima da República, e não que se jogue para a torcida que não a aprova, num filme que, apesar disso, faz algumas boas piadas com a própria Dilma (não era possível ter parado apenas nelas?) e retrata a histérica e compulsiva elite brasileira, via família Barelli.

Tecnicamente, o longa é um desastre. Novidades? Muito pelo contrário: é feito sem qualquer capricho. A operação de chroma-key é vergonhosa (uma criança faria melhor) no momento em que Tino e Amaury chegam a Brasília e quando o personagem de Hassum dirige a caminho do Rio de Janeiro – na situação, inclusive, em que surge uma cena ridícula de luta entre Tino e um boneco. Constrangedor.

A moral ‘família’ é a mesma dos outros filmes e, não fosse pela simpatia, pelo humor de Leandro Hassum, a produção fracassaria. O ex-gordinho garante gargalhadas fáceis na primeira metade, mas não segura o ritmo até o fim, e a segunda parte do longa satura.

Para rir, motivo pelo qual, ora pois, se consagrou, o último filme da trilogia (é o que diz o subtítulo – “A falência final”) cumpre, sim, seu papel – ao menos a primeira parte. Mas nos setores técnicos, e isso irrita, não passa de um naufrágio cinematográfico, demostrando um impasse entre o divertido e o mal feito.

Nota: 2,5/5

Sinopse:
Após os acontecimetos do último filme, onde perdeu a herança da família em Las Vegas, Tino procura um emprego fixo, sem sucesso. Um dia, é atropelado pelo filho do homem mais rico do país. Ao acordar depois de sete meses em coma, se surpreenderá com a notícia de que sua filha e o rapaz estão apaixonados. Convidado para gerir as finanças da empresa do pai do genro, para gerar dinheiro que usará para bancar o casamento, Tino consegue o inimaginável: falir a empresa, a maior do Brasil – o que gera um colapso na economia nacional.

Pegando Fogo

Pegando Fogo

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “Pegando Fogo”Burnt_Poster_Updated

A cozinha se tornou, nos últimos tempos, um sucesso de público muito grande – ou melhor, ainda maior. A gastronomia progride aos mais diversos públicos, que agora, graças às investidas em reality shows, filmes e programas específicos, sabem distinguir pratos, conhecem ingredientes e, claro, pitacam no tema.

Apostando no quesito, ‘Pegando Fogo’ surge como boa opção nos cinemas, especialmente aos que não se interessam por sequências, como ‘Star Wars’, ou filmes infantis, como ‘Alvin e os Esquilos’, que despontam como os maiores sucessos do momento na telona.

A culinária, em um primeiro momento, pode parecer um tema fechado, mas o longa dirigido por John Wells é uma grata surpresa, superando as expectativas iniciais. ‘Pegando Fogo’, ainda que com um roteiro que não foge dos padrões, coloca o espectador dentro de cozinhas da alta gastronomia, sentindo toda a tensão, que, apesar de nem sempre comprovada na vida real, é inerente ao espaço nas produções cinematográficas.

O filme trata de Adam Jones (Bradley Cooper), chef de sucesso, dono de um restaurante 2 estrelas Michelin em Paris, que se afunda nas drogas e perde seu negócio, passando a trabalhar com ostras em Nova Orleans. Nada próximo ao que fora, pois. O enredo, inclusive, não dá muito detalhes do passado de Jones, e falha nisso. Abre uma lacuna e não a preenche. O chef não está se recuperando dos vícios, mas sim já recuperado, o que desaponta.

Decidido a reconstruir seu renome, Jones reúne sua antiga equipe em um restaurante de Londres, para que conquiste sua tão sonhada terceira estrela do guia Michelin. O centro do filme é a luta de Adam, um arrogante chef de gigante auto-confiança (o perfeito estereótipo de longas do tema), contra seus demônios, para atingir seus objetivos.

Treinado inclusive por Gordon Ramsay, o melhor representante recente da loucura gastronômica, Bradley Cooper se inspira no título e pega fogo para incorporar o personagem de maneira genial, praticamente carregando o filme nas costas. Apesar do grande elenco de apoio, a atenção se volta quase que totalmente a Cooper, já mestre em interpretar pessoas problemáticas e com seus demônios, cada dia melhor.

Outro que surge bem, mesmo discreto, é Daniel Brühl, no papel de Tony, o maître da equipe e apaixonado por Jones. Toda a capacidade de Brühl segue em demonstração após filmes excelentes, como ‘Adeus, Lenin’ e ‘Rush’. Destaque, assim como na produção automobilística, para seu sotaque, sempre capaz de impressionar.

O elenco de coadjuvantes é praticamente uma instituição separada do restante. Omar Sy, como o sub-chefe Michel, Matthew Rhys (Reece, chef rival de Adam Jones), Uma Thurman (Simone), Alicia Vikander (Anne Marie) e principalmente Sienna Miller (Hélene, por quem Jones revela uma queda), estão ali, mas não passam de água com açúcar, apenas para que Bradley Cooper não se sinta muito solitário. Mereciam uma exploração melhor – especialmente Uma Thurman. Alguns personagens chegam a ser desnecessários.

Um filme sobre comida requer, claro, uma fotografia brilhante e uma boa trilha sonora; ‘Pegando Fogo’ atinge um ótimo nível em ambas, e chega a deixar o espectador com água na boca. Não assista com fome – caso o faça, prepare-se para ir a um bom restaurante em seguida.

‘Pegando Fogo’ não é um MasterChef cinematográfico. Vai além: investe nos demônios pessoais, na autoconfiança, na reconstrução. Não fosse quase um monólogo de Bradley Cooper, mesmo que a situação valorize o ótimo trabalho do ator, certamente seria ainda melhor. Mas, ainda assim, é uma boa opção nos cinemas.

Nota: 3,5/5

Sinopse:
O chefe de cozinha Adam Jones (Bradley Cooper) já foi um dos mais respeitados em Paris, mas deixa a fama subir a cabeça. Por causa do comportamento arrogante e do envolvimento com drogas, destrói a sua carreira. Ele se muda para Londres, onde adquire um novo restaurante e decide recomeçar sua trajetória do zero, na intenção de conquistar a cobiçada terceira estrela do guia Michelin. No caminho, conhece a bela Helene (Sienna Miller), por quem se apaixona.

O Agente da U.N.C.L.E.

O Agente da U.N.C.L.E.

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “O Agente da U.N.C.L.E.”Agente_da_Uncle

“O Agente da U.N.C.L.E.” é um filme bacana, e nada além. A expectativa a respeito de um novo longa de Guy Ritchie após alguns trabalhos frustrados e seus dois ‘Sherlock Holmes’ era grande, e ele dá uma resposta interessante. Muitos gostam do estilo, outros não, o que deve gerar críticas mistas, mas, no fundo, The Man from U.N.C.L.E. deixa seu recado.

O filme trata-se de uma adaptação para a telona de série homônima, sucesso dos anos 60. Naufragou nos cinemas dos Estados Unidos, arrecadando apenas US$ 13,5 milhões além do orçamento, de US$ 75 milhões. Nem Henry Cavill e Armie Hammer, nem Guy Ritchie impulsionaram a produção nas bilheterias, apesar da qualidade das cenas de ação e do bom humor típico das produções de espionagem.

Quanto à história, vivida durante a Guerra Fria, Napoleon Solo (Cavill) é um agente da CIA que parte atrás de Gaby Teller (Alicia Vikander), filha de um cientista nuclear sumido que reaparece em Roma. Gaby também é observada pelos russos da KGB, de onde vem Illya Kuryakin (Hammer). No fim das contas, EUA e Rússia, na forma dos dois agentes geralmente solitários, precisam se unir e trabalhar contra uma rede de ex-nazistas com potencial para construir armas nucleares na Itália (parêntese: o autor do texto sentiu grande saudade de Roma com as imagens).

Solo e Kuryakin são água e fogo no estilo. Este é o grandalhão, o homem forte; aquele, o grã-fino mulherengo. Mas são queijo e goiabada no momento do trabalho, grandes agentes. Gaby é bem definida no próprio filme: acaba por ser a “mamãe” de ambos, a protegida controladora.

Há de se destacar a presença de Elizabeth Debicki, como a bela e misteriosa Victoria Vinciguerra. Um nome forte do filme é Hugh Grant, um inglês simpático, Alexander Waverly. Aparece pouco, não faz muito, não brilha ou compromete. Apenas está lá, não deixando de ser um astro a mais na produção, como bem é Grant.

A trilha sonora é sensacional, e vai desde Nina Simone a grandes nomes da música da Itália, onde a maior parte do filme se passa. As músicas se encaixam bem nas cenas, e o brasileiro que se atentar verá o genial Tom Zé (sim!) entre os nomes da trilha. Sua música “Jimmy, Renda-se”, cantada num inglês divertido, do álbum ‘Tom Zé’ (1970), marca presença.

Outra coisa que pode surpreender é a presença de um grande astro do futebol na telona. Quem vos escreve só notou nos créditos, e ficou um tanto quanto intrigado. Se deixasse para as pesquisas para escrever o texto, teria passado batido que David Beckham (sim!), ex-craque de Manchester United, Real Madrid, Seleção Inglesa, PSG, Los Angeles Galaxy e Milan faz uma ponta no longa, como um segurança.

O filme não é revelador, nem vai além de um típico ação-comédia de espiões. Não é uma produção para ganhar um Oscar, mas não é de se dispensar numa tarde ou noite. Tem seu valor, sim, ao contrário do que muitas críticas pesadas afirmam. O roteiro é interessante, a fotografia bacana. Vale olhar para os lados positivos, como a ótima química entre os astros e uma bacana perseguição Trabant-Wartburg em Berlim Oriental, ou as risadas que a parte de humor causa, e relevar os anticlímax da atração Gaby-Illya nunca concretizada e da perseguição final um tanto quanto fraca. O copo meio-cheio é melhor que o meio-vazio.

(Vale dizer, ainda, que o filme abre precedentes para uma possível continuação. É saber se o estúdio, após a bilheteria fraca deste, se interessará em fazê-la).

Nota: 3,5/5

Sinopse:
Na década de 1960 os até então inimigos mortais Napoleon Solo (Henry Cavill), agente da CIA, e Illya Kuriakin (Armie Hammer), espião da KGB, são obrigados a cooperarem. A grande missão da improvável dupla EUA-Rússia é combater a terrível organização T.H.R.U.S.H., que desenvolve armas nucleares.

Top 5 – Comédias

Top 5 – Comédias

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Completando 5 anos, o Poltrona de Cinema comemora soltando grandes listas de top 5. Fico feliz por nossa chefe, Anna Barros, me escolher como o colunista responsável pela lista de cinco melhores comédias. Quem lê minha coluna, “Sessão de Matinê”, sabe que, ao lado de ação e filmes de espionagem/policiais, comédia é meu gênero favorito. Então, mãos a obra.

Já aviso, antes de iniciar a lista, que estes são os MEUS 5 filmes favoritos de comédia. Sou jovem, mais habituado a longas pós-ano 2000, então sinta-se à vontade para, respeitosamente, discordar. Ninguém agrada sempre. Espero que todos também gostem dos cinco filmes a seguir.

200px-Superbad_Poster.png5. Superbad – É hoje (2007)
Todo mundo já gargalhou litros com este filme. Demorei bastante tempo para assisti-lo pela primeira vez. Anos depois do lançamento. Agora, se está na TV, é obrigatório. Comédia besteirol, sim, mas bem engraçada, e para mim, o ponto principal do gênero comédia é fazer rir. Jonah Hill e Michael Cera são os protagonistas, mas quem rouba a cena é Christopher Mintz-Plasse, o McLovin! De rolar de rir. Ainda mais quando um colega de escola é igualzinho ao rapaz…

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4. As Branquelas (2004)
É um filme que não tem sentido, grande nem realidade, mas envolver gênero policial à comédia geralmente é garantia de sucesso. Pode não ser tão real, mas é muito engraçado. Qualquer pessoa de minha idade riu muito (e assistiu muito) com ‘As Branquelas’. Terry Crews (ou simplesmente “pai do Chris”) cantando ‘A Thousand Miles’ é clássico!

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3. O Diabo Veste Prada (2006)
Soa claramente contraditório dizer que o ponto chave das comédias é fazer rir e colocar este filme na lista, mas é um longa genial. Anne Hathaway e Meryl Streep estão fantásticas e a história é bacana. Tem a comédia da moda, o sarcasmo, a comédia romântica… Uma comédia bem definida como ‘dramática’. Ótimo filme, já assisti incontáveis vezes, e com uma grande trilha sonora, também. Às vezes vejo aguardando apenas o momento em que rola U2, City of Blinding Lights, com imagens de Paris.

2. Escola de Rock (2003)210px-Schoolrockposter.jpg
Cheguei a assistir esse filme quatro vezes em um dia. Dezenas de vezes em uma semana. Sabia as falas de cabo a rabo, e mesmo assim não conseguia parar. É espetacular e marcou minha vida lá pelos 11 anos, quando já curtia rock e começava a tocar guitarra. Quem nunca quis um professor substituto ensinando rock, como Jack Black faz? Filme muito bacana. O DVD está aqui, bem guardado – e não, não sigo assistindo várias vezes ao dia. Só quando passa na televisão.

1. American Pie (1999)
200px-American_pie_poster_promocional.jpgMais um filme de besteirol, mas de rir aos montes. Talvez um pioneiro para outros do estilo que vieram mais tarde. Não só o primeiro filme é bem engraçado, mas os outros três, na sequência do elenco original, também são. Por isso, a campeã do top 5 é a série ‘American Pie’. “O Reencontro”, filme mais recente, nem é tão sensacional, mas talvez seja o filme em que mais ri no cinema, assistindo com bons colegas um filme que não podíamos ver, dada a classificação indicativa. Não repitam nosso desafio à legislação, leitores! Mas riam, sim, com ‘American Pie’.

Não direi que foi difícil elaborar este Top 5. Não foi. Peguei os filmes que vieram na cabeça a milhão e organizei. Talvez um top 10 fosse mais adequado, mas o aniversário é de 5 anos, top 5 será. Outros filmes que lutaram para entrar na lista e acabaram, um pecado, ficando de fora, são ‘Amor Sem Escalas’ (cheguei a escrever dele no post, mudei… enfim, ótimo filme), ‘Esqueceram de Mim’, ‘Se Beber, Não Case’, ‘O Ditador’, ‘O Âncora – A Lenda de Ron Burgundy’, ‘Todo Poderoso’, ‘Quero Matar Meu Chefe’ e ‘Borat’, por exemplo. Ficam para a próxima!